Unlike Cinderella...

13 Capítulo 12 - Charms...


Notas iniciais
Cupcakeees ♥! Estou de volta com mais um capítulo para vocês! Eu amei escrevê-lo e espero que gostem dele tanto quanto eu. Obrigada a Kay (Lynch), Miley Demi1920, Fran, Gabs, Isabelle Santos, Biiah Lynch, Jenny (Gatinha MÁ), Jade, Milazinha 90, Carolzinha1107, Dream Sweet Dream e ItsTheBest pelos comentários no capítulo anterior *-*!! PS: recomendo que leiam o capítulo com a música Human da Christina Perri e Say Something de A Great Big World! Boa leitura...

POV Austin

A volta para casa foi silenciosa e torturante. Ally estava ao meu lado, parecendo chateada. Ela parece não entender a gravidade da situação. Ela está com problemas com a filha de um dos homens mais ricos de Miami.

Chegamos no Shopping depois de dez minutos de viagem. Almoçamos com meus pais em completo silêncio. Óbvio que ambos nos perguntaram o que tinha acontecido e apenas dissemos que não foi nada. Claro que não acreditaram, mas resolveram deixar o assunto para depois.

Quando voltamos do almoço, a banda já estava na loja esperando para ensaiar.

– Hey, finalmente chegaram. – diz Jason, enquanto mexe em seu celular. – Oi Ally. – Jason cumprimenta Ally com um abraço.

– Oi Jason. – responde sorrindo de maneira simpática.

– Fala aí, baixinha. – fala Mark, bagunçando os cabelos de Ally e sorrindo com animação.

– Oi Mark, tudo bem? – diz a menina, arrumando os cabelos bagunçados e rindo pela animação do moreno.

– Estou ótimo! – responde Mark.

– Oi princesa! – fala Kelvin, abraçando Ally. – Como está indo na escola?

– Oi Kelvin. Estou indo bem, obrigada. – responde Ally sorrindo gentilmente.

– Hey, Ally! – fala Pablo, abraçando a garota.

– Oi Pablo. – diz Ally sorrindo.

– Ally! – diz Elliot, abraçando a garota com força. – Eu já estava com saudades.

E, o que era de se esperar, Elliot estava louco para dá em cima da Ally. Sério, ele precisa fazer isso na frente de todo mundo? As pessoas ficam incomodadas com isso!

– Oi Elliot. Que exagero! Apenas ontem que nós não nos encontramos. – responde Ally, rindo do comentário de Elliot.

– Para mim, um dia é muito tempo. – diz o rapaz e Ally cora. Nossa, que cantada mais idiota.

– ‘Tá bom, Romeu, acelera o processo que nós precisamos ensaiar e resolver as questões das músicas. – digo com ironia para ver se o cara se toca que não temos o dia todo.

– Claro, claro. – diz, fingindo tédio. – Você vem ver o nosso ensaio, Ally?

– Sinto muito, Elliot, mas agora eu estou trabalhando na Sonic Boom e não posso assistir ao ensaio. – fala Ally educada.

– Que pena! Bom trabalho. — deseja Elliot e começa a subir as escadas. Os outros integrantes da banda seguem o rapaz.

– Se Dez ou Trish chegar, fala para eles subirem direto. – peço a Ally.

– Claro. – responde dando um breve sorriso.

Vou para a sala de ensaios que fica no segundo andar da loja. Jason e Kelvin já ajustavam seus instrumentos, enquanto Mark tomava refrigerante e Elliot ria de alguma coisa que o outro havia contado.

– Estão todos prontos? – pergunto, entrando na sala e fechando a porta.

– Claro, mas, não seria melhor discutirmos o problema “compositora”? – pergunta Jason.

– Eu já nem sei mais o que fazer, cara. – digo, suspirando e sentando na cadeira mais próxima. – Nós temos uma semana para arranjar alguém e eu nem sei por onde começar.

– O pior é que a gente já fez anúncio na internet e vários testes, mas nenhuma música é tão boa assim. – fala Mark.

– Não seria melhor a gente tentar falar com a Caroline e ver se ela volta? – pergunta Kelvin.

– Péssima ideia. – falo sem pensar duas vezes.

– É e o babaca do Austin fez questão de espantar a menina. – comenta Jason.

– Ah, qual é, Jason. De novo essa história? – falo cansado.

– Bem, eu ‘tô com o Austin. Caroline é louca. Esqueceram como ela ficou depois que ouviu o “não” do Austin? – comenta Pablo.

– Bom, tirando o fato de que as músicas de Caroline já nem estavam mais compondo músicas como antigamente. Os fãs já estavam reclamando. – diz Elliot. – Acho que querendo ou não, teríamos que trocar Caroline.

– Cheguei, galera, para alegrar o dia de vocês! – fala Dez, abrindo a porta de uma vez e derrubando as coisas que estavam sobre uma mesa.

– Depois reclama quando eu te chamo de idiota. – diz Trish, entrando logo em seguida.

– Precisava disso tudo, Dez? – pergunto, enquanto recolho as coisas que haviam caído.

– Claro que precisa. – responde, fingindo estar ofendido.

Enquanto termino de arrumar as coisas, encontro um caderno jogado entre a parede e a poltrona da sala. Aproximo-me do mesmo e vejo que existem algumas anotações em uma escrita muito bonita. Leio o que está escrito e é impossível não me surpreender.

– Isto aqui é de algum de vocês? – pergunto enquanto leio as outras páginas.

– Não. O que é isso? – pergunta Kelvin se aproximando.

– Este caderno...

– Cara, a gente sabe que isso é um caderno. – Dez me interrompe, como se tivesse falando a coisa mais inteligente do mundo.

– Sério, Dez? Jura que isto é um caderno? Se você não tivesse me dito, eu nunca saberia. Muito obrigado. – falo com sarcasmo.

– Imagina, cara! Pode contar sempre comigo. – responde sorrindo animado. Às vezes eu me pergunto se meu melhor amigo é humano ou animal.

– Ignora esse panaca, Austin. O que é que tem de tão interessante nesse caderno? – pergunta Trish.

– Letras de músicas. – respondo, voltando a ler o caderno. – Não letras de músicas qualquer. Elas são as melhores músicas que eu já vi em toda minha vida.

Rapidamente, todo saem de onde estavam e ficam ao redor de mim. Curiosos, cada um tenta ler algo que estava escrito, mas como era muito gente, isso não estava dando certo.

– Espera um pouco. – grita Trish, chamando a atenção de todos. – Me dá esse caderno, Austin.

– Mas...

– Me dá logo a droga do caderno. – interrompe sem paciência.

– Ok, pega ai! – entrego o caderno com um pouco de medo da cara que Trish fez.

They wanna know, know, know
Your name, name, name
They want the girl, girl, girl
With game, game, game
And when they look, look, look
Your way, way, way
You gotta make, make, make ‘em do a double take
.” – Trish lê em voz alta o que estava escrito no caderno. – Esta música é um máximo.

– Quem escreveu a música? – pergunta Dez, enquanto o caderno é passado de mão em mão para que todos lessem o que está escrito.

Antes que alguém dissesse algo, ouço batidas na porta e, na sequência, a mesma é aberta. Ally ia falar alguma coisa, mas, ao olhar para o caderno, a garota arregala os olhos e abre e fecha a boca várias vezes.

– Onde acharam isso? – pergunta com a voz meio roca.

– Austin encontrou caído no chão. – responde Elliot. – Sabe de quem é isso.

Ally caminha com uma pressa impressionante e agarra o caderno como se fosse a coisa mais preciosa do mundo para ela. Depois, ela nos olha com uma raiva assustadora e confesso que quase fiz xixi nas calças por causa daquele olhar.

– NÃO. TOQUEM. NO. MEU. DIÁRIO! – grita soletrando cada palavra. Todos olham para a menina assustados. Essa garota é mesmo Allycia Dawson?

– A... Ally? – gagueja Trish assustada.

– Eu... Eu sinto muito. – a garota fala apressadamente, como se voltasse ao normal. Ela estava muito vermelha e parecia que faltava muito pouco para começar a chorar. – Por favor, digam-me que não leram nada.

– Esse caderno é seu? – diz Mark em choque.

– Lemos apenas as letras da música, Ally. – respondo, tentando acalmá-la.

– Oh, não, por favor. – ela abraça o caderno com mais força e balança a cabeça negativamente. – Eu não acredito que vocês leram isso!

– Ally, as letras são incríveis! – digo, aproximando-me da menina. Confesso que ainda estou com medo dela me atacar.

– Mesmo? – pergunta surpresa, olhando para todos, esperando uma confirmação.

– ‘Tá de brincadeira? Eu nunca vi alguém escrever músicas tão maravilhosas como essas. – diz Jason, convicto.

– Ally, você precisa se tornar nossa compositora. – diz Elliot com esperança.

– É, Ally, você pode salvar nosso contrato com o Jimmy. – complementa Kelvin.

– Por favor, Ally. Seja a nossa compositora. – pede Mark.

– Vamos lá, Ally. – fala Pablo.

A garota parecia cada vez mais assustada. Os pedidos de meus amigos estavam deixando Ally envergonhada, mas, pelo brilho nos olhos dela, pude ver que ela estava gostando do que ouvia e orgulhosa de si mesma.

– Eu adoraria. – responde e todos começam a festejar. – Mas, não posso.

– O quê? – perguntam todos ao mesmo tempo.

– Mas, por quê, Ally? – digo em desespero.

– Se meu pai descobrir que estou envolvida com a música, eu nem sei do que ele é capaz de fazer. Eu sinto muito mesmo. – ela parecia decepcionada.

– Mas, e se você fizesse um codinome? – pergunta Trish, esperançosa.

– Eu não sei não, Trish. – fala a garota em dúvida.

– Por favor, Ally. – digo, pegando em seus ombros e olhando em seus olhos. – Nós precisamos de você.

– Eu... Eu... – gagueja, vermelha e ainda olhando em meus olhos. Depois de um tempo, ela suspira cansada e responde: — Tudo bem. No entanto, eu não posso aparecer de maneira alguma. Podem usar as minhas músicas, mas nunca revelar que sou eu que as escrevem.

– Claro. – respondem todos da sala.

– Qual será o nome da Ally? – pergunta Kelvin.

– Precisa ser um nome com estilo. – comenta Mark.

– E que não tenha nada a ver com o nome verdadeiro dela. – complementa Jason.

– E que lembre uma cantora de rock. – diz Pablo.

– Que tal Roxy? – sugere Dez.

– Roxy Rocket. – fala Trish.

– Ótimo nome! – digo sorrindo. – O que achou, Ally?

– Eu gostei. – diz sorrindo lindamente.

– Bom, então, seja bem-vinda a nossa banda Roxy Rocket. – falo sorrindo.

[...]

Com as músicas escritas por Ally, faltava apenas as melodias. Como Ally estava trabalhando na loja, Dez, Trish e todos da banda ficamos para tentar compor as melodias.

Double Take foi a primeira a ser trabalhada. Ally já tinha anotado algumas notas musicais de piano, o que pode ser repassado por Pablo no teclado.

Passamos o dia todo para terminar a música, mas quando terminamos, o resultado foi fantástico. A música tinha ficado incrível. O estilo dela é exatamente o que define Austin Moon.

You gotta make, (make), make, (make), make ‘em do a double take.– canto o último verso sorrindo com ânimo.

– Uau, ficou incrível! – comenta Trish, batendo palma junto com Dez e Ally que tinha acabado de entrar na sala.

– Eu nunca imaginei que o que eu escrevi poderia se transformar em uma música tão extraordinária! – fala Ally animada. Sorrio para a garota e a mesma faz sinal positivo com o polegar.

– Bom, galera, já está na minha hora de ir. – fala Elliot, olhando o relógio em seu pulso.

– Tem razão, Elliot. – concorda Kelvin. – Minha mãe ‘tá me esperando. Tchau para vocês.

Todos vão embora restando apenas Trish, Dez, Ally e eu. Resolvemos que deveríamos ir para casa também. O dia tinha sido difícil, mesmo que o final tenha sido ótimo, já que temos um problema a menos.

– Eu nem acredito que Ally se tornou sua compositora, Austin. – diz Trish com animação.

– Pois é, princesinha, você tem talento para compor. – fala Dez, bagunçando o cabelo de Ally.

– Obrigada. – agradece corando.

– Agora só falta grava a demo da música e levar para o Jimmy. Tenho certeza que ele vai amar a música. – digo, enquanto dirijo.

– Sim, mas precisamos terminar as outras também. – lembra Trish.

– Conseguiremos isso com o tempo. – respondo.

A volta para casa foi divertida. Todos estavam animados e acabei esquecendo um pouco do péssimo dia que tive. Não tardamos a deixar Dez e Trish em casa. O resto do caminho que voltou apenas Ally e eu foi em um silêncio confortável. De vez em quando eu a olhava de canto e via Ally encarando a paisagem com encanto. Vê-la assim, não sei o porquê, me faz feliz. A cada minuto que passo na companhia de Ally, mais eu a admiro.

– Chegamos. – fala Ally sorrindo com doçura.

– Pelo jeito sim. – respondo.

Olho a garota sair do carro com delicadeza. Até mesmo o seu andar demonstrava fragilidade, mas ao mesmo tempo elegância. Quem a analisar pode perceber que Ally não pertence a Miami.

Quanto mais eu a observo, mais encontro motivos para Brooke se sentir ameaçada e isso me preocupa. Eu já cometi o erro de deixar Cassidy sozinha, não repetirei o erro com Ally. Não importa o quanto Brooke tente, não permitirei que ela machuque uma pessoa tão incrível quanto Ally.

Saio do carro e o travo. Encaro o céu estrelado de Miami. Suspiro um pouco cansado de ter tido tantos problemas em um dia só.

“- Ela é uma garota especial, Austin. Tome cuidado para não perdê-la.”

A frase dita por Cassidy em um momento de nossa conversa volta a minha mente. Eu sei que Ally é uma garota especial, no entanto, como eu poderia perdê-la se nem a tenho? Além do mais, somos apenas amigos, lutando para fugir do compromisso de nos casarmos por obrigação e não por amor.

– Oi filho. – diz minha mãe, assim que entro em casa. Fecho a porta e caminho até a loira, dando-lhe um beijo na testa.

– Oi mãe. – respondo.

– Conseguiram terminar a música? – pergunta meu pai, sentado na poltrona da sala.

– Sim. – digo sorrindo.

– Isso é ótimo, querido. – fala minha mãe animada. – É tão bom ver que você e Ally estão com um humor melhor.

– Bom, eu vou comer alguma coisa e depois vou tomar um banho. – falo, indo para a cozinha.

Preparo um lancho. Enquanto como, começo a encarar a cozinha e vejo que a porta dos fundos está aberta. Termino de comer o último pedaço do meu sanduíche e, quando estou para fechar a porta que estava aberto, percebo que alguém está no lado de fora.

– Oi. – diz Ally, assim que percebe a minha presença.

– Oi. – respondo sentando ao seu lado na cadeira e observo o céu. – Está tudo bem?

– Sim. E você? – fala Ally com tranquilidade.

– Estou sim. – digo e o silêncio retorna.

– Como foi reencontrar Cassidy? – pergunta Ally depois de um tempo, quebrando o silêncio.

– Não sei ao certo o que eu senti. – respondo com sinceridade. – Fiquei feliz em saber que ela está bem, no entanto, encará-la ainda me faz lembrar daquela época em que estávamos juntos.

– Sinto muito. – diz a morena, encarando o céu.

– Pelo quê? – pergunto em dúvida.

– Cassidy é uma pessoa maravilhosa e entendo o porquê de ter se apaixonado por ela. Bonita, inteligente, engraçada, simpática, enfim, ela tem todas as características das heroínas dos livros que leio. – explica, olhando em meus olhos.

– Sim, ela tem todas essas características. – digo olhando para Ally e me perguntando se ela sabe o quanto ela é linda.

– Você tem vontade de voltar a namorar com ela? – pergunta seriamente.

– Não sei. – respondo, estranhando a pergunta.

– Não sabe? – questiona, erguendo uma das sobrancelhas.

– Cassidy é incrível, mas não sei se a vejo como via antigamente. – confesso. – Não vou negar que ainda fico mexido quando a vejo, mas não sei se é porque ainda gosto dela ou se é porque vivi tantas coisas legais ao lado dela.

– O que vocês conversaram naquela hora? – pergunta com curiosidade estampada em sua face. Coro um pouco ao lembrar da conversa.

“- Faz tempo que não nos vemos, não é mesmo? – comenta a loira, mais relaxada.

– Um pouco. – respondo, sentando ao seu lado.

– Ally é tão fofa. – diz Cassidy, sorrindo com sua confirmação.

– Gostou dela? – pergunto surpreso. Normalmente, Cassidy odeia as pessoas logo de cara.

– Com certeza. Ela é tão doce. – fala sorrindo, olhando para mim com ternura. – Você tem sorte de ter uma garota tão... tão... Eu nem sei o que falar dela. Ally é única.

– Como uma princesa. – sussurro para mim mesmo.

– Isso! Ela é como um princesa. – diz Cassidy, como se tivesse feito uma grande surpresa. – Elegante, gentil, agradável, confiável, bonita e, pelo jeito, inteligente. Uma verdadeira princesa.

– Sim. – concordo, sorrindo ao lembrar do jeito de Ally.

– Ela é uma garota especial, Austin. Tome cuidado para não perdê-la. – alerta a loira olhando para mim com um sorriso encorajador.

– O que quer dizer com isso? – pergunto, confuso.

– Você continua lerdo, Austin. – Cassidy ri de mim. – Só espero que não demore a perceber o que está escrito na sua testa.

– O que...

– Tchau, Austin. – despede-se, Cassidy, levantando-se do banco. – Cuide bem da Ally. Não deixe que nenhum babaca ou vadia a machuque.”

Aquela conversa com Cassidy fez minha cabeça dá um nó. Eu já nem sei mais o que pensar sobre Ally.

– Austin? – ouço Ally me chamar.

– Hãn?

– Tudo bem? Você parece meio aéreo. – fala preocupada.

– Sim, eu estou bem. – respondo a observando melhor. Não sei porquê, mas sinto uma vontade incontrolável de tocar Ally. Tiro minha jaqueta de couro e a envolvo. – É melhor se proteger ou pegará um resfriado.

A garota cora e abaixa o olhar, abraçando, em seguida, a jaqueta. Ela sorri com o gesto e juro que nunca vi um sorriso tão lindo quanto aquele que ela deu.

– Obrigada, Austin. – agradece. Ally levanta e me dá um beijo na bochecha, depois, a garota me lança um sorriso encantador. O gesto me impressiona de uma maneira que nunca esperei. – Boa noite.

– Boa noite. – respondo bobo.

Quando a morena entra em casa, coloco a mão no lado da bochecha que ela beijou. Qual o meu problema? Por que meu coração está batendo tão descompassado e estou com um sorriso idiota no rosto por causa de um simples beijo na bochecha? Droga, o que está acontecendo comigo?

Continua...

Notas finais
E então? O que acharam? Críticas, elogios, erros ortográficos? Oi meninas *-*! Sei que estou devendo respostas nos coemntários, mas eu estava sem tempo para responder, no entanto, ainda hoje, todos seram respondidos!!! Beijocas ♥ PS: Quem quiser participar do grupo no face: www.facebook.com/groups/677328449023646/ >o< !!