Universos Paralelos? Eles existem?
1 O Universo e suas teorias
Notas iniciais
Como seria se tudo o que você imagina não fosse real? O que você acha que está perto na verdade está longe?
Muitas pessoas se enganam e não perguntam a si mesmo se estão vivenciando algo parecido com a realidade, mas contudo sendo uma ilusão.
Por isso eu pergunto a você, qual a sua razão de viver? Há possibilidade de existir outros universos que são paralelos ao nosso?
Como eu sou um amador de física teórica resolvi criar essa história segundo fatos reais e de fontes confiantes.
Bem nossa jornada ao conhecimento básico da Teoria do Universo Paralelo começa com a ideia que essa tese é muito discutida no mundo cientifico. Segundo essa teoria, existiriam em outas dimensões, mundos idênticos ao nosso, com as mesmas características e pessoas, mas funcionando de uma forma diferente, ou seja, funciona como se fosse nós mesmos mas em condições contrárias a que vivenciamos.
Seria esse talvez o motivo de avistamentos em nosso mundo de criaturas bizarras, como também da ocorrência de estranhos fenômenos que não podemos explicar, como desaparecimentos inexplicáveis?
A base de toda essa teoria começa em 1954 com Hugh Everett III, um jovem que estava a candidato ao doutorado da Universidade de Priceton, aparece com essa ideia radical: a existência de universos paralelos, exatamente como o nosso.
Essa teoria é perturbadora e ao mesmo tempo enlouquecedora e, mesmo assim compreensível.
Com sua teoria dos Muitos Mundos, Everett precisou responder uma questão muito difícil relacionada à física quântica: por que a matéria quântica se comporta irregularmente? O nível quântico é o menor detectado pela ciência. O estudo da física quântica começou quando o físico Max Planck apresentou o conceito para o mundo científico. Seu estudo sobre a radiação trouxe algumas descobertas que contradiziam as leis físicas clássica. Essas leis sugeriram que existem outras leis operando no universo que conhecemos.
Em um curto espaço de tempo, os físicos que estudavam o nível quântico perceberam algumas coisas peculiares nesse mundo minúsculo. Uma delas é que as partículas que existem nesse nível conseguem tomar diferentes formas arbitrariamente.
Por exemplo: os cientistas observaram fótons – minúsculos pacotes de luz – atuando como partículas e ondas.
Até mesmo um único fóton tem esse desvio de forma.
Imagine que você fosse um ser humano sólido quando um amigo olhasse você e, quando ele olhasse de novo, você tivesse assumido a forma gasosa. Seria bem estranho não?
Isso ficou conhecido como o Princípio da Incerteza de Heisenberg.
O físico Werner Heisenberg sugeriu que, apenas observando a matéria quântica, afetamos seu comportamento; sendo assim, nunca podemos estar totalmente certos sobre a natureza de um objeto quântico ou seu atributo com velocidade e localização.
Nessa Teoria dos Universos Paralelos também está sendo sustentada por outra teoria: A Teoria das Cordas, que foi criada pelo físico nipo-americano Michio Kaku.
A teoria das cordas é um modelo físico cujos blocos fundamentais são objetos extensos unidimensionais, semelhantes a uma corda, e não pontos sem dimensão (partículas), que eram a base da física tradicional. Por essa razão, as teorias baseadas na teoria das cordas podem evitar os problemas associados à presença de partículas pontuais (entenda-se de dimensão zero) em uma teoria física tradicional, como uma densidade infinita de energia associada à utilização de pontos matemáticos. O estudo da teoria de cordas tem revelado a necessidade de outros objetos que não propriamente cordas — incluindo pontos, membranas e outros objetos de dimensões mais altas
O interesse na teoria das cordas é dirigido pela grande esperança de que ela possa vir a ser uma teoria de tudo. Ela é uma possível solução do problema da gravitação quântica e, adicionalmente à gravitação, talvez possa naturalmente descrever as interações similares ao eletromagnetismo e outras forças da natureza. As teorias das supercordas incluem os férmions, os blocos de construção da matéria. Não se sabe ainda se a teoria das cordas é capaz de descrever o universo como a precisa coleção de forças e matéria que nós observamos, nem quanta liberdade para escolha destes detalhes a teoria irá permitir. Nenhuma teoria das cordas fez alguma nova predição que possa ser experimentalmente testada.
Os autores e escritores são os que mais usam mundos paralelos.
Os autores de fantasia frequentemente querem levar personagens da realidade do autor (e do leitor) para o seu mundo inventado. Antes do século XX, isto era feito com maior frequência escondendo mundos fantásticos dentro de partes ocultas do universo do próprio autor. Personagens do mundo do autor podiam embarcar num navio e se descobrir repentinamente numa ilha fantástica, como faz Jonathan Swift em As Viagens de Gulliver ou no romance Silverlock de John Myers Myers ou serem sugados por um tornado e aterrissar em Oz, ou descer por uma toca de coelho e terminar no País das Maravilhas. Estas histórias de "mundos perdidos" podem ser vistas como os equivalentes geográficos de um "universo paralelo", visto que os mundos representados estão separados do nosso próprio e escondidos de todos, exceto daqueles que empreendem a difícil jornada até lá. O "mundo perdido" geográfico pode se converter num "universo paralelo" mais explícito quando o reino da fantasia se sobrepõe a uma seção do mundo "real", mas é muito maior dentro do que fora, como nos romances de Robert, Mythago Wood e The Bone Forrest (A Floresta de Ossos).
A ideia de um multiverso é tão fértil como assunto para a fantasia quanto o é para a ficção científica, possibilitando cenários épicos e protagonistas divinos. Entre os mais épicos e mais abrangentes "multiversos" da fantasia está o de Michael Moorcock. Como muitos autores depois dele, Moorcock foi inspirado pela interpretação de muitos mundos da mecânica quântica.
Aqui temos o básico de uma grande teoria que vai além de nossa imaginação. E você ainda se sente sozinho nesse imenso universo inexplicável?
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