Unidos Pela Casa Separados Pelo Destino
2 Tem alguém no meu Quarto
Notas iniciais
POV Britney
E tive que sair do meu esconderijo, e caminhamos até a casa de número 7, a única coisa que me passava pela cabeça era “Que seja demitida”, mas pelo meu maior pesadelo, ela tem um contrato de 1 ano, caso não gostem dela, mas como Angelina é sarcástica, não tem como ser demitida.
- É aqui que vamos Morar? – perguntei com desprezo.
- Claro, a melhor casa da rua. – ela respondeu.
- E qual é o nome da rua?
- Er... O nome é Jake Thomas 2°
- Droga, JAKE? – perguntei frustrada.
- É não achei lugar melhor. – ela parou – Filha, eu sinto muito que tenha brigado com o Jake, mas vamos morara aqui.
- Essa casa... Não é muito exagerada... Chamativa?
- Claro que não é a melhor casa da rua.
- Então ta eu vou ver se eu tenho um quarto com um banheiro.
- Tudo bem, eu vou tirar as malas do quarto e te vejo lá em cima – ela respondeu esperando uma resposta.
- E... Mãe não sinta nada... O Jake é passado.
Subi as escadas para despejar meus pertences no meu quarto, quando percebi que ele já estava sendo habitado por outra pessoa. Abri a porta com cuidado e vi uma figura em pé na janela, fechei a porta e fiz um baque. Abri novamente e a figura tinha desaparecido.
- Ué, quem será? – me perguntei.
Entrei no quarto com cuidado e despejei minhas coisas na cômoda e fui conferir se eu realmente tinha um banheiro e... Perfeito, como uma suíte, mas do tamanho de um... Banheiro. Logo desci as escadas e fui jantar.
- Mãe, tinha alguém morando aqui nessa casa? – perguntei.
- Claro que não, e nem poderiam ter entrado, estou com a chave há 5 anos.
- O quê? Você me escondeu isso há 5 anos? – falei me retirando da mesa.
- Para onde você vai? –ela me perguntou.
- PARA O MEU QUARTO!
Fui para o meu quarto descansar quando escuto um barulho de uma porta se abrindo. De repente, um homem sai de dentro do meu armário.
- Por favor, não grite – ele sugeriu. — Sou Robert Pattinson, eu sou um ex morador dessa casa.
- Não me recordo de perguntar seu nome quero que saia da minha casa agora.
- Sua casa? Eu moro aqui desde 1970
- Mas eu comprei essa casa há... – fiz uma pequena pausa. – 1970? Você não parece ser jovem demais para morar aqui desde 1970?
- Eu tenho que ir – ele falou correndo.
- Mas você não mora aqui?
Observei-o entrando novamente no meu armário, e ouvi um barulho, como se houvesse uma segunda porta no meu quarto. Eu o segui, mas ele já havia sumido.
- Droga, agora eu estou em um quarto já habitado por outra pessoa, eu vou ter que dormir aqui mesmo? – murmurei.
Naquela mesma noite, tive um sonho muito estranho, sonhei que Robert e estava em minha casa, como um parazita, ele realmente deve ir embora, mas só por causa do meu pensamento, ele veio rápido como uma flecha, ele é tão bonito... parece que ele está lendo meus pensamentos, ele me agarrou, não me deixa sair.
De repente eu acordo ofegante, com dor nos braços e marcas do meu sonho... isto é tão estranho.
Amanhece na Jeke e tudo está tão normal, como nos dias na Conny, ao menos por um barulho vindo do meu armário, e lá vou eu ver o que acontece.
- Quem está ai? – pergunto sonolenta. – Que droga ainda são 07h32min eu quero dormir.
Abro a porta, e novamente não encontro nada. E então resolvo investigar o que acontece no meu quarto naquela manhã. Tirei tudo do meu armário e começo a bater de leve procurando alguma abertura. Consegui, eu achei, agora vou abrir de leve.
- Tem alguém aqui? – pergunto com medo.
- QUEM ESTÁ NA MINHA CASA? – ouço uma voz rouca que supostamente seria de Robert.
- Sou eu, a Britney.
- Escondam-se! – disse outra voz, sussurrando.
Peguei a lanterna para descer as escadas, mas para a minha decepção eu não encontrei ninguém, e é claro, continuei a busca. Era como a minha casa, mas ela antiga, e os móveis empoeirados, era como a minha casa, igual em todos os detalhes. Subi uma segunda escada, e entrei no que seria o meu quarto, como disse tudo muito antigo e empoeirado. Logo saí pela porta da frente e Nossa! Era a minha rua, tudo antigo e preto em branco. Mas a única diferença de tudo era que eu estava preto e branco também e a rua estava cheia.
- Esse é o meu mundo. – disse uma voz se aproximando de mim.
- AAh... – gritei.
- Calma sou eu. – ele me acalmou.
- Eu não entendo. Aqui é igual a minha rua... – fui interrompida.
- E essa é a sua rua. Só que é a sua rua antigamente. Agora você está vendo como essa rua era antes da reforma de 1990, se você for esperta o bastante vai saber o que eu sou, eu não sou um vampiro, um lobisomem sem ao menos sou um bruxo. – ele parou e olhou para baixo com uma expressão meio triste no rosto.
- Você está... Morto?
- Sim, e é por isso que eu tenho que ir para o seu mundo, as coisas aqui são antiquadas. Nós somos sem cor, não sei nem que cor é a roupa que eu estou usando agora.
- Então vamos, não vamos perder mais tempo. – sugeri.
— Mas tem um problema. – ele me olhou.
- Qual?
- A minha família tem que ir também.
- Tudo bem, tem bastante espaço no meu quarto.
- E tem outro problema.
- Qual?
- Você não pode tocar em mim no seu “mundo”. – ele suspirou.
Sem dar resposta alguma, fomos para o meu “mundo”, onde a Angelina não poderia saber da existência dos meus... Amigos.
- Aqui é o meu quarto... Ele é modesto até demais para mim.
- Achei um máximo, aqui tem cores – disse Alice.
- Alice, filha não seja indiscreta. – disse Shakira.
- Nós não iremos ficar por muito tempo, alias, precisaremos voltar. – disse Emmet.
- Droga, eu odeio dividir minha vida com você – disse Edward.
- CHEGA DESSE FALATÓRIO AÌ EM CIMA – Disse Angelina.
- Ouviram, precisamos dormir agora. – eu disse.
- Dormir? – perguntou Alice – Acorda sua preguiçosa agora é 08h00min
- Mas no meu mundo, 08h00min é hora de dormir.
- Ta bom, nós te esperamos. — disse Emmet.
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