Unfailing Love

1 My love - One shot.


Notas iniciais
Olá genteee! Minha one shot CexMô!!! divirtam-se! Boa leitura!

Os ventos beijavam sua face e esvoaçava seu cabelo, Mônica estava triste, pensava no que Cebola disse quando separou dela novamente.

‘’Você não sabe quanto é difícil ficar perto de você sem me sentir menor”

Ela queria muito ficar ao lado de Cebola como namorada. No inicio achou que era uma desculpa dele para não ficar com ela, mais depois lembrou-se do que fez á ele, e não foram apenas coelhadas tinha feito algo muito grave.

Mônica e Magali estavam sentadas fazendo um lanchinho na sombra de uma árvore.

-Magali come devagar! – Repreendeu a comilona que colocava duas melancias inteiras na boca.

-MMSGH – Respondeu com a boca cheia, Mônica iria protestar de novo mais quando foi fazer isso uma bola acertou sua cabeça em cheio.

-Affe essa dentuça semple fica no meio! – Falou Cebolinha pegando a bola na mão, ele não deveria ter falado isso. Mônica sempre deu apenas coelhadas mais agora chegou seu limite, ela se levantou e o olhou com um olhar assassino, ele apenas mostrou a língua. Não Mônica não iria agüentar mais aquilo.

Não mais.

Pegou um pedaço de ferro próximo e chegou perto de Cebola.

-CORRE! – Gritou com toda a fúria, mais antes de Cebola conseguir correr Mônica se jogou encima dele e o prensou no chão, dando vários golpes seguidos em todo seu corpo, arranhando seus braços e tirando seus únicos 5 fios, deu vários chutes em sua barriga e por fim se levantou e cuspiu em sua cara.

-Ahhn – Gemeu Cebolinha que ficou em posição fetal tentando diminuir a dor, estava doendo muito e ele sangrava por tudo que é lado.

Depois daquele dia nenhum de seus amigos teve mais respeito, sempre jogavam na cara que ele era um fracote que nunca venceria a Mônica, foi ai que nasceu aquela vontade doentia de vencer ela em algo.

-Tudo culpa minha – Sussurrava ao vento, chorando lágrimas amargas que caiam até seu vestido o molhando. Mais quando percebeu Cebola chegava com um buque na mão.

-Mô? Porque esta chorando? – Perguntou chegando perto e se ajoelhando, limpando suas lágrimas que caiam abundantemente.

-É tudo culpa minha – Sussurrou em um tom quase inaudível, se Cebola não estivesse perto dela não teria ouvido.

-Culpa de que linda? – Perguntou confuso.

-Se eu não tivesse batido em você daquele jeito... Nós estaríamos namorando agora – Falou desabando em lagrimas de novo. Cebola só continuou á olhando de modo gentil e logo que terminou de chorar prosseguiu.

-Foi por isso que vim aqui Mô... – Falou e Mônica deu sinal para ele continuar – Eu fui muito infantil com você, desculpa por te chamar de dentuça todos estes anos e de gorducha baixi... – Mônica já estava com uma cara nada boa por isso Cebola se calou, mais logo se pôs á rir quando viu que era uma piada.

Depois que ambos recuperaram o fôlego de tanto rir. Cebola se levantou e sentou-se ao seu lado, olhando diretamente á ela, e Mônica começou.

-Eu já te perdoei faz tempo Cê. – Disse e Cebola começou a acariciar seu rosto – Mas, quero pedir desculpas por ter sido tão agressiva com você. Me desculpa?

Agora Cebola até retirou assustado a mão do rosto de Mônica. Ela estava pedindo desculpas?

-Como? – Perguntou assustado, Mônica riu baixinho.

-Me desculpa Cê! – Falou agora convicta. Sim ela estava se desculpando, com esse pedido de desculpas Cebola ficou emocionado e pela primeira vez não teve medo de se mostrar fraco perto de Mônica, e algumas lágrimas saltaram de seu rosto.

-Mais é claro linda! – Falou abraçando-a, ambos estavam emocionados, depois de tanto tempo se entenderam finalmente, sem ressentimentos. E aquele sentimento doentio de Cebola vazou como poeira entre seus dedos chegou a hora.

Cebola se afastou devagar de Mônica saindo de seus braços, e a olhou com um brilho sem igual que também possuía nos olhos de Mônica. Tomou fôlego e pediu.

-Mônica... – Respirou fundo e pegou em sua mão, logo continuou – Quer namorar comigo? – Falou olhando diretamente em seus olhos.

Mônica não acreditou. Ele estava mesmo lhe pedindo em namoro? Logo o Cebola? E aquele papo de derrotar-la? E aquele ego enorme de Cebola? Sentiu vontade de perguntar mais de sua boca não saiam palavras, vai ver Cebola só queria desculpas, agora Mônica sentiu ódio de si mesma por não ter se desculpado todos esses anos. Mas para que ficar se odiando? O homem que ela amava estava lhe pedindo em namoro! Não hesitou em responder.

-SIM! EUQUERO NAMORAR COM VOCÊ CÊ! – Falou quase gritando, Cebola ficou animado com sua agitação pelo pedido e por ter aceitado, logo retirou de seu bolso um anel de ouro branco, que fez Mônica arregalar os olhos.

Cebola deixou Mônica sentada no banco de olhos arregalados e, novamente se pôs de joelhos em sua direção, colocando o anel em uma caixinha de veludo segurando na mão, e falando como um cavalheiro.

-Quer namorar comigo oficialmente Mônica de Souza? – Falou, Mônica não tardou em colocar o anel em seu dedo e pular em cima de Cebola que quase quebrou alguns ossos.

-JÁ FALEI QUE SIM SEU BOBO!! – Gritou apertando-o no chão, todos que passavam olhavam e admiravam aquele casal – O anel é lindo Cê... Deve ter custado muito caro! – Falou se levantando de cima de seu novo namorado, que logo se sentou na grama junto com sua amada.

-Pode até ter sido Mô, mais por você compro até o céu! – Disse fazendo Mônica chorar de emoção.

-HEY CASAL O CÉU NÃO TEM PREÇO VIU? – Gritou Ângelo lá de cima, fazendo eles gargalharem.

-Ai esse Ângelo é uma figura! – Exclamou Mônica.

-É ele é um cara legal. – Falou simplesmente Cebola não tirando os olhos de Mônica.

-Que foi amor? – Perguntou Mônica fazendo biquinho.

-Você fica linda assim sabia? – Elogiou deixando Mônica vermelha.

Sem um aviso prévio, chegou perto de seus lábios tocando-os levemente com os seus. Uma onda de calor e eletricidade varreu todo o seu corpo à medida que o sabor dela invadia sua boca, numa explosão de sensações que ele nunca tinha sentido antes.

Assim que os lábios dele tocaram os dela, Mônica sentiu seu corpo derreter-se totalmente. Seu coração batia descompassado, seu baixo ventre formigava

Não demorou muito para a língua dele invadir sua boca, dando-lhe um choque gostoso na espinha. e cada toque dele deixava seu corpo eletrizado.

Cebola a abraçava com força, querendo sentir o corpo dela cada vez mais junto ao seu enquanto sua língua brincava com a dela e explorava cada canto da sua boca. Se dependesse dele, aquilo não ia acabar nunca mais.

Mas infelizmente teve que acabar quando faltou ar para ambos. Ambos estavam respirando profundamente e Cebola acariciava cada canto de seu corpo, tomando fôlego falou.

-Eu te amo minha dentuçinha! – Falou brincalhão.

-Dentuçinha? – Exclamou fingindo raiva.

Logo os dois estavam correndo como crianças, Mônica balançando um galho de árvore e Cebola fingindo um grito desesperado. Logo os dois haviam caído no chão sem fôlego para continuar.

-Também te amo Cê – Disse finalmente, logo já estavam se beijando novamente.

Aquelas duas almas se tornaram uma só, um pedido de desculpas ás vezes faz milagres.

Notas finais
Kisso..
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!