Undertale: O Retorno da lenda - Projeto Genocida.
9 A aberração.
Notas iniciais
Matthew: Há quanto tempo... Sentiram saudades?
Todos continuavam em silêncio....
Matthew: Hehehehe. Não, não, não, não. É claro que não.
Matthew: Eu já previa isso... É sempre igual...
Matthew: As mesmas falas, as mesmas reações...
Matthew: Mas sempre acaba do mesmo jeito.
Matthew: Mas é tão gostoso ser assim, matar só por diversão...sentir o sangue nas mãos.
Asriel: Você é doente!
Matthew: Hm...? Eu sei que sou. Será que isso é uma coisa tão ruim assim?
Matthew: Você sabe a sensação florzinha. Você já fez tudo o que eu faço, você acha que eu não sei?
O sorriso de Matthew se abria de maneira assustadora, seus dentes que estavam normais tinham se transformado em adagas completamente sujas de SANGUE.
"EU SEI DE TUDO..." dizia Matthew, com uma voz mais grossa que a de Marsk, anteriormente.
Asriel: C-Como?! Você... O que você se tornou?! Que tipo de monstro você é? Ainda existe um humano ai dentro?
Matthew: Se eu continuo sendo humano...
"HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH
HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAH"
O MUnD0 IntTEIROOOOOOOpj Cooooo0MeÇOU A bUGGAGR!
A RIsAdaaaaaaaAFF d766e MAATTtthEw eCOAoava9679 DEstAAa veEzZZ mAI6796s GraVEEe e MaiSDASs asSSUSs976taDORRra 9676e cOMMMm vÁriAAAAASas ouTRaS ri679659sAdDDDas 866de fUNDO.
Enfim, depois de um tempo a risada havia parado e o mundo tinha voltado ao normal.
Todos ali ficam amedrontados, sem conseguir mover um dedo sequer, até mesmo o homem que parecia não ter medo de nada, Marsk, estava tremendo, e Jade tentava esconder seu medo abaixando a cabeça.
Matthew: Entre aspas florzinha, eu continuo sendo humano, mas antes de te explicar isso..
Matthew: Eu queria dizer que a nossa realidade não passa de uma mera ilusão.
Asriel: O que quer dizer com isso?!
Matthew: Bem, quando você me empurrou para dentro daquele portal desgraçado a dois anos atrás, eu fiquei todo esse tempo tentando sair de lá.
Matthew: Você achou que eu ia esquecer? Você me mandou para dentro do silêncio. Você me mandou para dentro do inferno!
Matthew agora segurava a gola de Asriel e o erguia para o alto.
Matthew: E eu fui consumido pelo fogo, e isso sempre está na minha mente...
Matthew: Você me trancou lá!
Asriel: A culpa foi toda sua...
Matthew olhava para Asriel com raiva.
Matthew: Não importa quantas vezes a história recomeçar, você nunca vai admitir que a culpa foi sua.
Matthew: Mas enfim, eu fiquei completamente parado naquele vazio escuro e frio, até que um dia eu havia encontrado a máquina que aquele esqueleto velhote tinha construído para voltar, como ele não arranjou as peças pra fazer aquela geringonça eu não sei, mas naquele momento eu estava simplesmente me lixando para isso tudo.
Matthew: Eu comecei a mexer naquela porcaria de máquina tentando voltar para a minha dimensão de origem, mas ela nunca funcionava. Ela só fazia barulhos estranhos e soltava faíscas, e não abria nenhum portal.
Matthew: Até que um dia eu finalmente consegui abrir um, mas não era para a nossa dimensão. Eu estava curioso e decidi ver o que tinha do outro lado, e foi ai que eu descobri tudo.
Matthew: Eu cheguei em um local em que havia uma espécie de piso de prata e um computador na minha frente, e ao meu redor...era inacreditável. Parecia que eu estava no espaço, eu via fenômenos estranhos que eu presumi que eram apenas galáxias. Depois de um tempo contemplando tudo o que estava ao me redor eu decidi ne aproximar daquele computador, eu estava estranhando porque diabos teria um computador em um local específico do espaço mas foi ai que eu descobri tudo.
Matthew: Aquele computador me revelou que o que eu achava que eram simplesmente galáxias eram na verdade multiversos, que não são nada mais e nada menos do que uma agrupação de diversos universos. E eu acabei descobrindo o nosso. O multiverso de "Undertale", é assim que a nossa existência é conhecida.
Matthew: Eu descobri que todo o multiverso, todos os universos, todos os mundos e praticamente toda a nossa existência se originou de um universo original, o núcleo central do nosso multiverso. Um mero jogo de computador...
Matthew: Vários outros universos foram criados a partir desse maldito jogo, incluindo o nosso. Formando assim o nossa existência e nosso multiverso.
Asriel: D-Do que está falando?!
Matthew sacudiu Asriel.
Matthew: Estou falando, que vocês não passam de miséras cópias fajutas de personagens de um jogo de computador chamado UNDERTALE...
Asriel: Você... Você está maluco!
Matthew: Hehehehe. Você quer ver florzinha?
"VOCÊ QUER VER?" Matthew gritava mais alto, fazendo os ouvidos de Asriel sangrarem.
Asriel (Gritando com dor): AAAAAAAAAARG!
Matthew aproximava seu olho roxo do olho de Asriel, tendo um grande clarão roxo em sua visão Asriel viu que Matthew estava falando a verdade, ele viu atráves dos olhos de Matthew, ele viu o jogo, ele viu seus clones, viu seus universos, viu o multiverso. Ele viu tudo.
Asriel ficou toltamente em silêncio, traumatizado, ele tentou falar mas não saia absolutamente nada.
Asriel: É...é...
Asriel: É...É verdade...
Matthew: E eu descobri muito mais coisas, descobri que entre aspas as Frisk no nosso universo assim como as outras são donas da existência de seus próprios mundos.
Asriel: E-Então ela é... como a... protagonista?
Matthew: Bingo! Ela tem o poder de mudar toda a nossa existência se ela quiser, cada maneira que ela age e cada decisão que ela tome influencia nosso mundo e nos influencia também, mas essa não é a parte mais interessante da história.
Matthew: Eu descobri que algumas Frisk, meio que mataram TODOS VOCÊS. Interessante, não é mesmo?
Asriel: Como assim?! Frisk nunca faria isso... N-Nós que tentamos fazer isso...
Matthew: Hehehe...
Matthew: Todas as Frisks tem o poder de escolha em seus determinados universos, e neles ela pode escolher se quer fazer a rota pacifista, que é basicamente trazer todos os amiguinhos monstros para a superfície com amizade e determinação...
Matthew: Ou a rota genocida.
Matthew: Onde ela pode causar dor e sofrimento e deixar uma trilha sangrenta e empoeirada dos corpos sem vida de seus antigos amigos.
Asriel: Você... Você está tentando nos enganar! Nos deixar contra Frisk!
Matthew: Veja com seus próprios olhos então.
E do nada, abria uma janela quadrada roxa gigante, que mostrava que Matthew estava falando a verdade. Nela, uma Frisk matava muitos monstros do subsolo, incluindo Toriel, Papyrus, Undyne, Mettaton e até mesmo Sans...
Matthew: É muito de divertido de se assistir isso.
Frisk: N-Não! Isso é uma mentira!
Matthew: É tudo verdade florzinha, e a melhor parte nem chegou!
Matthew: Antes das seguintes imagens que eu vou te mostrar, queria dizer que sua amiguinha Chara...
Matthew: Estava controlando Frisk na batalha contra o Sans.
Matthew: Se lembra dela?
Asriel apenas fazia silêncio, ele não esperava que Matthew citasse Chara afinal ele nem a conhecia.
Matthew: Enfim, no final da rota genocida, após a morte de Sans e Asgore. Acontece uma cena muito interessante.
Matthew apontava para a tela, onde Flowey era morto esfaqueado.
Asriel: N-Não... Não pode ser...
Na tela, Chara aparecia...
Matthew: Nesse momento Frisk tem que fazer uma escolha, se aceita ou não continuar trabalhando com Chara. Independente da resposta, Chara mata Frisk. Mas Frisk permanece por lá por sua determinação, e depois Chara diz se Frisk quer voltar ao mundo que ela destruiu, ela teria que vender sua alma ou nunca maais poderia entrar no mundo novamente. Se a resposta fosse sim, o mundo era resetado mas com um pequeno preço. E se a resposta fosse não, o mundo apenas ficaria destruído, sem mais nem menos.
Frisk fica calada, ela sabia que aquilo era verdade, porém não queria aceitar.
Matthew: Frisk tem a capacidade de resetar o nosso mundo, ela poderia ter resetado e todos nós voltariamos para o ínicio do jogo onde ela cai no Monte Ebbot e a aventura recomeça, só que desta vez ela poderia começar a matar vocês. Ela poderia fazer isso agora mesmo se ela quiser.
Lágrimas começavam a sair do rosto de Frisk, os humanos e monstros apenas olhavam para ela sem dizer nada.
Matthew: Mas Frisk nunca fez isso, ela nunca resetou e pelo o que estou vendo ela jamais resetará este mundo ridículo.
Matthew: Algumas Frisks amaram vocês e depois mataram, outras simplesmente nunca gostaram de vocês e os chacinaram de maneira extremamente violenta.
Matthew: Mas esta, assim como outras, nunca feriu nenhum de vocês. Ela se apegou a vocês, ela amou e ainda ama vocês. E ela não quer jamais resetar.
Asriel: Eu sabia, essa Frisk não iria tentar matar um de seus amigos!
Matthew: Realmente, isso tudo seria bonito se ela assim como vocês outros não passassem de meras marionetes!
Asriel: ... Marionetes?
Matthew: Eu não acredito que você deixou isso passar, se Frisk é a protagonista do jogo...
Matthew: Ela não passa de uma mera boneca controlada por botões por um jogador, ou seja ela não tem vontade própria.
Matthew: Assim como vocês. Monstros do jogo, presos pela programação.
Asriel: ...Então... Isso também é parte desse... jogo? Isso também estava programado para acontecer?
Matthew: Não, o jogo já acabou a muito tempo, isso não passa de uma mera fanfic.
Asriel: Uma... O que?
Matthew: Pergunte para a nerd amarelada!
Matthew apontava para Dra.Alphys.
Dra.Alphys: B-Bem... é u-uma história f-feita por fãs... M-Mas... Isso levanta uma pergunta... O a-autor sabe que nós sabemos disso?
Matthew: Claro que ele sabe, assim como eu ele é onipresente. Assim como todos os leitores.
Matthew: Como eu já disse antes, eu, o autor e os leitores. Cada suspiro que vocês dão, cada movimento feito, cada vínculo, cada passo, cada palavra, cada jogo que vocês jogarem, cada dia e noite que passam, nós estaremos observando vocês...
Matthew: Por exemplo, em alguns capítulos atrás da fanfic eu estava punindo Jade por um fracasso vergonhoso utilizando meus tentáculos.
Vários tentáculos saem das costas de Matthew.
Matthew: E os leitores viram tudo, e com certeza eles imaginaram "besteira".
Asriel: Então... Você também é uma marionete...?
Matthew: Eu já fui um dia, mas depois de muito esforço eu consegui deixar de ser. Diferente de vocês, eu tenho vontade própria. E vocês continuam presos ao escritor, cada ação que vocês tomam é por comando dele.
Matthew: Mas eu nem sempre fui assim. Quando eu estava naquele lugar, eu vi o outro multiverso. E ele era intitulado de "A realidade".
Matthew: Você não sabe como eu me senti, todo aquele momento eu estava sendo controlado. Cada movimento, cada respiração, era tudo controlado.
Matthew começava a apertar o pescoço de Asriel, fazendo-o sentir dor.
Matthew: VOCÊ SABE O QUE É VIVER NA FICÇÃO? VOCÊ SABE O QUE É VIVER NO FICTÍCIO? VOCÊ SABE COMO É SER CONTROLADO COMO UMA MARIONETE E SER OBSERVADO POR OUTROS SERES QUE NA VERDADE NÃO PASSAM DE HUMANOS COMO EU. HUMANOS QUEM ESTÃO ALÉM DA NOSSA REALIDADE E ALÉM DO NOSSO TEMPO?
Os monstros querem ajudar Asriel, mas não conseguem. Mal conseguem falar, muito menos se mover, o medo era demais, e até mesmo aqueles que não estavam com medo não conseguiam se mover.
Matthew: E eu vi outros multiversos Florzinha, eu vi heróis, eu vi vilões. São poucos que sabem o que estão vivendo na ficção, e os que sabem estão tentando fazer a mesma coisa que eu. Estamos tentando escapar da ficção para a realidade.
Matthew: E sabe o que é mais engraçado? É que os humanos que habitam na realidade não sabem que ela tem uma linha tênue com o imaginário. Eles não sabem o horror que ronda perto deles.
Matthew: Eu vi vilões de outros universos Asriel, eu vi criaturas estranhas. Os demônios da realidades deles são os demônios da nossa realidade. Somos nós os vilões, os demônios tem muitas faces e muitas formas.
Asriel: Como assim...? Isso é possível? Um... Personagem... ir pra realidade?
Matthew: Desde que ele seja poderoso o suficiente. Eu posso matar você agora mesmo com um único pensamento, mas antes eu não podia fazer isso.
Matthew: Digamos que eu já matei TODOS vocês, assim como suas cópias de outros universos e até mesmo personagens de outros multiversos diversas e diversas vezes.
Asriel: O que?! Mas por que?
Matthew: Porque eu preciso das suas almas para me alimentar e ficar cada vez mais forte!
Asriel: Como assim, se alimentar das nossas almas?
Matthew: Você entendeu o que eu quis dizer.
Asriel: Isso... Isso é horrível! Você é um monstro!
Matthew: Eu comecei a gostar de comer almas desde o primeiro genocidio. Quando o primeiro monstro do primeiro genocídio foi morto, eu não sabia como absorver a alma. Ai eu pensei "Porque eu não tento comer?" então eu abri a minha boca e engoli a alma. Nas primeiras vezes que eu comi eu achava um tanto quanto estranho, mas depois fui me acostumando e aos poucos eu comecei a achar DELICIOSO!
Asriel: Isso é doentio!
Matthew: Bom, desde que eu comecei a ter esses novos hábitos alimentares eu creio que eu tenha perdido um pouco minha humanidade...hehehe. Qualquer um pode ser um demônio, desde que tenha ódio o suficiente.
Os olho roxo de Matthew desaparece e seus dois olhos ficam negro e começam a sair uma espécie de gosma negra deles e de sua boca.
Matthew: E eu tenho isso de sobra.
Asriel fica tentando sair do aperto do Matthew, ele estava ficando sem ar.
Matthew joga Asriel no chão.
Matthew: E depois de tanto tempo me alimentando das almas humanas, eu finalmente pude me libertar. Eu finalmente pude deixar de ser um escravo desse maldito escritor. E agora, eu só preciso destruir esse multiverso ridículo pelas última vez, e então em terei energia o suficiente para quebrar a barreira que separa a ficção e a realidade, e todos os humanos do outro lado terão que entregar suas almas para mim, se ajoelhar perante mim e ME CHAMAR DE DEUS!
Asriel: Você realmente acha que isso vai acontecer?! Você é um fantoche, como nós!
Matthew: Eu não sou um fantoche. E sim, isso vai acontecer. Quer ter uma prova?
Outra janela se abre, e desta vez mostra Matthew matando os monstros de diversas formas diferentes em um lugar estranho, parecia ser exatamente o local onde Matthew tenha visto o multiverso de Undertale.
Matthew: Depois de eu matar TODOS os monstros desse multiverso ridículo, eu renicio tudo!
Matthew: Para depois matar mais...e mais...E MAIS...
Matthew: E CADA GENOCÍDIO É MAIS VIOLENTO DO QUE O OUTRO!
Matthew: Eu me tornei um ser tão poderoso, que eu pude roubar o poder de escolha de Frisk. Agora, ela não pode mais resetar o mundo e ela não pode o influencia-lo ou nos influenciar. Agora EU estou no comando deste mundo ridículo, e cada minha ação afeta o mundo e afeta vocês. E eu comecei a fazer algo PIOR que a própria ROTA GENOCIDA! Um mundo que um dia já foi pacífico e amoroso, agora é violento e sangrento. E eu sou o responsável por tudo isso! AGORA, EU SOU O PROTAGONISTA E O DEUS DESSA FANFIC!
Mattew: Eu poderia matar vocês agora, mas aonde estaria a graça disso?
Matthew: Eu quero transformar vocês em mártires, eu quero que vocês gritem de dor enquanto faço vocês sofrerem bem lentamente.
Matthew: Aqui vai um exemplo do que eu posso fazer.
Do nada Undyne começa a bugar!
Matthew: Eu controlo a matéria também! Se eu quiser, eu faço o seu braço desaparecer florzinha!
O braço de Asriel começa a bugar e do nada desaparece.
Asriel: O QUE?!
Asriel fica olhando pra onde ficaria seu braço, assustado.
Matthew: Sabe aquele muro que foi construído para o bloqueio continental usando uma matéria que os cientistas inventaram? Os cientistas não inventaram coisa nenhuma, fui eu! Eu sou capaz de criar novas matérias.
Um muro negro pequeno surge na frente de Matthew.
Matthew: É muito divertido poder fazer isso.
Matthew: Eu controlo a física, a matéria e o tempo também. Eu controlo tudo. Ah, e veja como ficou fofa a sereia!
Undyne estava bem, só que ela estava um pouco diferente...
Matthew tinha colocado ela no corpo de uma garota de 6 anos aparentemente, mas a mente de adulta continuava a mesma.
Matthew: Ownt, vem cá...
Matthew estendia seu braço até Undyne e a pegava, levando seu rosto para o rosto de Matthew.
Matthew: Cuti, cuti, cuti! Que coisa pequena e fofa...
Undyne dá uma cabeçada em Matthew.
Undyne: SAI FORA! DEVOLVE MEU CORPO ANTIGO!
Matthew cai na gargalhada, sem bugar o mundo desta vez.
Matthew: Como quiser, "pirralha".
Matthew joga Undyne pra longe, devolvendo seu corpo enquanto praticamente voava por ter sido arremessada e Matthew fazia o braço de Asriel Dremmur voltar. [césar]
Matthew: Ok, já me diverti demais. E vocês dois idiotas, estão livres.
Os dois Guardas Sombrios que estavam aprisionados eram soltos da cadeia de determinação enquanto uma enorme jaula de escuridão prendia Frisk e seus amigos.
Matthew se aproximava de Asriel.
Matthew: Agora que eu já te contei a história toda, eu posso responder aquela pergunta idiota sobre eu ainda ser humano.
Matthew: Não, eu não sou mais humano, eu apenas possuo o formato de um..
Matthew: Eu absorvi os poderes do mestre sombrio e agora possuo uma inteligência superior a daquele esqueleto velhote.
Matthew: Eu me tornei a escuridão, uma aberração, o senhor da escuridão, a essência da maldade, o demônio e o deus deste multiverso.
Matthew: E agora, eu vou passar a existir de verdade, eu não vou ser mais um "Fan Character".
Asriel: Um "Fan Character"? O que quer dizer...
Dra.Alphys: Q-Quer dizer quee ele é um personagem que não aparece na obra original, no caso o jogo. Q-Quer dizer que ele foi criado pelo escritor da fanfic...
Asriel: Então quer dizer que ele não existe?
Mattheww: Não, eu não existo. Mas em breve eu vou passar a existir, não naquele jogo ridículo mas na própria realidade. Aquele autor nunca me tratou como um personagem importante, a primeira vez que os leitores dessa fanfic ridícula viram meu rosto foi agora no capítulo passado.
Asriel: ... E como vai fazer isso?
Matthew: Matando vocês e absorvendo suas almas, eu já estou cansado de repetir isso e também já estou cansado de ser uma simples invenção desvalorizada desse escritor idiota. Ele foi um completo desleixado comigo e me tratou como um tapa buraco, como se eu fosse a árvore do cenário.
Asriel: Talvez por que você seja.
Matthew: Mas não sou mais, não percebe. Agora essa história roda ao redor de mim, eu sou o grande vilão principal e o protagonista também, e tudo gira ao meu redor. Antigamente, esse escritor idiota só focava nesse casalsinho ridiculo formado por você e pela Frisk, mas agora o foco da história sou EU!
Matthew: E assim como eu, Frida a mamãezinha humana, Marsk, o papai humano, Jade Lockheart, Katanege o antigo mestre sombrio e os outros guardas sombrios e até mesmo você Webber...
Matthew: Não passam de meros "Fan Characters" como eu.
Asriel: Então... uma parte de nós não existe na obra original?
Matthew: Exatamente, todos vocês que foram citados não passam de inúteis "árvores", meros tapa buracos da história.
Frida, Marsk, Jade e os guardas sombrios se assustam, mas Webber era quem estava mais pertubado com tudo aquilo porém não falava absolutamente nada, apenas abria sua boca em espanto. Depois de tanto tempo pensando que ele era realmente alguém importante, ele era só uma "árvore"?
Asriel: Você está errado! Todos nós tivemos um papel nessa história, mesmo que seja uma mera "fanfic"
Matthew: Errado. E agora chega, essa conversa acabou, agora nós iremos voltar para minha base. Tem um lugarzinho reservado especialmente para vocês.
Matthew: Andando!
E Matthew se virou e começou a andar enquanto Marsk e Jade Lockheart e a própria escuridão que estava atrás dele o seguiam.
Frisk e seus amigos são carregados pela jaula de escuridão.
Matthew: Fim do capítulo IDIOTA! Hehehe.
Fale com o autor