Notas iniciais
YEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEY !! MUITO obrigada pelos comentários, fiquei feliz de ver que realmente gostaram do segundo capítulo. Espero que gostem desse aqui também!! Me PERDOEM pela demora, eu estava em época de prova e infelizmente não consegui postar e muito menos pegar no computador para escrever um pouco. Eu viajei também e pra onde eu fui não tinha internet, então realmente ficou difícil. Mas mesmo assim, vim postar hoje ! :3

Anteriormente...
"Eu não queria passear pela escola, mas já que chegamos aqui, eu não iria embora nem tão cedo."

Felix Falkenrath P.O.V's. 13 de outubro, 2014. 22:47 p.m.

Só de pensar, vão achar que sou louco. Escuto vozes diferentes enquanto passo pelo corredor sendo que não há uma pessoa sequer por ali e eu estava quieto, trêmulo e arrepiado. Eu não fazia ideia de onde essas vozes poderiam estar vindo. Parei. Fiquei em frente à uma porta que tinha acima dela, uma plaquinha escrito "3B". Eu encarei a porta por alguns minutos com a lanterna apontada para a mesma, me aproximei devagar e as vozes foram ficando mais altas, escutava também risadas e batuques como se alguém batesse freneticamente com uma caneta ou lápis na mesa. Fiquei parado. E se alguma coisa acontecesse? Coloquei minha mão na maçaneta, girei-a devagar e abri a porta lentamente.

Nada.

As vozes, risadas e batuques cessaram. Dentro da sala estavam as carteiras fora de seus lugares, todas tortas. A mesa do professor era grande e estava com os lados queimados, no quadro negro haviam umas palavras borradas que foram escritas por um giz branco que eu não sabia onde se encontrava. Um mapa-mundi com a metade faltando, deveria ter queimado também. As janelas estavam empoeiradas e o piso estava sujo e com umas partes rachadas. Adentrei à sala e andei um pouco devagar até o centro da mesma, olhei pro mapa e observei-o por bastante tempo até uma voz chamar a minha atenção.

– Sempre temos um atrasadinho, não? -me virei rapidamente prestes a me assustar com algo... Ninguém estava por ali.

Saí correndo da sala e deixei a porta aberta, meu coração estava à mil. Eu não conseguia ver muito bem enquanto corria por estar apavorado demais. Trombei com alguém e depois me vi caído em cima de uma pessoa.

– Ai meu Deus, o que que é isso em cima de mim? -escutei uma voz feminina da pessoa debaixo de mim. Ela parecia assustada, dava para perceber, sua voz falhava um pouco enquanto ela se perguntava o quê eu fazia em cima dela.
– É o Felix. -uma voz que eu consegui reconhecer disse rindo... Luke. Olhei pro meu lado direito e quase fiquei cego.
– Dá pra tirar a sua lanterna do meu rosto, por favor? -pedi ao Luke que riu e afastou a lanterna.
Olhei para a pessoa que se encontrava debaixo de mim e vi Ally. Olhando de perto, ela era atraente até. Mas na personalidade, era pior que o capeta.

– Tá me olhando assim por que? Sai de cima de mim, eu quero levantar. -ela resmungou me empurrando pelos ombros.

Me levantei rapidamente e estendi a mão para ajudá-la a se levantar. Ela olhou para a minha mão estendida, agarrou na mesma e se levantou.

– Ham, obrigada. -ela disse envergonhada.
– De nada. -sorri de canto.
– Parem com toda essa melação. O que você veio fazer aqui, afinal? -Michael surgiu do além tagarelando e vindo na minha direção.
– Vim comprar pão. -respondi cínico e ele me olhou feio e ficou calado.
– Agora a pergunta é séria. O que veio fazer aqui? -Ally me perguntou e cruzou os braços.
– Vocês não são os únicos que querem saber a real história dessa escola.
– Hm... Bom, você vem conosco? -Ally perguntou novamente e pareceu desinteressada.
– Não quero mais ficar sozinho rondando por essa escola, então se eu puder me juntar a vocês... -respondi sem graça.
– Ok, então você vem com a gente. Vamos andando! -Luke começou a caminhar e deu umas batidinhas de leve nas minhas costas.

Peguei minha lanterna do chão e comecei a andar com eles.

Nicholas Levy (Nick) P.O.V's. 13 de outubro, 2014. 22:50 p.m.

Eu não acredito que eles conseguiram me convencer de que se separar seria melhor, agora eu estou com a minha irmã, a Clarissa, a Taurine e o Ryan. Enquanto os "donos" desse planinho todo estão juntos em outro lugar. Quando a gente finalmente tomou coragem pra sair daquele banheiro feminino, eles resolvem que a gente deveria se separar e se encontrar no mesmo banheiro depois.

– Eu tô começando a ficar com sono. -Clarissa reclamou.
– Não sei como o Michael te aguenta. -Harley bufou e revirou os olhos logo após.
– Não sei como o Luke te aguenta. -Clarissa retrucou seca.
– Olha aqui sua vadiazinha, o Luke não é alguma coisa minha. Já o Michael você não pode se defender... Provavelmente já até se pegaram escondido e depois ficam nessa enrolação, os dois fazem cu doce. -Harley bufou e eu comecei a gostar da discussão, nem tanto mas tudo bem.
– Eu não vou perder o meu tempo discutindo com você, eu tenho muito mais o que fazer e procurar por aqui. Fique falando sozinha, "meu bem". -e deu as costas para Harley e saiu andando como se nada tivesse acontecido.

Harley bufou revoltada ao meu lado, ela não deveria gostar nem um pouco de Clarissa. Fomos andando atrás de Clarissa sem muita animação, o clima estava tenso depois dessa "discussão". Estávamos em um corredor e então avistamos uma escada, todos se entreolharam.

– Quem vai ser o primeiro à subir? -perguntei e nenhum deles me respondeu.
–Por que você não vai e depois desce e nos diz o que encontrou lá em cima? -Taurine perguntou, olhando logo depois para suas unhas.
– Eu não vou lá sozinho! Algum de vocês virá comigo, ou então todos virão. -disse e cruzei os braços.
– Ok, então vamos todos nós. -Ryan finalmente se pronunciou e foi subindo as escadas de madeira.

Eu fui atrás e logo as meninas vieram também, toda vez que pisávamos em um daqueles degraus o mesmo rangia por estar velho, alguns cantos da madeira estavam queimados e a escada estava repleta de poeira e teias. Quando Ryan, eu e Harley chegamos ao topo da escada, escutamos um estrondo e algo se partindo. Olhamos para baixo e tinha um buraco no meio da escada, Taurine nos olhou assustada e todos nós fomos para perto do buraco e olhamos para baixo. Clarissa estava lá deitada no chão com alguns pedaços de madeira presos em seu cabelo e com um corte no joelho. Harley riu abafadamente ao meu lado e eu a cutuquei com o cotovelo a repreendendo. Ela fingiu uma tosse.

– Está tudo bem? -Harley perguntou para a garota estirada debaixo da escada se contorcendo de dor.
– O que você acha?! -Clarissa respondeu em um tom de ironia e todos nós rimos.

De repente escutamos um grito fino e afeminado. Todos olharam em volta e vimos Michael correndo na nossa direção gritando que nem uma menininha, novamente. Ele foi até o lado de Taurine e começou a falar rapidamente.

– MeuDeusdocéuajudacaralhoessaescolasópodeestardezoeiracomaminhaface. -todos ficaram olhando para ele que estava de cabeça baixa se apoiando nos próprios joelhos.
– Ok, eu não entendi absolutamente nada do que disse. Mas deixa, o que aconteceu para vir correndo e gritando que nem uma garotinha sem o resto? -perguntei olhando o menino que estava vermelho que nem uma pimenta quando apontei a lanterna na direção do seu rosto.
– A gente encontrou uma sala de música e... -suspirou.- O piano que tinha no centro da sala começou a tocar sozinho, então eu saí correndo da sala e no meio do corredor que eu estava, vi uma mulher cantarolando algum tipo de música antiga. Eu me assustei mais ainda e vim correndo quando vi luzes vindas daqui. -ele arfava a cada palavra dita.
Não deveria se assustar, rapaz. –ouvimos uma voz diferente, era fina e bem feminina. Meus pelos ficaram eriçados, a voz era um tanto sexy e provocadora. Olhamos em volta e não vimos ninguém, todos empalideceram.- Estão olhando pro lado errado... –ouvimos novamente a mesma voz e quando todos se viraram para frente, olhando diretamente pro corredor...

Jillian Katherin (Jill) P.O.V's. 13 de outubro, 2014. 23:32 p.m.

Eu tinha acabado de chegar na escola e resolvi andar um pouco por aí, localizar as salas para depois procurar algo que me ajudasse à descobrir a verdadeira história daqui. Eu estava cantando uma música antiga que minha mãe costumava cantar para mim, eu não olhava para trás com medo de ver alguma coisa que me apavorasse... Então eu andava apenas para frente sussurrando as letras da música. Quando escutei um grito feminino, eu finalmente olhei para trás e vi um garoto sair correndo, eu corri atrás dele. Olhei para onde ele havia ido e ali, tinham outros adolescentes juntos olhando para um buraco no meio de uma escada. Dava para ver tudo, eles estavam com muitas lanternas, dava para ver um buraco, uma escada e alguns adolescentes que provavelmente vieram descobrir a mesma coisa que eu. Fiquei observando o que eles diziam, o de cabelos castanhos que havia gritado, citou que ouviu uma mulher cantando algum tipo de música antiga, disse que se assustou e por isso saiu correndo. Eu me aproximei um pouco deles.

– Não deveria se assustar, rapaz. -eu disse severamente e eles começaram a olhar em volta e como não me viram, percebi que todos ficaram pálidos de repente.- Estão olhando pro lado errado... -chamei a atenção de todos que me olharam e apontaram suas lanternas para mim. Estavam todos eles me encarando, comecei a ficar nervosa com tal ato e olhei pros meus pés, enquanto enrolava algumas mechas do meu cabelo nas pontas dos dedos.
– Você nos assustou, menina. -um garoto ruivo disse e eu soltei uma risada baixa.
– Me desculpem, eu estava apenas vendo a localização de algumas salas para que eu depois fosse até elas e descobrisse alguma coisa sobre... -uma menina morena com alguns pedaços de madeira presos no seu cabelo chegou interrompendo.
– A história dessa antiga escola. Sim, sim! Estamos em busca de algumas respostas também. -ela disse rapidamente tirando alguns dos pedaços de madeira do seu cabelo e jogando no chão. Eu apenas balancei a cabeça e abaixei os olhos para seus joelhos que estavam sangrando.
– Acho que seria melhor se limpasse... -apontei pro seu joelho e ela me olhou com um ponto de interrogação no rosto e olhou pro seu joelho.
– Oh, merda! -exclamou tocando cuidadosamente no próprio joelho e depois levantando seu olhar para mim.- Obrigada por avisar. -ela sorriu de canto e foi andando até o pessoal que estava na escada, subindo a mesma devagar.
– Vai querer se juntar à nós? -o ruivo perguntou, sorridente como se já me conhecesse há anos.
– Pode ser. -respondi timidamente e ele ficou animado.
– Ok, então... Nó estamos subindo, vem com a gente! -ele disse fazendo um sinal com a mão esquerda para que eu o seguisse. Fui até eles e subimos as escadas, desviando do buraco e chegando ao topo da mesma.
– Meu nome é Nicholas, Nick se preferir. -o ruivo me olhou e piscou para mim. Eu dei um sorriso de canto.
– Sou Jillian, mas pode me chamar de Jill. -estendi a mão para que ele apertasse, ele olhou para a mesma e a apertou sorrindo fofamente.
– Sou Harleen, me chame de Harley. -a garota de cabelos platinados veio na minha direção.- Sou irmã dessa coisa que você pode chamar de ser humano. -apontou para Nicholas e eu ri baixo.
– Hey! -Nicholas ouviu e se ofendeu, fazendo com que eu e Harley ríssemos.
– Sou Ryan. -disse um moreno de pele clara se aproximando, pegando minha mão e a beijando delicadamente. Eu sorri com tal ato, foi fofo para mim, gostei dele ao extremo.
– Saia, Ryan. Eu vi primeiro. -Nick disse fazendo careta e eu e Ryan rimos.
– Na verdade quem viu primeiro fui eu. -o garoto de cabelos castanhos e grito afeminado disse se aproximando.- Sou Michael. -ele sorriu bobamente e eu dei um sorriso de canto.
– Viu, mas saiu correndo de medo da coitada. -Nick disse e revirou os olhos fazendo com que todos rissem e Michael bufasse.
– Sou Clarissa. -disse aquela menina morena com um machucado no joelho.
– Sou Taurine. -disse uma morena alta de olhos castanhos.
– Todos apresentados? -Harley perguntou e todos balançaram a cabeça concordando.
– Quem é essa? -escutei outra voz feminina ao meu lado, olhei e havia uma menina de cabelos negros e olhos azuis com algumas tatuagens apontando pra mim.
– Sou Jillian. Mas me chame de Jill. -sorri simpática e ela sorriu brincalhona.
– Sou Ally, mas pode me chamar de... Ah, foda-se. Só Ally mesmo. -ela riu e eu ri junto.
– Oi, gatinha. Mentira, gatinha o caralho. Isso é coisa de funkeiro. Sou Luke. -um menino de cabelos cacheados e um piercing no nariz, me olhou e deu um sorriso mostrando suas belas covinhas. Eu ri e estendi a mão para que ele apertasse, assim ele fez.
– Sou Felix. -um outro menino de cabelos escuros e olhos de um azul profundo disse rapidamente, deu um sorrisinho sem mostrar os dentes, fechou a cara e voltou à olhar pro seu celular.
– Agora estão todos apresentados? -Harley perguntou fazendo uma cara cansada.
– SIIIIIIIM. -responderam todos como criancinhas.
– Ótimo, agora vamos voltar à explorar... -Harley nos chamou com o indicador e todos nós começamos a andar atrás da mesma.

Notas finais
Duas pessoas entraram, me desculpem se não ficou como imaginaram (novamente, irei repetir isso em praticamente todos os capítulos.). Ah... E as votações começam a ocorrer... AGORA ! 1,2,3... JÁ! Quem vocês acham que deve desaparecer? ( ) Ally ( ) Michael ( ) Luke ( ) Harley ( ) Nicholas ( ) Clarissa ( ) Ryan ( ) Taurine ( ) Felix ( ) Jillian Nem eu mesma sei quem escolheria, mas a decisão está na mão de vocês. No próximo capítulo alguém irá desaparecer ! Mas logo logo voltará para a história, então não se preocupem ! Obrigada por lerem e por curtirem a fanfic, fico feliz por isso! Kisseeeeeeeeeeeeeees !!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.