Notas iniciais
Mais um capitulo fresquinho! I love voxs meus xuxus! ♥

Ignóbil : Vergonhoso/vergonhosa

P.O.V Paulo
Sua expressão facial estava predominada pelo pavor, e o seus grandes olhos castanho escuro estavam arregalados. A anã estava tensa.
— É , hum, bom.— tentei procurar palavras para tentar afastar todo aquele clima de tensão. — Já que vamos dividir o quarto, e bom que tenhamos uma boa convivência, e para que isso dê certo precisamos nos conhecer. — Tentei parecer educado e esperei ela dizer seu nome mas o que ela fez foi somente se encolher na cama e olhar para um ponto fixo em algum lugar do quarto que estava bem afastado de mim. — Então eu começo. Sou Paulo Guerra. — me apresentei mais ela continuou calada. — tenho 19 anos. — falei e essa ultima parte a fez arregalar levemente os olhos e passar rapidamente os olhos por mim.— E qual e o seu nome? — perguntei mais a Anã parecia desnorteada, me aproximei de sua cama sentando de frente para a mesma. — Qual o seu nome? — repeti a pergunta a olhando atentamente ela olhou para as mãos e respondeu baixinho:
— Alícia.
— Belo nome! — eu disse, e as bochechas da anã por nome de Alícia se corraram violentamente soltei um riso abafado, ela era muito tímida. — Quantos anos você tem? — perguntei depois de um tempo de silêncio.
— 16, tenho 16.— respondeu dessa vez um pouco mais alto do tom que ela costumava falar, ótimo estávamos progredindo.
— Interessante.— respondi apenas e vi que as bochechas dela ainda estavam coradas e alguns fios do seu cabelo estavam no meio do seu rosto, aproximei minha mão de sua delicada face, e coloquei os cabelos rebeldes atrás de sua orelha, Alícia não fez nada, ficou parada da mesma forma que estava, seu rosto não estava mais vermelho e sim roxo! Como pode existir um ser humano tão tímido? Mais, por um lado aquilo era bom. Alias melhor do que ter uma patricinha sem cérebro no meu quarto! — Vou dar uma volta, te vejo mais tarde. — falei saindo, ate porque eu tinha alguns problemas pendentes que ficaram sem resolver no ano anterior.
[…]
Andei até atrás da sala de ferramentas de LottWay e pela última vez me certifiquei que ninguém tinha me visto ou me seguido. Afastei as folhas e algumas tralhas que escondiam a pequena porta do sótão abandonado, entrei e o lugar estava um pouco sujo já que eu não o limpava des do ano passado, tiro da parede um quadro de alguma paisagem e vejo o cofre intacto e ainda trancado como eu o havia deixado como a ultima vez que estive aqui, coloquei novamente o quadro no lugar onde tampava perfeitamente o cofre. Pego alguns produtos de limpeza, vassoura e um rodo e começo a minha faxina, afinal meu lugar preferido de LottWay tinha que estar limpo.
[…]
Sai do porão e tranquei e camuflei pequena porta, e só então vi que já estava quase escurecendo. Olhei atentamente para os lados tomando todo o cuidado e então sai dali, indo agora em direção a cantina já que eu estava com muita fome. Eu já estava quase alcançando a cantina quando lembrei de Alícia, ela por certo ainda devi estar no quarto e por ser aluna nova deveria não saber aonde ficava que cantina ou as outras partes do internato que era muito grande, parei um instante e pensei e repensei na possibilidade de a levar para a cantina por que faltava poucos minutos para dar a hora do jantar, e sendo bem sincero não sou nem minimamente gentil mas de alguma forma eu acabei me simpatizando com aquela garota anãzinha que sempre parecia estar com vergonha, e fora que pelo pequeno tempo que estive com ela sei que a mesma jamais teria coragem de pedir informação aos alunos para chegar até o refeitório. Quando então prestei atenção em mim mesmo, pude perceber que eu já estava quase chegando a porta do meu quarto, quer dizer o quarto que eu dividia com uma anã-vergonhosa que por sinal era linda.
Muito linda.

Notas finais
Merece continuação?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.