Notas iniciais
Ola amoritas *u* Sei que vocês nos amam e por isso não querem nos matar nem nada assim ~olhinhos brilhantes~ Tudo bem, fomos uns desalmados e sem uns putos, mas nossa força vital e inspiração foram sugadas o_o Sem mais delongas ~por que eu falo demais~... Com vocês: EITA PREULA!

Então, eu estava “izzando” por ai como costumo fazer aos sábados. Mas aquele sábado era especial. Coisas iram acontecer naquela manhã. Coisas estranhas. Coisas que talvez nunca voltassem a acontecer. Coisas que nunca serão esquecidas.

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Eu e Diego marcamos para sair para fazer alguma coisa interessante pela cidade de Londres, já que as garotas saíram cada uma com seus respectivos machos. Eu teria saído com Clara, se nós não tivéssemos terminado pela sétima e ela não tivesse encontrado uma garota mais rica e mais inteligente (MAS NÃO MAIS FABULOSA U.U). Então, depois de quase nos matarmos, escolhemos um lugar para almoçamos.

Logo depois de nos sentarmos em uma mesa próxima a janela, Diego avistou na mesa adiante um rapaz loiro dos olhos verdes com um sorriso “danado” estampado no rosto e ele estava descaradamente encarando o Di.

– Aquele cara está...-

– Não olhe! – ele me cortou logo. – Aquele é o meu ex. Tommy. Não olhe nos olhos dele. Nós não nos falamos desde que eu dei um pé na bunda dele.

– Por que você não fala com ele? – perguntei ingenuamente.

– Por que você não fala com Clara? – ele rebateu.

– Touché... – falei erguendo as mãos.

– Ele ainda está me olhando? – Diego perguntou, ele estava virado para mim e de costas para o cara.

– Aham, praticamente te secando com os olhos.

– Droga. – nesse momento a garçonete chegou. (aleluia!)

– Já escolheram o que vão comer? – ela tinha um olhar de tedio extremo.

– Nós vamos querer a pizza especial, por favor. – disse.

– O mesmo para mim. – Diego disse.

Assim a nossa animada garçonete, saiu.

– Hã, Diego? Ele se levantou. – eu falei enquanto olhava para o galã da mesa da frente.

– E agora? – ele perguntou curioso.

– Ele está arrumando a camisa, jogando o cabelo sexy para cima, olhando sensualmente para a sua nuca, caminhando para cá...

– Ele está vindo?! – Diego praticamente gritou.

– Não, não. Espere. Ele está indo para o balcão, voltando para a mesa e falando com o mesmo sorriso sexy para a garota na mesa... Uou! Como eu não a vi antes? Meu Zeus, ele é linda!

– Izzy. – ele me bateu na testa.

– Ouch. Okey, okey...

– O que ele estava fazendo agora?

– Bem, agora eles estão caminhando, de uma maneira extremamente sexy, para...

– Pizza! – a garçonete apareceu do lado na mesa, e na mesma hora começamos a devora-la.

– Havia esquecido que estava faminto... – Diego falava entre as mordidas.

– Isso está incrível.

– Oi Diego. – e por cinco segundos nos esquecemos do galã que agora estava em pé do lado de Diego.

– Er... hã... Oi, oi Tommy... essa é minha... CORRE! – e saímos correndo para fora do restaurante.

Acho que nunca vi Diego tão desesperado em toda minha vida.

Corremos tão rápido que as vezes nos batíamos com algumas pessoas aleatórias nas ruas.

– WHAT THE HELL?! – gritei quando paramos, depois de recuperar o folego.

– Eu fiquei sem ideias. – ele tentava se explicar.

– Nós saímos sem pagar. – eu me lembrei. – Será que vão vim atrás da gente?

– Sei lá. – ele falou pegando o celular e digitando um numero.

– Para quem está ligando?

– Shuu... – ele falou colocando a mão no meu rosto.

– DIEGO! – a pessoa do outro lado da linha gritou.

– Escuta Sarah, não temos tempo. Ele voltou, precisamos do plano XD14.

– XD14? Plano? Ele? De que merda você está falando? – parecia que Sarah estava tão confusa quanto eu.

Frustrado, Diego colocou a mão na cintura. – O Tommy, criatura! Tommy voltou ainda mais bonito/lindo/sexy/sedução do que nunca. Eu não sei o que fazer.

– Não! Não! Não! Porra Alice! Eu não estou vestida para isso! E apague a luz que eu não quero ouvir merda!

– SARAH! – Diego gritou com ela. – Você ouviu o que eu disse?

– Desculpa, Diego. Foi que a Alice...

– Sarah!

– Okey, okey, okey! Nós já estamos indo, onde você está?

– Estamos... – ele me olhou com duvida e foi nesse momento que nós percebemos que não fazíamos ideia de onde estávamos.

– Ei garoto! Que rua é essa? – perguntei para um menino aleatório que passava na rua.

Bem que eu poderia ter escolhido outro.

– Ha.... hahahahahaha! – sim, ele riu. Ele riu bem alto. Ele riu bem alto na minha cara. Ele simplesmente riu e saiu caminhando.

Olhei para Diego no mesmo momento que ele olhou para mim.

– Alo? Diego, onde vocês estão?

– DuasquadrasdepoisdoDonLuigi! Correqueuequeroviver! – falei tomando o celular da mão dele.

– Calma, nós não vamos ser atacados nem nada. – fiquei na duvida se Diego falou aquilo como consolo ou sendo irônico, mesmo assim ignorei.

– Como chegamos aqui? – perguntei para Diego ficando mais perto dele.

Diego era alto e quando ficava confuso costumava fechar a cara (um dos únicos momentos que o vemos sério), assim eu esperava que as pessoas não nos perturbassem... tudo bem que ele perderia feio de uma luta até com a loira azeda de Alice, maaaas as pessoas não sabiam disso!

– Nós corremos. – foi a resposta filosófica que recebi.

– Então só temos que caminhar no sentido contrario. – Viram como tenho boas ideias?

– Isso seria maravilhoso, SE NÓ SOUBESSEMOS COMO VIEMOS PARAR AQUI! – Okey, não tão boas. – E se essas ruas não fossem tão bizarras e iguais. – Ele tinha um bom ponto.

Pelo menos, sabíamos que estávamos em uma praça... mas não conseguia definir se isso era bom ou ruim.

A praça era o seguinte: tinha o formato circular com seis postes de luz, sendo que apenas dois funcionavam, um piscando e o outro tinha um mendigo que “brincava” com seu caixote de papelão. Havia algumas arvores perto dos banquinhos pinchados que se espalhavam pela praça sem ordem alguma.

As pessoas caminhavam normalmente como se nada fosse estranho.

– Ok... – falei tentando me acalmar.

– Então, o que é melhor? Ficar aqui e ser atacado por um maluco qualquer ou ser atingido por uma bala perdida (ou não) em qualquer esquina. – Diego falou par mim ainda com os olhos arregalados.

– Não tem uma terceira opção não? – Sugeri.

– Acho que vamos ter que começar a andar por ai e ver se sobrevivemos... – ele disse e eu o olhei tipo “sério isso?”, ele me olhou respondendo “Você tem ideia melhor?”... bem, nossa outra opção era ficar lá esperando pela Sarah e se dependesse dela, ficaríamos ali até o Jah se cansar da gente e acabar com tudo.

– Beleza, vamos ver no que dar.

E então fomos caminhando, e caminhando, e caminhando, e caindo, e caminhando...

... até que achamos um cachorro manco.

– Oooooont! – gritei. – Que coisa mais fofa! Ele é tão lindo! Só está um pouquinho sujo... MAS é tão fofo! E ele está mancando, tadinho. Podemos ficar com ele? Podemos Di? Podemos? Por favor!

Okey, talvez eu possa ter exagerado um pouco.

– Obvio que não ELIZABETH! Isso é um cachorro pulguento e manco! Não podemos leva-lo para casa.

– Ei, vocês acharam meu cachorro!

Um homem alto, loiro, com olhos azuis e cabelo encaracolado apareceu usando apenas um macacão do Papai Noel.

– Já esse nós podemos levar. – Diego sussurrou.

– Oi, eu sou o John Smith. – ele se apresentou esticando o braço.

– Oi, meu nome é Diego e minha cama é bastante confortável. – falou apertando a mão de John. (e sabe-se lá o que mais ele pegaria se eu não estivesse ali)

– Oi, eu sou a Izzy. E você mora por aqui, pode nos ajudar... espera! Por que você está vestido de Papai Noel? Ou quase... – Sim! Essa era uma pergunta importante no momento.

O John deu os ombros antes de responder.

– Festa natalina na minha casa e era para o Tito – apontou para o cachorro manco. – ser minha rena, mas ele saiu correndo e mancando.

Pergunta Um: aquele cara NÃO conseguiu pegar um cachorro manco?!

Pergunta Dois (talvez, mais importante que a Um): FESTA NATALINA?! EM JULHO?!

– Natal em julho? Qual o problema da sua família? – perguntei delicadamente.

– Cala a boca Izzy. Você vai assustar o futuro pai dos meus filhos adotivos. – Diego sussurro para mim.

– Eu? Assustar ele? O cara vestido de meio Papai Noel meio mecânico que perseguia um cachorro manco por essas ruas sinistras?! – sussurrei de volta.

– Essa é a única data que reúne todos meus familiares, por isso minha mãe comemora várias vezes ao ano. Vocês... gostariam... de vir? – ele perguntou para “nós”.

– Claro, por que não? Adoraríamos, vamos Izzy!

Eu conseguia pensar em alguns “por que não”, mas não tive chance de me expressar. Quando me dei conta, Diego já me arrastava pelo pulso, seguindo o maluco com o cachorro manco nos braços.

Andamos cinco quarteirões com o Sexy Santa suado, Diego babando e eu uns bons quatro passos atrás. Até que chegamos a um restaurando entupido de gente.

Quando o Smith Noel iria começar a explicar, meu celular tocou.

– Alo?

– IZZY! – uma pessoa sem amor a vida gritou do outro lado.

– Puta merda! Helena?

– Não, o monstro do Lago Ness... claro que sou eu! Sua diva e linda irmã!

– É a Helena ou uma diva linda?

– Haha. Onde vocês estão? Eu estou cansada e quero ir para casa, a Sarah falou que vocês foram vender crack.

– Sabe o fim do mundo? Duas ruas à esquerda, sobe uma ladeira e vira à direita. Ai você vai encontrar um restaurando com um bando de traficantes... estamos aqui.

– Você não faz a mínima ideia de onde estão não é mesmo?

– Não mesmo. – admiti – Onde vocês estão?

– Em uma praça estranha... quero ir embora logo antes que Sarah faça amizade com o mendigo da caixa ou Alice desmaie.

– ESPERA! É uma praça que dá para sentir a morte se aproximando?

– Essa mesma!

– Nós estávamos ai!

– E onde estão agora?

– Bem... – pensei por poucos segundos. – SEXY SANTA! – gritei com o celular longe da boca. – Vem aqui.

Ele apareceu saindo do que eu achava ser a cozinha ajeitando a alça do macacão.

Diego. Foi o único pensamento que me ocorreu.

Mas ai, outro cara (esse ruivo com olhos verdes) saiu do mesmo lugar arrumando a gola da camisa verde escuro.

Diego?

Então a desgraça que tenho como amigo saiu colocando sua camisa preta.

DIEGO!

– Oi Izzy, – John falou coçando a garganta. – desculpa a demora.

– Preciso que você explique como chegar aqui para uma pessoa por celular.

Ele pegou o meu celular e começou a explicar para Lena. Suuuuuuuper normal.

Enquanto eles conversavam, eu fui dar uma volta e olhar as pessoas.

Então, eu a vi. No meio da multidão de fugitivos. E foi como em um dos vários filmes da Barbie que a Helena assistia.

Ela estava lá e me olhou. Eu olhei para ela. Dava até para ouvir a musica ao fundo. Sabe, me deu até vontade de cantar e sair dançando... mas a parte decente do meu cérebro não permitiu que isso acontecesse. Obrigada.

A garota era linda. Simplesmente linda. Ela tinha a pele pálida, isso fazia seus olhos azuis cristais se destacaram. Seu cabelo era loiro e liso. Estava sentada perto de algumas crianças que não tem a mínima importância com nossa historia, com uma cara tipo “odeio muito isso tudo”.

Percebi que tinha ficado muito tempo “fora do ar” quando vi que Diego estava ao lado da garota. Ele falou alguma coisa e depois apontou para mim.

Eu vou matar aquele desgraçado.

Ela se levantou e veio na minha direção.

Eu definitivamente ia mata-lo!

– Oi... – ela falou sorrindo. – Aquele cara falou que você queria falar comigo.

– Não o dê atenção, ele se esqueceu de tomar os remédios. – falei fazendo ela ri. Pontos para Izzy! – Meu nome é Izzy.

– Prazer Izzy, eu sou a Jessica, mas pode me chamar de Jess. O que te traz aqui? Você não parece ser da família...

– Pois é... eu e meu amigo Diego, o que maluco que falou com você, nos perdemos. Ai encontramos com o John e ele nos convidou.

– John trouxe vocês?

– Aham, por quê?

– Sei lá, as pessoas geralmente o evitam por causa da sua aparecia de Ken. – ela falou dando os ombros.

– Entendo, algumas pessoas também se assustam com o Diego quando ele faz algo estranho, que é tempo todo. Principalmente quando ele me convenceu que andar com motosserras não era tão estranho...

– Motosserras? Sério? – ela perguntou entre as risadas.

Afirmei com a cabeça, não conseguia parar de rir.

Aos poucos fomos parando de rir, fomos chegando mais perto, então...

– CHEGAMOS CAMBADA! PODEM COMEÇAR A FESTA!

Sarah e Helena entraram gritando, acompanhadas por uma Alice decepcionada (mas não surpresa coma a atitude das ruivas), e Nick, Dave e Tiago gargalhando.

– Vamos Izzy, vamos embora. – Sarah falou agarrando meu braço e tentando me arrastar, mas eu me soltei.

As ruivas usavam óculos escuros e fingiam estar armadas.

– Mas que merda é essa? – perguntei

– Te resgatando! – Helena falou como se fosse obvio.

– Sendo heroínas. – Sarah completou.

– Sentindo vergonha alheia. – Alice disse cobrindo o rosto com as mãos.

– Procurando coletes aprova de balas. – Tiago falou olhando par os lados.

– Alicinha! –Sexy Santa gritou.

– “Alicinha”? Vocês se conhecem? – Diego se manifestou.

– Hã... Nem me lembro para falar a verdade. – ela falou nervosa. – Vamos falar de algo mais interessante, tipo como a Clara ficou mais bonita em dois dias? – ela perguntou olhando e apontando para a Jessica.

– Clara? – Jess perguntou confusa.

– Quem é essa Izzy? – Nick perguntou pela primeira vez.

– Jessica. – ela responde por mim.

– Então você não é a Clara? – Sarah confirmou.

– Não importa se essa é Clara, Jessica ou Gabriela! – Diego gritou, então apontou o indicador acusadoramente para Alice. – De onde você conhece o MEU Smith?

Ele, como todos nós, estava muito curioso.

– Realmente Alice, de onde você conhece esse cara? – esse foi o namorado dela que eu não lembro o nome chegando mais perto da loira.

– John, você conhece essa coisa loira? – Jess perguntou para o Papai Noel mais sexy do mundo.

– Aham, a conheci no verão do ano passado.

Nesse momento tudo começou a fazer sentido.

– Haaaaaaaaaaa – fizemos em unissom. Quer dizer, parte de nós. Nick e Dave ainda não faziam ideia de nada.

Mas o fato é: fizemos muitas coisas no verão de 2013 e não nos lembramos de nem metade. Os fatos continuam nos perseguindo, como aquela vez que uma freira ficou perseguindo Helena por duas semanas ou quando um mendigo cobrou o carro que Diego havia prometido. Coisas assim.

– ESPERA! COISA LOIRA? – aquela criatura conhecida como Alice não gosta de nada que eu toco, só pode... – Com quem você acha que está lidando, garota? Meu nome é Alice! E a única coisa loira por aqui é você!

– Barraco! Barraco! – Sarah torcia baixinho.

– Chega! – não aguentava mais aquela gente falando. – Pessoas, essa é a Jessica e esse é o Sexy Noel. Jess e Sexy, aqueles são Alice, Sarah, Helena, Nick, Tiago e... – sempre esqueço o nome dele.

– Dave. – ele completou.

– Oi – todos falaram depois de 10 segundos se encarando.

– Vocês perceberam que mesmo depois dessa confusão, ninguém falou nada? – a inteligência em pessoa comentou.

Mas ninguém tinha falado nada mesmo. As pessoas continuavam conversando normalmente.

– Será que são reais? – Tiago perguntou.

– Acredito que sim. – Diego tentou convencer a nós e a ele mesmo.

– Jess... – Smith começou. – você conhece algum deles?

– Não, achei que você conhecia... já que a ideia foi sua.

Sim, outro fato era que, como eu e Di, Jess e John eram amigos.

– Você não disse que era sua mãe que fazia essas festas? – Di lembrou John.

– É, mas quase nunca ela vem. Não me perguntem o porquê. – ele falou

“maravilha!”

– E os seus familiares...? – perguntei.

– Era para terem chegado, mas não vieram.

– Provavelmente tiveram problemas para sair da prisão. – Sarah sugeriu... e todos a olharam. Ela deu os ombros.

– Se ninguém os conhece... por que estamos aqui? – alguém que não me lembro perguntou.

Com isso, fomos deixando o local devagar.

– Por que estávamos ali?! – Diego perguntou um pouco alterado quando chegamos a uma distancia segura.

– Bem, talvez eu tenha o endereço errado da festa... – John falou.

– A festa que SUA MÃE faz quase todos os meses? – Jess perguntou com ironia.

– Eu não sou uma pessoa com boa memoria. – Santa tentou se explicar.

– Ok, deixa ver seu eu entendi: fomos resgatar vocês em um restaurando, onde conhecemos o Papai Noel e uma elfa gótica, descobrimos que o restaurando estava cheio de psicopatas estranhos então corremos até a rua mais estranha de todas? – Nick falou sem saber o que realmente é uma rua estranha.

– Eu não faço a mínima ideia de onde estamos... – Papai Noel falou olhando para os lados.

– Maravilha, agora nem o traficante natalino sabe onde estamos ou como saímos daqui! – Sarah falou descontente jogando os braços para cima.

– Vamos fazer o que sabemos desde que nos perdemos... – Diego falou. – vamos andar por ai e ver no que dar.

– Ou podemos perguntar onde estamos. – Tiago falou inocentemente, mal sabia que aquele era o garoto do Hades. – Ei garoto, sabe onde estamos?

– Nããããããããããããão! – eu e Diego gritamos, mas foi tarde demais.

– HahahaHAHAHAHAHAHA... – isso, ele riu novamente.

– Ele... acabou... – o russo estava confuso.

– Pois é, bem vindo ao fim da vida. – falei dando tapinhas nas suas costas.

Então caminhamos, e caminhamos, e caímos de novo, e caminhamos até que...

– Eu conheço essa rua! – Jess falou animada. – Me sigam!

E ela saiu correndo na frente.

– Vamos gente, vamos atrás da Dora encontrar o castelo magico! – John disse quando começou a andar.

Fomos andando até que chegamos à praça que dá para sentir a morte chegando e encontramos os carros do pessoal.

Por que eles deixaram os carros ali? Só Jah sabe!

Nos acomodamos todos nos carros. Claro que teve um pouco de briga, mas sem sangue.

Jess foi indicando o caminho.

Chegamos a uma casa enorme. Tipo uma mansão!

– Você mora aqui? – Diego perguntou de boca aberta quando saímos do carro e encarávamos a casa.

– Meus pais moram aqui. – ela respondeu. – eles falaram que enquanto eu vivesse sobre o teto deles, seria as regras deles...

Então ela saiu andando até uma casa menor ao lado da mansão.

– Ai você fez uma casinha para poder fumar seus baseados em paz? – Alice perguntou incrédula.

– Vem, vamos entrar. – Jess continuou ignorando o comentário da loira chata. – Assim vocês vêm como ir para casa.

E assim foi feito. A casa dela era muito legal (tinha um tobogã), lá dentro conferimos no google maps o caminho de casa.

A gangue foi embora e eu fiquei lá... para conhecer Jess melhor. Mas isso é outra historia.

Notas finais
Então, o que acharam? O próximo esta chegando ;) Ps. oi o/ -Ísis