Uma versão diferente
3 Porque eu amava...
Notas iniciais
Quinn estava trancada em uma das salas mais fechadas da sede do clube do celibato que poucas pessoas tinham acesso. Ela nunca entendeu a razão daquela sala, parecia mais um quarto de motel o que é estranho para uma sede de um clube que quer que as pessoas façam exatamente aquele oposto.
Já estava tudo pronto: A maioria dos integrantes do grupo já haviam ido embora, e quem havia ficado estava transando com alguém provavelmente desconhecido no canto. Finn havia ido embora e Puck ficou lá. Era só ela sair, chamar ele e se vingar. Mas ela não tinha coragem nisso, ela andava de um lado para o outro fazendo um barulho ridiculamente alto. Então ela avistou uma daquelas mini-geladeiras. Álcool.
Desculpa perfeita. Afinal caso depois ela se arrependesse, era só dizer que a embebedaram ou algo assim. Abriu uma das dez garrafas que lá haviam, e virou na boca. Ela tomou mais uma metade de outra garrafa e já começou a se sentir mais confiante para fazer o que estava determinada. Terminou aquela, abriu outra e enviou um torpedo pra Noah: "Entra na sala 10, dá um jeito de dispensar a Selena antes, ninguém pode ver que você tá aqui". Apertou o "enviar" e virou outra garrafa na boca.
Haviam se passado quinze minutos e Quinn já havia terminado quatro garrafas até que Puck entra no quarto.
Quinn:
Ele estava extremamente lindo hoje, parecia um modelo, um deus grego, qualquer coisa assim. A beleza dele não poderia ser comparada à de Finn, ele era muito mais gostoso.
- Quinn... — ele disse assustado ao ver as garrafas vazias — tá tudo bem?
Ela levantou, trancou a porta e se sentou na ponta da cama, seguida por ele que fez o mesmo.
- É assim que vai ser: Eu quero me vingar do meu namorado idiota e você vai me ajudar — ela se levantou e retirou a camisa dele — e eu não vou discutir com você. É minha primeira vez, então não me faça me arrepender de ter escolhido você....
- Mass... — ele disse sem entender a confiança tamanha dela- Cala a boca. Não te chamei aqui pra conversar. E mais uma coisa: Caso isso venha a tona algum dia, a culpa vai ser sua. Você me deixou bebada, você me deu toda essa quantidade de bebiba me fazendo perder totalmente a noção das coisas, certo?
- Certo. Então quer dizer que agora você é oficialmente minha?- Vamos dizer que sim.
Puck:
Aquelas palavras me excitaram demais. Beijei-a logo depois daquilo, e fui a encostando de leve no apoio daquela cama, ridiculamente e nada apropriadamente infantil. Começei a beijar seu pescoço, e ouvir seus gemidos de prazer me animavam ainda mais. Ela obviamente não era "pega" desse jeito há um bom tempo.
Fui descendo minha boca até a ponta de sua saia, e a retirei com a boca mesmo e em seguida, já retirei logo sua calcinha. Como era a primeira vez dela e era apenas por vingança, pensei em já ir direto para o "portão da felicidade" mas aí ela disse..
- Ué, já?- O que você quer mais? — eu disse assustado
Ela se levantou e retirou sua blusa, ficando só de sutiã mostrando seus peitos bem duros e cheios. Logo depois, ela tentou tirar a minha calça mas não estava com muita sorte, então eu a ajudei um pouco.
- Quero tudo — ela disse me puxando para ela
Começei a apertar os peitos dela e dar mordidas de leve enquanto ela arfafa e gritava meu nome, gritos nem tão alto porque ela não queria que ninguém nos interrompesse.
Enquanto eu chupava seus seios que, oh céus que seios, ela arranhava minhas costas o que me dava mais e mais prazer. Nunca me senti tão perto de gozar apenas nas preliminares. Desci com a língua por todo o seu corpo e percebi que ela ainda não conhecia aquilo...
- Posso? — eu perguntei dando à entender aonde iria enfiar minha língua
Ela balançou a cabeça fazendo um "sim" enquanto se prendia na cama.
Quinn:
Meu deus. Meu deus. Eu não pudia negar o quanto era gostoso, tão gostoso, aquela sensação. Eu não entendia direito o que ele estava fazendo com a língua dentro de mim, e falando sobre isso ou apenas pensando, ainda me parece muito nojento mas como era bom! Eu soltava coisas sem sentido, xingava, e pedia por mais e ele obviamente estava gostando disso também. Fechei meus olhos e joguei a cabeça para trás para aproveitar o que eu estava sentindo....
- O que é isso..- Você vai gozar, não sabe o que é isso?- Não...- Agora vai saber — ele disse sorrindo maliciosamente e encarando meu corpo nú.
Então ele entrou em mim, dando estocadas leves e fortes, se movendo dentro de mim. Tudo que eu fazia era gemer gemer e gemer o nome dele: "Noah! Noah! Noah! Ah" e coisas do gênero, enquanto ele fazia caras e bocas que me deixavam ainda mais excitada. Então eu senti algo me preencher totalmente. Ele gozou primeiro, e eu logo em seguida.
O movimento durou por alguns minutos, eu realmente não consegui contar. Só sei que foi a melhor coisa que eu já senti em toda a minha vida. E quando ele finalmente saiu de dentro de mim, deitou do meu lado e colocou seus lindos e maravilhosos braços em volta de mim puxando o lençol que eu não sei como foi parar lá para nos cobrir já que estavamos os dois, molhados e pelados e abraçados.
- E aí? — ele perguntou ofegante
Não respondi, apenas virei de lado ficando cara-a-cara com ele e o beijando, pela primeira vez, tomando a iniciativa não por causa de álcool ou vingança. O beijando porque eu queria, porque eu amava, porque eu precisava.
- Nada mal — eu disse rindo e fechando os olhos e o abraçando.
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