P.O.V. Tessa.

Agora eu estou na prisão estadual da Virgínia. Na solitária.

Odeio ter que estar aqui e tudo por causa daquela vagabunda da Amara.

A juíza me sentenciou a cumprir 20 anos de prisão ou seja vou perder 20 anos da minha vida nesse maldito buraco.

As outras detentas acham que eu sou mimada e me apelidaram de princesinha.

–Olha a sua alteza vindo ai gente. Devemos nos curvar diante da realeza?

–Olha só, para com isso. Estamos presas nesse buraco juntas e o mínimo que podemos fazer é nos dar bem.

–Porque você foi presa?

–Por tentar matar a vagabunda que roubou meu namorado e você?

–Eu vendia drogas para sobreviver e a Kate era prostituta.

–Foi presa por ser prostituta?

–Fui.

–Acho isso uma bobagem.

–Eu também. O corpo é meu, faço o que eu quiser com ele.

–Verdade. Quanto tempo pegou?

–10 anos.

–Peguei 20 e você?

–40. Á propósito meu nome é Mara.

–Tessa.

–E qual o nome da vadia?

–Amara Celestia Emmeran Gilbert Petrova.

–Uau! Que puta nome comprido.

–Eu sei. Por isso chamo ela de vadia ladra de namorado.

–Gostei.

–E pra piorar ela é esquizofrênica.

–E o que é isso?

–Ela ouve vozes, vê pessoas que não existem.

–A mina á louca?

–É.

–E o nome do cara?

–Silas Salvatore.

–Foda. Namorou com um gringo?

–Ele é só descendente de italianos. Mas, nasceu aqui em uma cidadezinha nojenta chamada Mystic Falls.

–Parece legal.

–Não é. Tudo lá é muito parado, aquela cidade nunca muda.

Acabei fazendo amizade com as detentas e tudo deu certo, mas quando eu sair deste lugar aquela vadia vai morrer como deveria ter sido da primeira vez.