Uma prova de Amor.
8 Na cadeia.
P.O.V. Tessa.
Agora eu estou na prisão estadual da Virgínia. Na solitária.
Odeio ter que estar aqui e tudo por causa daquela vagabunda da Amara.
A juíza me sentenciou a cumprir 20 anos de prisão ou seja vou perder 20 anos da minha vida nesse maldito buraco.
As outras detentas acham que eu sou mimada e me apelidaram de princesinha.
–Olha a sua alteza vindo ai gente. Devemos nos curvar diante da realeza?
–Olha só, para com isso. Estamos presas nesse buraco juntas e o mínimo que podemos fazer é nos dar bem.
–Porque você foi presa?
–Por tentar matar a vagabunda que roubou meu namorado e você?
–Eu vendia drogas para sobreviver e a Kate era prostituta.
–Foi presa por ser prostituta?
–Fui.
–Acho isso uma bobagem.
–Eu também. O corpo é meu, faço o que eu quiser com ele.
–Verdade. Quanto tempo pegou?
–10 anos.
–Peguei 20 e você?
–40. Á propósito meu nome é Mara.
–Tessa.
–E qual o nome da vadia?
–Amara Celestia Emmeran Gilbert Petrova.
–Uau! Que puta nome comprido.
–Eu sei. Por isso chamo ela de vadia ladra de namorado.
–Gostei.
–E pra piorar ela é esquizofrênica.
–E o que é isso?
–Ela ouve vozes, vê pessoas que não existem.
–A mina á louca?
–É.
–E o nome do cara?
–Silas Salvatore.
–Foda. Namorou com um gringo?
–Ele é só descendente de italianos. Mas, nasceu aqui em uma cidadezinha nojenta chamada Mystic Falls.
–Parece legal.
–Não é. Tudo lá é muito parado, aquela cidade nunca muda.
Acabei fazendo amizade com as detentas e tudo deu certo, mas quando eu sair deste lugar aquela vadia vai morrer como deveria ter sido da primeira vez.
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