Uma prova de Amor.
10 A Esperança é a última que morre.
P.O.V. Rebekah.
Eu sempre quis ter um namorado, mas os rapazes se aproximam de mim sempre querendo alguma coisa e geralmente é dinheiro.
Estava andando na rua e sem querer trombei em alguém.
—Desculpe.
—Não, a culpa foi minha. Que tal, irmos tomar um café?
—Qual o seu nome?
—Simon Silverton.
—O rapaz que ganhou um prêmio nobel e muitos campeonatos de vídeo-game?
—Eu mesmo.
—Uau! Prazer, meu nome é....
—Não diga. Que tal eu descobrir seu nome só no final do encontro?
—Tá bem. Como quiser.
Nós fomos á uma cafeteria muito boa.
—O que vai querer senhorita?
—Chocolate quente por favor.
—E você?
—Cappuccino.
—Volto já.
—Você não bebe café?
—Não. Me deixa com raiva e eu não posso ficar com raiva.
—Porque não?
—Eu não sou como você. Eu sou diferente, praticamente uma arma de guerra.
—Como assim uma arma de guerra?
—Ai que desgraçado!
—Me desculpe.
—Não, não é de você que estou falando.
—Ah, então tá bem.
P.O.V. Simon.
Essa garota era linda e misteriosa. Adoro um mistério.
—Ora, ora, quem nós temos aqui.
—Vá embora Marcellus.
—Estamos em um local público.
—Eu sei. Mas, não era necessário você vir até a minha mesa.
—Não posso mais cumprimentar uma amiga?
—Não somos amigos! Traidor!
—Você ainda não superou isso?
—Não. Eu passei 17 anos num caixão com uma adaga enterrada no meu peito por sua causa!
Ela acaba de dizer que ficou dezessete anos num caixão?
—Ele me criou! Me ensinou tudo o que eu sei!
—E você o escolheu antes de mim!
—Klaus é mais velho e mais forte que eu.
—Eu também sou! Não se esqueça.
O casal saiu andando rumo a outra mesa.
—Imbecil!
Disse ela sentando-se cheia de raiva.
—O que foi que houve aqui?
—Eu disse que não era como você.
—E a parte do caixão?
—O meu irmão enfia uma adaga de prata com as cinzas do carvalho branco no meu peito periodicamente.
—Então você é tipo, uma vampira?
—Sou uma Original. Mas, sim sou uma vampira.
—Original?
—Meus irmãos e eu somos os primeiros vampiros do mundo. Mas, eu sou a única filha legítima da minha mãe Ester.
—E o seu nome?
—Rebekah Mikaelson.
—Ah, Mikaelson. Mikael's son.
—Isso. Na minha época de humana as pessoas não tinham sobrenome eu era Rebekah, filha de Mikael.
—Legal. Isso é mesmo incrível!
—Eu sei.
—Relaxa, não vou contar pra ninguém.
Ela riu.
—Todos sabem sobre nós. Nova Orleans inteira.
—Então tem mais como você?
—Sim. Agora somos em três.
—Agora?
—Eu tinha sete irmãos, originalmente éramos em sete. Foi a morte do meu irmão caçula que gerou tudo isso, a morte de Henrik foi o evento que marcou a criação da espécie dos vampiros. Sem a morte dele, nada disso aconteceria.
Rebekah beberricou o chocolate quente.
—Rebekah, o que está fazendo ai? Quem é esse menino?
—Elijah, esse é o Simon, Simon esse é o Elijah.
—Ahm, oi.
Eu estava muito nervoso, quer dizer ele era um vampiro.
—Eu te conheço.
—Acho que não.
—Vi você na televisão.
—É.
—O rapaz mais jovem a receber um prêmio nobel.
—É sou eu.
—Inventou um chip de computador que é implantada no cérebro das pessoas permitindo-as entrar no vídeo-game com o corpo.
—Isso. Na verdade chama software.
—Você é um gênio menino, igual aquele homem que inventou o mini computador.
—Steve Jobs? Cara, não tem nem comparação. O Jobs era... O Jobs, quer dizer ele inventou o PC!
—PC?
—Personal Computer. Notebook.
—Eu não entendo nada destas bugigangas tecnológicas.
Tive que rir daquilo.
—Desculpe. Mas, o jeito de você falar é muito engraçado.
P.O.V. Amara.
Eu amo estar com ele. Eu amo Silas como nunca pensei que pudesse amar alguém.
—Eu te amo.
—Eu te amo.
Eu olhei e a vi.
—Oi mamãe. Nós sentimos saudades também.
Silas e Elena eram os únicos que não ligavam de eu falar com as pessoas mortas.
—Como é a sua mãe Amara?
—Ah, ela é linda. Tem cabelos pretos e olhos pretos, a pele dela é bem clarinha.
—Você é linda.
—Obrigado. Nunca falaram isso pra mim antes.
Chorei porque estava muito contente em saber que ele me achava linda.
Nós começamos a nos beijar e ele colocou a mão onde não podia.
—O que você tá fazendo?
—Eu quero que seja minha por completo.
—Como assim?
—Se entregue pra mim, deixe eu ser o seu primeiro.
—O meu primeiro o que?
—O primeiro homem a tocar você intimamente, o primeiro homem a fazer amor com você.
—Não. Eu não quero.
—Eu nunca machucaria você Amara.
—Eu já disse que eu não quero!
—Tudo bem. Não vou te forçar a nada meu amor.
Me deitei sob o peito dele e ele me abraçou. Não sei como, mas sabia que enquanto eu estivesse com ele estaria segura.

Fale com o autor