Notas iniciais
Heeeey, people. Gostaria de dizer que esse capítulo teve uma ajuda muito grande de uma das melhores séries que existe na TV: Grey's Anatomy acho que todo mundo devia começar a assistir essa série, porque ela é maravilhosa. Então obrigada Grey's Anatomy eu te amo! Capítulo pequeno mas vai estar tudo explicadinho nas notas finais, LEIAM AS NOTAS FINAIS Boa Leitura!!!

Choose your last words / This is the last time / Cause you and I / We were born to die

Quando recuperei a visão, estava deitada em algo macio, eu estava sendo puxada, pessoas que eu não conhecia estavam com máscaras do meu lado, e luzes brancas e paredes brancas também, tinha alguma coisa que cobria meu nariz e minha boca, mas eu conseguia respirar normalmente, antes que eu pudesse tentar tirar uma mulher me viu, ela tirou a máscara e disse:

– Eu sou a April, (N/A Grey’s Anatomy!! *----*) tudo vai ficar bem feche os olhos e relaxe. – ela me deu um sorriso tranquilizador e botou a máscara, mas continuou me olhando, fechei os olhos e adormeci.

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Quando acordei, estava em um quarto deitado em uma cama, sentia agulhas no meu braço e um aparelho do lado, focalizei minha mãe no sofá, ela estava me olhando. Deu um sorriso e chegou perto:

– Como você está se sentindo?

– Bem, onde está o Percy?

– Você sofreu um acidente, um carro bateu de frente com você, e...

– E cadê o Percy? – Sua expressão ficou um pouco mais sombria, mas seu sorriso voltou.

– Está bem, está em casa.

– E ele não veio me visitar?

– Falei pra ele que assim que você acordasse ligaria para ele.

– Então liga.

– Ah sim, mas primeiro você está bem? Quer alguma coisa?

– Mãe, eu estou bem, liga logo pro Percy.

E nesse momento, meu pai chega.

– Annabeth, como você está?

– Estou bem. – disse e me virei para minha mãe. – Mãe liga pro Percy.

– É porque eu estou sem crédito, eu vou ligar da recepção do hospital. – Ela se levantou e trocou um olhar com meu pai, e saiu do quarto. Meu pai se aproximou e puxou uma cadeira para se sentar ao meu lado.

– Você nos deu um baita susto.

– Não foi nada muito grave né?

– Não, só alguns machucados e ossos quebrados, fizeram uma cirurgia assim que chegou para arrumar tudo.

– E como Percy estava? – ele hesitou, mas logo respondeu.

– Bem, melhor que você, os pais dele decidiram que era melhor viajarem com ele, sabe para respirar outros ares, esquecer o acidente, afinal era ele que estava dirigindo, é por isso que sua mãe estava sem crédito eles ficavam ligando um pro outro toda hora.

– Para onde ele foi? – me senti muito mal, magoada e abandonada, mas se era melhor para ele, talvez fosse melhor assim, provavelmente não ficaria muito tempo.

– Miami, seu pai tinha uma casa lá e eles foram para lá.

– Quanto tempo ficarão em Miami?

– Provavelmente três semanas, um mês. – Bufei, era muito tempo, mas não podia culpa-lo do jeito que era sua cabeça devia precisar de um tempo.

– Quando vou sair daqui?

– Acho que daqui a uma semana. – Uma semana também era muito tempo, muito tempo comendo comida de hospital, que é horrível.

– Olha só descansa, tá?

– É a única coisa que eu tenho feito desde que cheguei aqui, não obrigada. Você pegou algum livro em casa? – Ele sorriu e me entregou A Culpa é das Estrelas.

– Já li esse livro.

– Foi o primeiro que eu vi. – Suspirei e comecei a leitura, de novo.

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Já fazia três dias que eu estava ali, e já tinha terminado A Culpa é das Estrelas, e como todos os livros que eu tinha em casa eu já tinha lido, meu pai comprou Teorema Katherine para mim, já estava na metade do livro e tinha começado hoje, isso que dá quando você passa o dia todo deitada numa cama. A única coisa realmente legal era quando um médico saía correndo, ou algum residente vinha coletar sangue, ou quando os médicos viam me ver.

– Mãe, posso falar com Percy?

– Eu não sei se é uma boa ideia querida.

– Porque não?

– Está gostando do livro?

– Não mude de assunto.

Nesse momento os médicos chegam salva pelo gongo mãe.

– Temos ótimas notícias. – disse a doutora April. – você já pode ir embora amanhã Annabeth.

– Graças a Deus. –os médicos riram e eu também, minha mãe abriu um sorriso tenso. A doutora April chamou minha mãe para conversar do lado de fora, não estava muito a fim de interpretar e então retomei a leitura.

Devia ter tentado interpretar a conversa.

Notas finais
Eu quero que vocês comentem, porque eu estou com uma dúvida cruel: Se eu coloco Percy em coma ou deixo ele lá em Miami, igual foi dito na história. Por isso que o capítulo está curto. O futuro dessa fic está na mão de vocês, caros leitores. O destino de Percy que tiver mais comentários, será o destino de Percy. Sem nenhuma pressão ;) Beijos e cócegas, Sorvete de Limão. (Grey's Anatomy arrasa) PS: Se alguém quiser saber, a música citada é Born to Die - Lana Del Rey