No dia seguinte, quando saí do meu quarto, vi Kurt, Mercedes e Santana entrando no apartamento, então perguntei onde foram.

– Fomos comprar as passagens. – Kurt disse.

– Rachel, é melhor você começar a arrumar suas malas logo, porque você demora muito. – Mercedes disse.

– Espera aí! Nós vamos quando? – perguntei.

– Hoje. – Mercedes disse.

– Hoje? – gritei – Agora que vocês me falam.

– A gente decidiu de manhã, Berry. Como a senhorita ainda estava dormindo, não votou. – Santana disse.

Fui para o meu quarto e caí na cama. Eu realmente não queria voltar para Ohio, mesmo sendo a despedida do New Directions. Nova Iorque era perfeita, e minha vontade de sair de lá era mínima.

Depois Kurt avisou que o almoço estava pronto e eu fui para a mesa sem me esforçar para esconder minha desanimação. Então Kurt e Mercedes ficaram falando que seria legal voltar ainda mais que eu era a única que não ia a muito tempo para lá. Depois do almoço, comecei a ver o que eu iria levar, pois o voo sairia 6 horas.

Já era 4:30 e eu não tinha conseguido fechar todas as malas. Então Santana entrou no meu quarto e deu um escândalo quando viu minhas malas ainda abertas.

– Berry, qual é o seu problema? Você não quer ir e fica sabotando a viagem dos outros. Estamos te esperando.

– Eu não estou conseguindo fechar as malas.

– Fracote! – ela disse e foi tentar fechar as malas, mas sem sucesso – Precisa levar tanta coisa?

– Sim.

Depois de uns 20 minutos e com a ajuda do Kurt e Mercedes, conseguimos fechá-las e saímos correndo para pegar o metro. Quando chegamos no aeroporto, Puck, Artie, Blaine e Sam já estávamos na esperando na entrada. Parecíamos malucos correndo no aeroporto com o Puck empurrando o Artie, mas conseguimos pegar o avião a tempo.

A viagem foi rápida. Assim que saímos do aeroporto de Ohio, eu, Kurt e Puck dividimos um taxi, e os outros fizeram o mesmo (Puck foi para ajudar a carregar as malas e para ficar perto de mim). Logo chegamos na casa dos Hudson-Hummel. Kurt ligou para o Finn para avisar que estávamos na porta e então ele abriu a porta.

– Oi, gente. – Finn disse.