Notas iniciais
FINALMENTE... acabei o 12º ano, proximo passo, faculdade :D agora em ferias poderei postar mais rapido, pois ja nao tenho o peso da escola. espero que gostem :D

Hoje o dia começou Super mal.

Primeiro tive aquele sonho que fez com que eu perde-se a primeira aula para poder acalmar uma certa parte do meu corpo, depois na segunda aula da manha o professor Snape meteu-nos a fazer um trabalho em dupla e imaginem só com quem juntou o Draco? EXATAMENTE, com a Pansy Puta parkinson que pelo que eu vi ficou a aula toda a atirar-se a ele.

Como se não basta-se hoje vou ter treino intensivo de quadribol pois esta sexta é o jogo contra a lufa-lufa, e digamos que vencer Cedrico diggory não é uma tarefa fácil, e por ultimo mas não menos importante o Snape voltou a implicar comigo na aula dele e hoje vou passar uma bela noite ao lado dos trofeus com um pano e um polidor nas minhas mãos, que emocionante…

– Vê pelo lado positivo Harry, pelo menos não vais ser monitorizado pelo Filch, já sabes que te vai monitorizar? PARA COM ISSO RON, PARECES UM PORCO A COMER. – Gritou para o Ron.

–Mas tu gostas na mesma. – Disse o Ron com a boca cheia de frango.

–Não, o Snape só disse que logo iria ter uma surpresa nada agradável, para variar.

–Vai correr tudo bem, olha está ali o Draco, podias aproveitar e ficar um pouco com ele para acalmar…

Olho para uns metros a frente e vejo o Draco com os amigos dele, e para meu espanto, esta a comer uma cenoura…UMA CENOURA. Merlin me mate agora. Isso fez-me lembrar automaticamente do meu sonho, sinto um desconforto enorme no meio das pernas.

–O que se passa Harry? Ficaste vermelho de repente.- Diz a Hermione tocando-me na testa.- Não, não tens febre.

–Olha, o Draco vem ai… — Disse o Ron. Olhei para cima e vejo o Draco a vir na minha direção a sorrir, não sei o que deu em mim, mas quando reparei já estava a correr para longe de todos, porque fiquei assim só de o ver a comer uma cenoura? Isto é algo que não deveria ter acontecido… como vou olhar para a cara dele agora?

Quando dou por mim estou a frente da cabana do Hagrid. Bato a porta uma, duas, três vezes, mas ninguém abre, derrotado andei lentamente em direção do lago negro e sentei-me debaixo duma arvora a olhar para a água, quando olho para o relógio vejo que faltam apenas cinco minutos para a aula de transfiguração.

Bem… qual seria o problema em perder mais uma aula? Afinal era com a sonserina e não consigo olhar para o Draco agora.

Finalmente o meu corpo acalmou-se, então levantei-me e andei pelos campos de Hogwarts até chegar a hora de almoço, dirigi-me ao salão principal mas mal vi o Draco virei logo para outro lado e simplesmente fugi, fiz isso o dia inteiro, cada vez que ele tentava se aproximar de mim eu fingia que não o tinha visto e ia-me embora, e eu não entendo porque, eu queria ir até ele e explicar o que se está a passar mas as minhas pernas não deixam...

– Não podes fugir dele para sempre. – Foi a primeira coisa que a Hermione me disse depois de eu lhe contar o que se estava a passar. Ela percebeu que havia algo estranho comigo então pagou ao gémeos para entreterem o Ron para podermos falar á vontade e obrigou-me a contar. Eu tinha pensado esconder a parte do sonho mas ela disse que podia contar por mais vergonhoso que fosse.

–Eu sei, mas queres que faça o que? Mal eu o vejo as minhas pernas começam-se a mexer sozinhas.

–se quiseres que eu vá falar com ele é só…

–NÃO… não te preocupes, eu vou conseguir… só não sei e quando.

–HARRY.

–Esta bem, assim que chegar-mos ao salão principal para jantar eu vou falar com ele, e se eu tentar fugir…

–Eu azaro-te para caíres ao chão…

–Isso mesmo. Bem…vamos?

–Claro.

Ia com a Hermione a caminho do salão quando começo a sentir-me tonto. Ouvia a Hermione a chamar-me, mas a sua voz ficava cada vez mais distante até que deixei de ouvi-la.

Acordei e olhei a minha volta, estava na ala hospitalar e pelo que vejo sou o único paciente aqui. Começo a ouvir gritos.

–Draco? O que está ele a fazer aqui?- ouvi a madame Pomfrey expulsa-lo da ala hospitalar e voltar para dentro. – O que o Malfoy veio aqui fazer?

–queria ver o menino, deixei-o ficar aqui 20 minutos mas já está na hora de jantar assim que mandei-o embora.

Fiquei ali mais 20 minutos quando pensei que me livraria do castigo do Snape a madame Pomfrey mando-me embora e lá fui eu a caminho da sala dos troféus.

Entrei sala dentro, estava vazia felizmente.

–ATRAZADO.

–Draco? O que estas a fazer aqui?

–o que achas Potter? Eu sou o monitor da sonserina, vim ver se cumprias o teu castigo como deve de ser. Mas antes… vou dar-te um castigo bem pior que polir trofeus se não me disseres porque andaste a evitar-me o dia todo.

–E-Eu não te evitei.

–Não mesmo? Eu vi todos os teus movimentos de hoje Potter e sinceramente não gostei daquilo que vi, o meu namorado a fugir de mim pela escola. Explica já.

–Não há nada para explicar Malfoy.

–Agora é Malfoy? – Ui… ele estava bastante irritado.

–Tu também me chamas-te Potter. E não fugi de ti, simplesmente tive coisas que fazer, agora se não te importas irei cumprir o meu castigo porque hoje estou cansado.

–O único castigo que iras cumprir é comigo.

–O que queres dizer com isso?

–vais me contar agora porque andaste a evitar-me ou vais sofrer as consequências.

–Já disse que… — Calei-me ao vê-lo lançar um feitiço silenciador a porta. – O que vais fazer?

–Tu sabes Potter, que quando eu não consigo as coisas a bem, eu tenho-as a mal.

Dito isto senti a minha mente ser invadida, senti que lia cada parte da minha mente, todas as minhas recordações, quando chegou ao sonho, tentei por tudo tira-lo da minha mente mas não consegui. Senti-me mais leve quando ele saiu.

–Tu… -tentei dizer.

–Podias-me ter contado Harry.

–Agora já e Harry?

–sou teu namorado, devias ter confiado em mim. Harry, eu amo-te muito, nunca amei ninguém assim, imaginas como fiquei quando vi que me ignoraste o dia todo? Pensei que algo tivesse acontecido, fiquei tao assustado. – Ele abraçou-me mas eu não correspondi.

–Não tinhas o direito de entrar na minha privacidade.

–Não me devias ter escondido nada.

–Malfoy… tu não entendes? Será que não és capaz de puxar um pouco pela cabeça? Não e por seres meu namorado que tens que saber tudo sobre mim, eu também te amo mas assim não dá. Privacidade é uma coisa que deve ser respeitada, e tu não respeitaste a minha. Vamos acabar.

–Só podes estar a brincar…

–Não, não estou, simplesmente fiquei cansado das coisas que fazes. É como se para ti tudo fosse um jogo, e depois temos que estar sempre a esconder-nos de todos como se fossemos bichos. Eu não quero uma relação assim.

–EU DIZ-ME HARRY, DIZ-ME O QUE É QUE TU QUERIAS? Nos somos homens, querias andar de mãos dadas e aos beijos por toda a escola e depois toda a gente andar a apontar-nos o dedo, querias que o meu pai descobrisse e me deserda-se por eu ser gay e amar o meu inimigo? Tu sabias muito bem como ia ser quando começamos a namorar, mas ok, a nossa relação acabou aqui, também acho que e melhor assim, e sabes… e normal que eu tenha ciúmes pois tu tens tantas raparigas ao teu redor, e eu sei que neste momento tu gostas de mim mas também sei que os sentimentos mudam e que podes muito bem apaixonar-te por qualquer uma delas que apareça na tua vida, afinal… antes de eu te “violei” nunca pensar em ter uma relação com um homem.

E saiu sem dizer mais nada da sala, eu fiquei la a olhar para a porta como se ela fosse um bote salva-vidas, como se eu fosse ver o Draco voltar a entrar por ela e me pedir desculpa, eu nem sei porque fiz isto, acho que quando ele entrou na minha mente eu me senti sufocado e queria acabar com este sentimento mas… porque ele ficou bem mais forte?

Corri para o salão comunal da Grifinoria e tranquei-me no meu quarto, fechei as cortinas do dossel e chorei, há tanto tempo que não chorava assim, fiquei arrependido do que fiz.

Acordei com o Ron e a Hermione a abanarem-me com força, depois da Hermione quase ter lançado um Imperius em mim eu vesti-me e desci para o pequeno almoço, ao entrar no salão principal procuro por ele na mesa da sonserina mas não o encontro, o meu estomago embrulha só de pensar onde ele estará, se estará tao mal quanto eu. Vou para a mesa da grifinoria e a comando da Hermione e do Ron enchi o meu prato de comida. E felizmente eu tenho amigos fantásticos, o Fred e o George fizeram de tudo para conseguir que eu sorrir. Quando olho para a entrada do salão congelo e o meu sorriso morre, Draco entrara com uma cara bem pior que a minha, o seu cabelo sempre arrumado hoje estava completamente bagunçado e os seus olhos estavam completamente inchados, ele era quase empurrado para dentro do salão pelo seu melhor amigo Blás zabini, ele e a puta Pansy são os únicos da sonserina que sabem da nossa relação acho, ou melhor, da nossa Ex relação. Comi o mais depressa possível e levantei-me da mesa. Acho que neste momento é melhor assim…

DRACO A NARRAR

Já se passou uma semana desde que o santo Potter acabou comigo. Para ser sincero mal sai por aquela porta quis logo voltar para trás e dizer que tudo não tinha passado de um erro, que iriamos tentar e que não me importava realmente de mostrar para todos quem eu realmente amo, mas o meu orgulho sonserino não me deixou, e para além do orgulho há outra coisa, bem mais forte. Naquela noite eu não dormi nem um minuto sequer, só chorei a noite toda, o Blás e a única pessoa em que posso confiar, que posso desabafar e saber que ele ira fazer tudo para me ajudar. Foi ele que me obrigou a ir tomar o pequeno-almoço no dia seguinte e que me ajudou a superar… ou quase.

Cada vez que passo por ele nos corredores e como se o meu coração quisesse correr para ele e beija-lo a frente de todos, mas depois a minha cabeça manda-me parar, porque a nossa relação já acabou.

Hoje estava muito bem com o Blás junto ao lago negro quando vejo a pobretona weasley com o MEU Potter. AI, É HOJE QUE EU ACABO COM A ÚNICA FEMEA DOS FILHOS WEASLEY. Vejo ela sussurrar algo no ouvido do Harry e vir em nossa direção, o Harry, não Potter…POTTER, olhou para ca e baixou os olhos. A pobretona chegou-se ao pé de nos, mas em vez de me dizer algo sobre o moreno simplesmente beijou o Blás…CALMA, COMO ASSIM BEIJOU O BLAS?

–as 7h na biblioteca. Temos que falar DAQUELE assunto.

–Ok minha ruivinha, não te preocupes, hoje não me atraso.

–Espero bem que não… se não hoje haverá detenção. – Mordeu a orelha do Blás e saiu voltando para junto do Potter.

–Podes explicar-me o que raio aconteceu aqui? – Disse pasmo, mas aliviado.

–Bem… andavas tao mal por causa do Potter que nem tive coragem de te dizer que comecei a namorar com a…

–A pobretona?

–Não a chames assim.

–E verdade. Ela e nossa inimiga.

–O Potter também é…

–Tens razão desculpa. Mas isso é mesmo serio? Ou só queres…

–100% Serio.

–Muito bem… e qual é AQUELE assunto que vais falar com a tua… como é que disseste? Há pois “Ruivinha”.

–Assuntos de namorados, nada que te devas meter. Olha, hoje haverá uma festa na sala precisa, vamos?

–Não estou de humor para festas…

–Nem penses… eu vou, assim que tu também vens.

Vi logo que não tinha escapatória.

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A festa durou até as 3h da manha, já ia a caminho do meu dormitório um pouco bêbado quando o Blás me empurra para o quarto sozinho. Disse que tinha coisas combinadas com a ruiva depois da festa. Dirigi-me para a minha cama lentamente.

–um pouco bêbado? Eu acho que estou MUITO bêbado. – A minha mente não para de me pregar partidas, se não, porque eu estaria a ter uma alucinação do Potter deitado nu na minha cama meio sonolento. – Bem… é só minha imaginação certo? Já que não posso ter o real…

Deitei-me sobre o Harry da minha fantasia e beijei-o ferozmente.

–Como tinha saudades disto. – Disse. Percorri as minhas mãos por toda a extensão da sua pele ouvindo-o gemer com as caricias, realmente… o que a mente humana consegue criar. Senti-me ficar duro, e quando ia levar a minha mão para me aliviar vi que uma mão chegou lá primeiro que a minha, olhei para cima mas Harry tinha me beijado, mas não era um beijo rápido, era um beijo lento e cheio de paixão.

–Que tal fazer-mos as coisas como deve de ser?

–Isto… Isto é real?

–Claro… estavas mesmo a achar que era efeito de álcool? – Ele meteu-se por cima de mim e levou os dedos a minha entrada.

–Nem penses… Hoje és tu o passivo.

–Não. É o teu castigo por bisbilhotares a minha privacidade. – Ele penetrou com um dedo fazendo-me arfar de prazer e de dor. Ainda não me acostumei com a sensação de ser o passivo. Logo meteu outro e para aliviar a dor arranhei profundamente as suas costas. Logo senti ele tirar os dedos, senti um vazio dentro de mim, mas logo foi preenchido por algo bem maior e mais grosso que os dedos, algo que me inundou de prazer. É… eu realmente amo o santo Potter. Ele fazia movimentos rápidos enquanto a sua língua passeava pelo meu peito. Simplesmente não aguentei mais e vi-me fazendo o peito dele ficar todo sujo e logo senti a essência dele dentro de mim. Ele saiu de dentro de mim e deitou-se a meu lado, os dois estávamos ofegantes e o nosso peito subia e descia sem parar.

Depois de estarmos mais calmos olhei para ele.

–é mesmo real.

–Sim é… querias que não fosse?

.Claro que não. Eu amei o que aconteceu aqui mas…

–Mas?

–Harry, tenho uma coisa para te contar.

–Força…

–A minha noiva vem estudar para Hogwarts para a próxima semana.