Uma luz na escuridão

8 Capítulo 8 ( Revisado)


Notas iniciais
Olá demorei mais cheguei de novo ;) Muito obrigada as gatissimas, Luna, Lorrani, Cisan e Beatrice pelos comentários. Cisan e Beatrice sejam bem vindas,estou muito feliz por comentarem! Aqui vai mais um Capítulo espero que gostem. OBS: POSSUI DESCRIÇÃO DE SEXO.

Pov. Tom

Não acredito que ela está viva, quando toda essa loucura começou ela fugiu, a procurei pelos arredores e não a achei, achei que ela estava morta ela é meiga e frágil demais para aquele mundo, eu a fiz assim eu a tornei assim.

Por todo esse tempo eu achei que ela estava morta, me diverti com algumas que achei por aí, mas nenhuma valia a pena ficar viva, eu as usava e as deixava para morrer, as deixava para ser devorada, adoro ver seus lindos corpos serem rasgados enquanto ouço seus gritos.

Um dia qualquer estava andando pela floresta mais uma vez, vi uma mulher negra muito bonita e eu a escolhi ela seria minha, quando a vi arrancar cabeças com a espada que trazia percebi que não seria fácil.

Resolvi segui-lá e a pegar quando estivesse distraída, a segui até uma prisão, teria que bolar um plano eu precisava entrar naquele lugar eu queria aquela mulher e uma vez lá dentro ganharia a confiança de todos assim como nos outros grupos onde passei e poderia fazer o que eu quisesse.

Então quando finalmente decidi colocar o plano em prática eu a vi, minha linda e doce Mel estava viva, estava naquela prisão, tinha algo diferente nela ela não parecia mais aquela menininha assustada a quem possui por anos, ela estava abraçada a um garoto estava rindo, fiquei a observando a mulher negra se juntou a eles, o garoto falou alguma coisa e elas riram eu as quero, quero as duas só pra mim.

O garoto saiu e para minha surpresa minha doce Mel puxou duas espadas que antes estavam em suas deliciosas coxas e começou a enfrentar a mulher da espada, em um movimento qualquer ela me viu e paralisou.

A mulher negra falava alguma coisa, mas ela não respondia, seus olhos estavam fixos em mim, a mulher falou algo e o garoto correu em direção às duas e em seguida para dentro do bloco, alguns minutos depois ele voltou acompanhado por um homem com uma besta nas mãos.

Ela falou alguma coisa e todos olharam para a cerca, aquela maldita não pode estragar meus planos, o homem a levou para dentro, outro homem e o garoto vinham em minha direção, o garoto estava com uma arma em punho aquilo o deixava incrivelmente delicioso.

— Quem é você é o que quer? — perguntou

— Quero abrigo. — respondi

— Não aceitamos pessoas. – o garoto respondeu

Meus olhos percorreram o corpo do garoto, o homem me encarou.

— Vocês vão me matar, abram. – gritro batendo na grade o homem me apontou a arma

— Saia, ou morrerá aqui mesmo, já disse que não aceitamos pessoas. — falou o homem

Alguns zumbis vieram em minha direção, corri para a floresta.

Eles vão me pagar, eu vou pega-las e Melissa vai se arrepender de estar viva.

Mais uma vez a floresta era minha moradia, não me afastei muito da prisão eu precisava ficar de olho, precisava bolar um plano para pegá-las.

[...]

Melissa estava mudada e a via dia após dia, ela estava mais forte e parecia não abaixar a cabeça para ninguém, ela estava com o desgraçado da besta quero matá-lo ele não tem o direito de tocar nela, ela é minha, os vi diversas vezes juntos.

Os vi sair em uma busca juntos, ela em sua garupa depois retornaram com dois a menos, minha doce Mel e a mulher negra estavam cobertas de sangue.

Depois disso Melissa não saiu mais, a mulher negra sempre saia, mas meu alvo principal é Melissa depois que a pegar a outra eu pego fácil, pelo que observei elas são bem próximas.

A névoa estava bem densa esta manhã e aproveitei para me aproximar um pouco mais.

Vi a mulher negra se preparando para sair, minha doce Mel falava com ela, as vi se abraçarem o homem e o garoto do outro dia foram até o portão abrindo para ela sair e depois foram para o que parecia uma horta, me preparava para sair quando ouvi um barulho alto vir de dentro da prisão, vi o homem correr para os blocos, Mel correu também, vi outros correndo para lá eles estavam com problemas, vi o garoto correr para o portão onde a mulher voltava montada em seu cavalo.

Ela desceu do cavalo alguns zumbis se aproximaram dela, ela derrubou alguns mas foi derrubada por uma, uma moça saiu para ajuda-lá, fiquei observando atentamente para quem sabe surgir alguma oportunidade e eu consiga entrar escondido.

Melissa voltou ao pátio ao lado do maldito da besta, ele a abraçava, elas correspondia e fazia carinho em seus cabelos, ela não pode fazer isso ela é minha, ela não pode me trair desse jeito, vou matar aquele desgraçado.

Vi Melissa entrar no bloco onde a mulher negra foi levada.

Alguns zumbis notaram minha presença e vieram em minha direção, dei meia volta e logo estava caminhando pela floresta novamente.



Pov. Melissa

Entrei à procura de Mich, ela estava em sua cela e Beth enfaixava seu pé.

—Você está bem? — perguntei

—Já estive melhor. — falou fazendo uma careta de dor

Suspirei, pulei sua perna e me sentei no chão ao lado de Judy, a pequena brincava com alguns copos.

Beth e Michonne conversavam coisas que eu não conseguia prestar a atenção, em minha mente só vinha o garoto Petrick com uma flecha na cabeça, quantos devem ter morrido ali dentro e não pudemos fazer nada, enquanto saia vi mães chorando suas perdas, crianças chorando procurando por seus pais.

—Liss,você está bem? — perguntou Beth

—Estou sim loirinha. — falei tentando sorrir

—Perdemos muitos não é? — me perguntou

—Não sei ao certo quantos foram. — fui sincera

— Nossa família? — perguntou

—Todos estão bem. — afirmei

Depois de um tempo Beth pegou Judy e saiu da cela, Michonne se deitou no chão e começou a fazer exercícios físicos, me levantei passando por ela, subi direto para minha cela, peguei uma muda de roupa e fui para o chuveiro.

Daryl entrou na cela enquanto eu tentava arrumar as coisas.

—Como você está? — perguntei

—Vou ficar bem e você? — retrucou

—Também vou ficar bem. — lhe sorri

—É uma gripe. — ele falou

Ergui a sobrancelha sem entender.

—Petrick ontem não estava se sentindo bem, durante a noite sufocou e morreu, se transformou e atacou aquelas pessoas. — falou

Passei a mão em seus cabelos sem saber o que dizer.

—Uma droga de uma gripe, sobrevivemos a várias coisas e agora vem uma droga de uma gripe e acaba com tudo. — falou

—Não com tudo, ainda estamos aqui. — falei

—Fomos expostos. — falei me olhando

—Vamos ficar bem. — o abracei

Ficamos ali por mais algum tempo até que ele foi tomar banho e eu fui para o refeitório ajudar Beth.

Os dias foram passando cansativo e preocupante para todos.

Várias pessoas estão doentes, Gleen e Sasha estão entre os doentes, Beth está isolada com Judy no prédio da Administração, hoje vamos sair em busca de medicamentos, Daryl não eu vá, quer que eu fique e ajude no que for preciso.

— Preciso que você fique e ajude Rick e principalmente Maggie, ela precisa de você.

— Isso é golpe baixo você sabe não é? — falei

Ele me deu um quase sorriso e me beijou os lábios.

—Promete tomar cuidado? — perguntei

—Sempre. — me garantiu.

O dia clareou e todos estavam prontos para partir, Bob, Michonne e Daryl já estavam prontos, estavam terminando de arrumar as coisas quando Tyresse se juntou a eles.

Ontem Karen e David apareceram misteriosamente queimados, Ty enlouqueceu Rick e ele tiveram uma briga, vi Daryl conversando com ele a pouco.

— Se cuida. — falei abraçando Mich

— Você também branquear, lembre-se não abaixe a guarda. — falou

— Pode deixar e traga ele de volta. — falei e ela assentiu

— Não preciso de babá sabe disso. — resmungou Daryl me abraçando.

— Eu sei, mais precisa de amigos. — falei

Ele suspirou e me abraçou mais apertado, meu coração estava prestes a despedaçar.

— Volta logo. — falei

— Assim que possível. – falou

Com o coração apertado os vi saírem, fiquei ali em pé rezando para que eles achassem os remédios e voltem logo.

Fui para as cercas matar aquelas coisas, com toda a movimentação e barulho atraímos mais deles, eles se espremem sobre as cercas e as forçam, ontem tivemos que reforçar algumas e descobrimos que alguém está os alimentando.

O primeiro dia já estava chegando ao fim, estava ajudando Maggie e Rick a reforçar a cerca, barulho de tiros no bloco onde os doentes estão isolados nos chamou a atenção.

— Vai. – falou Rick

— Não, precisamos reforçar as cercas. – Maggie fala

— Maggie vai. – Rick segurou sua mão.

— Pode ir damos conta. – falei

Maggie saiu correndo para dentro do bloco, seu marido e seu pai estavam lá, eu imagino sua preocupação, seu sofrimento.

— Eles vão voltar logo Melissa. – falou Rick

Forcei um sorriso que saiu como uma careta, que o faz rir.

Voltei ao meu trabalho, mas estava com a sensação de estar sendo observada, devo esta louca os únicos ali além de Rick e eu eram aqueles zumbis.

Terminamos de reforçar as cercas e fomos para nosso bloco, Rick foi procurar Carl que estava cuidando das outras crianças, eu fui para minha cela onde peguei uma muda de roupa e fui para o banho e depois para cama, a noite iria ser longa não vou conseguir dormir enquanto Daryl não voltar.

[...]

Pov. Daryl

Ter que sair e deixar Melissa aqui é a coisa mais difícil que eu tenho que fazer, mas não posso arriscar e velar ela conosco, ela se sai muito bem nas buscas, mas essa é uma missão suicida, não a quero lá fora.

— Então vamos ser só nós dois como nos velhos tempos. – falou Michonne

— O Bob também vai. – falei

— Precisamos de mais pessoas, quem mais não está doente? – perguntou

— Rick não está, mas ele quer ficar aqui para cuidar de Carl e da Bravinha, a Liss. – falei

— Não, a branquela fica. – falou firme

Lembrei-me de Tyresse.

— Já volto. – falei

Fui em direção ao bloco onde os doentes estão, sei onde o encontrar.

— Aqui está você, estava te procurando. – falei

— O que quer? – perguntou

— Vamos sair para buscar medicamentos, precisamos de mais uma pessoa. – falei

— Não vou sair daqui, minha irmã está lá dentro. – falou olhando para dentro

— Ela está bem, ninguém vai entrar aí sem ser visto.

— Não vou arriscar. – falou

— Ficar de guarda não vai adiantar nada se não voltarmos com os medicamentos. – falei

Ele ficou em silêncio.

— Estamos lá fora, caso mude de ideia. – falei já saindo

Minha pimentinha estava conversando com Michonne, fui para o carro para terminar de verificar as coisas para sairmos o mais rápido possível.

— Tá tudo bem? – perguntou Bom se aproximando com dois galões em mãos

— Esta sim, o Zack manteve o carro em ótimo estado. – falei

­— É o carro do Zack? – perguntou

— É, é o mais rápido que a gente tem. – falei e ele ficou olhando para o carro — Você tá legal?

— Quer mesmo que eu vá junto? – perguntou Bob se sentia culpado pela morte de Zack

— Sabe ler o que está aqui? – perguntei lhe mostrando o papel com os remédios que Hershel precisa.

— Zanamivir. – leu o que estava escrito

— Então você vai. – falei guardando o papel

Ty se aproximava.

— E ai. – falei

— Tem lugar pra mais um? – perguntou.

— Tem sim.

— Ótimo vou pegar minhas coisas. – falou se afastando

Alguns minutos depois ele voltou, me despedi da minha Pimentinha e logo estávamos na rua.

[...]

— Me passa um desses cd’s ai. – falei para Mich enquanto mexia no som

“Encontrar abrigo...”

— Isso é uma voz? – perguntou Bob e fiz sinal de silêncio para ele.

“Determinadas a sobreviver...”.

“Ficar vivos.”

Olhei para Michonne enquanto girava o botão em busca de sintonizar a rádio, me distrai por um segundo e quase foi tarde de mais, desviei de um zumbi e bati em alguns outros com muito custo consegui parar o carro mais a frente, mas eles vieram com tudo para cima de nós.

— Segura ai. – falei dando ré

— Vai pra esquerda. – flou Mich

— Estamos atolados. – reclamei

Respirei fundo temos que sair daqui

— Corre para aquele lado. – falei para Michonne apontando

— E vocês dois corram para lá, e não parem por nada. – falei para Ty e Bob

Sai do carro atirando flechas e matando o máximo que eu conseguia, Michonne ao meu lado com sua Katana cortando cabeças, nessa hora não pude parar de pensar em Melissa e estou mais do que grato ela ter ficado na prisão, vi Bob gritando para Tyresse.

Ele estava cercado então com seu martelo o grandão começou a golpear os que lhe avançavam.

— Vão. – ele gritou

Puxei Michonne e Bob entramos correndo na floresta enquanto ouvíamos Ty os chamando para cima, alguns cos seguiam fomos acabando com eles enquanto corríamos.

— Esperem. – falei quando chegamos a uma campina

Eu ouvia passos atrás da gente, dois zumbis saíram por entre a vegetação, então um deles teve a cabeça acertada e caiu, logo atrás estava Tyresse o grandão desaba sobre os joelhos exausto, o outro zumbi se virou para ir para cima dele e o acertei com uma flecha, Bob e eu corremos, pegamos Ty o ajudando a se levantar e logo estávamos correndo novamente.

Algum tempo depois encontramos um rio onde Ty logo foi se lavar, Michonne e eu estávamos traçando nosso caminho, eu só queria chegar pegar aqueles remédios e voltar logo, quero minha pimentinha de volta em meus braços, que minha família fique bem.

[...]

Finalmente chegamos à faculdade de veterinária que Hershel nos indicou, entramos rapidamente e começamos a recolher tudo o que podíamos, Ty e eu fomos procurar as outras coisas que Hershel pediu enquanto Michonne e Bob ficam pegando mais remédios, algum tempo depois nos juntamos.

— Vamos embora. – falei

Ao chegarmos perto da porta lá tinha vários zumbis, demos meia volta e começamos a procurar uma saída, chegamos a uma porta que estava trancada, alguns zumbis estavam do outro lado, arrebentei a corrente e eles começaram a sair em nossa direção, Bob atirou em um enquanto Michonne cortou a cabeça de dois ao mesmo tempo, peguei minha besta que Ty segurava e corremos para o corredor para achar uma saída.

— Não tem saída. – falou Mich tentando abrir uma porta

— Vamos fazer uma. – falei

— Abaixa. – gritou Ty e jogou um extinto no vidro da janela a quebrando.

Logo estávamos sobre um telhado estávamos indo bem até Bob de desequilibrar e ficar pendurado segurando a maldita bolsa que trazia, conseguimos puxa-lo a bolsa se abriu e lá estava uma garrafa de bebida.

— Não tem remédio nenhum na sua bolsa só isso. – falei pegando a garrafa — Devia ter te abandonado naquele dia. – falei irritado

Quando me preparei para jogar a garrafa longe.

— Não. – Bob falou colocando a mão na arma que levava

Fui para cima dele, peguei sua arma.

— Não queria machucar ninguém. – falou de cabeça baixa — Era só para quando ficasse calmo. – falou

— Deixa ele pra lá Daryl, o cara fez a escolha dele. – falou Ty

— Se você tomar um gole disso depois que entregarmos os remédios, eu vou fazer questão de acabar com você. – falei batendo a garrafa em seu peito.

Dei as costas e sai sendo seguido por Michonne e Tyresse, chegamos ao nosso carro e logo estávamos partindo de volta para casa.

Preciso chegar em casa logo, preciso senti-la em meus braços, aquele cheiro da pele dela que me deixa louco, Deus como eu preciso da Melissa.

[...]

Pov. Melissa.

O segundo dia estava chegando ao fim e com ele iniciava mais uma vez as lágrimas em meus olhos.

Estava sentada no banco do lado de fora do bloco, Rick e Carl estavam reforçando a cerca o lado contrário onde reforçamos hoje mais cedo, o tom escuro já tomava conta do céu, meu coração se aperta e mais uma vez peço a Deus para que eles voltem logo.

Ouço Rick gritar para Carl correr, me levanto a tempo de ver a cerca cair Rick ficou preso no meio dos zumbis, conseguiu derrubar dois que impediam sua passagem e correu para o filho, empunhei minhas Saís e corri em direção a eles.

— Rick, Carl. – gritei me aproximando

— Vamos precisamos ser rápidos. – Rick fala enquanto entrega a arma ao filho

Alguns zumbis se aproximam e eu os acerto com as espadas,

— Melissa às armas. – Rick fala.

Entendi que ele não queria que chegássemos perto, Carl me passou uma Ak, aprendi um pouco sobre armas.

Me posicionei ao lado dos dois e comecei a atirar, quando mais atiramos mais zumbis chegavam, continuamos ali de pé atirando naqueles malditos que tentavam a todo custo nos alcançar, minutos e muita munição depois finalmente conseguimos derrubar aqueles desgraçados.

— Vou colocar o ônibus contra a cerca. – falou Rick

— Será que vai dar certo? – Carl pergunta

— Temos que tentar. – falou Rick já indo para o ônibus

Alguns minutos se passaram e ele conseguiu colocar o ônibus onde queria, e lá estávamos os três novamente em pé olhando para aqueles mortos.

— Acabou pai. – falou Carl

Rick lhe lançou um meio sorriso, ouvimos um barulho de carro se aproximando Rick e Carl correram para o portão e eu logo atrás.

Não era o mesmo carro que eles saíram isso significa que tiveram problemas, assim que o carro para Ty desce perguntando pela irmã, Rick lhe diz alguma coisa que não ouço e ele sai correndo, meus olhos estão grudados na pessoa que está do lado do motorista, assim que ele sai eu corro para ele, me jogo contra seu corpo e ele me segura me abraçando forte.

— Senti sua falta. – falei enquanto o abraçava mais forte

— Também senti a sua. – falou

Então ele me beija, um beijo calmo cheio de amor e carinho que só Daryl Dixon podia me proporcionar.

— Vamos entrar já está tarde. – ele falou

— Vamos você tem que comer, deve estar faminto e também cansado. – falei

— Ei, eu não ganho nem um oi? – falou Mich fazendo drama

Sai dos braços de Daryl e a abracei.

— Vai lá cuidar dele, eu vou ficar bem. – falou sorrindo

Corri para os braços de Daryl e entramos.

— Você precisa comer. – falei já o guiando para o refeitório.

— Depois, — falou e me puxou para ele.

— Ei vão para o quarto. – ouvi Mich falar

Escondi meu rosto no peito de Daryl enquanto o descarado ria da minha cara.

— Vem. – falou me puxando para escada

Entramos na nossa cela, Daryl me imprensou contra a parede e atacou meus lábios pulei enlaçando as pernas em seu quadril, Daryl distribuía beijos em meu pescoço enquanto suas mãos me acariciavam.

— Daryl. – gemi seu nome

Ele se apertou mais contra meu corpo.

— Daryl, para. – falei

Ele parou imediatamente e me olhou podia ver o medo em seus olhos, sorri lhe dando um selinho.

— Preciso de um banho, estou fedendo. – falei

Enquanto ele processava a informação, desci de seu colo mesmo a contragosto queria ficar ali para sempre, mas aquele cheiro de morto estava me dando nojo.

Peguei uma peça de roupa me virei para Daryl ele me olhava com desejo que fazia meu corpo se arrepiar.

— Não quer me ajudar com o banho? – perguntei juntando toda a minha coragem.

Ele piscou algumas vezes talvez ainda processando a informação.

— Vem. – o chamei já saindo da cela

Ri quando ele correu desesperado para pegar uma muda de roupa, comecei a descer as escadas e logo ele estava ao meu lado. Seguimos para o banheiro, estava vazio, segui para o Box do fundo.

Liguei o chuveiro e comecei a tirar a minha roupa.

— Eu te ajudo. – falou Daryl segurando minha mão

Seu corpo foi colando ao meu e logo estávamos em baixo do chuveiro a água gelada não nos incomodava, suas mãos percorriam meu corpo, segurou a barra da blusa que eu estava e foi subindo pelo meu corpo, senti meus seios ficarem expostos, ele retirou minha blusa e jogou em qualquer canto, comecei a puxar sua camisa e a tirei.

Daryl descia os beijos por meu pescoço enquanto me prensava contra a parede, me deu uma leve mordida no meu pescoço me fazendo soltar um gemido.

Suas mãos desceram para meu bumbum assim ele me içou para cima, enlacei seu quadril com minhas pernas, meu sutiã foi desabotoado e logo estava fazendo companhia para a blusa em algum lugar ali no chão.

Sua boca logo estava sugando meu seio esquerdo enquanto acariciava o direito, minha mão em sua nuca o impedia de se afastar, Daryl me fazia sentir sensações jamais imagináveis.

Sua mão começou a descer pelo meu corpo chegando ao coz da minha calça, soltei minhas pernas de seu quadril, Daryl deixou de sugar meu seio e começou a distribuir beijos por meu abdômen enquanto se abaixava e levava minha calça junto.

Meu corpo tremia sobre seus lábios, minha calça foi retirada e jogada, senti sua boca tocando minha intimidade aquilo me levou a loucura e deixei um gemido sair mais uma vez de meus lábios.

— Deliciosa. – falou Daryl e voltou a explorar minha intimidade com sua língua.

— Daryl. – Gemi apertando mais sua cabeça contra minha intimidade.

O senti penetrando seus dedos em mim e começar os movimentos de vai e vem, sem retirar os dedos de dentro Daryl ficou em pé e começou a me beijar, sentir meu gosto em sua boca era maravilhoso, seus movimentos estavam mais rápidos, senti meu corpo estremecer, não demoraria muito e eu me derramaria em seus dedos.

Daryl os retirou e eu gemi frustrada, ele deu um sorriso muito do safado, rapidamente retirou a calça a chutando para o lado, desci minha mão por seu abdômen passando minhas unhas o sentindo estremecer, até chegar em seu amigão o toquei fazendo carinho, Daryl lançou a cabeça para trás deixando um rosnado escapar enquanto eu fazia movimentos de vai e vem em seu membro.

Em um movimento rápido Daryl me içou mais uma vez e eu enlacei minhas pernas em seu quadril seu membro estava ereto o senti me tocando levantei meu corpo e o abaixei em seguida o sentindo entrar, um gemido escapou por nossos lábios.

Daryl me imprensou mais uma vez na parede e começou a se mover dentro de mim, suas estocadas eram fortes e rápidas, me fazendo gemer cada vez mais e mais alto, sentia minha paredes internas se fechando em torno do membro de Daryl aquilo está o incentivando a se movimentar cada vez mais forte e mais rápido, algumas estocadas a mais e eu mordi seu ombro para abafar o grito de prazer que estava escapando por meus lábios, mais umas três ou quatro estocadas e o sentir se derramando dentro de mim.

— Te amo Daryl. – falei descansando a cabeça em seu ombro

— Te amo Melissa. – falou em meu ouvido.

Alguns minutos depois terminamos nosso banho, recolhemos nossas coisas e fomos para nossa cela, me deitei me aconchegando em seu peito enquanto ele enlaçou minha cintura e ali sentindo o calor de seu corpo mais uma vez me deixei ser levada pela escuridão.

Notas finais
E então o que acharam? Me contem ok?