Notas iniciais
Cheeeeegueeeeei o/ tudo bem com vocês?? Espero que sim!! Já disse do meu orgulho de ter vocês como leitoras?? Não? Pois eu digo agora SOU MUITO ORGULHOSA POR TER VOCÊS!!! Calma eu não bebi nem nada parecido :3 É que eu fico super feliz com os comentários que recebo! E até mesmo com os fantasminhas cara sou muito feliz kkkkkk ok vou parei ;) Iza Black, Dark Angel e Maahgv, muuuuuuuuuuuuuuuuito obrigada pelos comentários fico muito feliz *---------------* Agora vamos ao capítulo...

Pov. Melissa.

— Bom dia. — Beth fala entrando
— Bom dia. — falo lhe oferecendo uma xícara de chá

— Como está a Sra. Dixon? — pergunta me fazendo corar
— Estou bem futura Sra. Grimes — falo

Beth se engasga com o chá o que me faz rir, já faz uma semana desde que Daryl me pediu para ser sua mulher, uma semana de muitas provocações por parte das garotas o que sempre faz Daryl fugir delas até mesmo Michonne está se saindo melhor do que a encomenda .

— Parece que vai chover hoje de novo. — fala olhando para fora
— Essa chuva precisa parar, precisamos ir em busca de suprimentos, o inverno está se aproximando. — falo
— Será que ainda tem pessoas aí fora ainda? — fala
— Às vezes acho que não, a única coisa que encontramos é morte e destruição. — respiro fundo

— Às vezes me pergunto quando tudo isso vai acabar, um dia vai ter que acabar certo? — questiona
— Espero que sim. — falo

Algum tempo depois Michonne e Maggie se juntam a nós e ficamos jogando conversa fora.
As garotas estão preocupadas com Carol ela anda com umas ideias malucas, está obcecada pela comunidade e não parece satisfeita ela quer que Rick controle toda a comunidade.

[...]

— Tem certeza que quer ir? — Daryl me pergunta
— Claro, não vou deixar você ir lá fora sozinho. — falo
— Só vou dar uma volta pra testar a moto. — fala
— Vou mesmo assim. — falo firme

Subi em sua garupa e logo estamos fora de Alexandria, o ar gelado toca meu rosto conforme a moto ganha velocidade pelas ruas.
Daryl está feliz isso sem dúvida ele aperta minha minhas mãos que estão em seu abdômen.

Daryl para a moto por alguns instantes para arrumar alguma coisa desço e saco as Saís fico atenta ao nosso redor enquanto ele arruma a corrente da moto.

Um grito ecoa abafado em algum lugar ali perto, Daryl se põe em pé rapidamente já com a besta em punho.

— Veio dalí. — ele aponta a direção
— Vamos ver? — pergunto

Antes que ele se pronuncie o grito ecoa novamente então sem pensar muito ele já corre em direção ao grito e eu sigo atrás.
Daryl faz sinal para que eu fique perto, seguimos em silêncio e atentos, Daryl consegue localizar rastro são pessoas.
Mais alguns minutos vimos uma movimentação, Daryl me puxa e nos escondemos atrás de um tronco grosso.

Uma mulher estava amarrada a uma árvore, a sua volta tinha uns cinco homens eles pareciam se divertir com o que faziam com a mulher. Um deles em um golpe enfiou uma faca na barriga da mulher que a fez gritar e eles gargalhar, não satisfeito o miserável puxou a faca para baixo rasgando a barriga da mulher, um outro grito ecoou.

— O que vamos fazer com a pirralha? — um dos homens pergunta

Olho para Daryl apavorada e olho em volta.

— Vamos levar. — um fala
— Cara é uma criança você sabe o que eles vão fazer com ela. — um dos homens fala
— Não é da minha conta, levamos ou matamos aqui mesmo. — outro fala

Um dos homens caminha até um canto do que deveria ser um acampamento e puxa alguma coisa, ou alguém meus instintos me fazem ficar em posição de ataque quando percebo que se trata de uma garotinha de mais ou menos sete anos, a pequena está amarrada e amordaçada.
Olho para Daryl ele entende meu pedido Mudo, prepara a besta e dispara a primeira flecha, um dos homens cai, começo a caminhar direção aos homens e logo Daryl está ao meu lado.

— Larguem a criança. — falo

Os homens viram assustados em nossa direção, um aponta a arma e cai em seguida com uma flechada no meio da testa.

— Me dê a criança e talvez deixamos vocês viverem. — Daryl fala

Ele está totalmente errado se acha que vou deixar eles saírem vivos daqui, encaro os homens atentamente e os desgraçados tem o W na testa.

— Somos três contra dois. — o homem que segurava a criança fala

— Errado. — falo e mais um cai

— Agora somos dois contra dois. — falo dando mais passo.

— Mais um passo é mato a garota. — fala apertando a faca no pescoço da pequena

— Vamos ver se você é esperto, você está com uma faca, e você está com um facão. — falo apontando para o outro. – Ele tem uma besta com uma flecha que pode atravessar a cabeça de qualquer um dos dois antes que qualquer um perceba. — Falo e Daryl se aproxima

— Pra trás. — o do facão fala

Desvio meus olhos para Daryl por um segundo e ele assente minimamente, quando volto minha atenção aos dois a minha frente ele nos olhavam apavorados, em um movimento rápido atiro uma das Saís que é cravada perfeitamente no peito do que estava com facão, ao mesmo tempo em que uma flecha atravessava a cabeça do que segurava a garota.

Corro até a pequena que me olha assustada e chora.

— Calma querida não vou te machucar. — falo tirando a mordaça da sua boca, tiro uma faca da bota e corto a fita que prendia seus pulsos.

Ao se ver livre a pequena pula em meu pescoço me abraçando, fico sem reação depois de me recuperar do susto a abraço, seu corpinho treme contra o meu.
Busco Daryl com o olhar e ele cravava sua fala de caça na cabeça da mulher que estava amarrada na árvore, em seguida vem em minha direção.

— Vamos sair daqui. — ele fala

Concordo quando tento me levantar a pequena me aperta mais forte, sem alternativa a ergo no colo, ela não é tão pesada.
Vejo Daryl vasculhar uma barraca que estava mais escondida ali tinha mais dois corpos um homem e um garoto que aparentava ter a idade do Carl, senti minhas pernas fraquejar, Daryl pegou algumas coisas jogando dentro de uma mochila e jogando sobre o ombro.

— Vamos. — ele fala passando por mim novamente.

Ele pega minha Saí e ao perceber que eu não conseguiria pegar devido está envolvendo a pequena ele caminha em minha direção e a prende no suporte em minhas costas lhe entrego a outra e ele faz o mesmo processo, então saímos deixando aquele acampamento do horror para trás.

Pov. Daryl.

Aqueles desgraçados não iriam sair dali vivos lhes dei essa opção apenas para que largassem a garota.

— Vamos ver se você é esperto, você está com uma faca, você está com um facão. — Melissa fala. — Ele tem uma besta com um flecha que pode atravessar a cabeça de qualquer um dos dois antes que qualquer um perceba. — Completa e eu me aproximo sei que é hora de agir.

Melissa me olha afirmo rapidamente e quando ela vira para frente uma de suas Saís vai direto no peito do que estava com facão, disparo minha flecha e logo o que estava com a garota cai.

Melissa corre até a menina e eu começo a recolher minhas flechas, um grunhido me chama a atenção, a mulher que estava amarrada a árvore estava voltando, pego minha faca e cravo em sua testa, vejo Melissa me olhar enquanto a criança está pendurada em sem pescoço sem sinal de que irá soltar algum dia.
Olho uma barraca que estava maia escondida e lá tem mais dois corpos um homem e um garoto.
Pego algumas coisas que podem ser úteis e coloco tudo dentro de uma mochila, jogo sobre o ombro.

— Vamos. — falo para Mel que afirma

Pego sua Saí e me viro para lhe entregar, ela está com a garotinha no colo caminho até ela é coloco suas Saís no suporte em suas costas, vejo a garotinha esconder o rosto nos cabelos de Melissa.
Vou na frente a guiando de volta até a moto, no caminho alguns mortos aparecem eu os derrubo rapidamente, Melissa apressa os passos quando estamos próximos a moto.

— Daryl, atrás se você. — ela me alerta

Quando viro um zumbi se precipita e se joga em cima se mim, o empurro para longe, quando ele vem em minha direção de novo acerto sua cabeça oca com minha faca se caça.

Sigo para a moto, Melissa tenta colocar a garota no chão mais a mesma se recusa a solta-la, sem alternativa Melissa se senta com ela no meio de nos dois, a mochila coloco na frente do meu corpo e logo estamos voltando para Alexandria.

Uma chuva fina começa a cair, acelero mais a moto, as imagens do que aqueles animais fizeram com a mulher tomam conta da minha mente, e só de pensar que eles fariam o mesmo ou pior com a pequena me faz ter vontade de ressuscitá-los para poder lhes matar da forma mais dolorosa possível.

Respiro aliviado ao ver os portões de Alexandria, o portão é aberto entro rapidamente, Rick e Michonne vem em nossa direção.

— O que aconteceu? — Mich pergunta olhando assustada para a garota pendurada no pescoço de Melissa

Desço da moto e ajudo Melissa que me olha com o rosto banhado em lágrimas, puxo ela para um abraço e beijo sua testa.

— Vai ficar tudo bem. — digo a ela

Melissa segue para dentro de casa com Michonne ao seu encalço e logo ouço Beth sendo chamada.

Rick me olha atento querendo saber o que aconteceu, respiro fundo e começo a lhe contar.
Enquanto conversamos Deann se aproxima fica extremamente horrorizada com o que ouve. Rick fala que precisamos tomar precauções, pois estavam próximos a comunidade, quando a chuva começa a cair mais forte sigo para minha casa sendo acompanhado por Rick.

Estão todas na sala, a garota estava sentada no colo de Melissa e se agarrava a ela como se ela fosse sua salvação, Beth com todo o cuidado examinava a garota, e quando se deu por satisfeita.

— Aparentemente ela não está machucada, mais poderá ver melhor ao dar um banho nela, ela precisa comer também. — fala acariciando os cabelos da garotinha

Melissa concorda, então Mich, Beth e Rick deixam a casa nós deixando sozinhos com aquela garotinha.

— Vou dar banho nela, você pode esquentar alguma coisa para ela comer? — Melissa me pergunta
— Claro. — é o que consigo falar

Posso ver em seus olhos que ela está tão ou mais perdida do que eu.

[...]

Entro no quarto e a garota está deitada em nossa cama, Melissa me olha sem saber o que fazer depois do banho a garota comeu alguns pratos de sopa, sempre com os olhos grudados em Melissa, depois que terminou de comer foi direto para o colo de Melissa e ali ficou até dormi.

— O que fazemos? — ela me pergunta
— Deixa ela aí. — falo dando de ombro
— Olha ela pra mim enquanto tomo um banho. — ela pede já seguindo para o banheiro

Me sento na poltrona perto da janela e fico olhando aquela pequena garotinha que dormia.

Alguns minutos depois Mel entra no quarto já olhando para a garota.
Com cuidado ela coloca a garotinha do lado da parede,e sorri então me chama para cama.
Sigo de bom grado, aquelas últimas horas do dia fora quase intermináveis me sinto como se o mundo tivesse desabado sobre minha cabeça mais uma vez.

— Boa noite amor. — ela fala me dando um selinho e se aconchegando em meu peito.

— Boa noite princesa. — falo acariciando seu cabelo

Olho para o lado a garotinha dorme agarrada ao cobertor, puxo o nosso para aquecer minha Pimentinha e me permito ser levado pela escuridão.

Notas finais
Surpresa o/ :3 e então o que acharam? Comentem quero muito saber o que acharam ok?? Esqueci de dizer antes, o tempo e os acontecimentos da Fic serão diferentes ok? É isso ai... Beijos até o próximo se Deus quiser!!!