Notas iniciais
Ooooiiiiiiiii cheguei o/ Ane Salvatore, Iza Black e Maahgv muitíssimo obrigada pelos comentários. Vamos a mais um capítulo??

Pov. Daryl.

O plano era simples apenas desviar os zumbis da comunidade, nos reunimos na pedreira apenas mais uma vez para um ensaio geral de como faríamos no dia seguinte.
Mas os zumbis nos sentiram e se agitaram então o que era para ser apenas um ensaio se tornou a prática.

Estava na moto enquanto Abraham e Tommy seguiam no carro me dando cobertura e ajudando a afastar eles de Alexandria.
Depois da invasão dos zumbis reforçamos os muros e construímos mais alguns expandindo mais um pouco a comunidade.
Nossa parte do plano estava funcionando perfeitamente bem, espero que os outros dois estejam indo bem, quero que essa loucura acabe logo quero voltar para Melissa e Lana, a baixinha não cabe em si de tanta felicidade, toda Alexandria agora sabe que ela tem uma mamãe e um papai, ela fez questão de nos apresentar para a tal Molly foi engraçado a cena.

Rick informa pelo rádio que está seguindo para a comunidade que alguma coisa atraiu a atenção de alguns zumbis, e que para seguirmos com o plano.
Meu coração acelera ao imaginar Lana e Melissa sem mim em Alexandria, sei que Melissa é uma guerreira e não deixará nada acontecer com a pequena mas tenho medo que faça alguma imprudência na ânsia de proteger a baixinha e os outros, ainda não me recuperei do susto que me deu.

Olho pelo retrovisor vejo que a horda está distante, reduzo a velocidade Abraham faz o mesmo.

— Eles estão muito de vagar. — fala impaciente

Apenas concordo os zumbis se aproximam e eu volto a aumentar a velocidade.
Mais alguns quilômetros e chegamos ao final do nosso percurso sem grandes problemas, Tommy precisou sair só carro apenas uma vez para atrair alguns que estavam saindo da estrada.

— Vamos para casa. — falo

Os dois assentem, acelero a moto quando alcançamos a estrada que nos levaria para Alexandria tiros são disparados em nossa direção, sinto meu braço queimar a moto derrapa e eu vou ao chão, rapidamente me levanto pego a moto e saiu dali em alta velocidade, vejo pelo retrovisor o carro de Abraham e Tommy seguir por outro caminho, praguejo mas não posso voltar dois carros me perseguem, eles atiram mais algumas vezes, entro em um espaço com alguns contêiners e carros, consigo despistar eles e então estou na floresta, a moto derrapa mais uma vez e estou no chão, aproveito para pegar um pouco de ar, meu braço arde mais um pouco, me levanto e tiro a jaqueta que vestia o sangue escorre pelo braço, ouço vozes me escondo entre as árvores e observo.
Um rapaz aparece correndo segurando as mãos de duas garotas.

— Pra onde vamos? — ouço uma perguntar
— Temos que continuar se eles nos alcançar vão nos levar de volta. — o rapaz fala

Tarde de mais ouço grunhidos atrás de mim, me viro e dois zumbis avançam em minha direção, derrubo um com uma flecha e o outro tem que derrubar com a faca de caça.

Volto a procurar o rapaz e as garotas eles me olham assustados, o rapaz me aponta uma arma uma das garotas está abraçada a outra menor.

— Ei calma, abaixa a arma não vou machucar vocês. — falo

O rapaz me olha então olha para as duas garotas.
Mais vozes se aproximam o garoto titubeia com a arma em um rápido movimento pego sua arma, não estou a fim de levar outro tiro, as garotas se desesperam.
Os outros estão próximos eu poço ouvi, faço sinal de silêncio para eles puxo as garotas e o rapaz nos segue, corro alguns metros e nos escondemos atrás de uns arbustos.
Fico observando homens se aproximam eles estão armados, eles conversam entre si olham em volta, faço silêncio para os jovens que assentem, um dos homens chama pelos outros falando que encontrou alguma coisa, soco o chão frustrado ao ouvir o barulho da minha moto, algum tempo se passa quando tenho certeza que é seguro saiu do “esconderijo”.

— Desculpe pensei que era um deles. — o rapaz fala
— Não devia sair apontando a arma assim para as pessoas garoto. — reclamo
— Eles já foram? — uma das garotas pergunta

Olho para eles mais atentamente, o rapaz deve ser mais velho que Carl poucos anos, as garotas parecem ser mais novas.

— Já foram. — falo

Começo a caminhar e os três me seguem.

— Para onde vai? — uma das garotas pergunta
— Pra estrada preciso encontrar meus amigos, nos separamos quando fomos atacados. — falo
— Podemos ir com você? — a garota menor pergunta e eu paro.

Os dois maiores ficam tensos a que perguntou me olha agoniada.

— Talvez, porque aqueles homens estavam atrás de vocês? — pergunto

— Fugimos de onde eles nos mantinham. — fala a outra garota
— Por quê? — pergunto
— Eles iriam nos matar, eles fazem isso com as pessoas, pegam tudo o que elas têm e as matam. — O rapaz fala
— Ou as obrigam a trabalhar para eles. — a garota de antes fala
— Trabalhar para eles? — pergunto sem entender
— Sim, eles deixam as pessoas vivas e em troca elas têm que trabalhar para eles, tipo procurar suprimentos entre outras coisas. — o rapaz explica

— Quantos anos vocês têm? — pergunto

— A Samantha tem treze, Kiara e eu temos dezesseis. — fala o rapaz.

— São parentes? — pergunto notando a semelhança

— Luke é meu irmão gêmeo e Samantha é nossa prima. — a garota fala

— Aqui garoto tome cuidado com isso. — falo devolvendo a arma

Olho pro céu logo vai anoitecer preciso encontrar Abe e Tommy e voltar para Alexandria.

— Vamos. — falo voltando a caminhar

— Tem um caminhão. — a garota fala
— Onde? — pergunto
— Acho que por ali. — aponta em direção a árvores queimadas.
— É verdade, eles vivem se gabando de terem posto fogo na floresta e acabado com os mordedores, os ouvi falando que tem um caminhão de combustível escondido por lá. — o garoto fala

— Então vamos procurar, e acho que para o bem de vocês não estejam mentindo e que não seja nenhuma armadilha. — falo

Eles arregalam os olhos e negam com a cabeça.

[...]

Encontrar o caminhão não foi tão difícil agora seguimos pela estrada, vejo o carro que Abe e Tommy estavam, paro o caminhão o garoto me olha.

— É dos seus amigos? — pergunta
— Sim, fiquem aqui. — falo já descendo do caminhão

Observo o lugar aparentemente aqui existiam alguns estabelecimentos como escritórios, agência entre outras coisas, corpos de zumbis tomavam conta do local foram abatidos recentemente, o nome Dixon escrito em uma das portas me chama a atenção, me aproximo atentamente então a porta se abre revelando um Abraham com um charuto na boca e um uniforme.

— Você está ridículo. — falo

Ele dá risada.

— E você está horrível. — fala

Tommy aparece Abraham pega alguma coisa é os dois saem, carregam uma caixa grande.

— Encontramos armas. — Abe fala
— Ótimo, e eu encontrei três jovens. — falo
— Pensando em aumentar a família Dixon? — Tommy pergunta

Dou de ombro nos aproximamos do caminhão.

— Ainda bem que é cabine dupla. — Abe fala e da risada.

Os garotos vão para a parte de trás da cabine e logo estamos seguindo para Alexandria.

— Que porra é essa? — Abe fala
— Eles são daquele grupo. — Josh fala
— Que grupo? — Tommy pergunta
— Longa história, mas fiquem alerta. — falo

Um grupo de motoqueiros bloqueiam a estrada, Abraham para o caminhão.

— Vocês ficam. — falo para os jovens

— Muito bem, estão indo bem de cara. — um dos babacas falam

O cara começa com uma ladainha que tudo agora pertence a eles e que vão levar tudo, manda um dos homens me levar para o fundo do caminhão para revistar.
O cara me dá um pouco de trabalho mas consigo mata-lo, o desgraçado ainda conseguiu me furar. Ouço Tommy e Abraham sendo ameaçado pelo babaca, pego o lança mísseis que Abe encontrou e me preparo, ouço o babaca falar que vai matar os dois então disparo e tudo vai pelos ares.

— Bando de bunda mole. — resmungo

— Cara ele te cortou. — Tommy fala

Dou de ombro a única coisa que quero agora é voltar para minha mulher e minha filha.
Voltamos para o caminhão e seguimos para Alexandria, um dia e uma noite longe, Melissa vai arrancar minha cabeça.

[...]

Já é noite quando chegamos a Alexandria, meu coração dispara mortos tomam conta da comunidade, uma parte do muro cedeu, ao descer do caminhão ouvimos os gritos de Maggie, Abe e Tommy sobem no muro os vejo atirando, Abe fala alguma coisa e volta a atirar, minutos depois Glenn, Maggie e Enid estão ao nosso lado.

— O que aconteceu aqui?- pergunto a Glenn

— Não sei, voltei hoje e já estava assim. — ele fala

Percebo por sua expressão que ele passou por muita coisa.

— O que vamos fazer? — Enid pergunta

Todos ficamos em silêncio então me lembro do que Luke e as garotas me falaram enquanto procurávamos o caminhão.

— Tive uma ideia. — falo e começo a contar a ideia para os outros e logo começamos a por em prática.

Os zumbis andavam pelo fogo era uma imagem assustadora, entramos em Alexandria todos os moradores lutavam.
Meu coração acelera quando vejo Melissa matando aquelas coisas ao lado de Michonne e Beth.

— Samantha e Kiara fiquem no caminhão. — Luke fala e então o garoto está ao nosso lado.

Enid lhe entrega um facão.

— Sei usar. — ele responde minha pergunta silenciosa.

Então nos juntamos ao nosso pessoal e começamos derrubar todos os zumbis.
Minha mulher está impressionante no modo de matar que eu tanto conheço, ela tem sangue por todo o corpo assim como Mich, me aproximo dela enquanto derrubo alguns zumbis, ela me olha e posso ver o alívio em seu rosto.

[...]

O dia amanhece e todos estamos com em frente à enfermaria, Denise dar pontos nas minhas costas.
Carl foi ferido Spencer atirava quando foi mordido e o tiro acertou Carl, Denise o salvou mas o garoto ficará sem um dos olhos, Melissa está ao meu lado.

— Cadê a Lana? — pergunto
— Está na casa do Rick, Beth a pegou na paróquia junto com a Bravinha. — fala

Agora entendo que não estava enlouquecendo o Padre Gabriel realmente estava lutando assim como os outros, Melissa vai me contando tudo o que aconteceu e cada vez me sinto mais culpado por estar longe quando todos precisavam Denise então me libera.

— Vamos buscar a baixinha. — falo já puxando Mel para fora da enfermaria.

Pov. Mel

O pessoal saiu para um ensaio geral do que fariam para afastar os zumbis, eu queria ir, mas Daryl me proibiu e os outros traíras concordaram que eu não deveria ir.

— Mamãe eu posso ir lá fora? — Lana me pergunta

Cada vez que ela me chama de mãe é como se eu flutuasse até o céu e voltasse.

— Agora não meu amor, depois vamos está bem? — falo
— Está bem. — ela resmunga e volta a desenhar
— O que está desenhando? — pergunto
— O papai na moto. — ela me mostra toda feliz alguns rabiscos
— Nossa que lindo, isso aqui é o cabelo do papai? — pergunto
— Não mamãe essa aqui é a besta. — fala como se fosse óbvio

Sorrio enquanto lhe dou um beijo na testa.

Mais algum tempo arrumo pego a mochila que já deixamos preparada para o caso de uma emergência, pego Lana e seguimos para casa de Beth.

— Calma mulher assim você vai ter um ataque. — falo enquanto ela anda de um lado para o outro.
Ouvimos o assovio de Tara nos chamando, saímos e ela faz sinal de problema, vemos os sinalizadores no ar, algo deu errado ele tiveram que por o plano em prática, Carl desse junto com Emma esses passam tempo de mais juntos gosto disso.

Deixo Lana brincando com Judy na sala e vamos para fora, Maggie pede para que as pessoas que não forem fazer guarda ficarem em suas casas, ela se junta a nos e ficamos aguardando alguma mudança.

[...]

Zumbis tomam conta do nosso muro estamos todos em alerta, já
era quase noite quando Rick aparece sozinho, meu coração dispara, ele fala que os outros estão seguindo o plano, algum tempo depois Michonne volta com mais dois, fala que Gleen foi arrumar uma distração para que eles pudessem fugir pois estavam cercados, Maggie se desespera e não é para menos o coreano azarado está lá fora.
A noite chega e nada dos outros chegarem.

— A qualquer momento ele vai aparecer por aquele portão. — falo para Maggie
— Ele tem que voltar Mel. — fala chorosa
— Claro que ele vai voltar. — falo a abraçando
— Eu estou grávida. — fala

Afasto-a para lhe olhar e em seguida lhe abraço forte.

— Ebaaaaaaaaaaaa vamos ter um coreanozinho. — falo

Maggie sorri meio sem jeito então Beth se junta ao nosso abraço.
Lana e Judy dormem no andar de cima, a noite passa rápido e eu agradeço.

O dia mal clareia e uma parte do muro arrebenta e os zumbis entram nos escondemos na casa de Rick, os outros estão espalhados não consegui ver se Maggie encontrou em alguma casa espero que sim.

Algum tempo depois Rick tem a ideia brilhante de saímos da casa e irmos para o arsenal, não você não leu errada ele teve essa ideia mesmo.

— Como vamos fazer isso? — pergunto

Mas me arrependo no mesmo instante, Rick fala sobre seu plano é como funcionou em Atlanta e a minha vontade é espancar Rick até a morte.

— Rick temos duas crianças aqui. — falo imaginando minha pequena no meio daqueles mortos

— É o único jeito Melissa. — ele fala

Mais alguns minutos de discussão e ele e Mich pegam dois zumbis e os arrastam para dentro da casa então começam a por o plano em prática.

— Mamãe vamos sair lá fora? — Lana me pergunta chorosa
— Vamos sim meu amor. — falo me odiando
— Não quero, eles vão pegar a gente. — chora
— Anjinho olha pra mim, eles não vão pegar a gente eu prometo está bem? Vamos fazer o que o tio Rick mandar e vamos conseguir OK. — falo

Ela concorda ainda chorosa, quando colocamos o lançou sobre ela, ela faz uma cara de nojo, Carl está com Judy, Beth está preparada para agir caso seja necessário, todos prontos então estamos saindo da casa, Rick vai na frente seguido por Carl, depois Emma e Beth, eu sigo logo atrás com Lana, Mich e Padre Gabriel em seguida.
Lana me olha apavorada aperto sua mão e lhe peço silêncio, ela é só uma criança sei que está assustada mas não podemos arriscar.
Paramos quando Rick decide que não conseguiremos chegar até o arsenal, eu juro que vou matar o Rick se ele tiver mais alguma ideia estúpida, então o gênio decide que devemos ir até a pedreira pegar os carros que lá estão e voltarmos.

— Rick você ta louco? — para a minha surpresa Beth verbaliza meus pensamentos.

Ele a olha descrente.

— Estamos com Judy e Lana, ir até a pedreira com elas é suicídio. — fala firme

Talvez a compreensão do que ele está querendo fazer o atingi ele fica perdido em pensamentos.

— Eu fico com elas, eu poço levar elas para a igreja. — Padre Gabriel fala

Olho como se ele fosse louco, tudo bem que ele andou treinando e se mostrou bem eficiente matando os zumbis, mas aquilo é de mais.

— Eu posso e vou manter elas seguras. — fala me encarando

— Tem certeza? — Mich e eu perguntamos juntas

— Sim eu vou. — garante

— Emma vá com o Gabriel. — Beth pede

A garota afirma depois de olhar para Carl, com cuidado Carl passa Judy para os braços de Padre Gabriel.

— Meu amor, eu quero que vá com a Emma OK? — falo para Lana

Ela afirma boazinha, minha menininha é um verdadeiro anjinho.

— Você vai com a Emma e com o Padre, quero que mantenha silêncio e não solte da mão da Emma por nada nesse mundo está bem? — peço

— Está bem mamãe. — ela sussurra

Lhe dou um beijo na testa então Emma segura sua mãozinha e segue junto com Gabriel, ficamos ali olhando nossos tesouros seguindo para caminho oposto ao nosso, quando eles somem de nossas vistas voltamos a caminhar, já estávamos quase chegando no muro que cedeu quando ouvimos tiros, procuro o infeliz que teve a ideia de jerico e lá está Spencer atirando nos zumbis, um grito trava na minha garganta quando um zumbi morde seu pescoço e outro morde seu braço, um tiro é disparado e passa a poucos centímetros de mim.

— Pai. — Carl fala e olhamos para ele

Todas as minhas forças me abandonam Carl está ferido o tiro acertou seu olho, meu homenzinho vai ao chão, Rick se desespera e pega o filho no colo, agora corremos contra o tempo, Mich e eu vamos cortando cabeças e derrubando qualquer zumbi que aparece em nossa frente, toda a minha raiva se transforma em força minhas Saís vão trabalhando junto com a Katana de Michonne.
A porta da enfermaria se abre Denise, Aaron e Heath estão lá Rick entra e entramos atrás.

— Foi um tiro? — pergunta Denise
— Pistola a queima roupa. — Mich fala

Denise pede algumas coisas enquanto vai pegando outras, tudo acontece muito rápido escuto Beth e Mich chamado por Rick, olho em volta e ele não está na casa, saiu porta a fora com Mich, Beth, Aaron e Heath atrás de mim, Rick está alucinado matando os zumbis com seu machado, não perdemos tempo e começamos a derrubar aquelas coisas.
Não sei quanto tempo se passa então os moradores de Alexandria se juntam a nós e vamos derrubando mais e mais zumbis.
Ficamos encurralados próximo ao muro todos juntos, homens e mulheres com um único objetivo, sobreviver. Vamos derrubando mais e mais, quando um clarão chama a atenção dos mortos que mudam de direção.

— Não parem. — Rick grita

Então vamos avançando derrubando mais e mais e mais, meus braços doem, minha mão lateja mais nada me fará parar até derrubar um último daqueles malditos.
Então Daryl se aproxima derrubando alguns mortos meu coração salta de alegria, teremos tempo depois.

[...]

O dia amanhece estamos todos na enfermaria, Denise da alguns pontos em Daryl enquanto o atualizo sobre o que aconteceu, depois de liberado ele me arrasta para irmos pegar nossa pequena.

Entramos na casa de Rick, Beth está chorosa sentada no sofá com Judy no colo, Lana dorme ao seu lado, dou um beijo na minha loira amiga enquanto Daryl pega a pequena e seguimos para a nossa casa. O céu azul me faz fazer um pedido.
“Deus só quero um pouco de paz para aproveitar minha família é a única coisa que lhe peço”.

Com esse pedido Mudo entramos na nossa casa.

Notas finais
E então o que acharam? Me contem quero saber ;) Beijos e até o próximo!!!