Uma linda mulher
3 Você não poderia pagar…
Notas iniciais
Clara– Uáááálllllll na cobertura… – Marina agradeceu o jovem com uma pequena gorjeta abriu a porta com certa dificuldade e Clara pode ver que a cobertura daria 3 ou 4 do apartamento pequeno onde habitava junto com Sophia…
Sorriu, fascinada percorrendo o local em quanto Marina tirava seu blazer e observava algumas contas e recados em cima de sua escrivaninha…Clara se sentou no sofá cruzou ousadamente as pernas o observando, se parasse realmente para pensar porque um Moça como ela procuraria diversão fora de casa…
Marina simplesmente perfeita seu corpo era perfeito e seu rosto perfeita expressava de uma mulher com poder, dinheiro e a arrogância o suficiente para deixar uma mulher maluca em qualquer lugar… Balançou a cabeça, Que diabos pensava tanto nela nos últimos minutos, percebendo o silêncio…
A mirou novamente, e se deparou com aquela mirada quente e um sorriso sensual safado no rosto de Marina… Ela entendeu e se aproximou… Com seu andar sensual, em quanto aqueles olhos que ela jurava que podia arrancar pedaço a observavam de baixo a cima…
Mari – Querida você não tem pele para ser o que é… – passou os dedos quentes pelos ombros de Clara, descendo pelas suas costas… Sorriu mordendo os lábios novamente sentindo calor adentrar em suas entranhas.
– Querida você realmente não tem pele para isso…
– Marina então se aproximou a pegando pela cintura aproximando razoavelmente seus lábios ficassem no pescoço dela, Clara fechou os olhos mordendo os lábios, alguma coisa estava errada, ela era a profissional ali, e era ela que deveria estar ardendo em brasa por desejo e não ela..
Era a Marina que deveria estar recebendo não ela, estava se sentindo estranha, realmente estranha, uma leve tontura se apossava de sua mente ao sentir ela lhe acariciar no pescoço e segurar sua nuca de forma prazerosa e com posse, como se ela fosse dela, como se pertencesse a ela, engoliu seco abrindo os olhos, deveria parar por ai, nunca se envolver ,somente dar prazer, se lembrou das palavras de Sophia, e suas mãos começaram a responder quando tentaram abrir o primeiro botão da camisa de Marina que logo se afastou passando o dedo no canto dos lábios…
Clara o olhou engoliu a saliva e a viu caminhar até o telefone pedindo Champanhe e morangos… E assim voltando a remexer seu papéis…
Clara – Para quebrar o gelo… você poderia começar me pagando..
– Quebrar o gelo? Pensou ela, parecia até que estavam sendo queimados vivos, Marina a olhou…
Mari – Mais é claro… — pegou sua carteira dando algumas notas para Clara para então novamente se afastar deixando a sentada em silêncio…
Clara – Sabe… – se levantou meio impaciente – Poderíamos começar logo, afinal você me paga por tempo e…
Mari – Tempo é uma questão importante para você não é…
– Lançou outro olhar a Clara se aproximando como uma leoa faminta próxima a ela
– A noite inteira…– quase silabou com um sorriso sensual nos lábios.
– Eu quero que você fique a noite inteira…
– Clara arregalou os olhos respirando fundo em quanto ela com a maior calma pegava sua carteira…
Clara– Você não poderia pagar… – Disse sorriu maliciosa.
–Mari – Se atreva… – Clara estremeceu com o tom da voz dela e sem pensar direito em um valor disse…
Clara – 500 reais… – levantou as sobrancelhas esperando a resposta e tudo o que ela fez foi se aproximar dela e contornar os lábios com os dedos para depois lhe sussurrar, com a voz rouca e estremecida e cm aquele maldito sorriso de menina travessa nos lábios.
Mari – Você vale mais… Bem mais…– se afastou deixando o bolo de notas em cima do sofá assim então voltando para sua escrivaninha…
– Agora que temos tempo, e eu paguei por isso, vamos conversar…
– Clara ficou sem jeito,tirou o casaco se sentando agora do degrau da escada que dava até o piso onde estavam…
Clara – Está no México a serviço ou diversão…
Mari– Serviço,Ficarei apenas uma semana…
Clara — Entendo, deixe me adivinhar… Você é advogada?
– Marina sorriu se aproximando, escutou a campainha e pegar deixou o funcionário do hotel entrar quase derrubando a bandeja ao virar o pescoço para olhar Clara, sorriu lhe dando uma gorjeta assim voltando ao assunto em quanto a servia de champanhe…
Mari – Porque eu seria um advogada? – perguntou lhe entregando a taça.. Clara sorriu agradecendo…
Clara – porque você fala e anda como tal, seus olhos expressam poder senhorita Meirelles.....
Mari – Você nem imagina o quanto,o quanto eu tenho poder…
– Ela se arrepiou,porque pelo grau que ela a olhava, ela não se referia a poder aquisitivo, mais sim com toda certeza a um poder que só as mulheres que havia compartilhado sua cama poderiam entender…
– Não sou advogada… -sorriu se sentando – Sou empresária, compro empresas falidas para depois dividi las e vende las novamente em partes iguais…
Clara – Interessante – Disse sorriu pegando o morango da mão dela… — Você não bebe ?
Mari – Não, eu não bebo… — se sentou – Você não bebe, não é advogada, acho que meu sexto sentindo está começando a se enganar em relação à você…
Mari — Não só seu sexto sentindo Clara… Você está completamente engana em relação a mim, e também em relação de quem vai ser o profissional aqui.
– Mordeu os lábios erguendo a sobrancelha — Temos tempo, eu só quero conversar… Ainda…
Marina completou se retirando da sala, então Clara pode respirar.
– Mais que inferno, quem ela pensava que era, nesse tom arrogante e prepotente ainda mais sair daquela maneira da sala a deixando sozinha se levantou, não sabendo se estava furiosa por não fazer imediatamente o que lhe fora pago para ser feito, ou se a atração que estava sentindo por ela era tanto, que a fazia esquecer pelo qual fato estava ali: dinheiro, o dinheiro dela, estava ali para satisfazer, satisfazer ela…
Marina entrou no banheiro se se encostando à porta fechou os olhos cerrando os punhos para não socar alguma coisa, sempre teve controle por seu corpo,mais agora ela ardia com tanta violência que lhe chegava a doer entre as pernas…
Abriu os olhos cerrando a mandíbula que mulher era aquela por Deus…
Estava sempre acostumado a ter o controle da situação, dizer quando onde e o modo que seria, mais essa noite – fechou os olhos novamente mordendo os lábios.
– Essa noite deixaria que ela o controlasse, porque se o fizesse teria certeza que não a deixaria partir no dia seguinte, porque tinha a leve impressão que a desejaria pelo resto da sua vida…
Molhou a nuca e os cabelos na tentativa de segurar o calor um pouco mais, apenas um pouco mais.Voltou para sala e não encontrou Clara ouviu o barulho de água correndo no outro banheiro da suíte se aproximou abrindo a porta e Clara se virou rapidamente escondendo algo nas mãos atrás de suas costas..
Mari – O que estava fazendo?
Clara – Nada, não estou fazendo nada…
Mari – O que está escondendo ai atrás – Clara deu um passo para trás.
Clara – Nada… – Marina piscou com força„ pegou a bolsa dela de cima da pia dizendo.
Mari – Pega suas coisas o seu dinheiro e de o fora daqui, não tolero drogas no meu apartamento.
Clara – A Qual é devolve minha bolsa…e eu não uso drogas desde dos 16 anos.
– Se aproximou o bastante para que Marina pegasse sua mão a abrindo e se deparando com o rolo de fio dental…- A olhou nos olhos…
Clara – Satisfeita… Você me deu morangos e aquelas sementinhas grudam nos dentes, sou bastante higiênica ok?
– Pegou a bolsa da mão dela… Voltando ao espelho… Quando se preparava para voltar a fazer o que fazia olhou pelo espelho perguntando – Vai ficar parada aí me olhando?
Mari — Não, é que apenas não costumo me enganar com as pessoas…
Clara – Sei…– voltou a prestar atenção no seu fio dental em quanto ela sorriu e fechou a porta…
Clara estava deitada no chão de barriga para baixo com as pernas para o ar, os pés já descalços, seguia bebendo champanhe gargalhando com um seriado engraçado em preto e branco na televisão Marina a olhou sentando se no sofá, e lá permaneceu quase que deitada vendo o modo como ela sorria feita uma garota, do colegial, sua gargalhada era extravagante, porém deliciosa e engraçada, o modo como balançava os pequenos pés no ar chegavam a lhe causar arrepios, parecia uma mulher inocente pronta para ser devorada…
A mirada pesada sobre ela lhe fez desviar o olhou para Marina, com um sorriso ainda nos lábios, bebeu outro gole de champanhe, mirou a tv mais desistindo o mirou novamente, e percebeu que finalmente chegara a hora, com um olhar e sorriso sensual se levantou..
Engatinhando a ela como uma gata se pós no meio de suas pernas… Marina ficou parada…
Passiva esperando que ela fizesse o que bem entendesse com seu corpo. Clara subiu suas mãos desde a barriga dela até seu torso assim então abrindo a camisa e tirando a jogando longe, olhou a tv e sorriu novamente…
Ainda ajoelhada puxou as pernas de Marina de modo que ficasse um pouco mais deitando, assim lhe abriu a camisa deitando se parcialmente em cima dela, lhe começando a beijar o pescoço mordiscar o nódulo de sua orelha, se afastou tirando o vestido curto ficando então penas com sua calcinha e sutiã da cor preta, Marina mordeu os lábios ao ver os seios perfeitos e arredondados de Clara desceu por sua barriga bem formada por seu quadril maravilhoso e pelas pernas grossas respirou fundo lembrando se – ela está no controle Marina, deixe ela ser a profissional – Clara se aproximou novamente recomeçando a lhe beijar o pescoço assim descendo para seu peito, e descendo e descendo até chegar ao abdômen dela, lhe abriu o cinto ciente da mirada em brasa que ela lhe lançava…
Não se atreveu a o olhar nos olhos, abriu o cinto passando as pontas de seu dedo propositalmente por toda parte onde podia,sorriu ao ver o estremecimento dela… Marina engoliu seco…
Aquilo era tortura, não estar no comando era tortura…Em nada a ajudou a tirar sua calça e nem sua camisa mais perdeu totalmente o controle ao sentir novamente o corpo dela sobre o seu…
Sem mais jogos a pegou pelo braço a deitando no sofá, Clara se assustou com o jeito que ela a pegou, estava tão passiva a tão pouco tempo, mais voltou a estremecer quando sentiu o corpo dela em cima do seu, céus ela estava tão excitada, fechou os olhos virando a cabeça quando aqueles lábios quentes e macios começaram a beijar seu pescoço, seu colo, sua orelha, todas as partes em quanto a mão ávida e lhe arrancavam sem cerimônia a calcinha….
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