Uma linda mulher

17 Você me deve aquele domingo


Notas iniciais
"Chegou a hora de transformar todo o medo em risco. Porque sem amor, nada vale a pena."

Clara: Não se sinta culpada Marina…O seu dinheiro me proporcinou meu primeiro terno… — sorriu irônica....

– Você participou dessa Vitória… — Disse fechou o sorriso dando mais uma vez lugar aqueles olhos tristes mais que brilhavam mais que as estrelas do céu…

Mari: Não Clara, eu não participei de nada, você fez e eu paguei só isso querida…

– Clara sentiu como se mil facas entrassem em seu interior ao ouvir o antigo “querida” e logo a seguir a porta se fechando com extrema delicadeza, era isso que iria acontecer, e Clara sabia, porque Marina jamais a veria como uma super empresária rica e bem de vida, a veria sempre como a prostituta que ela pagou 3 mil reais para habitar sua cama…

Foi até a janela colocando as mãos no bolso, não podia esfraquecer agora, não no primeiro encontro, Marina era assim, iria humilha lha de todas as formas em quanto seguissem nessa negociação, mais derrepente Clara sentiu que suas pernas não dariam conta do recado, tentou andar mais o calor da tarde a sala um tanto fechada, sua cabeça rodou, e seu corpo amoleceu e tudo assim de rápido se escureceu…

Luis: Saim de cima dela, ande, dêm espaço para que ela respire… Clara ?

– Clara mexeu a cabeça levando as mãos aos olhos, que diabos havia acontecido ?

Abriu os olhos lentamente, avistando todas as pessoas a tempos atrás na sala de reunião em cima dela, com cara de preocupação…

Franziu a testa, havia desmaido, Droga… — Oh Clara, o que houve você está bem ? — Disse Clara olhou Luis, seu presidente e fiel chefe…

Clara: Não foi nada demais.. — tentou se levantar — Foi apenas o calor e a sala fechada…

Luis: Vimos que você se demorou para sair depois que a senhorita Meirelles saiu da sala, entramos e você estava no chão pálida com um folha…

Clara: Foi apenas um colapso, nada de mais, só gostaria de me levantar e ir para casa seria muito sentida a minha falta senhor Luis…?

Luis: É claro que não seria…

As pessoas percebendo que ela estava bem, lhe desejando melhoras sairam da sala, voltando assim para seus postos, pois logo depois iriam embora, Luis a ajudou se levantar Clara arrumou as roupas jogando os cabelos para trás, saindo na sala dando privacidade a Clara, ela engoliu seco se apoiando a mesa, iria cair de novo precisava se sentar…

Mari: Não se aguenta em pé.. — Ela se virou com tanta pressa pelo susto que havia tomado, que ai sim quase desmaiou novamente, Marina estava sentada no sofá com as pernas cruzadas e com a sombrancelha erguida, praguejou respirando fundo, não teria força para confronta la novamente…

Pegou sua bolsa se sentando, não precisava de um novo confronto era só ignora la…

Quem derá, impossivél a presença Marina parecia ocupar cada centimetro daquela maldita sala…

Clara se lavantou se sentindo mais recuperada, novamente jogou os cabelos longos para trás, pegou sua bolsa caminhando até a saída…

Mari: A porta está trancada… — Avisou com tranquilidade em quanto rivisava uns documentos…

– Sente se Clara antes que desmaie novamente…

Clara Marina eu estou cansada, não estou a fim dos seus jogos, por favor abra a porta…

– Mera ilusão, Marina nem lhe deu atenção…

Mari: Sente se Clara antes que desmaie novamente…. — Ela só podia estar lhe testando os nervos…

Maldita seja praguejou novamente se sentando na cadeira, Marina havia aberto as janelas a sala parecia muito mais arejada…

– Em qual faculdade se formou ?

Clara: Na mesma que a sua… — Rebateu na mesma hora…

Mari: Durmiu com o senhor Luis para chegar até aqui Clara ?

– Ela franziu a testa, Aquela era a pior das mulheres…

E continuava a trata la como um prosituta… — Sabe, você deveria começar a se preocupar, pelo que vi seu nome tem grande valor nessa empresa, e seria inaceitavél que descubrissem seu passado…

Eles sabem sobre você querida ? — Clara não respondeu, sentiu vontade de gritar…

Clara: Que é o seu problema Marina ? Qual é o seu maldito problema ? Porque está fazendo isso, porque está me humilhando, eu não fiz nada a você, não fiz nada para prejudicar você…

– Marina se levantou, estava agindo como a pior das mulheres e sabia disso, mais não conseguia, não se controlava…

– Sobre o que quer falar ? sobre o que quer me humilhar agora ? Sob quais motivos você iria destruir tudo o que eu consegui contruir em 2 anos da minha vida…

O que você quer agora de mim ? — Marina se virou para Clara, e com a voz baixa observando os olhos perdidos de Clara que procuravam por explicações ela disse…

Mari: Você partiu naquele domingo antes que eu chegasse…

– Clara repirou fundo, jah se sentia melhor se levantou caminhando até Marina..

Clara: Não teria como nos esquecermos disso por favor, agora tenho um profissão digna Marina, exerço minha profissão com dedicação, e dignidade, não devo nada pra niguem…

Demorei muito para chegar aonde eu cheguei…

Por favor o que quer que eu tenha feito a você não me prejudique…

Por favor não me prejudique… — Marina se aproximou ainda mais…

– Esqueça de tudo aquilo, fazem anos Marina… — Clara mordeu os lábios pela cara de Marina não iria desitir iria acabar com ela novamente…

Mari: Você me deve aquele domingo, eu procurei por você quando eu cheguei…

Clara: Eu precisava ir…

Mari: Eu precisava que você ficasse….

Clara: Sobre o que estamos falando afinal, você nunca precisou de mim Marina.. Por favor esqueci…

– Marina se aproximou a pegando pelos braços com força, Clara se assutou mais não gritou não poderia alarmar as pessoas, sentiu suas costas sendo chocadas contra a parede, Marina prendou com suas mãos o pulso de Clara na parede, ficando em sua frente próximo o bastante para que seus corpos se colassem…

– Marina fechou os olhos quase deixando escapar um gemido, Clara seguia tão maravilhosa e perfeita como antes, aquele perfume, a voz, o corpo perfeitamente curvado, olhou aqueles lábios…

Olhou nos olhos de Clara que suplicavam para que Marina não a fizesse, mais era tarde franziu a testa condenando a si mesma, Clara fechou os olhos tentando se soltar mais era tarde Marina havia a beijado…

Clara tentou escapar, se contorceu a empurrando, mais Marina a pressionava fortemente contra a parede e forçava com suas mãos a nuca dela para que o beijo seguisse,se rendeu, por fim se rendeu a uma batalha que sabia que jamais venceria, um beijo afoito , descontrolado e com uma explosão de puro desejo e sensualidade, onde línguas se encontravam e se acariciavam de forma intima e devoradora…

Faltou lhe o ar… empurou o corpo de Marina com suas mãos agora livres, não mediu sua força, tanto que Marina quase caiu sentada em cima da mesa…

Respirou sem parar recuperando o ar, sentiu seus lábios queimando levou as mãos ao mesmo fechando os olhos em quanto ainda respirava sem parar, ergueu a cabeça para olhar Marina que respirava tão forte quanto Clara…

Se assutou com que viu,Marina olhava de forma tão penetrante que se sentiu despida, tirou as mãos dos lábios se aproximando, não teria controle sentiu vontade de meter a mão na cara Marina mais tudo o que sentiu foi o bloqueio das mãos de Clara contra a sua, que iria em cheio na cara Marina…

Segurou com força os pulsos Clara…

Clara pensou que choraria de raiva e foi o que fez, mordeu os lábios franzindo a testa…

Clara: Você é desprezivél Marina, você é desprezivél…

Mari: Eu sei… — Disse continuou a segurando controlando sua respiração, Marina se encotrava encostado na mesa quase sentada…

Clara: Me solta, agora Marina..- Quase gritou — Eu quero você me solte agora…

Mari: Mentirosa, você que que eu a beije até que você perca novamente os sentidos Clara porque você arde tanto quanto eu quando nos aproximamos…

Clara: Eu não estou ardendo…

Mari: Mentirosa… — Disse quase gritou com fúria novamente, abrindo as pernas a puxando de encontro ao seu corpo para poder beija la novamente…

A luta foi em vão novamente Clara concluiu e soltou um gemido dentro da boca de Marina ao sentir depois de tanto tempo aquelas mãos percorrerem a lateral de seu corpo de cima a baixo…

Marina franziu a testa temendo seu próprio desejo…Não iria se controlar, não podia se controlar…

A apertou contra si parando de beija la, para então tomar seu pescoço, distribuindo mordidas e mais beijos molhados por lá, Clara segurou forte o blazer dela…- Grite por socorro sua fraca, grite para que Marina pare...

Clara pode pensar em quanto aquelas mãos tiravam seu blazer o deixando cair no chão…

E sem seu consetimento, suas mão tiraram o blazer de Marina, então recomeçaram a lhe beijar os lábios, em quanto sentia as mãos de Marina mergulhando em seu cabelo e o corpo dela procurando pelo de Clara…

Derrepente Clara se deu conta do que estavam fazendo, Marina queria sexo…

Se Afastou quase que com nojo, se encostou na parede, as mãos de Marina haviam ficado estendidas na esperança de conseguir agarra la novamente…

Ela pegou o blazer do chão com pressa sob o olhar de desgosto de Marina, se aproximou enfiando quase o dedo na cara de Marina…

Clara: Porque eu nunca mais, eu nunca mais vou dormir com você Marina, eu não sou a sua prostituta, e também não tolerarei que me trate como tal …

– E agora sim para surpresa de Marina lhe deu um tapa na cara…Muito bem dado e com bastante força…

– Marina virou o rosto com impacto levando as mãos ao mesmo, precebeu o ódio Clara, a decepção no olhar dela…

Clara pegou sua bolsa e quase correndo foi até a porta tentou abir la mais se lembrou que estava trancada..

Clara: Abra agora essa porta Marina… abra agora mesmo..

– A voz dela era tão firme que Marina se levantou abrindo a porta, Clara se arrumou saindo da sala, ninguem a viu…

O escritório estava quase vaziu em plena segunda feira, aquela reunião seria a mais importante por aquele motivo os funcionários haviam sido dispensados, viu a porta do elevador se fechando e Clara levando uma das mãos aos olhos…

Bateu a porta da sala com força… Havia se descontrolado, e perdido a noção do que é humilhar uma pessoa…

Se surpreendeu quando Flavia entrou na sala, com uma cara séria procurando por Marina…

Flavinha: Marina.. — Se aproximou da irmã, Flavia seguia linda mais a diferença agora era que seus cabelos eram curtos na altura do queixo — O que está acontecendo ?

– Marina não disse nada, durante longos minutos apenas ficou obsevando a sala…

Flavinha: Clara é uma grande mulher Marina, e você deve se esquecer de tudo o que passou, foram apenas alguns dias, e fazem tantos anos…

– Se sentou ao lado de Marina — Marina se levantou pegando sua pasta sem dizer nenhum palavra, ergueu o queixo e tudo pareceu a voltar ao seu devido lugar, não queria aquela mulher, não precisava dela…

Depois de um semana corrida e sem mais nenhum confroto ou qualquer espécie de iintriga, conforme o contrato dizia, nos 3 primeiros meses de adapção as empresas deveriam trabalhar juntas, assim as empresas Meirelles permaneceriam no México durante esse tempo…

Sem trocarem palavras a não ser pofissional, Marina e Clara praticamente não se falavam, não se olhavam nem muito menos se tocavam e isso era maravilhoso pensou Clara ,ao se dar conta que seu tormento havia passado...

Mais chegou o dia que ambas as duas foram colocadas em teste, no sábado era a festa de confraternização celebrando então a união das grandes empresas, como de praxe Clara estava super elegante..

Notas finais
fiquei feliz com os comentários, obrigada gatitas! Beijos. Estou lendo essa fic Não existe distância para o amor verdadeiro.A história é ótima! É da, Julia Menezes.