Uma linda mulher
41 Preocupação
Notas iniciais
Sentou se em sua cadeira, assinou mais alguns papéis, revisou mais alguns balancetes e relatório, olhou o relógio, já eram 14:00, droga estava atrasada! – Se levantou pegou sua bolsa e seu sobretudo, se despediu de Karla, o aniversário de Marina estava chegando, e nessa correria ela nem imaginava o que iria fazer, em cinco anos de casada era sempre normal com um bolo e família cantando parabéns, jamais havia planejado alguma coisa para surpeender o aniversário da esposa, saiam para Almoçar, lhe comprava algum presente que Gabriel havia escolhido e era só ! No seu as coisas não aconteciam dessa forma, jantares magníficos, colares, diamantes anéis, O que faria dessa vez ? Apenas alguns dias, estavam na quarta é sábado já estava aí… 21 de outubro, droga precisava com urgência de idéias…Chegou ao restaurante rápido para sua surpresa, estava tão distraída, que acabou fazendo o trajeto automaticamente, sorriu a recepcionista que parecia ansiosa por Clara Meirelles estar ali, adorava aquele restaurante, delicioso confortável e nada tão sofisticado ! Entrou no restaurante, e naquele momento odiou a publicidade, gostaria de circular livre sem que nenhuma pessoa a reconhecesse ! Procurou por Marina, e vendo uma mesa de mulheres que cochichavam e olhavam para o lado teve a certeza que ela estava ali,as fuzilou com o olhar, e as quatro solteiras sem graça e com as bochechas rosadas decidiram mudar de assunto, alienado a tudo ao seu redor, Marina havia acabado de receber uma mensagem em seu celular,o desligou batendo os dedos na mesa, Clara estava atrasada, e ela sabia que.
Clara: Você odeia atrasos… – sorriu ao sentir o abraço dela em suas costas, e o beijo no pescoço de forma ousada, Clara se largou dela, se sentando a sua frente – Sinto muito, fiquei presa na empresa! – Marina assentiu, mais Clara a sentiu distante e preocupada, batia os dedos na mesa, e olhava nos olhos como se quisesse dizer algo… – Diga.
Mari: Dizer o que?
Clara: O que te preocupa, posso sentir Marina!
Mari: Nada me preocupa, só o fato de que estou ficando cada vez mais velha!
– Clara sorriu, e Marina fez o mesmo, pegando nas mãos da mulher por cima da mesa… – E Gabriel ?
Clara: Essa hora deve estar pegando fogo, liguei ao 12:00 e tava tão concentrado jogando vídeo game, que falou que me liga depois, acredita ? – Marina sorriu assentindo.
Mari: Está crescendo tão rápido Clara, às vezes o olho, e já estou imaginando o dia que vai pedir meu carro emprestado para levar algum garota para jantar!
Clara: Nem me lembre disso… – CClara franziu a testa – Quero só ver quem vai se atrever a sair com o meu filho… E também não quero nenhuma garota enfiada na minha casa já vou logo avisando ! – Marina gargalhou e Clara fez o mesmo – Ainda há tanto tempo até que isso aconteça ! — pediram o almoço acompanhado de duas taças de vinho branco – Gabriel está uma cópia de você ! – Sorriu ternamente — Precisa ver quando ele para e fica olhando fixamente para os meus olhos como você faz, quando percebe que algo está errado.
Mari: Ele olha como eu, mais sente como você ! – sorriu ao ver a aliança de Clara e logo em cima o anel de noivado.
Clara: O que quer de presente de aniversário, estou quebrando a cabeça mais não sei o que lhe dar ! – Sorriu afastando os braços para que a comida fosse posta frente a si, comeram e depois de mastigar Marina a olhou nos olhos dizendo.
Mari: Me dê mais um filho.
Despediram-se cada um entrando em seu carro… O dia se passou depressa, ao chegar em casa Clara deu toda atenção que podia ao filho, o beijou, mesmo cansada brincaram e conversaram, Gabriel fez questão de contar a mãe o que havia feito por todo o dia, depois de dar um bom banho cheio de farra e sorrisos em Gabriel, ambos jantaram com o interrogatório onde Marina estava por parte do filho, disse ao menino que a mãe estava trabalhando, e o mesmo pareceu se tranquilizar, terminaram de jantar em paz, e com um pouco de Tv e mais conversa, Gabriel acabou adormecendo e Clara que também já havia tomado banho relaxou no sofá, adormecendo junto com o filho.
Marina a caminho de casa recebeu a mais uma ligação no celular…Viu quem era e rapidamente atendeu.
Mari: Diga.
Sophia: Estou dentro.
Mari: Ótimo…– Desligou e estacionou o carro entrando em casa, a televisão falava sozinha e nenhum ruído a mais era ouvido, deixou a pasta no chão e tirou o blazer, sorriu ao encontrar Clara e Gabriel adormecidos no sofá… Aproximou-se sentando ao lado de ambos, encostou a cabeça fechando os olhos, tudo tinha que dar certo.
Sentiu Clara se mexer ao seu lado, se virou de lado a observando, Gabriel dormia ternamente encostado nos seios da mãe, Clara abriu os olhos mirando Marina em sua frente, sorriu, Marina fez o mesmo, Clara baixou a cabeça vendo o filho profundamente adormecido, com calma e com a ajuda de Marina se levantou, e com os pés descalços subiu as escadas colocando o mesmo em sua cama, lhe beijou as bochechas, logo em seguida Marina fez o mesmo o cobriu, deixando o quarto junto com Clara, ela observou o relógio, realmente não era tarde…Marina caminhou até o quarto, se sentou a beirada da cama tirando os sapatos e o blazer, Clara entrou no mesmo, indo até o banheiro escovou os dentes…
Clara: Boa Noite ! – se aproximou da esposa lhe dando um selinho nos lábios..
Mari: Boa noite, como foi seu dia?
Clara: Corrido, como sempre… – falava ou não sobre Luiza? – E o seu ?
Mari: A mesma coisa, mais está tudo em ordem pelo menos, Flavia ligou?
Clara: Não, não ligou…- se sentou na cama ao lado dela – Resolveu o que tinha para resolver?
Mari: Em parte sim, espero que sim ! – Se levantou caminhando até o banheiro… – Preciso de um banho urgente.
Clara: Quer que eu arrume sua janta?
Mari: Já jantei Clara, obrigada! – Passou as mãos nos cabelos, Santo Deus estava preocupada, estava realmente preocupada, Clara franziu a testa permanecendo sentada na beirada da cama, em quanto, ouvia o barulho do chuveiro, olhou para o Blazer, e para a porta do banheiro, onde ela estava ? Certo que fazia apenas 2 horas que havia saído da empresa mais de qualquer jeito… Levantou-se da cama continuando a observar o blazer, suas mãos tentadas a deslizar até o mesmo e sentir o cheiro…Ouviu a porta do banheiro se abrir, Marina a observou ali parada de frente para cama, com o dedo na boca roendo os cantinhos da unha… Aproximou-se a abraçando por trás, e Clara fechou os olhos ao sentir a pele molhada de encontro a sua, mordeu os lábios quando ela lhe beijou o pescoço, deslizando as mãos pelas suas costas até chegar na sua cintura aonde deu uma leve apertada com os dedos.
Mari: Me desculpa… – Clara abriu os olhos – Estou cansada e preocupada…. – Clara se virou esquecendo do blazer, ela estava sem nenhuma roupa, e o corpo e os cabelos molhados pelo banho…Ela assentiu lhe sorrindo tristemente… – Fui até o nosso advogado, assegurar tudo o que é nosso caso alguma coisa aconteça… – Clara baixou a cabeça, saindo dos braços de Marina sentando se novamente na cama.
Clara: As ameaças já começaram ? – Marina com sinceridade assentiu – E o que ela quer?
Mari: Sociedade, entre nossas empresas, quer que eu compre a empresa dela, a privatizando como nossa, sem pagar por nada, apenas colocando ela na nossa sociedade!
Clara: Júlia não tem empresa ! – se levantou com a testa franzida.
Mari: Não é de Júlia, que estou falando… — pegou a toalha e seu roupão no banheiro, depois de seco vestiu o mesmo – Ana… – Clara fechou os olhos se sentando da cama, levou as mãos a cabeça mordendo os lábios.
Clara: Dê a ela a sociedade.
Mari: Não aja com nervosismo… Sabe bem o que está em jogo.
Clara: Sim, tudo está em jogo, nosso filho está em jogo!
Mari: Não… – disse fortemente elevando o tom de voz – Não Clara, é isso o que ela quer…E é o preço que vai pagar por brincar com você e com o Gabriel.
Clara: Marina.
Mari: Escute… – Aproximou se a olhando nos olhos – Eu pedi para que confiasse em mim… – Clara se calou – Confia em mim Ok?
Clara: Marina, escute…Andei pensando e não seria justo.
Mari: Não seria justo que você ousasse a me dizer o que tem para dizer… – se pôs séria a observando – Não seria justo com tudo o que sinto por você e pelo nosso filho…Não seria justo que você me dissesse que não é justo que eu perca tudo pelo fato de quando nos conhecemos você era uma prostituta… Não seria justo que você dissesse para mim que depois de tudo o que passamos não vale a pena, eu lhe disse que não me importo com bilhões, mais você parece não entender Clara… – franziu a testa – Sou sua mulher, e não vou abrir mão de nada relacionado a você ou ao nosso filho compreende? Já perdemos tempo demais nesses anos Clara… – Marina se sentou na cama , tirando os cabelos da testa mordeu os lábios balançando a perna em sinal de nervosismo… – Clara se virou caminhando até a frente da mesma…Sentou-se em sua frente no chão.
Clara: Olha para mim… – Marina não a fez, continuou balançando a perna – Marina, olha para mim ! — Ela a fez franzindo a testa novamente.
Mari: Eu não acredito que você pensou em desistir… – negou com a cabeça , a olhando a fundo nos olhos — Assim de tão simples de tão fácil ! – se levantou agora ela caminhando até a janela, Clara se levantou o seguindo a abraçou por trás como ela havia feito, deslizando os mão pelo peito da mesma por dentro do roupão.
Clara: Desculpa… – deitou a cabeça nas costas da mesma – Me desculpe, estou preocupada também, temo por Gabriel e por você!
Mari: Eu teria, pago aquele dia tudo o que tenho agora Clara.
Clara: Eu sei que teria.
Mari: Só estou pedindo para não desistir!
Clara: Eu não vou desitir!
Clara sorriu levando as mãos até o rosto de Marina, se ergueu nas pontas dos pés, para lhe beijar os lábios, ela correspondeu, a pegou pela cintura a erguendo do chão, lhe beijou os lábios com mais rapidez, lhe mordiscando o mesmo mergulhando sua língua por cada canto da boca de Clara, que correspondeu na mesma intensidade, se abraçou a ela, sentindo que o roupão da mesma se abria, e só de pensar nessa idéia o corpo de Clara se arrepiou a fazendo morder os próprios lábios quando uma pausa para recuperar o fôlego foi feita, abriu os olhos, sentada no mármore de apoio, um pouco antes da janela, Marina estava no meio de suas pernas, que por sua vez uma estava, dobrada e levemente erguida e puxada por trás dos joelho pela mão direita da mesma…Seu corpo pulsou quente, e sentiu o sangue já fervendo correndo em suas veias, Marina a olhou nos olhos e sorriu, balançou a cabeça negativamente e Clara sorriu.
Clara: Não vai me deixar assim… – Marina largou a sorrir mais ainda, aproximou seus corpos colando seus sexos, Clara fechou os olhos para logo os abrir.
Mari: Na realidade estou pensando no seu caso… – Ela mordeu os lábios se levantou, a empurrou para trás, em um tranco forte, que Marina caiu sentada no sofá preto de veludo encostado na parede atrás de si, escorregou o corpo a olhando em quanto caminhava até ela tirando a camisola com rapidez, trancou a porta, soltou os cabelos e caminhou até Marina, que em um tranco ainda mais forte a puxou e pelos braços a fazendo cair sentada em seu colo, com uma perna de uma de cada lado , cara a cara consigo, sorriram, Clara se ergueu esfregando levemente seus corpos, em quanto abria o roupão de Marina, que levou as mãos até sua cintura apertando os dedos na mesma… Fechou os olhos deixando a cabeça cair para trás, em quanto ela lhe beijava o pescoço, os lábios e a orelha de forma erótica e sensual e continuava o leve esfregar de seus corpos e suas intimidades, Oh Céus era a coisa mais maravilhosa que Marina sentia, e corpo agora relaxado lhe enviando ondas de prazer por todos os lados, suas mãos subiram por toda as costas de Clara a abraçou, voltando a lhe beijar os lábios de forma mais rápida e mais selvagem, os deixando vermelhos e ardentes, ela agora tombou a cabeça para trás, sentindo as mordidas e os beijos molhados em seu pescoço, iria chorar de prazer se Marina continuasse com a provocação…Suas mãos subiram até os cabelos de Marina os puxou levemente soltando um gemido baixo quando sentiu que Marina descia os beijos cada vez mais rumo aos seus seios inchados e doloridos de prazer…Desceu as mãos pelas costas da mesma, deixando marcas vermelhas com as unhas, as desceu ainda mais até as coxas da mesma, e cravou mais uma vez as unhas naquele ponto quando sentiu os beijos molhados e provocantes em seus seios… Soltou outro gemido, mais dessa vez um pouco mais alto, Marina sorriu, voltando a lhe beijar os lábios, a puxando pela cintura contra seu corpo com cada vez mais pressão.
Clara: Está me deixando maluca…Eu preciso, preciso agora… – Marina sorriu lhe mordendo os lábios, em quanto suas mão continuavam a pressionar seus corpos.
Mari: Eu sei que precisa, mais quem disse que vou te dar? — Clara franziu a testa a olhando nos olhos, ofegando como louca, estava difícil de respirar, Ohh estava tão difícil.
Clara: Não brinca comigo… – Cravou ainda mais unhas nas coxas de Marina, subindo lentamente as mãos a fazendo arquear as costas , Clara sorriu, voltando a beijar nos lábios…
Em quanto o beijo se fazia ávido e selvagem Marina a ergueu rapidamente tirando o seu roupão, a mesma ficou por debaixo de si, Clara fechou os olhos, tentando controlar as batidas de seu coração, a camada fina se suor já brilhava em seu rosto em seu corpo, e Marina mal podia esperar para que o inevitável acontecesse…A acariciou pelos cabelos colando seios contra seios , sentindo como se o calor de uma pudesse ser transportado para a outra, Clara soltou outro gemido baixo, e Marina a seguiu, sem muita delicadeza lhe tirou a calcinha, se sentando novamente no sofá, Clara se remexeu inquieta, e Marina a levantou devagar, colou seus lábios em quanto a descia novamente unindo seus corpos uma vez mais, Clara agradeceu pela boca de Marina ter abafado seus gemidos, se não essa hora Gabriel estaria batendo na porta, Marina sorriu como se decifrasse o que Clara estava pensando.
Marina puxou Clara pela cintura com a mão direita e com a esquerda alisou levemente o sexo de Clara todo molhado.
– Minha xana, você quer?...-Todas as vezes que Clara estava excitada mudava totalmente seu modo de ser eramais safada, geralmente era uma mulher séria e envergonhada, mas depois que se assumiu apaixonada por Marina, tudo isso mudou, era só chegar perto de Marina que sua Vagina já parecia estar pegando fogo. – Me come Marina!Por favor! E Marina adorava esse lado dela.
E beijaram-se ardentemente,Clara estava muito louca de tesão e não parava de gemer, Marina, os corpos de ambas estavam eletrizantes e quentes.Clara se sentou com as pernas abertas em cima de Marina para que lhe desse prazer.
– Por favor Marina!!!Huuuuum....Por favor!!!!!
Clara já puxou Marina desesperadamente para um beijo bem sexy e demorado, suas intimidades se encostaram levando Clara a loucura.Marina chupava os seios rígidos de Clara que por sua vez não se conteve e levou a mão de Marina até sua vagina pulsante.
– Marina!Quero te sentir dentro de mim agora, não demora, por favor!!!
– Você quer assim? – Falou Marina enfiando 2 dedos no sexo da esposa e fazendo um delicioso movimento de vai e vem.
– Quero mais, quero mais!!!Vem pra dentro de mim, amor!
Marina então tratou de enfiar quatro dedos,deixando Clara mais doida ainda.
– Não para!!!!Huuuuumm...Aiiiiinnnn...Assim!!!Own!Ha...ha...ha...Mari...na!!!
Os movimentos velozes e profundos começaram a serem feitos de forma automática por ambas, amava aquela mulher, e amava fazer amor com ela, aquela intensidade e união a colocava feito louca, sentiu que Clara gritaria alto, voltou a lhe beijar os lábios, lhe puxando levemente os cabelos, voltou a sorrir.
Mari: Não tão alto, querida… – ironizou ao ver o estado em que se encontravam.
Clara: Quando eu voltar a ter forças eu…. – soltou outro gemido, não completando a frase o que a fez rir de novo… – E vou matar você quando isso acabar.
Mari: Você já vai estar morta antes que isso acabe querida, acredite… – A olhou nos olhos e com mais um sorriso sedutor voltou a se movimentar, com mais velocidade e profundidade…
Clara: Marina… – elevou o tom de voz a puxando pelos cabelos, aquele universo, maluco estava preste, a explodir.
Mari: Olha para mim… – mordeu os próprios lábios, agora quem não estava aguentando era ela.
Clara: Não posso abrir os olhos… – tombou a cabeça para trás, cravando as unhas agora nos ombros dela.
Mari: Olha para mim…- Ela a fez Enquanto Marina penetrava o sexo da esposa com um delicioso vai e vem, tratava de dar chupões em seus seios e em seguida beijou-lhe a boca deliciosamente trabalhando a língua excitantemente., Elas gozaram várias vezes. — O que houve a seguir foi tão rápido que quando se deu conta, estava em queda livre, com milhares de pontos luminosos em sua volta… Marina a segurou forte pelas costas, também respirando com força, sentindo seu corpo cair em uma queda livre do céu…Os movimentos pararam completamente, Marina se deixou cair encostado no respaldo do sofá, ainda a segurando com uma mão pelas costas e outra pela cintura. Clara abriu os olhos deixando seu corpo cair por cima do de Marina encostou a cabeça molhada no vale entre seu ombro e seu pescoço, respirou fundo apoiando uma mão no ombro da esposa.
Mari: Está tudo bem ? – sorriu maliciosa a acariciando com as pontas dos dedos nas costas.
Clara: Não tenho força para falar… – sorriu voltando a fechar os olhos.
Mari: Eu avisei.
Clara: Eu também… – se levantou a olhando nos olhos – É só para falar, que eu não tenho força ! — Marina a olhou com a boca aberta, antes que ambas caíssem em uma gostosa gargalhada, recomeçando, e recomeçando tudo de novo.
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O dia havia amanhecido novamente nublado, Sophia constatou ao terminar de se arrumar impecavélmente para começar em no novo emprego, um terninho de um bom corte na cor preta, sapatos altos de bico fino na mesma cor, os cabelos soltos lisos, uma bela maquiagem discreta um perfume quase impercebível, pegou sua bolsa e sua pasta chegando na Loren se identificou, seu coordenador rapidamente veio ao seu encontro. Deu-lhe boas vindas com um sorriso galanteador, subiu para sua sala no andar de baixo da cobertura, observou bem seu ambiente de trabalho, saídas, secretárias, elevadores, andares, câmeras, exatamente tudo, sorriu ao seu coordenador de maneira profissional e agradável. Pegou seu celular digitando uma rápida mensagem, sentou se, começando um dia novo de trabalho.
Clara sentou se em sua mesa, já com alguns papéis vindo de Karla para serem imediatamente assinados, os leu com atenção assinando um por um, ligou o computador entrando rapidamente no sistema em quanto bebia um café com leite pelando, pegou o telefone telefonando para casa, em quanto continuava digitar e a beber o café, Cruzes aquela empresa estava uma correria essa manhã.
Clara:Filho?
Gabriel: Mamãe, a onde você está, saiu e nem me acordou, e nem me deu um beijo de Xau… – Clara sorriu querendo estar do lado dele para lhe apertar as bochechas.
Clara: Me desculpe querido, acordei atrasada hoje, prometi que ligava, e dei sim um beijo de Xau, apenas não o acordei para isso.
Gabriel: Sei, e a mãe Mari? Sinto saudades!
Clara: Gabriel faz apenas 1 dia que você não vê a mamãe Mari, e ontem ela te levou para cama assim que chegou, e te deu um beijão de bom dia hoje mais uma vez.
Gabriel: Posso ligar para ela… ? – perguntou com a voz magoada e tristonha.
Clara: É claro que pode meu amor, Sabe que dia é sábado ? – sorriu bebendo outro gole de café em quanto com todo o esforço Gabriel tentava se lembrar – Outubro é aniversário da ?
Gabriel – MAMÃE MARI… – deu um gritinho animado pulando na cama.
Nelita: Vai cair daí menino ! — Clara sorriu ele deveria estar saltando feito louco pela cama, pelo barulho da respiração no telefone – É o aniversário da mamãe Mari Nelita, a mamãe deixa pular… – Clara sorriu e Nelita do outro lado da linha fez o mesmo.
Clara: Para um segundinho e me escute… – deixou o café em cima da mesa, em quanto digitava sua senha no sistema – To sem idéias para presentes o que acha que devemos comprar ? – sorriu, Gabriel adorava quando lhe pediam opiniões.
Gabriel: Di presentiiii?
Clara: É de presente!
Gabriel: Um carrinho, bem grandão de controle remoto automático , o que acha mamãe ? — Clara sorriu baixando a cabeça.
Clara: Hum, é uma excelente idéia, podemos ir ao shopping hoje e ver alguma coisa o que acha ? Ligamos para a tia Marieta, e vamos jantar em um lugar bem legal.
Gabriel: Não gosto de lugares que não podem fazer barulho, nem que tem um monte de comida nojenta, e nem que têm um monte de garfo, não gosto de comer com garfo mãe.
Clara: Eu sei querido – voltou a sorrir – Podemos ir a um lugar bem bacana, comer pizza o que acha?
Gabriel: Pizza, adorei ! Então que horas você vem me buscar ? Voltou a pular na cama.
Clara: Depois que eu sair do serviço, podemos comer no Mc se você quiser.
Gabriel: Genial ! Vou tomar banho e esperar você.
Clara: Não filho agora não, mais tarde certo ?
Gabriel: Certo, vou ligar para a mamãe Mari!
Clara: Isso faça isso, mais é um segredo nosso o presente e o jantar certo?
Gabriel: Certo… – deixou o telefone cair na cama, cruzando os dedinho na boca e beijando, Nelita sorriu e voltou a entregar o telefone ao menino – Te amo mãe.
Clara: Também te amo, almoce direitinho, e obedeça a tia Nelita.
Gabriel: Certo, toma Nelita – passou o telefone para a mesma correndo para baixo.
Clara: Oi Nelita.
Nelita: Oi menina.
Clara: Ele está impossível hoje não está?
Nelita: Não muito.. – sorriu – Clara – Vou busca lo as 19:00, deixe ele tomado banho lita por favor?
Nelita: Deixo sim senhora.
Clara: E no jantar prepara um filé de frango grelhado, com arroz e salada, só a Marina vai comer… Vou jantar fora.
Nelita: Certo, senhora!
Clara: Ah e também no sábado não precisa vir, nem na segunda ok ? Temos algumas coisinhas para fazer, pode descansar!
Nelita: Obrigada menina, vou visitar minha filha… – Clara sorriu se despediram desligando o telefone, logo após alguns minutos Karla entrou na sala se sentando na frente de Clara.
Karla: Clara, ainda não tinha tido a oportunidade de agradecer, mais acho que não posso aceitar – sorriu contorcendo os dedos em sinal de nervosismo – A senhora dobrou meu salário ! – Clara sorriu parando de digitar observando Karla.
Clara: Escute Karla, são mais de 5 anos que trabalhamos juntas, são mais de 5 anos de lealdade e serviços prestados, a cada ano eu deveria aumentar seu salário, mais foram tantos acontecimentos que isso me passou despercebido, o que ganha é justo de seu trabalho e da sua lealdade, por favor aceite! — Karla levantou a cabeça e sorriu, assentiu com a cabeça, o dinheiro havia vindo em boa hora.
Karla: Obrigada Clara, nem tenho como agradecer.
Clara: É claro que tem… – Clara sorriu – Continua trabalhando aqui e não me abandone jamais ! – Karla sorriu e Clara fez o mesmo ainda com mais vontade, após mais 1 minuto de conversa ambas voltaram ao trabalho, Faziam 2 horas que Clara havia voltado do almoço o telefone havia tocado.
Karla: A senhora Meirelles na linha 3 Clara.. – Clara assentiu pegando o telefone.
Clara: Boa tarde.
Mari: As pessoas estão perguntando se eu comi ou dormi nas últimas 24 horas, Você que me matar mulher ? ! — Clara gargalhou com vontade jogando a cabeça para trás.
Clara: Ai coitadinha, disse que passou a noite inteira fazendo amor com a senhora Meirelles?
Mari: Engraçadinha ! – Marina jogou o corpo contra a cadeira, fechando os olhos… – Acho que estou ficando velha para isso.
Clara: Claro, mais eu não gostando vou trocar você por uma garotona forte e vil de 18… –Marina abriu os olhos e sorriu ironicamente.
Mari: Ta engraçadinha hoje né Clara ! — Clara sorriu, entregando uma pasta preta a Karla com a folha de pagamentos dos funcionários da contabilidade.
Clara: Trabalhando muito.
Mari: Clara, não tenho forças para assinar documentos… – A secretária de Marina entrou na sala, nesse instante controlando o riso deixou a mesma com um aceno de cabeça – Minha secretária agora deve estar rindo de mim… – Clara mais uma vez gargalhou.
Clara: É bom mesmo que elas saibam a quem você pertence, preciso ir a Meirlles pegar uns documentos, daqui a 20minutos estou passando aí…
Mari: E nem se aproxime de mim ! – Marina sorriu ainda de olhou fechados – Necessito de dormir e de comer.
Clara: Manhosa.
Mari: Assassina ! – Clara sorriu, se despediram desligando o telefone, Clara avisou Karla que iria sair por 40 minutos, retocou maravilhosamente a maquiagem no banheiro, pegou sua bolsa e seu sobretudo preto da mesma cor do terninho que estava, saindo deu um beijo em Karla, entrou no carro não se demorando muito para chegar na Meirelles sempre da mesma forma, era gente falando no telefone aqui, gente assinando papéis ali, serviço e correria total, mais todo muito bem organizado, entrou já atraindo olhares, caminhou até os elevadores, aonde algumas secretárias a olharam dos pés a cabeça, sorriu dando um Xauzinho irônico… Chegando no último andar, agradeceu ao moço que ficava no elevador, pisando no andar de Marina, as coisas já eram mais calmas e perfeitinhas, Céus morreria de tédio passar um dia inteiro naquele andar.
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