Uma linda mulher
44 O aniversário
Notas iniciais
Clara: Sem amassar a roupa e bagunçar o cabelo ! – sussurrou, quando Gabriel se colocava em cima da barriga de Marina.
Gabriel: Mãe ? Mamãe ? – Acorda mãe, mãeee ! — Marina abriu os olhos devagar sentindo o peso na sua barriga, e as mãozinhas pequenas do filho lhe acariciarem o cabelo, sorriu abrindo completamente os olhos… – PARABÉNS ! – Marina sorriu, abraçando o filho sentado na cama, tirou os cabelos da testa – MUITOS ANOS DE VIDA MAMÃE, MUITA SAÚDE E PAZ! – Clara sorriu e Marina a abraçou ainda mais.
Mari: Muito obrigada amigão… – se virou para o lado não vendo Clara, mais sorriu ao ver a bandeja de café da manhã – Tudo isso para mim?
Gabriel: É tudo para você, eu e a mamãe que fizemos ! – Gabriel sorriu pegando a bandeja, Marina o ajudou colocando em seu colo.
Mari: Muito obrigada, está uma delícia… — mordeu a fatia de pão, tomando um gole do suco de laranja fresquinho ! — Esse é o meu melhor aniversário ! – Gabriel sorriu, tomando café junto com a mãe ! – Cadê a mamãe Clarinha?
Gabriel: Está lá e baixo ! – respondeu tirando a bandeja já terminada de café do colo da mãe, após longos minutos.
Mari: Você acordado essa hora ? Já tomado banho e todo arrumado e perfumado, a onde vai garotão ? – Gabriel deu um sorriso sapeca, pulou da cama correndo do quarto.
Marina franziu a testa se levantando, onde estava Clara ? Quando saiu percebeu que o filho havia tracado a porta, e havia um bilhete com a letra de Clara pregado na mesma pelo lado de dentro
“Tome um banho, e se vista, já deixei sua roupa pendurada no banheiro, dia de viagem !”
Marina franziu a testa, Dia de Viagem ? Sorriu imaginando ser alguma surpresa,tomou seu banho e vestiu a camiseta branca o short jeans seu tênis, da mesma cor da camiseta, penteou os cabelos. Perfumou-se depois de escovar os dentes, saindo do quarto que não estava mais trancado, desceu as escadas.
Mari: Clara Gabriel ? – Ninguém respondeu e ouviu barulho da buzina lá fora,caminhou até a porta observando Clara no banco do motorista e Gabriel já sentado com o sinto de segurança atrás.
Clara: Eai gatinha, topa um role ? – Marina gargalhou, caminhando até o carro.
Mari: Bom dia… – Clara sorriu lhe dando um selinho.
Clara: Bom dia.
Mari: Para onde pensa que estamos indo?
Clara: Ao meu critério, surpresa ! – Marina assentiu vendo as malas já no carro… Sorriu animada, o que, que eles estavam aprontando ? – No caminho pegaram Marieta, que encheu a sobrinha de beijo lhe dando um ótimo e lindo relógio de parabéns, mais o mistério se fazia presente no carro…O som alto, a alegria, conversas, perguntas, gargalhadas, e após 1 hora e meia de viagem sem parar, Marina começou a olhar em volta de si e perceber onde estavam, olhou Clara com um nó na garganta, sorriu baixando a cabeça. Clara seja bem vinda ! – Marina assentiu a olhando nos olhos, depois de mais meia hora, Clara estacionou o carro, Marieta observou o local verde e florido, como a casa na frente, percebia se que era um tipo de sitio, mais não desse cheios de barros e com odores não agradáveis, mais sim um lugar maravilhoso florido, simples e bem arrumado… – Marina desceu do carro junto com Clara, havia outras casas nos arredores, era como se a cidade pequena ficasse a poucos quilômetros da li, e de certo pico alto se podia ver a civilização… Clara se emocionou abraçando o filho e Marina.
Clara: Essa é era a minha casa Mari.. – mirou a esposa com os olhos profundos cheios de lágrimas – Essa é a sua casa ! — Marina sorriu a abraçando pela cintura, Marieta caminhava até a porta, observando o jardim florido, as rosas ao redor da casa de madeira branca como a neve, a grama bem verdinha, assim como nas demais casas ao redor, o céu limpo e azul, livre de poluição, o sol quente, conclusão o conjunto era magnífico, simples e exalava alegria e bem estar!
Gabriel: Você morava aqui mamãe Clarinha ? — Clara o pegou no colo.
Clara: Sim, eu a minha mãe e o meu pai ! Quando eu tinha a sua idade, meu pé vivia cheio de barro, eu andava sozinha por tudo isso aqui!
Gabriel: Sua mãe deixava ? – perguntou espantado, descendo para o chão.
Clara: Sim, minha mãe corria junto comigo ! – Clara sorriu observando o gritinho de excitação de Marieta quando Gabriel pulou em seus braços — Diz alguma coisa, uma palavra… – se virou para Marina a abraçando ao redor da cintura!
Mari: Você está linda, e esse é o meu melhor aniversário ! — Clara sorriu e caminharam ambas juntas até a casa Clara tirou as chaves da bolsa e sem dificuldade abriu a porta, Gabriel adorou o que viu, era como se fosse uma antiga construção modernizada arrumada e confortável!
Tudo muito simples mais com vida com cor e conforto, Marina entrou pisando no piso de madeira, sentiu o cheiro de mato e casa de campo que lhe fez bem a alma, continuou caminhando conhecendo os cômodos , todos com a mesma aparência, limpa, simples e confortável, 4 quartos, cozinha,quintal, piscina, sala de estar, banheiros, uma casa, uma casa em ótimo estado para ser habitada!
Marieta: É linda Clara! Tão confortável e arejada!
Clara: Que bom que gostou Marieta!
Gabriel: Olha o quintal mãe, dá para correr um montão só por aqui, posso entrar na piscina?
Clara: Claro que pode meu amor, temos que pegar as malas no carro, tem uma surpresa, na terceira porta para você… – Gabriel subiu as escadas também de madeira correndo… Clara sorriu abraçando Marieta que observava tudo deslumbrada.
Marieta: Que lugar gostoso, morou aqui por quanto tempo?
Clara: Até os meus 19 anos, depois fui para a capital ! – Marieta sorriu caminhando até a cozinha – Olha que espaço magnífico, Ahh Clara eu poderia passar o resto da minha vida nesse lugar! — Clara sorriu e Marieta continuou vendo os cômodos em quanto Marina havia parado de frente para a piscina sem dizer nenhuma palavra… Clara se aproximou ficando parada atrás dela.
Clara: Não gosta daqui ? Podemos voltar se você quiser, comermos alguma coisa.
Mari: Hey Shiuuu… – Se aproximou dela lhe colocando um dedo sobre os lábios – Estou tentando controlar a intensidade dos meus sentimentos nesse instante ! Você me pregou uma peça das boas… – Marina sorriu a abraçando e Clara fez o mesmo se sentindo, mais aliviada – É o passo que eu nunca esperei que você desse.
Clara: Eu tenho tantas coisas para te dar ! – falou seriamente a olhando nos olhos – A propósito, Parabéns ! – Marina sorriu , fechou os olhos sentindo o ar fresco e livre penetrar em seu poros, Santo Deus aquilo era vida! Clara gargalhou, quando Gabriel pulou na piscina molhando Marieta inteirinha.
Gabriel: Entra vó, está quentinha.
Clara: Fecha a boca filho, se não vai engasgar com a água… – Clara voltou a fechar os olhos deitada na cadeira tomando um bom sol já de biquíni.
Mari: Acho que agora está bem passada tia, vem cá pega esse pedaço aqui ! – Marina mexia na churrasqueira, fatiando um pedaço de picanha, Marieta provou adorando, colocou em um pratinho junto com salada, a manhã havia sido adorável e o almoço não poderia ser melhor!
Gabriel: Quero carninha vó!
Mari: Pega aqui amigão, essa está molinha ! — Deu um pedaço na boca de Gabriel seguido de um beijo na testa, Marina estava biquíni descalço, apenas com o shorts jeans, e com um boné, super à vontade na frente da churrasqueira assando as carnes ! — Clara quer um pedaço?
Clara: Quero, com arroz e salada… – se levantou pegando o prato em uma mesa coberta pelo guarda sol , vestiu a canga e o chapéu cobrindo o rosto do sol… Marina lhe tirou o bife mal passado como ela gostava colocando no prato com a salada e o arroz, Clara se se sentou à mesa coberta comendo junto com Marieta… – Vem filho, arroz também ! – Gabriel se enxugou sentando se no colo de Clara que comia e alimentava o filho.
Marieta: Não sabia que você sabia fazer churrasco Mari… – sorriu olhando a sobrinha.
Mari: Sabe que nem eu ! – Clara gargalhou, inclinou a cabeça para trás para que Marina lhe desse um selinho nos lábios.
Após mais uma hora de descanso, bate papo e uma musiquinha de fundo alegrando ambiente, Clara se sentou no meio das pernas de Marina na espreguiçadeira, Marina a abraçou continuando a falar sobre Flavinha com a Tia, sentia saudades da irmã, principalmente nesse dia tão especial.
Mari: Gabriel no raso, para lá é fundo filho ! – Gabriel fez uma careta de desagrado, pulando no raso, Marina sorriu balançando a cabeça.
Clara: Sinto saudades dela, se estivesse aqui seria perfeito!
Marieta: Também concordo, mais Flavinha precisa desse tempo para ela, está bem filha acredite ! – Marina assentiu beijando o pescoço de Clara.
Gabriel: Quero ir ao banheiro vó… – Marieta se levantou caminhando com o menino até o banheiro dentro da casa – Clara sorriu, se virou agora ficando de frente para Marina, que lhe tirou o chapéu e o óculos escuro, a subiu mais para cima em um leve esfregar de seus corpos, a pegou pela cintura, a deixando quase completamente estendida sobre ela…Clara mordeu os lábios ao sentir a caricia em sua cintura a deixando completamente arrepiada, se aproximou o beijando nos lábios… Marina lhe pegou pela nunca e logo depois gentilmente pelos cabelos, Clara se entregou completamente e sorriu percebendo que seus corpos começavam a reagir.
Mari: Não vai dar certo, levanta rápido… – ouviu a voz de Gabriel – Clara gargalhou ao ver que ela se jogava na piscina, se levantava grudando o corpo ainda na água até a borda da mesma… – Você me paga a noite…Escreva o que eu estou falando dona Meirelles – Clara segurou o riso, passando as mãos pelos lábios inchados e avermelhados… Segurou o filho que pulou em se colo dando uma piscada para Marina ainda dentro da água.
Quando a tarde começava a cair, todos se levantaram recolhendo as coisas, tomaram um banho, Clara havia dito que iriam até uma pizzaria da cidade,Marieta estava muito a vontade como o dia inteiro, estava bronzeados e Gabriel estava todo vermelhinho nas bochechas e abaixo dos olhos…Com uma roupa bastante confortável estava lá em baixo esperando que Clara descesse, Marina vestiu um macacão feminino jeans longo e sua camisa branca e uma sandália …Marieta com um vestido azul bem clarinho estava radiante, a noite caia e o céu estrelado formava um espetáculo a parte, então Clara desceu, e Marina não pode enxergar nada mais…Um vestido quase que no mesmo modelo que ela estava de manhã, mais a diferença que era vermelho, com seus cabelos ondulados naturais e sua franja lida nos olhos, a mesma rasteirinha de manhã, e uma maquiagem natural que dava um lindo efeito pelo bronzeado…Ela sabia, ela sabia e sorriu a Marina, era de vermelho que ela havia a feito completamente sua descontroladamente pela primeira vez, naquele jardim, aquele dia, naquela festa!
Gabriel: Caramba mãe… – Marieta sorriu olhando Marina.
Marieta: Pensei que já havia comprado um babador para essa sua esposa Clara, vamos estou morrendo de fome ! Clara terminou de descer as escadas, a casa já estava fechada e segura quando entraram no carro, antes de fechar a porta Marina sussurrou em seu ouvido.
Mari: Você quer me matar?
Clara: É só o começo… –Marina respirou fundo mordendo os lábios, e ela sorriu sensualmente entrando no carro, dirigiram 15 minutos chegando ao centro da cidade do interior, movimentos pessoas andando sob o luar ,lojinhas abertas, era completamente um cento urbano de interior…Clara estacionou o carro na frente da pizzaria, o que chamou a atenção, não era comum um carro daquele em uma cidade pequenina como aquela, saíram os quatro do carro.
Marina sorriu animada, Marieta precisava ir ao banheiro e foi caminhando na frente, Clara se virou segurando Gabriel pelas mãos quando alguém tocou seu ombro.
– Eu não acredito que seja você ! – Clara se virou encarando a pessoa de frente Marina fez o mesmo sorrindo, seria alguns amigos de Clara?
Clara: Eu também não acredito que seja você ! – se soltou das mão de Gabriel e dos braços de Marina abraçando o amigo de longa data.
Diego: Meu Deus, cadê aquela guria pequena feito um bicho de verdura ? Querida olha só quem está aqui! – Clara sorriu abraçando Malu e Cadu.
Malu: Meu Deus, Clara mais você é uma mulher!
Cadu: Quanto tempo Clara, sem saber nada de você.
Clara: Verdade Cadu. Qual é Malu, eu já o era quando sai daqui ! – Malu era uma mulher agradável e poucas das amigas que Clara tinha antes de se mudar, ela e Diego, Malu e Cadu formavam o quarteto inseparável do colegial!
Diego: Mais como está, Oh desculpe a minha falta de educação – sorriu amigavelmente para Marina – Sou Diego, estudei com a Clara no colégio.
Mari: Marina, prazer – retribuiu sorriso se apresentando a Malu e Cadu também.
Clara: Minha esposa Marina, e esse é nosso filho, Diga oi Gabriel!
Gabriel: Olá.
Diego, Cadu e Malu – Olá.
Malu: É a sua cara Clara, se parece com Marina, mais o sorriso e os olhos são seus… – Clara sorriu abraçando novamente a amiga.
Diego: Você nem se despediu, mamãe me disse que você havia partido, Malu chorou por uma semana ! — Clara sorriu sendo abraçada por Marina que assistia tudo de forma agradável, adorava saber cada vez mais da vida de Clara.
Gabriel: Mamãe vou lá dentro com a tia Marieta.
Clara: Ok, já estamos indo querido.
Mari: Querem jantar conosco? È meu aniversário, eu e Clara adorarioamos que vocês jantassem com a gente. Clara abriu um largo sorriso.
Malu: Por mim tudo bem, Parabéns Marina — a abraçou para surpresa de Marina — Senti saudades Clara.
Clara: Eu também Malu ! – Entraram, e Clara os apresentou a Marieta que os achou bastante agradáveis, um casal e amigo simples e simpáticos, eles não haviam mudado nada Clara concluiu, mais em relação a Cadu sentiu às vezes o desconforto dele sobre alguns assuntos, Marina se inturmou como se os conhecesse há anos também, Marieta não deixou de participar das conversas de colégios, gargalhadas, risos, em quanto tomavam um bom vinho e comiam uma excelente pizza… Após horas de conversa, um bolo chegou e para surpresa de Marina todos na pizzaria cantaram parabéns batendo nas mesas, logo depois de contarem a divertida história de seu casamento e as novidades das pessoas que Clara conhecia e se lembrava, Malu e Diegoe Cadu foram embora, deixando beijos, e pedindo para que voltassem assim que possível, Diego havia se dado bem com Marina!
Gabriel correu até o carro com Clara, trazendo um pacote médio o entregando a Marina.
Clara e Gabriel: Feliz Aniversáriooo ! – Marina sorriu junto com Marieta pegando o pacote o abriu, com Gabriel na expectativa, Marina logo sentiu que era um grande porta retrato, o abriu vendo a beleza do mesmo, a moldura era toda em prata velha, com um toque rústico, havia espaço para duas fotos grandes uma do lado da outra de pé, em forma quadrada, e o retrato… Marina engoliu seco, não podendo deixar de se emocionar, uma foto era da festa de aniversário de Marieta, uma foto em que Clara estava de frente para ela, Marina a segurava pela cintura sorrindo, em quanto Clara também gargalhava com a cabeça para trás com a taça de champanhe na mão, o vestido vermelho.Ela sorriu e Marina não disse nada, segurou as palavras que sairiam abafadas se falasse algo, a outra foto ela se lembrava, havia sido tirada nos dois meses de Gabriel, era o filho deitado sobre os seios de Clara, que sorria de olhos fechados com a cabeça abaixada para o bebê… Em baixo, no porta retrato de fato ela teria mandado fazer, estava escrito em linhas corridas em alto relevo “Por vinte pratas eu mesma te mostro até o carrossel…”
Marina balançou a cabeça, engoliu a saliva, deixou com cuidado o grande porta retrato em cima da mesa abrindo os braços, Gabriel foi o primeiro a saltar no mesmo e logo depois foi Clara, ambas se abraçaram e Marieta sorriu emocionada.
Mari: Obrigada ! — Foi tudo o que ela pode falar antes que de supetão a primeira lágrima escorresse ! – Chegaram de volta para o sitio, Marieta se despediu morta se sono, havia aproveitado e adorado a noite, Com Gabriel já adormecido no colo, Marina o deixou em seu quarto, havia brincado sem parar pelo dia inteiro, ter ficado acordado até essa hora era um grande milagre…Clara estava sentada nos fundos da casa com os pés na água da piscina… Marina se sentou ao lado dela, subiu as calças do macacão até os joelhos colocando os pés na água.
Clara: Como se sente mais velha ? – Clara sorriu.
Mari: Mais viva ! – Clara voltou a sorrir se levantando… Marina a onde vai ? – se virou a olhando caminhar sensualmente, ela virou apenas a cabeça mordendo os lábios a olhando, em quanto continuava caminhando, desatando o nó de seu vestido no pescoço…Marina sorriu, se levantou subindo as escadas logo atrás dela, Clara entrou no quarto, já sem o vestido, Marina entrou atrás trancando a porta, essa noite as paredes precisavam ser bem grossa, sua respiração dificultou, ao ver as costas nuas de Clara, ela se virou a mirando no fundo dos olhos.
Clara: Uma coisa bem clara… – Caminhou agora descalça em quanto tirava o sutiã – Sou eu que mando aqui essa noite… – Marina sorriu mordendo os lábios sensualmente, a puxou pelos braços fazendo seus corpos se chocarem…A pegou pela cintura colando suas intimidades.
Mari: Não, sou eu que mando aqui essa noite ! – E assim daquele jeito nos braços dela, Clara teve a certeza que seria uma longa batalha! Até que desistiu, quando os lábios de Marina novamente devoraram os seus, também, que mulher não desistiria?
Marina a beijou por trás dando uma encoxada em Clara que gemeu com a pegada da mulher.
– Aí amor, você sabe como eu fico quando você me pega assim. – disse Clara toda manhosa.
– Fica como?Quero saber.
– Fico toda molhadinha. – disse Clara já se virando de frente para Marina e abraçando seu pescoço.
Marina então desceu a calcinha de Clara e beijou a vagina de Clara como se estivesse beijando a boca, beijava deliciosamente deixando Clara cada vez mais molhada, aquele modo como Marina beijava deixava Clara louca de desejo, e Marina sempre abria um pouco a boca antes de beijar, isso fazia com que Clara sentisse cada vez mais desejo pela esposa que saboreava sua vagina com muito desejo. E guiou Clara até a cama do casal, não falaram nenhuma palavra até a cama, somente olhares e beijinhos. Marina deitou sobre a cama e Clara, em seguida começou a despir Marina, distribuindo beijos carinhosos pelo corpo, Marina estava de macacão e Clara a tirou vagarosamente deixando Marina só de calcinha, mas em seguida tirou também a calcinha,e tratou de abocanhar a vagina de Marina que estava toda molhada, e chupava com muito desejo deixando Marina louca de desejo.
Sentaram-se na cama em uma nova posição, as duas de frente uma para a outra, e Clara abraçou Marina com as pernas e Marina permanecia sentada com as pernas abertas, nessa posição os sexos se encaixavam, beijavam se com paixão, uma sentindo o sexo da outra pulsar dentro do seu sexo, os líquidos se misturavam enquanto as duas gozavam juntas.
– Marina!Eu adoro fazer amor com você! – disse Clara, que estava com a vagina pulsando de desejo pela esposa. Marina deitou Clara na cama e a penetrou com 3 dedos a beijando em seguida, abraçaram-se e permanecerema alguns minutos deitadas olhando para o teto com um sorriso bôbo no rosto.
Em seguida Clara colocou a vagina perto da boca de Marina e implorou para ser chupada.
– Por favor!Me chupa amor, me come daquele jeito que só você sabe. Marina deu um leve chupão na vagina de Clara e então foi até a gaveta da cômoda e pegou o pênis de borracha que já haviam usado anteriormente.
– Doçura !Mete gostoso, tá! Marina assentiu com a cabeça e vestiu o pênis de borracha, em seguida enfiou em Clara com cuidado, mas não teve problemas para entrar, pois a vagina da esposa estava muito molhada, metia com muito carinho e Clara até revirava os olhos gemendo feito louca, depois retirou o pênis da vagina e enfiou no ânus aproveitando para penetrar também 2 dedos em sua vagina do jeito que Clara gostava. Depois de um tempo Clara e Marina estavam exaustas e dormiram agarradinha.
O domingo amanheceu ensolarado, o céu azul e o canto dos pássaros acordaram Clara quando ainda era cedo, abriu os olhos coçando os mesmos,se esticou na cama mandando a preguiça embora, algo estava diferente, observou a sua volta sentindo, uma sensação terna e confortante, por mais que seu corpo estive exausto se sentia bem… Observou seu corpo nu e ao seu lado de bruços sem nado a cobrindo Marina, mordeu os lábios a olhando dos pés a cabeça, que todas morressem de inveja ela era de Clara, e nada nem ninguém poderia provar ao contrário, jogou os cabelos para trás se aproximando de Marina, lhe distribuindo beijos pelas costas, até chegar na curva onde tudo mudava de nome, voltou a subir lhe beijando cada pedaço das costas e passando a ponta das unhas bem lentamente e superficialmente, sentiu os pelos da mesma se arrepiarem, sorriu continuando a deliciosa caricia…
Clara: Hora de acordar… – Marina se moveu virando a cabeça para o outro lado…–Preguiçosa! — Marina sorriu ainda de olhos fechados, mordeu os lábios abrindo os olhos devagar, ainda sentindo beijos em suas costas.
Mari: Que Delicia ! – Clara sorriu, Marina se virou a pegando de surpresa a colocando sentada e cima de si, Clara sorriu lhe dando um selinho, lhe tirou os cabelos do rosto a olhando nos olhos.
Clara: bom dia!
Mari: Bom dia… – sorriu a pegando pela cintura, sentindo o calor do dia e assistindo a imagem fascinante do sol entrando pela janela e batendo nas costas de Clara, fazendo com que seus cabelos revoltos, maravilhosamente rebeldes, caídos pelas costas brilhassem de forma intensa e sobrenatural, era linda, será que ela sabia que era linda ? Marina Gabriel já acordou?
Clara:Acho que não, vou preparar o café.
Mari: Esse lugar é lindo… – olhou a janela e logo depois novamente olhou para ela.
Clara: Não quero voltar para o caos da cidade ! É necessário… — se deitou por cima dela lhe beijando o pescoço…- Anda vamos levantar, está um dia maravilhoso lá fora.
Mari: Quanto tempo dormimos?
Clara¨Acho que umas 5 horas.
Mari: Oh Clara, você está acabando comigo ! – Clara gargalhou, e Marina fez o mesmo, sem querer em um movimento, Clara esfregou seus corpos, o suficiente para que Marina fechasse os olhos a apertando na cintura, abriu as pernas e Clara caiu sobre elas colando suas intimidades.
Clara: Se começarmos não vamos parar ! – Marina assentiu molhando os lábios.
Mari: Ok, vamos levantar… – Clara assentiu se levantou caminhando ambas para o banheiro, após fazer a higiene que sempre faziam pelas manhãs, Marina colocou o biquíni e colocou um vestido soltinho descalço com os cabelos molhados do banho, penteou os cabelos, Clara fez o mesmo, deixando os cabelos secarem naturalmente, colocou o biquíni, um boné, se maquiou de forma mais natural possível, abraçadas com Clara com a cabeça encostada no ombro de Marina de costas para a mesma, saíram do quarto, direto para o quarto do filho, Gabriel ainda dormia como um anjo, e Clara sentiu vontade de aperta lo com as marquinhas vermelhas do sol debaixo dos olhinhos… Marina sorriu, saindo do quarto sem fazer barulho junto com Clara, Marieta também dormia ? Ela não havia saído do quarto e Clara concluiu que sim, ambas conversando, foram até a cozinha e com risos gargalhadas e conversas mais sérias, fizeram o café da manhã, uma mesa colorida e farta.
Mari: Obrigada por ontem… – Clara sorriu – Foi maravilhoso, tudo, cada segundo!
Clara: Você fez por merecer ! — Marina fez uma cara de espanto e Clara caiu na gargalhada – Bobona, até parece que é a pior das mulheres – Marina não disse nada, se aproximou a beijando nos lábios de forma terna.
Mari: Me prometa que é para sempre Clara…- Clara sorriu, e naquele instante sentiu algo diferente em si, uma sensação estranha, fechou os olhos.
Clara: Prometo… – Marina sorriu voltando a beija la nos lábios.
Marieta: Bom dia pombinhas apaixonadas.
Mari: Bom dia Marieta… – Claa sorriu em comprimento, e logo depois escondido atrás de Marieta estava Gabriel que pulou no colo de Clara lhe enchendo de beijos, e o domingo foi dessa forma, calmo tranquilizante e confortável, um novo churrasco na parte da tarde, piscina, dia claro céu azul, e muito sol, gargalhadas, sorrisos, conversas construtivas e outras cheias de bobagens, quando a tarde caiu era hora de se despedir do local, Clara arrumou novamente as coisas com calma, em quanto Marieta tirava a mesa do café da tarde, Gabriel e Marina jogavam futebol no quintal com uma bola de borracha, Clara sorriu os olhando da janela, sentia se terna e realizada, chegaram por volta das 21:00 em casa, Gabriel apenas tomou um copo de leite no colo que Marina e lá mesmo adormeceu, Clara também cansada foi para o chuveiro em quanto Marina colocava o menino na cama, após a casa tranquila, Marieta segura em casa, Clara e Marina agradeceram pela gostosa companhia e o radiante final de semana, já tomado banho, Marina foi até a sala ouvindo a secretária eletrônica em quanto Clara arrumava sua roupa e sua pasta para o serviço amanhã.
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