Notas iniciais
"Tudo que a gente não falou verbalmente a gente disse nesse tempo todo com gestos, com olhar, com emoção, quase que por telepatia. " Enfim, boa leitura!

Apenas uma semana, a observou depois de deixar os documentos em cima da mesa, não a acordaria agora, nem em pensamento! Desceu as escadas novamente, na estante da sala pegou o DVD de seu casamento, havia o assistido uma vez só logo que chegou, sentou se no sofá com uma almofada, ligou a televisão inserindo o DVD, aguardou um pouco e o menu logo apareceu, apertou para que iniciasse o “filme” e em poucos segundos a filmagem começou, seus pelos dos braços se arrepiavam a cada minuto que assistia, todas as pessoas bem vestidas, contentes e sorrindo por ela… Não se recordava dessa cena, mas era um cena em que Flavinha arrumava o vestido da irmã e lhe dizia que a amava e que Marina seria feliz… Emocionou-se com a cumplicidade das irmãs, Marina estava a protegendo, a protegendo do próprio marido.

Um pouco depois a câmera focou em Marina e quanto a música alta começava e Clara entrava, seus olhos estavam por um fio a derrubar lágrimas, franziu a testa, e quando chegou no altar e Marina lhe beijou a testa reparou que olhava toda hora nos olhos, havia sorrido e Marina sorria desesperadamente olhando para Flavia e para ela… Clara se emocionou ao ver a maneira que Marina disfarçava as lágrimas enquanto filmavam a igreja e a cerimônia, a forma de como Marina apertava os dedos e esperava firmemente que Clara a olhasse os olhos… E quando chegou aos votos, e a troca das alianças, E era como se tudo de repente voltasse como um filme, só que em tempo real na sua cabeça.

Todos sorriam e choravam observando a espetacular e romântica cerimônia do casamento mais esperado na sociedade alta… Os vestidos das noivas brilhava mais do que tudo na igreja, e muito mais do que seus olhos, observou por um instante as pessoas a sua volta, Marieta estava tão linda, e com os olhos cheios de água. Em poucos minutos sua esposa também estava com os olhos cheios de água.

O padre disse os votos e Marina a pegou pela mão esquerda, sentiu a mirada ardente em cima de si, Marina viu que Clara a olhava nos olhos, a essa altura todos no altar que podiam ver o semblante de Clara… Clara levantou a cabeça, puxando o ar pela boca a olhando nos olhos, as lágrimas escaparam, e fugiram do seu controle enquanto segurava o pranto como segurava o filho em sua barriga… Marina sorriu com a testa franzida, e Clara retribuiu o sorriso mordeu os lábios na tentativa desesperada de se controlar.

Mari: Eu Marina Meirelles recebo a ti Clara Maria Proença Fernandes como minha esposa, e prometo ser fiel… Amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias de nossas vidas… E de imediato a aliança havia sido completamente posta em seus dedos, seu corpo estremeceu com força, mordeu os lábios dando livre acesso para as lágrimas que escorriam por seu rosto, observou os sorrisos, observou Flavia que aguardava com os olhos atentos que Clara fizesse o mesmo, baixou a cabeça pegando a, aliança abençoada , levou até o meio do dedo de Marina, franzindo a testa e voltando a o olhar nos olhos, começou a dizer com a voz tremula e baixa…

Clara: Eu, Clara Maria Proença Fernandes recebo a ti Marina Meirelles, e prometo ser fiel… — Deu uma pausa tentando recuperar a voz que o desespero do pranto havia tomado – Amar-te e respeitar-te, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, todos os dias de nossas vidas…- Clara enxugou seu rosto repleto por lágrimas como ela mesma podia ver na imagem encontrava se sentada na mesinha de centro da sala, diante da televisão, fechou os olhos, naquele momento do qual o padre havia selado a união, e havia a beijado sem pressa e, havia feito uma prece, podia se recordar como se fosse hoje, a mão levada a barriga, Marina havia apertado sua cintura e a abraçado com força…Todos sorriam e aplaudiam, a imensidão e iluminação fazia o casamento mais esperado um espetáculo, a música tocava alta e tudo o que Clara se lembrava. …Mas só agora, olhando de tão perto e tão atentamente para Marina, viu que ela também fazia uma prece e que seus olhos haviam rapidamente soltado uma lágrima que ela logo enxugou.

Mari: Eu pensei que nesse momento você sairia correndo pelo corredor… – Clara se virou assustada, como não podia ter percebido que Marina estava em suas costas, se recompôs rapidamente. Sentando-se ao lado de Clara na mesa enquanto o filme continuava a passar na tela enorme de televisão – E eu teria corrido atrás de você, eu tenho certeza Clara…Porque eu havia esperado com paciência até que você pudesse me olhar nos olhos e dizer sim… — ela, respirou fundo continuando, a olhar nos olhos.

Marina voltou a mirar a televisão e sorriu ao ver a chuva de pétalas e a gritaria dos convidados desejando felicidades – E quer saber ? Eu faria tudo de novo…- voltou a mirar nos olhos.

Mari: Você estava tão linda…Sua barriga já aparecia, e você a tocava.

Clara: Você chorou… – mirou novamente a grande tela em sua frente.

Mari: Não…- negou com a cabeça – Eu chorei por você…– Clara sorriu ao observar a maneira como Marieta e Flavia dançavam na pista, Marina fez o mesmo…

Clara: Flavinha havia ficado bêbada… – fechou os olhos se lembrando… — E perguntou se poderia dormir no salão, que Robert não iria dormir com ela naquele estado…! – ambas gargalharam.

Mari: Marieta a arrastou até o carro, e dormiram até 3 horas da tarde do dia seguinte. – Clara se inclinou para trás rindo do modo como também as outras pessoas dançavam…- Karla ficava no cantinho com vergonha, mais até ela Flavinha tirou para dançar…

“Flavia: Vem Clara.. – arrumou os cabelos que caiam no rosto – Vem Marina, agora é a vez de vocês dançarem.”

Mari: Os sapatos apertavam meus pés… – sorriu.

Clara: A maquiagem incomodava meus olhos, nota… – Marina sorriu ao ver que ela levava a mão ao rosto para coçar levemente os olhos – E meu pé estava inchado, eu havia passado mal de manhã… – Marina sorriu.

Mari: Olha a Marieta, me rodava que nem peoa na pista…

“Marieta: Vem Clara !” – sorriram novamente – Clara derrepente parou de sorrir baixou a cabeça para depois mirar Marina que fazia o mesmo.

Clara: Eu estava com medo.

Mari: Eu sei… – afirmou.

Clara: Eu estava insegura.

Mari: Eu também sei! – sorriu – Preciso lhe dizer antes que me esqueça, nada de mentiras, Júlia ligou para você.

Clara: Júlia não é importante para mim… – balançou a cabeça negativamente, Emocionou-se novamente – Faça amor comigo…Me faça sorrir, sussurre que me ama ao pé do meu ouvido… Porque eu preciso que você seja minha…Marina, eu preciso que você de uma vez por todas compreenda isso !

– Clara tentou ao máximo puxar a respiração, havia falado sem parar Santo Deus estava sem ar, baixou a cabeça mordendo os lábios tentando recuperar por fim a calma , suas mãos tremulas denunciavam o quanto seu corpo estava trêmulo, olhou a grande tela da qual agora passava a grande valsa , os olhos das noivas distantes uma da outra, no que ela pensava naquele momento ? Fechou os olhos muda, esperando que a mulher ao lado dissesse alguma coisa, mais isso não aconteceu , sentiu dois braços por trás de seus joelhos, e quando se deu conta do que acontecia estava nos braços de Marina, subindo a escada branca de mármore até seu quarto, aonde foi depositada na cama com calma, e sentiu naquele momento que Marina não precisaria lhe dizer nada, seus olhos denunciavam tudo o que se passava no interior daquele mulher…Era puro desejo, aflição, obsessão, amor……E outros sentimentos que as palavras não seriam capazes de explicar, Clara ergueu as mãos, e com os olhos mareados chamou por Marina, que fechou os olhos controlando seus lábios agora tão trêmulos e frios…Clara arqueou o corpo, quando com uma mão só sentada ao seu lado na cama Marina lhe passou a passou desde de a testa até sua barriga, percorrendo o vale entre os seios, mordeu os lábios sentindo seu corpo ferver… Clara estava de olhos fechados, e sua respiração se fazia tão afoita quanto a sua, de maneira lenta e Marina se deitou sobre ela, Clara arqueou as costas ao sentir a excitação do corpo de Marina, Céus como havia sentido saudades, falta e desejo, abriu os olhos quando seus lábios por fim tocaram os de Marina, e a explosão ocorreu ali, no primeiro contado de suas línguas ávidas por um beijo que não compartilhavam há tempos…Clara umedeceu os lábios com um passar de língua, e Marina com lentidão lhe mordiscou o lábio inferior, em quanto suas mãos desciam e subiam por todo o corpo dela já descoberto pela camisola que estava em sua cintura…Suas línguas se encontraram em um beijo lento molhado e sensual, Marina estava com camisola e Clara podia sentir cada músculo do corpo de Marina se contrair em desejo, quando o seu não fazia nada diferente do mesma.

Sentia correr por seu sangue a pura e inebriante entrega, sentia correr por suas veias o calor que poderia chegar a queimar uma pessoa viva de desejo, e Marina logo notou que realmente Clara estava queimando, estava ardendo, e nada poderia dizer ao contrário que não fosse por ela…Suas mãos encontraram os cabelos dela, e de forma sutil os puxou, e quando o calor se fez mais intenso, nada e ninguém poderiam segurar, o beijo se fazia mais rápido cada vez mais rápido assim como os gemidos e o arqueio dos corpos, as mãos até então que passeavam agora corriam pela extensão perfeita do corpo dela, Clara abriu os olhos, sentindo que a cama já não estava em baixo de si, fechou os olhos novamente quando em uma nova explosão suas línguas se encontraram em um beijo quente de puro desejo e prazer, de nem um canto de suas bocas havia ficado a ser percorrido, dobrou uma perna, fazendo com que Marina perfeitamente deslizasse para seu centro, colando ainda mais suas intimidades, foi a vez de Marina de arquear, e a apertar na cintura, em quanto começavam um leve esfregar de corpos como se já estivessem conectadas uma a outra, Marina pode ver as marcas de seus dedos na coxa de Clara, onde pressionava seu quadril de encontro ao dela, lhe beijou o pescoço, lhe mordiscando cada parte deixando algumas marcas vermelhas, desceu por seus ombros seus braços, suas mãos, para então subir pela barriga lhe correndo a língua por todo a lugar, Clara por fim deslizou as mãos pelo cabelo sedoso de Marina, o puxando cada vez que a língua da mesma atingia algum ponto máximo em seu corpo, abriu os olhos vendo apenas alguns pontos brilhantes, e os fechou com força quando novamente seus lábios encontraram os de Marina, para um beijo selvagem e fora do comum… Sua camisola agora jogada no chão, os lençóis já amarrotados pela velocidade das caricias, e pelos fortes puxões que Clara dava quando sentia que seus lábios não controlariam os gritos altos, em um movimento rápido ela se virou, ficando por cima de Marina, mordeu lhe o nódulo a orelha, e foi descendo em diagonal até seu pescoço, do qual fez o mesmo distribuindo beijos molhados e ousados, Marina lhe cravou as mãos um pouco a baixo da cintura onde suas pernas começavam, a pressionou para baixo, Clara estava sentada em seu colo, e com uma única peça de roupa os separando, levantou as mãos a acariciando nos seios, na barriga no estomago, Clara jogou a cabeça para trás e mordeu os lábio. Seus cabelos pareciam uma cascada que roçavam nas coxas de Marina, a puxou pela nuca até que novamente seus lábios se encontrassem e se colasse, se virou novamente ficando por cima , já não dava mais, já não tinha como esperar, Clara mordeu os lábios e soltou um gemido baixo quando se sentiu completamente nua, Marina lhe beijou o pescoço lhe puxando levemente os cabelos da nuca, fazendo com que seus lábios sofressem uma pressão que jamais poderiam ser descolados… Mais aconteceu, e desceram até os seios de Clara, para lhe beijarem de forma que Marina jamais havia feito, Clara tremia por baixo dela, Marina concluiu quando voltou a lhe beijar os lábios, ela arqueava e remexia os quadris inquietos na espera de que aquela tortura prazerosa por fim terminasse.

Com o beijo explodindo em cima, suas mãos desceram e desceram encontrando o meio das coxas de Clara, e por fim encontraram sua feminilidade, ela não respondeu mais ao beijo, mordeu seus lábios cravando as unhas nas costas de Marina, mordendo lhe o ombro controlando os altos gemidos que faziam de tudo por escaparem de seus lábios… Marina sentiu seu corpo se derreter quando Clara gemeu seu nome em seu ouvido, precisava dela, seus dedos pararam se movimentar e voltaram a subir até os cabelos de Clara, que por sua vez estava em êxtase puro, de prazer e temia que não pudesse enxergar nada quando abrisse os olhos, mais não foi o que aconteceu, quando Marina se afastou e em um segundo voltou como ela, completamente sem roupa sobre seu corpo, e Clara abriu os olhos, sua respiração estava completamente descontrolada, e era impossível naquele momento que ela fizesse algo para controla la, Marina levou as mãos no lado da cintura de Clara, onde suas pernas jaziam dobradas, a apertou levemente com suas testas coladas, com o suor pingando e escorrendo por todo o corpo, beijou a testa também suada da mesma , seu cabelo estava com as pontas molhadas e os vidros nesse momento pareciam também abafados… Ela engoliu a saliva… Aconteceria agora… Fechou os olhos como se fosse a primeira vez, mordeu os lábios e se arrepiou ao sentir o hálito quente sussurrar ao pé do seu ouvido.

Mari: Eu amo você… – Foi o bastante, Clara fechou os olhos deixando algumas lágrimas escorreram pelo canto de seus olhos caindo também nos lençóis já úmidos…Com as mãos firmes segurou nos cabelos de Marina, em quanto sentia lentamente e profundamente seu corpo ser completamente invadido pelo dedos de Marina, arqueou as costas cravando as unhas na pele escorregadia e suada das costas de Marina… Seu corpo protestava, tremia e ardia, mordeu com força os lábios por controlar as sensações, ela se moveu, uma e duas vezes… – Olha para mim Clara… – pediu em um sussurro… – Abra os olhos e olhe para mi… – Ela respirou fundo, abrindo os olhos, a mirando no fundo dos mesmos, sentindo como suas respirações alteradas se ajeitavam aos ritmos das investidas longas de Marina, a beijou novamente voltando a fechar os olhos… Os beijos apaixonados voltaram, agora era Marina que estava no controle. Marina era delicada em tudo que fazia, nos toques, nos beijos, no como ela passou a acariciar o corpo de Clara, a beijar seus seios, tudo muito delicado. Até o modo no qual Marina penetrava em Clara era delicado. Uma tortura incrivelmente prazerosa. A morena sentiu que atingiria o céu quando a boca de Marina tocou a sua boca. E Marina demonstrava satisfação ao ver a morena goza em sua boca.

Marina: Você é meu presente Clarinha! — Clara beijou os lábios a sua frente, sentia o próprio sabor na boca de Marina.

Clara: Você que é meu maior presente junto com o nosso filho meu amor. Esta noite é a melhor de toda a minha vida! — Elas sorriram, se beijaram, Clara sentou com Marina no seu colo, de frente para si. — Mas, ela esta longe de acabar. Quero e vou te amar a noite toda!

Mari: Fica emocionada com as palavras de Clara e deixa lágrimas escorrer pelo seu rosto e Clara limpa e beija seu rosto e sua boca.

Clara: Cansada amor? — Falou ofegante assim que o beijo parou.

Marina: Nem um pouco.

Clara: Humm... que delícia! — Se beijaram mais uma vez e Marina olhou diretamente nos olhos de Clara.

Marina: Eu quero ser sua, de todas as formas e em todas as posições.

Clara: Virou Marina de frente e a beijou com desejo. — Estou com saudades de você amor. Quero você agora! Elas voltaram a se beijar. Clara colocou a esposa sobre a pia, encaixando-se entre as pernas da mesma. Clara retirou a calcinha de Marina com uma única mão. Ela tinha pressa, então sem cerimônias levou a boca até o sexo da namorada. Marina gemia alto, para sorte dos outros moradores da casa, o quarto e banheiro era a prova de som. Ela segurava forte a cabeça de sua mulher contra seu sexo. Clara chupava com cada vez mais intensidade, até sentir que Marina atingir o orgasmo. Clara virou a esposa de costa e vestiu a cinta com o pênis de 25 cm. Novamente ela começou a beijar o pescoço da mais branca, foi descendo por as costas, dando uma mordida na bunda da mesma.

Clara: Seu bumbum é tão lindo amor.

Os gemidos de Marina aumentam ao sentir a língua de Clara dentro dela. Ela nunca foi fã daquela prática, mas Clara amava e por amor a Clara, ela aceitava e se entregava por completo. Clara subiu os beijos pelas costas da mais branca, apertando os seios da Marina, usando o pênis para penetrá-la, que ela sentia, era puro prazer.

Clara: Marina… – murmurou lutando para manter seu corpo ardente…Apertou os olhos com força, em quando cravava suas unhas nos ombros dela, rodeando lhe as cinturas com as pernas permitindo que o contado entre ambas os corpos fossem maiores, ela estava partindo…E Marina não poderia deixar que isso acontecesse.

Mari: Não Clara… — disse com a voz firme e tremula – Olhe para mim, abra os olhos, dessa vez não… – Clara sentiu um calor fora do normal em sua cabeça e corpo, abriu os olhos atordoada, dando e recebendo tudo que seu corpo podia partilhar, mais parecia não adiantar…Abriu novamente os olhos mareados, balançou a cabeça negativamente, e Marina fez o mesmo. Não, preste a atenção… – mordeu os lábios – Sinta, sinta meu corpo…Sou eu, Clara sou eu…Sua Marina… – Ela fechou os olhos lutando contra tudo e contra todos… – Eu amo, eu amo você… – sussurrou ao pé do ouvido dela em quando lhe apertava o quadril de encontro ao seu com a mão aonde a aliança dourada lábios com sofreguidão e magia, pressionando os lábios de Clara contra os seus, ela lhe puxou os cabelos arqueando o corpo, estava perto…Marina deslizou as mãos pelas costas dela, lhe acariciando de maneira ágil e perfeita, Clara abriu os olhos, com força, Marina fez o mesmo e em um simples movimentos tudo escureceu de maneira violenta denunciando que ambas haviam atingido um prazer enquanto Clara subia e descia até gozar e relaxar a cabeça do pescoço de marina inalcançável e naquele momento de puro prazer e amor inacabável.

O quarto estava escuro, o lençol quase molhado e os vidros suados, e o mais profundo silêncio tomava conta do quarto…Continuavam da mesma maneira, ainda unidas e coladas uma a outra, Clara de olhos fechados esperava com que o efeito alucinante do clímax passasse e assim ela retornasse a razão, e Marina, bem Marina fazia qualquer coisa para controlar os sentimentos que lhe queimava a garganta… Por fim com cuidado se separou dela deitando se ao seu lado na cama… Fechou os olhos, ainda sentindo seu corpo trêmulo e seus sentidos alterados… Tirou os cabelos quase molhados do rosto, os colocando para trás com as mãos…… Clara de olhos fechados não dizia uma única palavra, nada, permanecia lá quase que imóvel se não fosse por seu busto que descia e subia em busca de ar, Marina fez o mesmo fechando os olhos, o que estaria passando pela cabeça de Clara agora? Porque não lhe dizia algo? Inferno qualquer coisa, qualquer coisa que provasse que não o corpo, mais sim a alma dela se encontrava naquele quarto, naquela cama, ao lado de Marina… Seu coração começou a acelerar.

“Faça amor comigo, me faça sorrir, sussurre que me ama ao pé do meu ouvido…Porque você é minha Marina, e eu preciso que de uma vez por todas você compreenda isso!” Oh querida eu compreendo, sentiu vontade de dizer, e como compreendo, abriu os olhos mirando a escuridão, já havia se passado 5 ou 10 minutos, se levantou da cama, porque de sua boca não podia sair uma única palavra ? Porque seu corpo estava tão trêmulo, por medo que Clara apenas se levantasse e rumasse para fora do quarto ? Ainda nua se aproximou da janela, de fora nada poderia ser visto, mais de dentro a visão da noite poderia chegar a ser maravilhosa, apoiando as mãos na janela em cima da cabeça, inclinou o corpo contendo a respiração… Sentiu preocupação, teria machucado a Clara, a ferido de alguma forma ? Virou se a olhando, sua expressão era tranquila, então porque não dizia nada ?

Clara: Agora só me faça sorrir… – murmurou abrindo os olhos, lançando um sorriso.Iluminado e emocionado a Marina, que teve a plena certeza que jamais esqueceria.

Mari: Que bom eu só quero aquela Clara alegre e engraçada e divertida de volta Baby.

Notas finais
Obrigada pelos comentários.Desculpem os erros Beijos.