Uma linda mulher

10 Decepção.


Notas iniciais
Aproveitem a leitura.

Mari: Vanessa, querida não chore, eu já estou indo ok ? Não se preocupe eu sei onde fica, se acalme em 15 minutos estou aí…

– Então era Vanessa calculou Clara em quanto observava ela preocupada e afobada sair praticamente do seu corpo para correr a sua princesinha Vanessa, ela deveria ama la…

E como porque parecia tão preocupada que não percebeu que ela estava ali nua em sua frente, Clara sentiu a garganta queimar, sabia que…

Na realidade não sabia nada só que ela estava indo para Vanessa…

Antes de poder pegar sua bolsa para sair Marina olhou o quarto já na porta e observou a mirada de Clara, a testa franzida o queixo um tanto trêmulo…

Não pode dizer nada, não saberia dizer nada, apenas a olhou profundamente deixando o quarto…

Clara baixou a cabeça franzindo ainda mais a testa, pegou o lençol cobrindo seu corpo, mordeu os lábios segurando as lágrimas, ela pertencia a Marina, mas Marina pertencia a Vanessa e ela havia chamado por ela, e Marina havia ido até ela…

Engoliu seco sentindo derrepente o quarto vazio e frio, como jamais havia sentido antes fechou os olhos, não tinha como negar estava se apaixonando, e Marina jah estava apaixonada, e agora ia até ela, estava correndo de volta para Vanessa…

Clara olhou por mais alguns segundos o quarto ,engoliu seco novamente, cobrindo ainda mais o corpo com o lençol, desviou a mirada, Que diabos poderia fazer uma mulher como ela , o que podiaa dizer ?

Gritar com ela?, não tinha esse direito, ou a estapear até que sentisse que seus sentimentos não passavam do mais puro desejo, não Clara, pensou ela, você não tem direito a nada, a não ser se entregar novamente se Marina a desejar agora mesmo…

Como uma garota que procurava por refúgio ela segurou a vontade de deixar escapar um primeiro soluço… sentiu o gosto amargo na boca, um gosto que já havia sentido antes quando seu namorado Cadu a havia abandonado…

Se levantou , precisava tomar um banho, gelado e demorado de preferência, molhou os cabelos, saindo do chuveiro colocou seu roupão e sentou se no sofá, a espera de quem ?

Marina voltaria aquela noite ? Passaria a noite inteira amando Vanessa como ela fazia… interrompeu seus pensamentos, porque naquela noite havia descoberto que ela sim fazia amor.

Mais Marina fazia um maravilhoso e descontrolado sexo…

Mais por Deus havia se passado apenas 4 dias… 4 dias contando com essa madrugada e já se sentia tão entregue e envolvida como se a conhecesse por toda a sua vida.

– Qual é o seu problema sua otária…- perguntou Clara levando as mãos a cabeça, sua tola e mesquinha, quantas vezes já lhe disse para não misturar as coisas…

Vanessa: Você está maluca Marina? Soube por boatos que correm a todos os lugares que estão noivas, e o diamante no dedo dela é tão verdadeiro como seu amor por mim…

– Marina então mirou aqueles olhos tão marrom mesclado, e quando percebeu que Vanessa iria beija la não recuou nem recusou, subiu suas mãos até o pescoço dela e o que ocorreu depois a deixou mais transtornada do que qualquer coisa, aqueles lábios, não eram quentes e formosos, aquele pele não a fazia arder e nem a pedir por água, os cabelos não eram tão sedosos e macios…

E aqueles olhos não eram em um castanhos perfeito…

Vanessa: Como pode ser noiva dela sendo que é tão arrogante e ama a mim, Marina nós somos prometidas uma a outra desde de que nascemos…

– E era a pura verdade pensou ela Vanessa era filha dos melhores amigos do Pai de Marina, tinham pouca diferença de idade e desde de pequenas ouviam seus pais lhe prometerem uma a outra…

Mari: Vanessa não haja dessa maneira… — E antes que pudesse continuar os lábios frios e sem graça dela tocaram novamente os seus, e as mãos de Vanessa lhe arrancaram o casaco com rapidez, passando as mãos pelo corpo de Marina, a arrastando para cama caindo por cima dela…

– Marina engoliu a saliva, olhou Vanessa mais era como se não a visse, e a cama parecia um bloco de gelo, assim como a mulher montada em seu colo… ela se esticou para então lhe beijar o pescoço, a boca novamente…

Vanessa: Termine tudo com ela Marina, termine tudo…

– Marina levou as mãos a cintura dela, enlaçando sua nuca para então corresponder o beijo…

Que foi tão frio que a congelou um pouco menos ao sentir que Vanessa passava as mãos paradas nela em seu corpo…

– O que há… ? – ela estava ofegante.

– Sou eu sua Vanessa Marina…. – Ela fechou os olhos..

E com um gosto amargo nos lábios a tirou de seu colo com um movimento brusco se levantando… a deixando na cama…

Que diabos acontecia com ela? Porque seu corpo estava tão frio e seu sangue não fervia em quanto Vanessa a acariciava daquela maneira…

Mari: Está torturada demais para conversamos sobre isso hoje Vanessa…

– Trate de se acalma e dormir… é o melhor a fazer…

– Vanessa tentou dizer mais alguma coisa, mais tão rápida como ela tinha entrado ela havia saído…

Marina dirigiu com pressa de volta ao hotel, precisava dizer a Clara, precisava dizer que sentia muito por ter deixado assim como uma cachorra que obedece a sua dona quando Vanessa havia ligado desesperada por ela…

Abriu a porta da suíte com o coração em saltos pela correria, havia subido pelas escadas, sua inquietação era tanta que não conseguiu esperar o elevador que estava quase já quarto andar… caminhou estava tudo escuro…

Então viu no sofá a prova que seu sangue havia voltado a ferver e seu corpo a corresponder a qualquer estimulo…

Ela estava adormecida…e os cabelos ainda estavam molhados…

Se aproximou respirando fundo, sua cabeça estava tão confusa que não pode resistir a tentação de se aproximar e lhe beijar os lábios com um selinho demorado….

Ela nem se moveu.. Marina então a levantou nos braços a levando de volta para cama…

Ela tirou o casaco de moleton e blusa e a calça, assim como os tênis.

E se deitou de modo que colocou Clara com a cabeça apoiada em seu peito, e dois minutos mais tarde como se sentisse sua presença ela se aproximou de Marina se aconchegando mais ainda aqueles braços…

Marina então achou o calor do corpo em qual não havia sentido em Vanessa, achou os lábios formosos e quentes que suplicavam mesmo adormecidos para serem beijados…

Isso não podia estar acontecendo, Na realidade, nem ela mesmo sabia o que estava acontecendo, cheirou os cabelos esparramados pelo seu travesseiro , fechou os olhos fazendo seu sangue se acalmar e sua pulsação agora tão rápida recuperar o ritmo comum…

Ela não estava mais em seus braços… contatou Marina quando acordou procurando pelo calor que a aqueceu a noite inteira…

Abriu os olhos se levantando,chamou pelo nome dela duas e três vezes, mais não escutou nada, vestiu uma roupa qualquer e escovou os dentes, desceu a procurando pelo salão de café da manhã, os salões de jogos e nada, ela parecia ter desaparecido do mapa, mordeu os lábios pra não falar um palavrão…

Voltando a suíte colocou seu blezer feminino de trabalho… mais ao se olhar no espelho teve a certeza que nem em uma conta de dividir conseguiria fazer que….

Maldição… Clara não dava nenhuma noticia, e se tivesse acontecido algo, e se algum carro…

– Não completou- E se estivesse com outra mulher ? seu sangue ferveu de maneira grosseira, arrancou o blezer quase o socando na cama andou de um lado para o outro e quase uma hora depois sentiu a fechadura se abrir e lá estava ela …

– Clara a mirou, havia demorado justamente para que não a pegasse em casa, merda ela deveria já estar na empresa, viu aqueles olhos cravada nela, olhos, famintos e nervosos pode sentir a tenção no ar e nem se atreveu a mirar de volta, com um tom seco e arrogante como o dela apenas disse se movendo para o quarto….

Clara: Bom dia…. – Ela ficou incrédula “Bom dia” , seu estomago dava e voltas e voltas de preocupação com ela e tudo o que recebia era um bom dia, se pôs furiosa atrás de Clara e quase gritando perguntou…

Mari: Onde você estava ?Porque saiu a essa hora da manhã ? Porque não me acordou para que eu fosse com você, por onde andou ? Em que lugar e com quem estava Clara ?

– Ela com toda frieza e calma, tirou o chapéu e o óculo escuro, deixou as sacolas em cima da cama e em quanto tirava as sandálias disse sem olhar o olhar nos olhos…

Clara: Fui fazer compras, não tinha o que vestir para a festa de sua tia Marieta…

– Se levantou entrando no banheiro batendo a porta…

– Ela arregalou os olhos dando um murro na cama abrindo a camisa abriu com tudo a porta do banheiro ela terminava de tirar o vestido…

Ela a olhou mordeu lábios, ela não podia ser tão fria, ao quando ela quase trasbordava de tão quente, assim sem aviso nenhum se aproximou dela a virando até a encostar, na pia para então a sentar na mesma…

Clara se assustou e seu coração disparou… sentiu seu vestido sendo arrancado junto com a camisa de Marina, e quando viu que ela se aproximava para lhe devorar os lábios, virou o rosto fechando com força os olhos, mantendo firme a promessa de não se envolver mais…

Ela estranhou.. lhe beijando o pescoço, abrindo as pernas de Clara para se colocar no meio delas colando seus lábios a puxando levemente pelos cabelos, em quanto com muita frieza ela lhe segura os cabelos e retribuía os beijos no pescoço…

Tentou lhe beijar os lábios mais uma vez mais Clara se afastou como fazia antes lhe beijando o pescoço levantado os quadris colando suas intimidades…

– Ela quase gritou a pegando pelos pulsos a olhando com o evidente desejo corrompido e ardente franziu a testa respirando com dificuldade…

Mari: O que está acontecendo ? Porque você não, porque não me corresponde, Clara eu preciso senti la… — ela então sem a mirar nos olhos perguntou?

Clara: Vai ser em cima da pia ou na cama Marina.. – ela franziu a testa ainda mais, não aguentando gritou segurando com mais força os pulsos dela…

Mari: Olha nos meus olhos quando eu falo com você Clara…

– Ela o fez e a explosão foi certeira, os olhares se procuraram e transbordaram, Clara quase sentiu seu corpo desfalecer ao presenciar a evidente frustração no olhar Marina…e com a mesmo grito retribuiu a ponto de chorar…

Clara: Vai ser em cima da pia ou na cama Marina…

– Ela a olhou de uma forma tão brusca e surpresa , de pura frustração que Clara achou que havia ido longe demais, com a mesma força soltou os pulsos dela a deixando mole em cima da pia, se afastou pegando o vestido no chão jogando no colo dela com força…

Pegou sua camisa respirando com força para manter o controle, mordeu os lábios… a olhou pela última vez apertando o maxilar saindo do banheiro…

Clara respirou fundo diversas vezes… fechou os olhos contendo também o desejo evidente dela e seu corpo… mordeu os lábios para segurar o quanto seu queixo estava trêmulo…

ficou ali em cima da pia, com as pernas ainda abertas e com as mãos nos lábios por longos minutos, 15 talvez… quando colocou os pés no chão parecia mais calma mais a porta se abriu novamente e era Flavia… ela parecia também, um tanto apavorada…

Flavinha: Por Deus Clara, o que houve entre você e a minha irmã, ela está quase quebrando a minha casa inteira…

– Flavia então percebeu que Clara não estava tão diferente se aproximou entregando um roupão preto atrás da porta a Clara…

– Você está tremendo sabe disso não é… – Clara assentiu… e disse apenas…

Clara: Há algo estranho acontecendo.. – Flavinha sorriu debochada…

Flavia: Sabe que eu nem tinha percebido… – ironizou sorrindo ainda mais a Clara…

– Se você não dizer nada, a Marina vai se descontrolar ainda mais, e juro não, a queira ver descontrolada do jeito que ela vai ficar, eu conheço a figura Clara, e para ela não ter nem tocado em você é porque…

Clara: Eu conheço sua irmã Flavia..

Flavinha: Ah mais não conhece mesmo Clara… – sorriu – Hey parece que viu a morte… Vem vocês podem..

Clara: Eu não quero conversar com a sua irmã Flavinha… – disse sinceramente...

– Deixe que ela se acalme sozinha, isso não passa de desejo contido, daqui a pouco o sangue dela esfria, além do mais hoje tenho várias coisas para fazer, tenho cabeleireiro e unha, tenho que estar perfeita para amanhã se lembra ?

– Flavia se apoiou na pia…

– Flavinha: Santo Deus você está se apaixonando…

Clara: É claro que não, mais é claro que não só estou um pouco irritada essa manhã, a noite me desculpo com Marina ok…

Flavia: Ela me contou sobre ontem… sobre Vanessa…

Clara: Não me interessa saber da vida pessoal da sua irmã Flavinha, sinceramente não estou aqui para isso…

Flavia: Ok, já não está mais aqui quem falou…mais que aconteceu alguma coisa aconteceu…Clara Flavia…

Flavinha: Ok desculpa , eu vou voltar na certa minha suíte deve estar destruída…

O dia passou ao turbulento como aquela maldita manhã, Marina não havia voltado para a suíte e a sexta feira se aproximava, uma família de tios e tias milionários , e Clara teria que ser uma bela atriz, para fingir que eram, apaixonadas e noivas, fora que tinha certeza que Vanessa iria, só realmente esperava que Marina não se enfiasse no quarto com a ruiva, em quanto que ela representava a boa moça, Não que se importasse é claro.. ou se importava…?

A noite chegou e com ela a atmosfera carregada, não sabia onde Marina havia passado o dia inteiro, e também não sabia se ela iria voltar para suíte após o jantar que tinham em poucas horas…

Arrumou-se colocando um conjunto de linho na cor violeta, era um saia na altura ideal, uma blusinha rendada que iria por baixo do terninho com botões bem delicados, decidiu prender o cabelo em um rabo de cavalo alto deixando alguns fios soltos , fez uma bela maquiagem calçou as sandálias de salto alto pegou sua bolsa e o sobretudo de pele branco o vestiu, Flavia havia ligado a tarde combinando o horário que ambas sairiam, as 20:00 em ponto e sem atrasos, se perfumou se olhando no espelho, sua adorável mãe a visse assim se orgulharia, e como se orgulharia, sentiu aquele aperto e a vontade repentina de chorar, olhou em cima da cama aonde um vestido maravilhoso a esperava para a festa da casa da tia de Marina, era um aniversário de gala…

Todos usariam trajes a rigor e com ela não seria diferente, ao contrário chegara a duvidar que existiria um vestido tão belo quanto o seu…

Olhou no relógio já era hora de descer, encenar e sorrir a todo instante, olhou o diamante de puro brilho no seu dedo, era seu trabalho… era o seu dinheiro…

Já no elevador arrancou suspiros de alguns homens, e antes que eles pudessem soltar alguma cantada a porta do elevador se abriu e lá estava ela na sua frente, com seu maravilhoso vestido italiano num tom escuro, parecia estar cansada, mais nada que seu puro charme não escondesse, se olharam nos olhos e seguia lá a frustração que ela havia visto de manhã, algo estava diferente no olhar dela, aquela arrogância parecia ter sido reduzida no mínimo 50%, viu o olhar que ela lançou aos dois rapazinhos que sorriam feito bobos a Clara, ambos se calaram saindo imediatamente do elevador, pode ler nos olhos dela a informavam “você é minha Clara, e eles sabem disso agora” Se sentiu estremecer de desejo e medo por não suportar o jogo que terminaria no domingo a 00:00 noite, deu um passo para frente e sem dizer uma única palavra ela rodeou sua cintura e assim caminharam juntas até a limusine que os esperava…

Sem deixarem de ser notadas claro, pela metade do hotel…

Marina sentiu como ela estava quente e tremia quando seus dedos faziam algum movimento naquela cintura perfeita, a aproximou mais de seu peito, Céus fazia quanto tempo que não dormiam juntas, seu corpo como sua mente havia latejado o dia inteiro, e aquela morena havia habitado seus pensamentos por todas as horas do trabalho…

Se pudesse controlar não chegaria nem perto, ela era veneno, puro veneno e desejo para um mulher como ela…

Mordeu os lábios.. entrando na limusine, ela se encolheu perto da janela não falando nenhuma palavra…

O jantar seguiu da mesma forma exceto com as pessoas que os rodeavam, Clara era gentil meiga e delicada e arrancava suspiros das pessoas presentes Lílian mulher do gerente da filial em Londres havia dito que ela era um anjo…

Não se tocaram e nem sorriram uma a outra exceto quando era necessário, e Marina não aguentava mais, sentia que aquilo era extremamente necessário…

Lilia: Oh mais me conte querida, como se conheceram ?

– Clara estava sentada do lado de Marina, observou o Marido de Lilian, Carlos que também era gentil e doce como a mulher parou para prestar atenção no casal, Não tinham mais de 55 anos concluiu Clara pelo aspecto jovem e elegante de Lílian , Clara sorriu sem graça, e agora o que diria ?

Mari: Nos conhecemos em Londres, em uma viagem minha para lá… começou a explicar fazendo Clara a mirar.

– Ela trabalhava em uma das empresas em que eu estava brigando para conseguir, e sem poder me conter me apaixonei a primeira vista, disse para vir comigo aonde quer que eu for e Clara aceitou, não é querida ?

– Clara a olhou sentiu vontade de estapear aquele rosto arrogante, mais então viu a ternura nos olhos do casal a sua frente , sorriu engolindo seco assentindo…

Lílian: Ahh, mais que maravilha você também se apaixonou a primeira vista querida ?

– Clara mordeu os lábios sobre a mirada pesada de Marina que devorava seu controle…e sem nenhuma mentira apenas soltou…

Clara: Sim, eu deixaria tudo para viver com Marina…

– Então percebeu o engano que cometera “deixaria” ? Como assim ?

Marina: Você já deixou querida… – Disse ela sorriu lhe aproximando os lábios para um selinho que informava que seria só o começo, ela ira tortura la e ela sabia disso…

– O Jantar seguiu bem ,Clara adorou os amigos de Marina, Lílian e Carlos eram simpáticos e honestos, entrou de volta a limusine e seguiram caladas como vieram, ao chegarem de volta a suíte Marina rompeu em uma explosão violenta e disse em bom e claro tom…

Mari: Na pia… – Clara a olhou não havia entendido bem…

– Eu quero você na pia, e agora… – ela franziu a testa não aguentando a onda eletrizante que lhe arrepiou os últimos fios de cabelo… tirou o sobretudo e soltou os cabelos, tirando a roupa a jogando pelo chão caminhou para o banheiro quando já ia entrando olhou para trás, e não precisou dizer nada Marina havia entendido, ela gritava por ela em silêncio…

Caminhou sem pressa até o banheiro… tirando as peças de roupa como ela…

Quando entrou Clara estava sentada na borda da banheira, somente de calcinha e sutiã… molhando os dedos na água quente da banheira cheia…

Marina a olhou bem a cena, e avançou, até ela, a pegando pelos braços a levantando, Clara não disse uma palavra…

Mari: Ou você me corresponde ou eu juro que passo a noite inteira te torturando de desejo Clara, você sabe que eu posso faze isso não sabe ?

Ela sentiu o calor ao ver que seu sutiã estava já no chão… a envolveu quando sentiu duas mãos firmes na sua cintura a empurrarem até a pia, fazendo se se encostar à mesma, o desejo explodiu de maneira tão rápida e assustadora quem correspondeu a todas as caricias de forma ousada e ainda mais intensa.

Marina se abaixa ficando de joelhos e tira a calcinha de Clara, dando um beijo carinhoso em seu sexo. Tira sua calcinha e abraça Clara por trás.

Marina começou a dá alguns chupões no pescoço de Clara e a passar uma mão em cima de seu sexo, deixando Clara ardendo de desejo. Foram caminhando lentamente até a borda da banheira e entraram calmamente.

Marina: Clara quero te amar de todas as maneiras hoje e sempre.

Clara: Marina eu quero te sentir. Sou sua e só sua.

As mãos percorrem o corpo uma da outra. Marina desceu até os seios de Clara, beijou cada um, lambeu, e mordiscou recebendo de Clara leve arranhões em sua costa. Desceu por sua barriga, abriu mais um pouco as pernas de Clara e ficou alguns instantes admirando sua Clara tão entregue. Continuou os beijos pelas coxas de Clara até chegar a seu sexo, deu um beijo terreno e Clara gemeu, já não aguentava mais, precisava de Marina urgente.

Clara – Mari... naaaaa. – Marina lambeu seu sexo.

Marina: Que foi Clarinha? Quer que eu pare? – Diz enquanto dá um beijo ardente no sexo de Clara.

Clara: Nãooo... Marina eu preciso de você. Agora! – Diz enquanto segura a cabeça de Marina.

Marina sente seu sexo molhar, começa a penetrar Clara com a língua, inicia com movimentos leves e depois aumenta o ritmo. Clara segura à cabeça de Marina enquanto é penetrada, gemendo deliciosamente, o que só aumenta o tesão de Marina. Enquanto chupa o clitóris de Clara a penetra com um dedo, e a outra mão massageia o seio de Clara que geme alto de prazer, Marina coloca mais um dedo dentro de Clara que grita com o ato.

Clara – Ma... ri... naaaa... eu vou go... zar.

Marina sente seus dedos serem lambuzados pelo líquido, chupa todo o sexo de Clara com prazer. Dá um beijo e sobe sobre o corpo de sua mulher.

Clara faz pressão com o joelho no sexo de Marina.

Marina: Clara me fode, quero você. – Diz maliciosamente.

Clara desce o beijo até a barriga de Marina, sobe até os seios dela, beija com carinho, enquanto lambe um acaricia com a mão o outro, troca de seio e morde com desejo, deixando Marina fora de si. De repente elas sai na banheira e vão para o quarto e deita na cama, olha para Marina e manda – a sentar no seu rosto.

Clara: Vem Mari, senta na minha boquinha vai.

Marina senta e Clara logo começa a beijar seu sexo, massageando com a língua. Clara penetra em Marina com a língua num vai vem frenético deixando enquanto Marina rebola em sua boca. Clara para e encara Marina sedutoramente.

Clara: Fica de joelhos assim e abre as pernas pra mim doçura.

Marina obedece. Clara observa aquele sexo molhado por alguns instantes e sem aviso penetra de uma vez dois dedos no sexo de Marina que com o ato se inclina para trás e geme alto. Clara coloca mais um dedo pegando Marina totalmente de surpresa, fazendo – a gritar. Clara fode Marina com força.

Marina: OOh... Cla... ri... nha... – Marina não consegue falar tamanho seu prazer.

Clara: Goza pra mim.

Depois de mais algum tempo sendo fodida por Clara, Marina goza em seus dedos e Clara rapidamente a senta de novo em sua boca para chupar seu sexo. As duas então ofegantes, suadas, então Clara guia Marina até ela sentar em cima de seu sexo, se levanta ficando sentada com Marina em seu colo, as duas se abraçam, sem beijam... Marina deita Clara novamente, abre suas pernas, encaixa seus sexos um no outro e começam um vai e vem cheio de prazer. As duas gozam ao mesmo tempo.Se amaram-se mais uma vez.

Quando abriu os olhos após a terceira explosão de seu corpo fortemente e profundamente penetrada por Marina se deu conta.

Aquelas mãos lhe levantavam as coxas para uma união ainda mais profunda, gritou novamente não aguentaria uma quarta explosão, o abafado do quarto fazia seus corpos escorrerem gotas se suor, e os movimentos velozes e profundos não inibiam os gritos altos e arranhões que ela distribuí em Marina lhe beijava o pescoço, mais Clara ainda recusava beija la nos lábios, e a frustração de Mari pela falta daqueles lábios nos seus eram depositados nos seus movimentos selvagem,Com um grito alto de rendição ela chegou a ponto de lhe dizer…

Clara: Eu não posso mais, meu corpo não aguentaria uma 4°explosão..

– A sentiu se movimentar novamente dentro de si, e quase gritou a agarrando e mordendo o ombro de Marina.

– Marina pelo amor de Deus… — Ela então parou, estava com tanta fome Clara que havia se esquecido que ás vezes não era nada delicada.

Acalmou-se esperando seu clímax que não demorou a chegar, a pegou pelas nádegas a levando até a banheira com a água morna…

Notas finais
Quero agradecer pelos comentários.Beijos.