Notas iniciais
Vamos ao cap eu nao pstei ontem porque nao deu tempo pois tive que estudar para a prova que teria hoje no colegio

2 meses depois.................

Povs Bianca

A jade ja ganhou felipe hoje ele completa 1 mes de vida a jade teve o felipe de cesaria eu ja conversei com o meu medico e pedi para fazer parto normal pois morro de medo de injeçao e agulha eu estou no meu quarto esperando duca voltar com o nosso cafe da manhae quando derrepente

Sinto um líquido escorrendo por minhas pernas e ao olhar pra baixo percebo o óbvio. A bolsa estourou.
Bianca:Duca, acho que o café da manha vai ter que esperar... — Digo tentando me levantar.
Duca: Por que Bianca ? Ta sem fome? — Diz sem reparar que a hora do parto finalmente tinha chegado.
Olho pra Duca sorrindo, e quando ele olha pra baixo percebe.

Duca: A bolsa estourou? Ai meu Deus, vai nascer... — Diz derrubando no chão a bandeja que trazia até a mesa. — Vou pegar as coisas da bruna e as suas... — Ele se vira pra mim e percebo que está completamente desesperado. — Você ta bem né? Já começou as contrações? Respira cachorrinho tá?
Bianca: Calma Duca, to bem, as contrações estão leves por enquanto... — Digo me sentando novamente na cadeira. — Vai pegar o carro, as coisas da bruna e vamos!
Duca: Ta, onde tá a chave? Meu Deus... — Diz revirando toda cozinha.
Bianca: Está na sala, no lugar que você deixa todos os dias...
Duca corre até o outro comodo e eu riu do seu desespero. O sorriso só sai de meus lábios, quando uma contração mais forte começa.
Rapidamente Duca volta. Ele me leva até o carro e me faz deitar no bando de trás.
Ele já ia arrancar com o carro, quando o lembro de outro detalhe importante.
Bianca: Você deixou as coisas da bruna e as minhas fora do porta malas do carro!
Nesse mesmo instante,Duca desse do carro, pega nossas coisas e, literalmente as joga no porta malas
No caminho até o hospital, Duca me repetia mil vezes a palavra "Calma". Acho que ele estava dizendo isso mais para si próprio, do que para mim.
Apesar das dores estarem aumentando cada vez mais, eu estou calma. . Mal posso esperar para ver seu rostinho.
No caminho até o hospital, Duca conseguiu se acalmar por uns minutos e ligar avisando sobre minha chegada.
Já na porta sou recebida por dois enfermeiros com uma cadeira de rodas. Me sento nela e em seguida, sou conduzida por eles até uma sala.
Me deitam em uma maca e ao sentir as dores aumentando, fecho meus olhos por alguns segundos. Quando os abro, sou surpreendida com a presença de duas pessoas.
Duca e uma enfermeira com uma enorme agulha em mãos.
Enfermeira: Ola Bianca, você pode se levantar para que eu lhe aplique a anestesia?
Bianca: Como assim? Eu vou ter de parto normal...
Enfermeira: Por favor senhora Bianca, assim será melhor pra você e para a sua bebe...
Bianca: Nem pensar, eu já combinei com meu médico. Eu vou ter a minha filha de parto normal e você que não se atreva a colocar essa agulha em mim! — Digo já brava.
Duca: Isso mesmo! Se minha mulher decidiu que quer assim, assim será!
Pego na mão de Duca a agradeço pelo apoio.
A porta se abre de supetão e é Jade quem entra.
Jade: Finalmente minha afilhada esta a caminho! Já esta indo para a cirurgia?
Duca: Não vai ter cirurgia, a Bianca quer parto normal, que ela nasça na hora que tiver vontade!
Jade: Mas que frescura é essa? — Diz me encarando.
O médico chega e me examina. Segundo ele, ainda estou com pouca dilatação. Pelo jeito, terei que esperar um bom tempo até que ela possa finalmente nascer naturalmente.
Algumas horas se passam e finalmente estou pronta para ter a bebe.
Sou levada até uma sala, onde me deito em uma maca que me faz ficar com as pernas totalmente abertas. Essa não é uma posição muito confortável, mas sei que é preciso.
As dores aumentaram de uma forma absurda. Tento me acalmar, então faço o que Duca me disse mas cedo "Respiração cachorrinho"
O médico me pede para fazer força e assim começa o trabalho de parto.
Tento ser o mais forte possível, colocar todas minhas energias naquele momento, mas o tempo passa e nada acontece.
Sinto que alguma coisa está errada.
Começo a me sentir mal e por alguns instantes, tenho a impressão de que vou desmaiar.
O médico faz sinal para os enfermeiros, e logo sou entubada.
Sim. Alguma coisa está errada. Não é impressão!
Dr: Bianca, tente se manter acordada ok?
Meus olhos pesam, minha cabeça está rodando. Vou desmaiar a qualquer momento, mas tenho que dizer uma coisa.
Bianca: Doutor, se tiverem que escolher entre mim ou minha filha, por favor, opte pela minha filha!
Termino de dizer essa frase e tudo escurece... Será esse meu fim?

Povs Duca
Queria estar na sala de parto junto de minha mulher, mas infelizmente, fui impedido pelos médicos. Acho que é por meu aparente desespero.
Estou perto da sala, apenas uma parede me separa de Bianca.
Ando de um lado e pro outro tentando recuperar minha calma.
Está demorando de mais. Alguma coisa deve ter acontecido! Olho para jade e cobra e eles parecem também parece estarem aflitos, porém como sempre, jade não perde a classe.
Jade: Você vai acabar fazendo um buraco nesse chão. Para um pouco, senta nesse banco e se acalma.
Resolvo seguir seu conselho e me sento ao seu lado.
Minutos depois, um enfermeiro sai de dentro da sala de parto e me encara.
Duca:A Minha filha já nasceu? Como está minha mulher?
Enfermeiro: Ainda não, tivemos um problema! — Diz, aparentemente nervoso.
Duca: Como assim não? Vocês estão lá a muito tempo. Pelo amor de Deus, o que tá acontecendo?
Enfermeiro : A pressão dela abaixou demais, ela desmaiou! Vamos fazer uma cesária urgente pra tentar salvar a sua filha!
Duca: Tentar? Como assim? — Digo indo as lágrimas — E como está minha mulher?
Enfermeiro: Desculpe, eu tenho que ir, me mandaram preparar a UTI — Ao me dizer isso, sai correndo pelos corredores do hospital.
Se antes eu já estava desesperado, agora nem sei mais o que sinto!
Começo a chorar com mais intensidade e sou acolhido pelo abraço de jade e de cobra.
Jade: Calma. Vai ficar tudo bem!
Duca: Jade cobra... — Digo em meio aos soluços — É isso que eu entendi? Minha filha e a Bianca estão correndo risco de vida?
Cobra: Tenta se acalmar , ficar desesperado só vai piorar a situação. Daqui a pouco você vai ter um troço.
Duca:Jade Cobra... Eu não vou aguentar ficar aqui parado sem fazer nada!
Jade: Quer fazer alguma coisa? Então reza, Reza que é só isso que podemos fazer agora!
Resolvo seguir o conselho de jade, e ao levar meus olhos pro alto, peço a Deus que Bianca volte pra mim. Peço que minha filha esteja logo nos meus braços. Imploro pra que esse momento tenebroso acabe logo e, que tudo termine bem.
Como num passe de magica, ou em um milagre, minhas preces são atendidas logo em seguida.
Escuto vindo de trás da porta um forte choro de bebe. Me levanto da cadeira e fico esperando algo mais acontecer. Alguns minutos se passam e nada de algum emfermeiro ou medico vir falar alguma coisa
JL: Nasceu! Ela nasceu... — Digo abraçando minha jade e cobra.
Cobra: Parabéns Duca!
As portas da sala se abrem e vejo Bianca, toda entubada, deitada em uma maca. Tento me aproximar mas sou afastado pelos médicos.
Duca: O que ta acontecendo? Onde vocês estão levando ela?
DR: Nós estamos indo para o centro de unidade intensiva, saia da frente por favor...
Fico em estado de choque. Jade me tira do caminho da maca e quando volto a realidade pergunto:
Duca: Eles levaram a Bianca pra UTI? É isso Jade?
Jade não me responde, simplesmente se vira e corre atrás dos médicos. Eu faço a mesma coisa, sigo aquela quantidade absurda de doutores até que eles entram em uma sala e me impedem de acompanha-los.
Uma enfermeira vem até mim e me leva a uma parede de vidro. Por ela posso ver os médicos colocando inúmeros aparelhos em Bianca.
Desisto de olhar. Essas cenas estão acabando com minhas esperanças.
Me sento no chão, em um canto qualquer, e coloco a cabeça sobre meus joelhos.
Sinto a presença de jade e cobra ao meu lado, mas felizmente eles não me dizem nada. Sabe que nesse momento não quero escutar a voz de ninguém, a não ser que seja a da Bianca.
Começo a pensar em Bianca, em tudo que vivemos, em como somos felizes. Penso no tempo em que eu estava com a nati amando a bianca... Mesmo naquela época, eu não poderia viver sem ela. Hoje então, não suporto nem a ideia de não te-la comigo.
Não sei como consigo, mas adormeço ali. No chão duro, sentado, e sem noticias de Bianca.
Quando finalmente abro meus olhos, acordo assustado e me levanto do chão logo em seguida.
Estou todo quebrado, minhas costas doem e minha cabeça lateja.
Olho no relógio e percebo que apaguei por quase duas horas. Vou até o vidro, com esperanças de ter sonhado tudo aquilo, e ao chegar mais perto vejo Bianca.
Começo a chorar novamente, até que sinto uma mão em meu ombros.
Cobra: Como está se sentindo
Duca: Péssimo! Por que me deixou dormir?
Jade: Essa eu respondo porque foi melhor pra você, evitou 2 horas de agonia...
Duca: Tanto faz... Mas eae? Como a Bianca está?
Dr: Ela já está fora de perigo- Com todo meu desespero, nem havia visto o Doutor do lado de jade — Se sua mulher continuar reagindo bem assim ao medicamentos, até semana que vem receberá alta.
Por um momento nem acredito no que estou ouvindo, quando consigo assimilar o que escutei, corro e dou um abraço no médico. Logo em seguida, volto a chorar. Mas dessa vez é de alegria, de emoção. Como é bom poder sentir essas lágrimas descerem de meu rosto.
Duca: Se ta falando sério? — Digo o soltando do abraço
Dr: É claro! A pressão dela está quase normal, os batimentos cardíacos estáveis... Se tudo ocorrer bem, em menos de dois dias já poderá ir para o quarto normal.
Novamente sinto vontade de abraçar o médico, porém dessa vez, me controlo. Volto meus olhos para o vidro e fico observando Bianca.
Sei que ela não está me escutando, mas sinto a obrigação de lhe dizer algo:
Duca: Obrigada por não ter desistido meu amor...
Dr: Sabe, sua mulher é muito forte! Antes de desmaiar, ela pediu para salvarmos a filha de voces... Tivemos que optar por quem socorrer primeiro, e como ela já havia dito antes, optamos pela criança. Felizmente, conseguimos salva-la também!
Ao ouvir as palavras do Doutor me lembro de minha filha. Ver a Bianca naquele estado e passar por todo esse desespero, até me fizeram esquecer deles.
Duca: Doutor, onde esta minha filha? Ta tudo bem né?
Dr: Sim, ela esta ótima. Já fizeram os primeiros exames e agora esta no berçário... Sua amiga e o marido ja virao a criança

Jade:A bruna e a cara da bianca. ... !
Não acredito, a primeira pessoa a conhecer meus filha foi a jade e o cobra. Chega até ser irônico. Eu o pai, serei o segundo e, Bianca, a mãe, será a última.
Paro de pensar nessas coisas e vou para o berçário.
Lá, sou obrigado a vestir uma touca e uma espécie de avental azul. Uma enfermeira faz sinal para que eu passe álcool em gel nas mãos e logo em seguida libera minha entrada.
Passo por várias crianças até que finalmente vejo uma com pulseira com as seguintes palavras:

"Bruna Duarte Menezes"
"Pai:Carlos Eduardo Menezes"
"Mãe:Bianca Duarte Menezes"

Minha filha.
Ela estava dormindo completamente tranquila.
Me ajoelho perto de seu "berço" e fico a observando.Jade tem razão:A bruna me lembra demais a Bianca. O mesmo nariz, formato do rosto..."
O tempo que passo ali com ela, pra mim parecem segundos, mas logo sou informado que tenho que me retirar. Segundo a enfermeira: " Já passei tempo demais ali."
Volto até a UTI e encontro a jade observando Bianca.
Jade:A conheceu? Me conte, qual é a sensação? — Diz sorrindo pra mim.
Duca: Eu nunca pensei que pudesse sentir tanto amor assim!
Jade me abraça e logo em seguida me diz.
Jade: Eu tenho duas notícias. Uma boa... E uma maravilhosa!
Sorriu pra ela e lhe peço.
Duca: Começa pela boa.
Jade: A boa é que liguei para o gael a dandara o joao a vick a karina o pedro e eles estao vindo conhecer a bruna
Duca: E a maravilhosa?
Jade: As visitas a Bianca foram liberadas. Claro que por pouco tempo....
Duca: Eu não acredito! — Corro até uma enfermeira e lhe peço que me deixe entrar.
Depois de vestir outro avental azul, e higienizar muito bem minhas mãos, sou liberado para entrar.
Me aproximo de Bianca e ela parece estar dormindo. Pego em sua mão, me abaixo e lhe dou um delicado beijo na testa.
Quando me ergo novamente, os olhos de Bianca estão fixos em mim. Quando os vejo, sinto uma enorme vontade de chorar. A algumas horas atrás, cheguei a pensar que nunca mais os veria.
Bianca:Duca... A nossa filha, esta bem?
Percebo que ela faz um esforço enorme pra falar, então coloco meus dedos sobre sua boca e digo.
Duca: Calma! Ta tudo bem... Ela esta ótima, ela e linda!
Ela sorri pra mim e fecha seus olhos novamente. Apesar de já estar fora de perigo, ainda está muito fraca.
Coloco minha cabeça perto da sua, e fico ouvindo sua respiração.
Essa é a melhor coisa que escuto desde que nasci.
Queria que ela já estivesse bem, que pudesse conhecer nossa filha de imediato, mas não foi assim que aconteceu.
Queria dizer pra ela o quanto a amo, e como ela me faz feliz. Queria conversar sobre nossa filha, falar sobre sua características... Queria dizer um milhão de coisas, mas agora não posso. O tempo de visita é curto. Sinto que vou chorar novamente, mas não me permito.
Olho para Bianca que dorme tranquila e, chegando mais perto, sussurro em seu ouvido:
Duca: Obrigada por não desistir. Hoje você me fez um homem completo. Eu te amo!
Gostaria que ela tivesse ouvido isso... Mas não tem problema, ainda tenho todo o tempo do mundo para lhe falar!

Notas finais
E ai gente mereço ou nao mereço reviens