Notas iniciais
Desculpa a demora povo Pretendo terminar antes do dia dos pais Sem enrolação bora para o capítulo

Taichi foi chamado por Daisuke para ajudar com os pequenos, que estavam tornando a vida do paizão um pouco complicada, apesar da ausência de atritos físicos os pequenos Motomiya sabiam fazer baderna, Hikaru encobria o mais velho, praticamente o seguia para todos os lados.

— Tem alguém dentro dessa casa? Grita o castanho, chegando com brinquedos. Ótimo mais bagunça, pensou Daisuke.

— Ojisan. Você ficou muito tempo sem vir. Hikaru se joga nas pernas de Taichi, o fazendo soltar todas as sacolas.

— Deixa eu olhar… Oh Hikaru-Kun, quando seu pai falou que estava aprontando eu não sabia que era isso, quem mastigou seu cabelo? Perguntou Taichi passando as mãos na cabeça do sobrinho.

— Papai, o senhor disse que não dava para ver. Reclama o caçula.

— Hikaru-Kun, n-não é que esteja ruim… Taichi tentou consertar o que disse. — É só que o tio ficou meio que… Surpreso, você ta tentando mudar de estilo, já tão novo? Questionou Taichi.

— Não precisa disfarçar, até porque ta fazendo isso da pior forma. Agumon pentelhou.

— Poh cara ajuda! Pede Taichi.

— O papai disse que a mamãe não vai nem perceber.

— Oh Daisuke-San, dizer “na volta compramos” faz parte, mas você exagerou na mentira, a imouto só não vai perceber essa peripécia mal feita se ela voltar cega da viagem.

— Taichi-Senpai, você veio ajudar ou fazer criança chorar cara? Perguntou o ruivo.

— Ajudar é claro, mas não me pede pra dizer que esse trabalho ta bem feito, por que eu dava um murro no cabeleireiro, você ainda pagou por isso? Perguntou Taichi, mexendo no cabelo de Hikaru, o ruivo tinha exagerado no corte da franja.

— Então devia começar o autor da cagada ta bem ai na sua frente. Pentelhou Veemon.

— Veemon cala a boca diabo. Ralha Daisuke, acertando a almofada no dinossauro que devolve na cabeçada.

— Economia? Cara nem é tão caro, era só aparar, aliás Hikaru, o seu cabelo estava grande? Pergunta Taichi.

— Não ojisan é só que eu e meu irmão estávamos tentando fazer o café, e deu errado, o fogo do acendedor pegou na ponta da minha franja, eu tava vendo como funciona.

— Ah entendi, a única coisa que não entendi era onde estava o seu pai na hora, ainda não estão na idade de pilotar o fogão, ainda bem que foi só a franja.

— O Daisuke tava afogado na baba. Entregou Veemon.

—Ainda bem que eu vim, e cadê o Daiki? Perguntou Taichi.

— Tal pai tal filho. Respondeu Tailmon andando em cima da bancada e salta para mesa.

— Eu já bati na porta uma quinhentas vezes, que sono pesado, ele vai se atrasar para aula.

— Reforço o que eu disse, tal pai, tal filho. Provoca Tailmon.

— Ojisan, eu não posso ficar em casa? Perguntou o menor.

— Pela cagada do seu pai?

— Oh! Reclama Daisuke. — Não Hikaru, filho você só diz que mudou o corte, qual é não tá tão ruim.

— Uma lição a se aprender aqui Hikaru-Kun, não diga mentiras, é muito feio! Taichi ensina o pequeno.

Taichi subiu para ajudar a acordar o ruivo que logo que ouviu a voz do tio pulou da cama jogando a coberta pelo chão.



A semana acabou tendo uns pequenos contratempos, com os pequenos Ichijouji ainda querendo furar a regra, que se tornou a principal da casa, Mai tentou em duas noites, em uma de birra dormiu na sala no sofá, era rotineiro, Ken a ver no sofá e levar para o quarto do casal, não dessa vez, a menina seguiu fingindo que estava dormindo e Ken que acreditava, o detetive a levou para o quarto da menina, frustrando o plano, a pequena emburrou ao olhar ao redor e ver a porta fechada.

Toushin desistiu logo na primeira ordem do pai, para Ken também não tava sendo das melhores sensações ser tão mandão, mas admitiu que a casa estava melhor sem as teias, os quadros estavam retos, por mais que quisessem divertir os pequenos os digimons acataram a ordem e tentaram as brincadeiras que os parceiros brincavam quando crianças, não valia teias como Toushin costumava a usar no esconde esconde o violáceo teve que aprender por si a se esconder.

Por mais falta que sentisse da esposa, o detetive tinha que admitir que estava dormindo melhor sem a cama lotada de crianças, a sensação de medo de machucar um rolando por cima sumiu na terceira noite.

No dia marcado…

Yamato apareceu no endereço do hotel onde Takeru estava com os filhos, o escritor não quis ficar na casa do irmão, pois os filhos podiam não se comportar, entre outros motivos que Yamato entendeu como desculpa.

Infelizmente para o guardião da amizade o pequeno sobrinho tava disposto a testar o tio, o garoto já não falava nenhuma palavra em japonês, assim com Charlote, em todos esses anos o irmão não podia tirar um dia para ensinar um simples “arigato”.

O pior foi que Yamato bateu incontáveis vezes, chamou as crianças, mas ouviu um tom autoritário atrás da porta, e um choro em seguida.

O loiro respira fundo e tenta novamente.

— Venir ici ne s'ouvre pas aux étrangers. Tenshi, gesticula para caçula voltar para a enorme cama.

— Tenshi-Kun, Marrie-Chan, abram é o tio, olha a gente vai passear.

Tenshi continuou teimando, se recusava a abrir a porta do quarto e não permitia a irmã abrir e nem os digimons, Tokomon permanecia dormindo e Budmon olhava a porta.

Yamato pediu ajuda na recepção que disse que Takeru tinha saido cedo, por isso era melhor Yamato voltar mais tarde.

A recepcionista até tentou ajudar Yamato ligando para o quarto, de novo a jovem obteve a mesma resposta infantil do pequeno Takaishi, non,non, ela ainda traduziu o dito no quarto como não ia abrir para estranhos.

— Esses seus primos, mal chegaram e já estão me tirando do sério. Ralha Yamato olhando para Methew.

Yamato teve que esperar o irmão voltar para ver se os pestinhas iam continuar brincando de esconder no quarto, foi até em casa e depois que Takeru voltou, Yamato ligo e voltou junto com o irmão.

E quando entrou junto com o pai das crianças, os pequenos estavam curiosos com Yamato.

O diálogo em francês acabou fazendo Yamato revirar os olhos, Takeru precisou explicar que Yamato não era um estranho, mas Tenshi não parecia querer mudar de ideia, ao contrário da irmãzinha que olhava curiosa e pula fora da cama, e em seguida estendeu os braços para Yamato a pegar no colo.

— Tenshi, vem cá! Chama Takeru.

— Eles são como a Mimi, não falam uma palavra em japonês.

— Desolè Yamato, acabamos educando eles em francês, por isso o nome Charlote leva a letra impronunciável no alfabeto japonês, mas Marrie foi pra facilitar e por que ficou muito bem nela. Explicou Takeru.

— Só o que não ficou bem foi essa loucura sua, saiu um moleque voltou casado e cheio de cria. Reclama Yamato.

— Cheio de cria? Oniisan, são só dois.

— Não acha que mesmo separados nossos pais iam gostar de participar desses momentos da sua vida, iam gostar de ir a formatura e participar dos aniversários que perderam, tanto os doze aniversários seus quantos os dos seus filhos, você pode explicar o que for, tenho certeza que não vai ser digerido facilmente pelo grupo, a Inoue, o Kido, Motomiya e o Hida ficavam constantemente ligando querendo saber onde você se meteu, porque raio o prazo da viagem venceu e você simplesmente tinha sumido.

— Desolè… Opa, Sumimasen. Como eu expliquei cara, eu fui ficando com o vovô e aí eu reencontrei a Catherine, a digiescolhida da operação em Paris, e aí eu não pensei duas vezes quando o vovô disse que tinha possibilidade de eu conseguir o visto, já que ele é francês legítimo, naquela altura a Cather-Chan e eu já estávamos mais envolvidos que meros amigos, nós conseguimos entrar na faculdade, eu adorava vê-la desenhando nos intervalos e ela me ajudou muito com o idioma, dali para frente já começamos a planejar a família, assim que nos formamos houve o casamento, completamente diferente de tudo aqui no Japão, e ai veio o primogênito, eu errei feio, nas duas vezes, o Tenshi foi o nosso pequeno anjo, e ai planejamos outro, mas ai você vê veio uma princesa para completar a casa… Takeru é interrompido por um murro no braço.

— Ah Yamato, qual a necessidade disso? Reclama Takeru segurando o braço.

— Perè! Tenshi chama.

— Calma filho, ta tudo bem, vai ver televisão com o primo e a Charlote. Pede Takeru.

Ambos saíram para o quarto de Takeru.

— Posso saber por que oniisan? Eu to bem, nada me aconteceu, fiquei até mais alto do que eu pensei. Indaga o mais novo.

— O mais difícil é que você bate na mesma merda de tecla, eu to vendo que está bem, mas você ta pensando que ficamos bem quando sumiu, tiveram que passar muitas primaveras para a mamãe se ligar que você não ia voltar, até a peste do Patamon terminou entrando no jogo, embarcou pra viagem sem fim.

— Oniisan, eu até entendo, o Patamon é meu, queria o que? Guarda compartilhada? Nós viajamos sempre com vocês na memória, eu juro que teve noites que pensei em voltar, mas essa ideia ficou remotamente nula com a morte do nosso avô, eu me arrependo, me arrependo de certas decisões, mas eu não posso voltar atrás.

— Não, você não pode, a prova ta na sua bagagem, olha aqui não me faz te dar outro murro ta ouvindo, o próximo vai ser com vontade, e já prepara o pestinha que é no murro que resolvemos nossas conversas. Yamato aponta para porta.

— Je veux merè! Pedia manhoso o loirinho.

— Não começa com isso Tenshi, vamos nos divertir, e a mamãe vai vir depois. Explica Takeru com o filho no colo, ali o mais velho via as semelhanças.

— O que é, quer mamar? Pentelhou Yamato.

— Não, ele quer a okaasan, mas estamos decidindo se ficaremos. Takeru tenta conter, para não acabar quebrando a promessa, ainda não estava totalmente decidido se voltaria a viver na terra natal.

— Entendi, e você Tenshi. Yamato estende a mão e o sobrinho se vira de costas.

— Podemos parar de brigar na frente das crianças oniisan? Não ta ajudando, você andou malhando parecia que um tijolo atingiu meu braço.

— É bom que doa, para não fazer outra estupidez dessas. Resmungou o músico.

—Era só dizer que sentiu minha falta, eu juro que eu não queria preocupar ninguém, para mim já estavam todos se resolvendo. Takeru tenta uma justificativa.

— Podia muito bem só ter ligado, entrado em contato, como eu disse os digiescolhidos ficaram esperando a sua volta, nem se preocupou em mandar fotos dos meninos, até ontem eu não sabia que era tio. Yamato desabafa.

— Está fazendo eu me sentir mal!

— Que bom, a gente também não ficou bem. Yamato abraçou Takeru e Patamon foi olhar o que o filho do parceiro descreveu como briga.

— Fica tranquilo Tenshi, seu tio e seu pai estão só conversando. Explicou o digimon.

Koushiro se esforçava ao máximo com um tutorial de penteados, cálculos avançados, conter lançamentos de mísseis, realizar conferências ao redor do mundo, isso para Koushiro era como respirar, mas no que se diz penteados como tranças trabalhadas como a que Mari escolheu naquela tarde se tornou um desafio para o guardião da sabedoria que estava desistindo, tentou um acordo com a criança para ruivinha colocar uma de suas tiaras, mas a pequena estava pedindo e mostrando o tutorial inúmeras vezes para Koushiro fazer o tal penteado.

Os papais se esforçaram ao máximo para entreter os filhos, naquele dia, Ken pode estar na pele de sua esposa na hora de sair, se antes Miyako conseguia estar pronta no horário, agora a violacea precisava arrumar as três crianças, apesar de ajudar, não era a mesma coisa quando ele estava sozinho com os três filhos, o bebê ficava fofo com qualquer roupinha, mas se com os meninos Ken até que teve facilidade, foi com Mai que ele entendeu a dificuldade, após quase jogar a gaveta e o guarda roupas em cima da cama, Mai ainda estava enrolada no roupão dançando, era mais parecida com Miyako do que ele pensou.

A segunda parte da maratona foi com o cabelo, não era nada fácil arrumar uma criança que parecia que bebeu uma garrafa de café, Ken até puxou o som da tomada para ver se Mai parava quieta.

— Filha eu não prometo fazer nada parecido com o que a mamãe faz, eu só sei fazer rabo de cavalo, mas para passar o dia todo correndo e brincando ta ótimo, você fica sempre desse jeito quando sua mãe ta te arrumando? Perguntou Ken.

— Só se eu tiver muito animada, mas ela me olha e eu paro, até porque uma vez saiu as tranças tortas e ela fez de novo. Conta Mai.

— Se não quiser um rabo de cavalo na mesma situação da trança por favor senta aqui. Pede Ken, indicando o lugar.

Mai até se sentou, mas seus pés suspensos balançavam impaciente.

— Ótimo, escova, pente, creme aqui, onde estão seus enfeites de cabelo?

— Estão divididos nas caixinhas dentro do armário e os laços eu não gosto deles, pareço um pinheiro enfeitado. Essa arrancou risos do pai. — Ora não é pra rir, eu ganho e a mamãe guarda todos, estão no cabelo de lá do unicórnio.

Ken não pode acreditar eram três caixotes cheios de laços de cabelos, tiaras, fitas, o tal unicórnio não se via crina de tantos laços, o que era aquilo?

O detetive respirou fundo, isso ia levar mais tempo do que ele pensou, Ken tentou ser caprichoso e fazer maria chiquinha, mas segundo a filha estavam tortas, o jeito foi o rabo de cavalo que acabou não tendo a mesma facilidade a qual imaginou, ainda que não estivesse reto e sim puxado para a esquerda, Ken acabou usando como desculpa que era bom variar um pouco.

— O senhor não quer é fazer de novo. A pequena Ichijouji indagou desconfiada.

Ken colocou o bebê no bebê conforto, e os outros se sentaram em suas cadeirinhas, Toushin como sempre reclamava que não era mais bebê para andar sentado na cadeirinha.

— Aw não tenta crescer tão depressa Toushin-Kun. Wormmon sobe no ombro do violáceo.



Os digiescolhidos encararam o escritor como se vissem um fantasma, principalmente com os dois pequenos.

— Patamon! Os digimons se alegram ao ver o companheiro de equipe.

— Caramba, esse é o Takeru? Gomamon escala o corpo do loiro para ver mais de perto e passa as nadadeiras no rosto do mesmo, olhando curioso para Marrie que se agita para pegar o digimon do doutor.

— Ele cresceu. Aponta Palmon.

— Olá gente, faz tempo que não nos vemos. Cumprimentou Takeru. — Iori, caramba faz muito tempo, você mudou bastante.

Iori não mudou a postura fechada, estava inconformado, pois do nada o parceiro de jogrees aparece e age como se não tivesse feito nada.

— Entendi, Hida, e a todos, eu devo desculpas. Takeru se curva.

— Só isso? Takaishi você simplesmente acha que pedir desculpas vai fazer todos esquecerem a preocupação que tivemos, onde esteve esse tempo inteiro? Perguntou o advogado.

— Eu vivi uma boa parte na França, mas sério gente eu não vim para brigar, não de novo. Takeru olhou para o irmão.

— Você já é pai, e ai baixinho. Joe se abaixou e foi olhar de perto Tenshi, que se escondeu atrás de Takeru.

— Vocês são muito parecidos com seu pai, eu sou Joe, Kido Joe. O médico se apresentou.

—Salut, je m'appelle Tenshi Takaishi. O loirinho em sua própria língua quebrou o silêncio e estendeu a mão ao doutor.

— Ele está cumprimentando o Kido, Joe sempre com toda moral do grupo. Taichi pentelhou e traduz a frase.

Shouichi também se anima, Pukamon voava fazendo o pequeno correr, era um ano mais velho que Mai, apesar de carregar o jeitinho tímido de Joe, o pequeno se animou quando viu as máquinas de jogos.

Marrie, também falava sem ser compreendida pelas crianças.

— Vamos precisar de um tradutor cada vez que fomos conversar. Tomoyo se pronunciou.

— Ela é muito parecida com você Iori-San... Ah qual é cara já pedi desculpas. Takeru observa o advogado que mantinha a postura fechada.

— O recatado do grupo também foi descabaçado. Pentelhou Yamato, vendo as bochechas do mais novo ruborizadas, perdendo a carranca.

As crianças se apresentam, o playground era grande e tinha diversas atrações que poriam fim ao tédio dos pequenos, tinham túneis para os maiores brincar e os escorregadores para as piscinas de bolinha, paredes para escalar, adequadamente, o salão tinha várias máquinas de jogos e de pegar pelúcias, as crianças foram levadas para tomar um lanche, apesar das dificuldades, cada um estava vencendo a sua e Taichi se preparava, pois Sora ainda estava no inicio.

Tentomon voava perto de Koushiro, que trazia Motimon no colo, a pequena Takaishi não queria descer do colo do tio.

— Acho que ela se apegou ao titio Pentelhou Taichi, aqui. Taichi oferece um onigiri com formato de pandinha. Marrie nunca havia comido algo parecido na França, mas foi mesmo atraída pelo formato e logo saboreava, Tenshi já mostrou mais resistência a certas comidas, que para Takeru e Patamon foi uma nostalgia voltar a desfrutar. O hambúrguer no entanto foi devorado por ele e Tokomon.

Logo depois do lanche, as crianças começaram a correr e se espalhar com os parceiros, começava a interação entre os pequenos, Methew acabava de despertar no carrinho e já ganhou colo, Yamato o levou para a piscina de bolinha para bebês, os brinquedos infantis também divertiam os monstrinhos, parecia um sonho, antes os digimons entravam escondidos nesses locais agora existiam mais crianças com seus parceiros e mais monstrinhos correndo livre e se divertindo.

Mai e Marrie não falavam o mesmo idioma, mas se divertiram juntas, em dado momento, a pequena veio com mais uma das suas.

— Papai, papai. Chama impaciente a primogênita de Miyako e Ken.

— O que foi Mai-Chan acabaram as fichas?

— Não, ainda não, eu quero pedir uma coisa. Mai segurava a loirinha no colo que segurava uma pelúcia.

— O que foi filha, quer um refrigerante?

— Não, eu quero uma irmãzinha, uma menina. Pede Mai, como se não fosse suficiente o pedido tão inocente os digiescolhidos gargalhavam enquanto Ken se engasgava com a bebida.

— Ae Ichijouji, vem aí o quarto membro, vai ficar igual a família da toupeira com miopia.

Ken tentava recobrar o fôlego e Yamato mesmo rindo bate nas costas de Ken.

— Mai-Chan você já tem irmãos. Indaga Ken.

— Mas todos projeto de homens, olha que kawaii. Mai retruca e mostra a Takaishi.

— Minha filha, a fábrica ta permanentemente fechada. O diálogo estava arrancando risos.

— Fábrica? Papai é só mais uma, é que você só me deu irmão menino. Argumentou Mai, emburrando.

— Tem nada de errado em ter irmãos meninos, olha Mai, você vai perdendo a diversão discutindo, vai brincar vai. Ken pede.

— Puxa agora você só sabe dizer não. A menina dos cabelos índigos saiu, contrariada.

Os rapazes continuaram a pentelhar Ken por conta do pedido.

— Caramba Ichijouji vai mesmo negar uma encomenda especial dessas? Pentelha Daisuke.

— Se ela me pedisse qualquer outra coisa eu dava, mas isso, essa Mai viu, de onde ela tirou a ideia? Resmungava o detetive.

— De lugar nenhum, acho que apenas se sente a única menina em meio a muitos meninos. Justifica Joe.

— E vai permanecer assim, para mim já ta ótimo. Ken indagou levando uns cutucões.

— Vai dormir vestido. Pentelhou Daisuke.

— Fechou mesmo o parquinho cara? Takeru não resistiu.

— Eu e a minha esposa nos amamos, mas estamos satisfeitos com as crianças que já temos.