Uma folga para mamãe
5 O retorno
Notas iniciais
O Playground estava proporcionando uma tarde divertida para as crianças, que estavam espalhadas pelo local correndo, escorregando, escalando, as meninas já carregavam mais ursinhos das máquinas do que podiam carregar.
Marrie se sentou no pequeno laguinho com o irmão olhando as carpas, a placa avisava para não se debruçar, mas ambos não liam o alfabeto japonês e loirinha estava entretida, até o momento que três crianças se juntaram e uma delas para se exibir empurrou Marrie no pequeno laguinho, como consequência não houve muito tempo para o triozinho rir da piadinha sem graça, pois Tenshi acertou o pequeno punho no nariz do japinha, quando o garoto se levantou para devolver percebeu que o estrangeiro e a sua irmãzinha não estavam as sós, Daiki, Mai, Hikaru, Toushin acabaram seguindo Gomamon e encontrando a confusão.
Plotmon correu puxando as calças de Daisuke fazendo os pais segui-la, os digiescolhidos se deparam com Daiki segurando a gola da camisa de um e Mai empurrando outro no mesmo lago e Tenshi também batendo boca com o gracista que empurrou sua irmãzinha, o menino olhou para os adultos e antes que aquilo acabasse em escândalo os meninos saíram correndo, mas o que Daiki segurava foi jogado quando Mai pediu para soltar, o ruivinho ainda o ameaçou de punho fechado.
— Crianças, mas o que foi isso? Perguntou Joe.
— Marrie, você tá bem? Takeru perguntou a pegando no colo.
A pequena abraçou o pai e contou sobre o empurrão, Tenshi ainda estava de punho fechado.
— É assustador de tão semelhante. Koushiro tem um dejavu e olha para Taichi e Yamato e depois para Tenshi que também corre para perto do pai o puxando.
— No, no, Tenshi, vamos secar sua irmã, eu trouxe roupas para os dois trocar, você tem que parar de querer ir para casa, a gente já ta em casa filho. Takeru conversa com o menino.
— Ei o Tenshi não empurrou a irmã dele, não precisa dar bronca nele, foram aquele bakas eu não falo francês, mas sei a cara que um pai faz quando ta dando bronca. Grita Mai.
— Mai, eu não to dando bronca no Tenshi por isso, vem Marrie antes que pegue um resfriado molhada assim. Takeru levou Marrie ao banheiro e a trocou.
— Se não era bronca o que era? Perguntou Yamato.
— O seu sobrinho quer ir embora. Taichi traduziu em poucas palavras.
— Pra casa? Ele não quer mais brincar hoje? Perguntou Mai. — Tenshi os meninos chatos já foram. Gesticula a filha de Ken.
— Não é isso turminha, o Tenshi-Kun quer ir embora para França, o país onde ele nasceu. Explicou o diplomata.
— Mas se ele for pra lá como vamos brincar juntos outro dia? Pergunta Daiki.
Yamato entregou Methew para Taichi e se aproximou de Tenshi que a princípio se afastou e depois encarou o mais velho.
— Olha eu sei que não ta entende metade do que eu vou te dizer, seu pai podia mas não te ensinou nada, olha você até que que sabe dar um soco. Yamato gesticula fechando seu punho.
— Não falam o mesmo idioma, mas tão se entendendo. Koushiro admira a cena.
— Porrada é uma das línguas universais, todo mundo entende. Taichi se espreguiça.
— Sem dúvida ele tem o pavio dos Ishida. Pentelhou Joe com a mão na testa.
— Papai, a Marrie vai embora? Perguntou Mai puxando a camisa do pai.
— Minha filha, olha o momento eu não posso te responder, eu não sei como vai ser os próximos dias, isso é decisão dele, o Takeru tem uma vida na França. Ken tenta explicar.
— Mas eu não quero que eles vão embora, o Tenshi tem que ficar. Daiki também opinou.
— Em pensar que éramos assim. Iori coça a nuca.
— O que quer dizer Hida-San? Perguntou Ken.
— Tudo é fácil, “ele tem que ficar”. Iori lembra.
— Ta que nem a Mai achando que dar uma irmãzinha é fácil. Ken olha a filha ao longe tentando se comunicar com Tenshi.
— Mas fazer é fácil, só a criação é outros quinhentos e cara você foi pai três vezes, como é planejaram? Perguntou Taichi.
— Os dois primeiros até que sim, mas digamos que o Takuji foi bem inesperado, por isso eu digo deu aqui a família já ta completa. Ken levanta risos.
— Vamos aguardar pra ver, você e a Miyako sempre curtiram um… Daisuke pentelhou o detetive e cora ao ver a expressão curiosa de Toushin.
— Motomiya. Repreendeu Ken.
— Foi mal. O ruivo se deu conta que falou mais do que devia.
— Curtiram um o que? Perguntou o violaceo.
— Nada não. O ruivo soa para não falar o que pensava.
— Vocês adultos são todos iguaizinhos. Reclama o pequeno.
Takeru sai com a filha e observou o irmão com Tenshi no colo o abraçando, Tenshi o beija na bochecha, parecia que finalmente tio e sobrinho se entenderam, Yamato olhou a criança que parecia ter mudado do nada, estava irritadiço, emburrado e agora estava grudado no tio o beijando.
— Calma oniisan, lá na França é normal os homens beijarem uns aos outros… Takeru tenta da melhor forma explicar.
— Aqui eu conheço por outro nome. Pentelha Yamato.
O loirinho desce e logo gesticula para os outros os chamando, Marrie se esperneia para sair das coberta que foi enrolada, Takeru a solta pedindo para ela ficar longe do laguinho.
— Uie uie. A pequena corre até Mai e Daiki e os puxa pelo dedo.
— Marrie-Chan calma. Pede Daiki.
— Acho que nem precisavam da gente, se resolveram. Koushiro observa a turminha se afastando novamente juntos.
Uma das atrações do parque era o show de músicas que atraiu a turminha toda, os pais os observavam de longe, mesmo sem entender a língua os pequenos Takaishi seguiam o ritmo.
Mai dançava com Daiki, levantando piadinhas entre os digiescolhidos.
— Acho que vocês dois são compadres agora. Provoca Yamato, segurando o filho no colo.
— Só se eu estiver morto até a Mai ter idade para namorar. Pentelhou o detetive arrancando muitos risos dos amigos.
— Eita papai linha dura. Pentelha Yamato rindo.
— Isso que eu chamo de coronel, o que tem de errado com o Daiki? Pergunta Daisuke.
— Nada, mas com a Mai não. Ken afirmou sério, mas segurando o riso.
Mal os papais se sentaram e outro problema estava instaurado, o pequeno violáceo estava nos túneis com medo de descer pois era muito alto, Toushin viu os meninos subirem e pular e não quis ficar de fora, mas começava a entender quando os pais diziam que ele tinha brinquedos apropriados para própria idade, de jeito nenhum estavam menosprezando ou achando que o filho era um bebê.
Ken precisou entrar no túnel para surpresa do digiescolhido quando ele chegou ao filho e conversou com ele, Ken não conseguia se mover no túnel, o detetive ultrapassou o limite do peso suportado pelo brinquedo infantil, Ken não pensou em nenhum momento nessa parte quando entrou, Ken tentou ao máximo puxar.
— Ken, você ta fazendo o que cara, o brinquedo não suporta adulto, sai dai. A voz de Daisuke ecoa no brinquedo.
— A gente bem que ta tentando, mas o papai ta grande demais e não consegue. Grita em alto e bom tom o violaceo.
— Fica ai que eu vou chamar ajuda, cara é sério como se mete num lugar onde ta vendo que não cabe, olha seu tamanho marmanjo. Provoca Daisuke.
— Desce Toushin, o outro lado ta livre. Ken tenta se mexer. — Que lugar apertado.
Toushin acabou rindo. — Desculpa, mas ta engraçado, eu não posso sair, é alto demais. Explicou o menino.
— E porque entrou? Questionou Ken vendo o filho virar o rosto.
— É que todos os meninos entraram e pularam do alto na piscina de bolinhas até o Hikaru e o Tenshi.
— Não tem problema ter medo, isso faz parte, é um prévio aviso para não fazer algo arriscado, e provavelmente idiota.
— Então nunca avisaram o senhor, não vejo você com medo de nada. Toushin indagou.
— Já tive muito medo sim, e tenho até hoje, mas vem cá, eu não to podendo me… Ken tentou se mexer provocando um balanço no brinquedo. — Isso não é bom sinal. Prevê Ken.
—Papai desculpa ter te metido nisso, mas eu… Toushin nem teve tempo de falar o brinquedo despencou com pai e filho dentro, os deixando tontos e Ken tentou proteger o filho, lá fora Mai grita desesperada e é segura pelos digiescolhidos.
Os bombeiros agiram depressa e tiraram os dois de dentro do túnel, o brinquedo aguentaria a turminha toda, mas um homem daquele tamanho e peso ficou complicado.
Ambos foram colocados na maca e Toushin ainda vomitou no socorrista, ficando muito envergonhado.
Era um péssimo dia para aquilo acontecer já que Miyako, Mimi, Sora e Hikari, voltariam no dia seguinte, Ken e Toushin foram levados para o hospital para exames, provavelmente ficariam em observação seus digimons foram com os parceiros, preocupados.
Mai acabou chorando preocupada e Joe foi acompanhar, os demais digiescolhidos ficaram com Takuji e Mai na casa de Ken, apesar de querer voltar para o hotel, o clima não estava dos melhores então Takeru resolveu ficar, após arrumarem os colchões infláveis todas as crianças se juntaram para hora da história.
Joe ligou para Yamato para avisar que estava tudo bem com Ken e Toushin, ambos tinham apenas o braço enfaixado, e iam ficar em observação durante o resto do fim de semana.
— Ta tudo bem com o seu pai e seu irmão pentelha, pode dormir. Yamato contou e aponta para o colchão.
— Eles vem para casa hoje? Questionou Mai.
— Hoje não, mas estão bem, anda você vai acabar acordando a casa. Yamato brinca.
— Não seria novidade. Mai espalma as mãos.
— Não dá para irmos embora, as crianças não podem ficar sozinhas a uma hora dessas e a gente prometeu ao Ichijouji que iamos tomar conta das cria dele, olha até que pra filho da toupeira esse é muito tranquilo. Daisuke ninava Takuji no colo e o coloca no colchão na sala.
— Ei, porque fica xingando minha mãe? Reclama Mai.
— Relaxa é carinho, eu não tenho raiva alguma dela, mas brigamos desde a escola. Lembra Daisuke.
— Vocês são esquisitos. Ralha Mai.
— Do seu pai você só tem os cabelos por que o veneno é todo da louca da sua mãe… Daisuke é acertado na cabeça por uma almofada grande e cai em cima de Taichi.
Todos dão risada da queda e pequena mostrar a língua para o ruivo.
— Gostei dela, ela tem mira. Tailmon brinca se esfregando na menina que a afaga a digimon de Hikari.
O dia amanhecia e Miyako não esperava encontrar um acampamento em sua sala, um monte de crianças em especial duas lhe chamam a atenção os dois loirinhos, um deles com Patamon abraçado e o outro com Tokomon e um botão de flor nos cabelos longos e loiros.
—Inoue-Chan, a quanto tempo! Bonjour madumazele. Cumprimentou Takeru, o loiro teve que fechar os braços e sair correndo, pois Miyako avançou para cima dele com toda mágoa que guardou em doze anos.
— Miya-Chan, qual é? Eu juro… Takeru é interrompido pelo inicio da perseguição.
— Você não tem nada que jurar, seu idiota irresponsável, como acha que chega assim nas casas, com esse sotaquezinho fajuto, depois do que fez? Grita Miyako acertando um murro no ombro de Takeru.
— Ainda é forte. Isso dói. Reclama o escritor.
— Você some e depois aparece como não quer nada dando bom dia, o Ken é bonzinho demais deixando você entrar aqui, te esperamos durante dias, se não meses, fizemos até uma festa de boas vindas, e tivemos que distribuir os balões para as crianças do bairro, você e o Patamon não podia só mandar um e-mail, uma mensagem no digi terminal, você foi para onde? Para o mar negro? Não tinha nem telefone público para ligar e contar onde se meteu. Miyako corria em volta da bancada atrás de Takeru.
— Takaishi? Hikari apareceu querendo saber o motivo dos gritos e junto com elas as meninas também vinheram.
— Pronto, só me faltava todas querendo me bater, ok eu já entendi, o Yamato-Nii me mostrou o erro que cometi e eu sinto muito ter tomado essa decisão sem comunicar ninguém. Takeru tenta se aproximar das meninas.
— Takaishi, a gente te procurou até em hospitais com a sua mãe. Revela Sora.
— Hospitais? Ta bom ai foi exagero, eu estava na casa do meu avô e…
— E namorou, e casou, e fez faculdade, escreveu livros, fez sexo e teve cria, não exatamente nessa ordem. Conta Daisuke debochando.
—É para ajudar? Perguntou o loiro.
— Cria? Aquelas crianças são suas? Perguntou Sora.
— Só dois, o outro é do Yamato-Nii e da Tachikawa, aliás parabéns Mimi.
— Você não acha que ta um pouco atrasado, Takeru você não sumiu doze dias, nem doze horas, foram doze anos, o que acha que se passou esse tempo todo por nossas cabeças? Todo tipo de catástrofe. Mimi empurra Takeru.
— Calma meninas, eu juro que posso tentar uma explicação. Implora Takeru.
— Qual, “eu to bem”? Provoca Daisuke. — Foi só o que disse desde que chegou.
— Não me ajuda aqui ta bom! Pede Takeru.
— Como assim casou, teve filhos? Takaishi, você excluiu a gente da sua vida. Ralha a Yagami magoada.
Takeru desistiu, pois viu que suas tentativas de explicar algo estavam piorando tudo, a sua vizinha socou seu braço, sua melhor amiga estava lhe chamando pelo sobrenome.
— Quem de vocês vai levar a gente para ver o meu pai e meu irmãozinho? A garota dos cabelos índigos colocou a cabeça na porta cozinha sem perceber que a mãe tinha voltado. — Okaasan, você voltou. Mai correu para abraçar Miyako.
— O que foi? Achou que eu tinha ido embora? Tava morrendo de saudades dos meus bebês, o que você quis dizer com ver o seu papai e o seu irmãozinho?
— Bom pessoal, eu saí do hospital agora pai e filho passam bem, só vão passar o dia em observação. Joe adentra a cozinha e não percebeu o fora que deu.
— Também, depois daquele jato de vômito do Toushin-Kun quando saiu do brinquedo. Gomamon emenda.
— Ninguém aqui consegue guardar segredo. Reclama Daisuke.
— Papai eu ouvi a voz da mamãe. Hikaru correu até Hikari.
A castanha a princípio foi toda amorosa pegar o pequeno no colo, mas a ausência da franja ainda mais com o cabelo desgrenhado não passou despercebido pela professora.
— O que aconteceu aqui? Perguntou Hikari. — Meu filho, como isso? Seu pai deixou a tesoura de novo na mesa? Daisuke torcia para o filho confirmar.
— Essa eu não vou assinar sozinho meu tio disse pra não dizer mentiras. Hikaru provocou um coro entre as meninas.
— H-Hikari-Chan, olha…
— Xiu meu amor, deixa o seu filho falar, é raro ele tirar o apito da boca e falar tanto. Hikari escuta a história e encara o marido.
— Não vou ser o único a apanhar hoje. Pentelha Takeru.
— Cala boca oh procriador. Resmungou Daisuke.
— Dai, foi apenas dois dias você já acabou com a franja do Hikaru, medo do que você fez com o Daiki.
— Pessoal desculpa interromper, mas Mai, como? Miyako parou para pensar e juntou o que a filha disse com o que Joe acabou de dizer. — O Ken e o Toushin estão no hospital, esses dois viu, andaram brincando nas…
— Mamãe, calma, não teve teia, o papai na verdade proibiu a gente de brincar disso, o Wormmon e o Minomon estão permanentemente proibidos de fazer isso sem ser para defesa pessoal. Explica Mai.
— Falam a mesma língua. Aponta Daisuke.
— Como foram parar no hospital? Pergunta Miyako.
— Então se me permitem, é que bom eu acabei tendo uma grande ideia. Explicou Daisuke.
— E suas grande ideias terminam em problemas. Pentelha Miyako.
— Enfim, já que nossas crianças não paravam quietas as juntamos e fomos para o playground, só que o que teve de coisa boa, também teve uns leves empecilhos, e um deles foi o Ken ter entrado nos túneis para salvar o filho e a coisa não suportou o peso e desabou com o Ken e o Toushin. Explica Daisuke.
— Quanto mais eu conheço esses homens mais eu me acho normal, qual é o problema de vocês, não dava para chamar o bombeiro, o cabeleireiro, chamar quem sabe da coisa, não! É sempre eu faço. Mimi bronqueia. — To até com medo de perguntar, cadê o Yamato?
— Esse ta que nem pedra milagre as crianças conseguirem dormir com o Taichi-San e o Yamato roncando. Takeru olha para sala.
— Anda eu quero ir ver o otouto e o papai. Pede Mai.
Obviamente as meninas acataram esse pedido, enquanto Miyako levou os filhos ao hospital na companhia do doutor Kido, as digiescolhidas acabavam de conhecer o grupinho de crianças, os meninos arrumaram a baderna na sala e tentaram ao máximo explicar as confusões daquelas duas semanas.
Ken e Toushin repousavam após todas as confusões do fim de semana, o pequeno violáceo abriu os olhos e tomou um susto quando viu sua mãe.
— Péssima hora pra abrir os olhos… Ah hoje é domingo. Toushin resmungou com a mão na testa.
— Toushin-Kun, você ta bem? Perguntou Mai o abraçando.
— Ai ai Mai-Nee, eu to, mas ta doendo meu braço. Reclama o violáceo.
— Toushin olha eu ouvi as explicações mais estupidas, mais sem pé nem cabeça, aw meu amor, não era onde eu pretendia encontrar você e o seu pai, pelo menos estão bem e não foi brincando nas teias que vinheram parar onde estão.
— Não mamãe, o papai foi me salvar, porque eu subi no brinquedo de crianças mais velhas, só que não tive a coragem de descer e o papai é muito grande, não conseguiu sair do túnel, ele ficou preso e quanto mais se mexia pior ficava até a coisa despencar e bom eu nem vou terminar, a senhora ta vendo. Conta em um fôlego só.
— Miya-Chan? Ken acordava, a voz da esposa o despertou e ele se senta.
— Papai, o senhor acordou, nossa o seu braço e sua cabeça também estão machucados. Mai só se dá conta depois que já estava abraçada.
— Não quebrei, mas torceu quando segurei seu irmão na queda e bati a cabeça. Conta Ken, Miyako se aproximou da cama e do rosto do marido o beijando.
A doutora colocava a mão na frente do rosto para não ver o casal se agarrando.
Ken e Toushin tiveram alta mais tarde naquele dia, saíram com algumas lições apreendidas.
Após o incidente no parque e todos os outros causados, a família Ichijouji teve outra pequena surpresa, começava um apagão na casa, eles correm para saber o que é, e vem o céu limpo, não era tempestade, ouviram umas risadas vindas do quarto do mais novo. E para surpresa do casal, um pequeno leafmon saiu do digitama e se encontrava alinhado a Takuji.
— Mais um tecedor de teias. Miyako olha inconformada.
— Calma Miya, isso não vai acontecer, os digimons entenderam a ordem. Lembra Ken.
Uma semana depois…
Mai, Toushin passeavam com a família no parque em frente a sua casa, Mai avistou a mulher que a semanas atrás estava espalhando boatos para as demais mulheres.
— Olha mamãe foi essa bruxa quem inventou que você e o papai se separaram e que íamos morar só com o papai enquanto você ganhou o mundo. Mai apontou gritando.
— Você não tinha nada melhor para fazer, Dokuzetsu, você devia morder sua língua sua cobra.
A mulher tentou argumentar, mas só conseguiu gaguejar, Ken ainda com a tipoia no braço trazia o caçula no canguru e Toushin tapou os olhos quando viu a mãe pegando nos cabelos da japonesa e na hora que o barraco foi abafado e as duas separadas Mai antes de pegar a mão de Miyako deu a língua para mulher.
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