Uma folga para mamãe

6 A amizade continua


Notas iniciais
Olá meus anjinhos O filme que inspirou a fanfic foi "Mamãe... Operação balada", como aqui é apenas uma comédia, mas eu não usei todas as situações do filme, uma e outra, quem me conhece sabe, enfim... Esse é o último capítulo, sim a fic não é uma long é apenas para nos divertir e homenagear as mamães,

Miyako ficou muito irritada naquela tarde com o relatado pelas mães que tiraram os delas da reta, deixando apenas a fonte do boato para levar as represálias, aquilo enojou a violacea, ficava claro que todas tinham aproveitado a ausência para destilar seu veneno, somente um tempo depois Ken apartou a confusão, precisou que Mai segurasse o bebê, para ele conseguir ao menos usar o braço que não estava enfaixado.

— Miya-Chan, acho que ela compreendeu, pelo menos eu espero. Ken a encarou.

— Se eu soubesse antes tinha pedido para minha filha esconder pedras nas bolas de barro. Afirma Miyako.

Após o bate boca, Ken e Miyako foram para outra praça, agora com as digiescolhidas, Mai e Daiki correm até os pais.

— Podemos chamar o Tenshi-Kun e a Marrie-Chan? Perguntou Mai pulando no colo do pai.

— Filha cuidado, seu pai não tá com o braço bom pra ficar segurando seus pulos, quem é Marrie e Tenshi? Perguntou Miyako.

— São os sobrinhos do Ishida-San. Respondeu Daiki.

—E kami meus também, que vergonha eu nem procurei saber os nomes, fiquei tão furiosa com a pouca vergonha do Takeru, antes sabíamos até o cpf dele agora a gente não sabe mais onde ele mora. Mimi explicou.

— Tudo o que eu sei é que eles estão hospedados em um hotel em tóquio, não dá para acreditar que ele já casou, já teve filhos, ele simplesmente apareceu achando que é normal, como quem disse fui ali no mercadinho e já voltei, cara foi uma década toda caçando esse infeliz por ai e na palavras dele ele tava bem. Resmunga Daisuke.

— Só pelo jeito as crianças ficaram amigos, olha eu vou falar com o Yamato, vamos marcar outro dia todos aqui. Prometeu Mimi.

— Mas é só ligar. Mai arranja a solução.

— Filha, vão brincar, o Yamato ta fazendo show hoje e nós não temos mais o celular do Takaishi-San, quando o irmão dele voltar a gente vê.

— Isso é se eles já não estão a caminho de casa. Aponta Daisuke.

— Pastel. Repreendeu Miyako.

— Ele tava mesmo falando que queria ir para casa. Daiki lembra decepcionado.

— Meu lindo, anda vão brincar, a Mimi-Chan vai pegar o telefone. Hikari abraça o filho.



Após o passeio, na residência da família Ichijouji…

Após toda a loucura que foi o dia das mães os papai aprenderam bastante sobre seus filhotes, Miyako ficou surpresa com as primeiras noites na hora de dormir, os filhos só apareciam na porta para dar boa noite e iam para seus quartos, Takuji mamava e agora tinha um amigo para partilhar o berço.

— Anda Ken o que fez nesse meio tempo? Pergunta Miyako.

— Eu não estou entendendo, não queria isso? A cama sem as crianças?

—Claro, só que passamos oito anos dizendo para cama, e eles simplesmente nos venciam, em duas semanas você, sozinho venceu os três, pode dividir com a sua esposa o truque? Miyako estava surpresa e curiosa.

— Apenas conversamos seriamente, não foi exatamente de primeira, Miya-Chan, tivemos uns e outros problemas, mas agora, você verá algumas mudanças.

— Se eu soubesse tinha saído de férias a mais tempo, você botou todos na linha coronel. Pentelha Miyako, Ken ri.

— Eu não sou coronel, só tive que endurecer mais um pouco, me doeu demais botar a Mai de castigo no quarto. Lembra Ken.

— Ela me contou, meu kami, essa eu queria ter visto, sempre que via eu colocando você levava eles pra tomar sorvete. Aponta Miyako.

— Eu prometo que não faço de novo. Ken beija a esposa. — Como foi o passeio? Devem ter se divertido.

— A intenção era essa, e pelo que eu vi e o que as crianças contam eles conseguiram se divertir muito. Argumenta Miyako.

— Miya-Chan, você fica melhor com as amigas de sempre, não precisa daquelas loucas do parque, faz tempo que eu to para dizer isso, ah… Ken tenta abraçar a esposa e a violácea o ajuda por conta do braço se deitando em seu colo.

— Você tem que descansar agora, já se exibiu bastante lá em baixo, fazendo flexão com um braço só, o que seus filhos acham que você é? Pergunta a violacea, acarinhando os cabelos do marido.

— Segundo o Toushin eu não tenho medo de nada… Ainda bem que ele desconhece as histórias, mas recado entendido, “para de se exibir”. Ken puxou Miyako para perto e a beija.

— Eu tava com saudades, mas eu to preocupada com isso aqui, olha se eu tivesse visto vocês dois despencando eu não sei qual seria minha reação. Miyako pegou o braço o olhando.

— Acho que eu escutei seu grito, na hora eu não pensei que ia entalar, somente quando eu não me mexia mais, me liguei que eu devia ter chamado o funcionário do parque. Declara Ken.

— Agora você pensa nisso? Pentelhou Miyako, arrancando risos do marido. — Fico feliz que no fim não foi nada sério, mas por favor, não se arrisca assim, você mesmo contraria o conselho que dá às crianças, pede para não se arriscarem, mas eles vem que o pai é capaz até de fazer flexão com um braço o Toushin cai, mas te imita, me promete que vai tirar esse resto de folga para descansar sem novidades. Pede Miyako.

— Já chegou cuidando de todos de novo, por isso se estressa, e é por isso que eu amo tanto… Ken beija e desce os lábios pelo pescoço da amada e devagar a traz para o colo.

— Não aprende não é? Miyako puxa o rosto do marido para perto do dela.

— Não! Acho que esqueci… Me ensina de novo. Ken morde o ombro da violacea.



Enquanto isso, em Tóquio…

Catherine finalmente chegava ao Japão e encontrou a família, os filhos correram para abraçar a loira, e Takeru esperou a esposa matar as saudades dos pequenos e roubou um beijo.

— Mon amour, parece que está tudo bem, estão se divertindo meus amores? Pergunta Catherine.

— Uie, até para o parque já fomos, digamos assim a Marrie-Chan viu as carpas um pouco de perto demais, mon amor, temos que ir ao estúdio de tv, parece que depois desse tempo todo meu pai não deixou de trabalhar ainda, acho que podemos começar por ele, quem quer conhecer o vovô? Perguntou Takeru, falando basicamente com a esposa e os digimons, pois Marrie estava na sacada e Tenshi ligou a televisão.

— Se vamos conhecer a família, preciso de um tempinho, esse horário ta acabando comigo, mon amour, depois de tantos anos conseguiu dormir bem? Perguntou Catherine.

— Não exatamente, as crianças estavam com os horários bagunçados, aproveitei para escrever, ou pelo menos tentei, fora isso, precisamos tomar uma decisão, por um lado as crianças têm suas rotinas na França, amigos, escola e conhecem a cidade, por outro lado, não vai dar tanto trabalho nos adaptarmos no novo país, as crianças aprendem depressa, mas ainda tem o Tenshi que continua dizendo que quer ir para casa.

— Takeru, vamos num passo por vez, não vamos conseguir resolver tudo, você já viu seu irmão? Perguntou Catherine.

— Estivemos juntos, e do nosso próprio jeito nos acertamos, e bom o que não faltou foi acertos de contas, enfim, eu fico feliz que veio a família não estava completa… Takeru beija ombro da loira e sobe até Catherine o puxar para o beijo.

Catherine arrumou os filhos e foram em direção ao estúdio da tv fuji, a loira assim como os filhos estavam admirados com a estrutura, para Takeru e os digimons era uma nostalgia voltar onde viveram muitas histórias e lá na mesa coordenando um grupo estava ele como sempre concentrado no trabalho, Hiroaki agora tinha fios grisalhos, não estava um idoso, mas doze anos desde a última vez que viu seu caçula se passaram, ele se aprofundou mais ainda em seu trabalho assim como Natsuko Takaishi que viu no trabalho um modo de ocupar a mente.

— Hiroaki-San? O que fez no cabelo, ficou diferente? Perguntou Patamon surpreendendo Hiroaki.

— Um Patamon, você? É você Patamon? O jornalista finalmente reconheceu o pequeno alaranjado que tomou em seu colo.

— Uie, uie. Respondeu o pequeno. — Voltamos.

— Voltaram? Tem noção de quanto tempo suas férias demoraram Patamon.

— Hiroaki-Kun, sabia que até das suas broncas eu tava com saudades. O anjinho sorriu.

— Ele voltou não foi, o Takeru veio com você? Perguntou o mais velho.

— Uie, merci! Vinhemos todos, eu, o Takeru-Kun, a família toda. Patamon conta.

— Família toda? Perguntou Hiroaki sendo surpreendido.

Takeru apareceu após um tempo trazendo Tenshi com ele, o pequeno Takaishi a príncipio recuou levando o digimon com ele.

— Otousan, a quanto tempo! O escritor sorriu.

— Takeru…

— Eu sei que devo explicações além de “eu estou bem”, mas creio que teremos tempo, o que foi? Ah, eu sei o senhor também… O mais novo baixou a cabeça.

Hiroaki segurou a bronca, e se aproximou do filho o abraçando e olhando para o loirinho ao seu lado.

— Quando o Patamon me disse a família toda então, Takeru, não podia ligar, não pensou que eu, seu irmão e sua mãe estávamos preocupados.

— Eu ouvi isso mais de uma vez, eu sinto muito, quando cheguei a França foi com intenção de passar trinta dias, mas eu comecei a me apegar, me senti à vontade na casa do meu avô e já estava apaixonado naquela altura, foi ali que tudo foi acontecendo e eu e minha esposa planejamos nossos filhos.

— Em nenhum momento planejaram dividir os momentos com…

— Ok eu entendo, otousan, eu não vim para outra briga, eu precisava conversar com você e okaasan ela deve ter ficado muito preocupada, pelo que eu soube através do oniisan e os digiescolhidos, ela me procurou até em hospitais, não era minha intenção preocupar tanto.

— Se sentiu livre e abusou dessa liberdade, fingiu simplesmente que era francês legítimo e ficou com seu avô. Hiroaki acusa.

— Otousan, não nada disso, a parte da liberdade, bom sim, eu admito eu abusei da confiança em viajar sozinho, eu sinto ter demorado para voltar, mas depois que comecei a ter uma vida mais independente e amorosa não quis mais voltar, depois vieram as conquistas, nos realizamos e adiei os planos de voltar.

Após um tempo se explicando Hiroaki se aproximou do loirinho e inevitavelmente surgiu as comparações, Tenshi encarou de perto o avô e quando o mesmo se aproximou, Tenshi deu um beijo em seu rosto, e sorriu, Catherine apareceu sendo guiada pelos colegas do sogro, surgindo com a caçula.

— São dois? Perguntou o mais velho surpreso.

— Esse é o Tenshi, e a minha florzinha é a Charlote Marrie. Apresenta Catherine, sorrindo e se curva. — Prazer Ishida-San, me chamo Deneuve Catherine, sou a esposa do seu filho.

— Prazer. Hiroaki olhou para pequena neta em seu colo, que já se jogou no colo do vovô dando beijinhos em seu rosto.

— Charlote minha princesa não é assim. Catherine tenta explicar e Hiroaki apenas abraça a pequena.

— Tudo bem, eu não acredito que já sou avô de três crianças.

— O senhor ta bem velhinho ne Hiroaki-San. Pentelhou o anjinho. arrancando risadas até dos colegas de trabalho.

— Tem coisa que não muda não é Patamon? Provoca o jornalista. — Não faz isso de novo, ta ouvindo, você nos deixou preocupados, com medo, e agora mais do que nunca… Hiroaki olhou para as crianças.

— Eu até assumo que posso ter tido influência nas decisões do seu filho, mas fique sossegado, o senhor vai até enjoar de ver seus netos. Catherine indagou.

— Enjoar?

—Uie, perè, estamos nos mudando, só ainda não decidimos em que província, mas estamos tentando uma readaptação, as crianças vão descobrir outro mundo totalmente diferente daquele onde cresceram. Revela Takeru.

— Eu agradeço não sumir com meus netos por mais doze anos. Hiroaki insinuou.

— Já entendi, creio que esse vai ser o período que o todos vão jogar o que eu fiz na minha cara, de verdade o oniisan já me “avisou”, os digiescolhidos estão magoados e até a Miyako me socou, eu já entendi o recado, e me desculpo. O loiro se curvou.

Yamato observa o abraço do caçula com o pai de longe, junto com sua mãe, cuja os fios loiros não estavam muito diferentes do ex, só estava menos grisalhos, a jornalista não conteve as lágrimas quando viu Tenshi.

— É o pai cuspido, só que acho que ele pegou uma coisinha do tio, Se gaba o mais velho.

— Coisinha? Natsuko observa e avista no colo do pequeno um Tokomon.

— Você vai acabar descobrindo vovó, e sabe que eu me lembre a senhora sempre tentou uma menina. Debocha Yamato. — Parece que ela veio muito tempo depois.

Yamato mostra ao longe a pequena francesa, abraçada a perna do avô quase o derrubando.

— Anda vai lá, estavam esperando, a senhora esperou anos para puxar a orelha da criança, bom nem tão criança mais.

— Oncle. Apontou Marrie, descendo do colo do avô e correndo para Yamato.

— Marrie-Chan, do que ta me chamando ai? Pergunta Yamato.

— É o mesmo de ojisan. Traduziu Natsuko.

— Okaasan. Takeru ia abraçar a mãe, mas acabou foi levando um tapa, surpreendendo até mesmo Yamato.

— O que deu em você? Natsuko ia repetir o mesmo discurso, as mesmas informações, Takeru só conseguiu abraçar a progenitora e matar as saudades.

— Eu sei que mereci esse tabefe, aliás todo mundo resolveu me bater, só a gente para se sentir tão amado apanhando. Pentelha o escritor.

— Agora estamos todos juntos, e Deneuve, seja bem vinda! Hiroaki estende a mão a esposa do filho.

— Arigato. Agradeceu Catherine.

— Arigato! Repetiu Marrie.

— Já ta se arriscando no japonês, olha você já fala mais que a Mimi. Brinca Yamato.

— O-oji-san, ojisan. Takeru ensinava uma nova palavra e Marrie tentava repetir.

— Ojisan. Finalmente repetiu esticando os braços para o músico a pegar no colo.

— E você , olha você tem um digimon igual o do seu pai. Natsuko conversa com Tenshi.

—Grand-mère tu es très belle. Tenshi elogia Natsuko e a abraça.

— É galanteador o meu neto, aw meus anjinhos, até ontem eu nem sabia que tinham nascido, estão tão grandes. Natsuko o pegou colo.

— Cuidado com as costas, o Tenshi não é nenhum Methew ou Marrie, esse já pesa bastante. Pentelhou Yamato.

— Yamato, o que quer dizer que eu to velha ou o que? Natsuko encara o filho.

— Vamos com calma ai, eu não falei nada. Yamato tira o dele da reta, enquanto Takeru e Hiroaki riam. — Já foram ver escolas? Perguntou o mais velho tentando mudar de assunto.

— Vamos decidir ainda, só o Tenshi que ainda teima em voltar para a antiga escola, não sei quem ele puxou tão teimoso. Catherine olha de lado para Takeru.

— Ele vai se acostumar um dia, não é filho? Pergunta Takeru.

— Non. Respondeu curto e seco o pequeno, cruzando os braços.

— Ele também me lembra o meu pai… Quando batia o pé com uma coisa não parava até realizá-la, estou aliviada que voltou para casa, não faça isso nunca mais ta ouvindo.

— Uie, dame, eu entendi, se tivermos que voltar pra França um dia, vamos fazer direito, não vou sair nas sombras. Prometeu Takeru.



O tempo foi passando e com ele chegou o verão e os festivais, finalmente a violacea conheceu os pequenos Takaishi e a esposa dos ex vizinhos, Iori veio com a filha e a esposa, como sempre o castanho chegava pontualmente, assim como Joe, o filho e a esposa.

Catherine e Marrie, assim como Miyako e Mai usavam Yukatas iguais, e tiravam fotos com a mesma pose.

— Aw Yama-Kun não é linda?

— É minha sobrinha né. Pentelha o guardião da amizade. — Não me olha assim, pra mim o Methew já vale por dez.

— Nossa Yama, já me corta assim? Só espero que você também não vire um tundra. Mimi conversa com o filho.

— Mimi-Chan, meu amor, não ensina palavra errada para o garoto. Yamato ri da esposa.

— Tundra, mas olha como são lindas, a sua sobrinha é a versão chibi da cunhada, já pensou uma versão chibi minha?

— É dessa parte que eu tenho um certo medo. Pentelhou o loiro. — Já estamos ótimos somente nós, e você pode mimar a Marrie. Aponta Yamato.

— A Charlote é fofa demais, mas eu ia adorar ter a minha própria princesinha, convence seu papai, você quer uma irmãzinha… Mimi passa o nariz no do filho e se aproximou do rosto do filho que empurra o rosto da castanha para trás e emburra, levantando risadas da turma.

— Tenho um péssimo diagnóstico Mimi-Chan, seu bebê é um candidato a ser tsundere. Pentelhou Joe.

— Filhote de Ishida, o que esperar? Pentelhou Taichi.

—Methew assim na frente do pessoal? Mimi perguntou para o bebê.

— Sore wa kodomodesu. Yamato brinca com o filho o pegando no colo.

— Tudo ótimo para o lado dos meus tundra. Mimi vira o rosto.

— Mimi-Chan, eu vou ter que te ensinar do jeito que estou fazendo com os filhos do Takeru-Kun. Yamato pega a mão de Mimi e a beija.

— Você é tundra, mas não tem como não amar você. Declarou a castanha, beijando o marido.

As crianças se divertiam e os pais matavam as saudades, tirando fotos e desenterrando outras de quando eram adolescentes, numa comparação fofa, lá estavam eles no mesmo local onde muitos declararam seu amor as esposas, agora com seus bebês.

Só foram interrompidos por um choro, quando seguiam o som achando que poderia ser um dos seus, era apenas um colega do colégio da sala de Mai e Daiki chorando com um sorvete no meio da testa.

— Marrie seu anjinho levado, arigato, mas eu me virava. Agradeceu Mai.

A loirinha xingava em francês e apontava para o menino sair.

— Não entendo um letra do que ela diz, mas feliz eu sei que ela não tá. Aponta Mai.

— Outra briguenta. Charlote Takaishi, meu anjo, você não podia ter chamado a gente? Pergunta Catherine, limpando os dedos da filha.

— Deixa a menina se defender, o pirralho bem que mereceu, refrescou as ideias é isso aí baixinha fica por baixo não. Pentelhou Yamato encarando o garoto que sai correndo.

— Ele já ta apegado aos pequenos. Catherine abraça Takeru.

— O que houve Mai-Chan? Perguntou Miyako.

— Nada okaasan, é esse moleque que me provoca no colégio, e a Marrie-Chan não entendeu nada e mesmo assim acertou o sorvete de casquinha na testa dele, é errado rir disso? Eu não to conseguindo segurar não. Mai contava tentando não rir.

— Errado? Bom Mai-Chan, não deixa de ser errado arrumar briga, mas esse baka, fica provocando minha princesa ele bem que mereceu. Argumenta Miyako, deixando a risada escapar.

— Uma casquinha no meio da testa? Onde é que eu já vi isso antes. Pentelhou Ken, olhando para o parceiro de jogrees.

— Nossa tal mãe tão filha. Daisuke provoca.

— Quer levar uma em nome dos velhos tempos seu cabeça de fogo. Retrucou Miyako.

— To ligeiramente confusa com uma coisa aqui. Aponta a pequena Ichijouji arrumando os óculos.

— Com o que filha? Pergunta Ken.

— Quem é a criança aqui eih? Questionou Mai. Os digiescolhidos riram da frase.

Yamato comprou outra casquinha para sobrinha, já que a pequena não pode aproveitar a anterior.

A turma levou os filhos para comer e de lá saiu a nova pérola.

— Assim que a gente voltar para escola o idiota vai se ver comigo. Resmungava Daiki.

— Não precisa Daiki-Kun, arigato, mas acho que não vou ter mais problemas. Responde Mai sorrindo.

Daisuke fez questão de dar uma olhada pentelha para Ken.

— Nem adianta Motomiya disso não vão passar. Adverte Ken.

— De que não vai passar? Questionou Poromon.

— Tem coisa sobre os humanos que é melhor não tentar entender. Hawkmon ensinou o parceiro de Mai.

— Se tiver que ir vai. Pentelhou o líder da segunda geração.

— Não comigo vivo. Retrucou Ken.

Os fogos encantavam os estrangeiros e os japoneses, naquele dia as crianças fortalecem ainda mais o vínculo, no final do dia estavam todos esgotados na sala de Mimi, enquanto os pais aproveitavam para conversar, e Mimi colocou uma nova foto do festival no porta retratos, junto com a que tiraram na cidade do princípio e as dos festivais que iam antes da vida adulta.

Notas finais
Sore wa kodomodesu: O Yamato estava dizendo algo como Isso ai moleque.
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!