Uma chance para recomeçar
16 Capítulo 16 Aniversário parte 3
Notas iniciais
CAPÍTULO 16
KARINA
Pedro me prensava no guarda roupa e dava beijos estalados em meu pescoço e maxilar que com certeza ficariam roxos no dia seguinte, mas nesse momento em não queria pensar no amanhã, apenas curtir a minha noite. Em poucos segundos suas mãos grandes me despiram por completa, me deixando nua, ele parou e me olhou com um olhar cheio de tesão e com um sorrisinho sacana, tive uma pontinha de medo do que ele poderia fazer e então ele me ergueu no seu colo, eu entrelacei as pernas na cintura dele, sem partirmos o beijo cheio de paixão e desejo. Um desejo que me consumia e que devia estar fazendo a mesma coisa com ele. Ele me jogou em cima da minha cama e tirou suas roupas rapidamente, quando tirou a cueca, engoli em seco, seu membro estava completamente ereto e duro. Ele subiu por cima de mim, dando beijos nos meus seios e os massageando enquanto eu sentia o membro dele ereto na minha perna e quase morria de prazer por ele estar chupando meu peito. A sensação era única e eu queria recompensá-lo de alguma forma e então criei coragem e o chamei — Pê?
– Hum? — ele perguntou coma voz entrecortada, concentrado em acabar com os meus peitos.
– Sai de cima de mim. — eu pedi e ele parou o que fazia e me olhou sem entender nada. O empurrei calmamente de cima de mim, sob o olhar indagativo dele e olhei para seu membro, levei minhas mãos até ele e disse: — Posso? — ele me olhou confuso, conferiu para onde eu estava olhando e pegando e sorrindo respondeu: — K você não precisa fazer isso.
– Mais eu quero. — falo manhosa.
– Então vamos fazer de um jeito mais confortável. — ele fala e fica me pé ao lado da cama. — Agora você ajoelha.
– Mais confortável? — pergunto me ajoelhando.
– Não sei, mais do jeito que eu sempre sonhei. — ele responde estremecendo quando toda trêmula eu pego o membro dele, ao fechar minhas mãos inexperientes em volta ele solta um gemido rouco e sou tentada a passar minha língua nele. Começo o lamber de baixo para cima, como um pirulito gostoso. Cheia de medo e de incertezas de estar fazendo algo errado, apesar do gemidos dele, fecho minha boca em volta dele e sinto Pedro agarrar meus cabelos, os puxando pra cima com força, o que me fez quase que engoli-lo, ele era grande demais, estava quase na minha garganta, mas eu me concentrei apenas em dar prazer para ele e comecei a chupá-lo com força, desacreditando até a mim mesma com meu ato. Pedro gemia rouco, tentando controlar a altura de seus gemidos e eu sentia isso com a força com que ele puxava meus cabelos, que eu confesso que estava me machucando, mas eu estava tão perdida com o pênis dele na minha boca que não conseguia reclamar. — Ohhh! Karina. — Pedro gemeu e a forma com que ele falou meu nome foi unica. — Ohhh! Para Karina. — ele pede, mas eu continuo. — Pare! — ele ordena me puxando pelo meus curtos cabelos com violência e assustada eu solto seu pênis. Olho pra ele estática e sentindo uma pontada de medo e ele diz: — É tentador demais foder essa boca pequena. Deita na cama.
Eu o obedeço ao perceber suas pupilas dilatadas e cheias de tesão. Pedro vem sobre mim e abre minhas pernas e aproxima seu rosto do meu centro quente molhado. Lambe minha fenda e eu preciso me controlar para não gritar. Solto um gemido baixo e puxo com força o lençol da cama. Pedro começa a chupar com cautela meu clitóris e sem carinho algum enfia dois dedos. Me contorço sobre a cama e puxo o Flux, que estava ao lado da minha cabeça, para minha boca, o mordo para abafar meus gemidos. Ele chupava com vontade meu clitóris e eu sentias meu peito parecer que ia explodir, minha respiração estava entrecortada, eu sentia meus olhos cerrarem repetidas vezes e abafava meus sons com nosso ursinho de pelúcia. Comecei a tremer sobre a cama, enquanto ele continuava concentrado em sua missão e sem demorar muito sinto o orgasmo perfeito invadir meu corpo e meu coração se acelerar ainda mais — se é que era possível -.
Sem dar tempo para eu respirar ou recobrar a consciência Pedro sobe em cima de mim e grava sua carne em meu centro inundado pelo orgasmo. Um gemido alto quase escapa meus lábios e Pedro o afoga com um beijo quente. Ele começa a se movimentar dentro de mim com rapidez, me levando a loucura e a inconsciência. Sinto um pouco de dor com a velocidade dele e aperto seus ombros, mas ele não liga e continua a me rasgar por dentro. Sentindo um misto de prazer e dor, agonia e desespero, começo a gemer e arranhar as costas dele. Eu era dele de novo, todo nosso amor estava ali, sendo consumado num ato impuro de prazer, mas cheio de amor. Ele para de se movimentar dentro de mim e eu dou um gemido agoniada. Eu o sinto sorrir no meu rosto e então ele passa a se movimentar devagar. Me sentindo por inteira. Ele me olha no fundo dos meus olhos e eu começo a rebolar contra ele, devagar e percebe que eu iria gozar. Ficamos nos encarando e eu começo a tremer e sentí-lo tremer sobre mim também. Um clímax destruidor toma conta de mim e eu o sinto ainda se movimentando dentro de mim, fazendo o prazer se estender e o gozo escorrer pelas minhas pernas e então ele também alcança o clímax, fazendo com que o ar nos falte. O corpo dele cai sobre mim, provocando sensações únicas de prazer e uma pressão sobre meus seios, afinal ele era pesado. Ficamos assim por alguns segundos e ao perceber meu desconforto ele sai de dentro de mim e deita ao meu lado, me fazendo virar para ele.
Sorrindo ele fala: — Você ta linda. Ta corada, com as pupilas dilatadas, seus olhos estão num tom de azul que só quando você faz sexo ficam assim. Mais você ta morta, pensei que aguentasse mais um round.
– Ta me tirando? Acha que eu não dou conta?
– Não, é claro que não. — ele responde passando sua mão direita sobre meu rosto. — Eu to é mega feliz, em saber que você é uma lutadora durona, que ganha até dos campeões, mais que aqui, na cama, eu te destruo. — ele fala me deixando sem palavras. — Vamos dormir? — balanço a cabeça em resposta, ao sentir minhas pálpebras pesarem toneladas. Ele me puxa para seu peito e eu me arrumo nele. — Feliz aniversário amor. — ele deseja depositando um beijo em minha cabeça e eu durmo, abraçada a ele, depois de um dia, de uma festa e de uma transa inesquecíveis e com um sorriso satisfeito nos lábios.
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