Uma Viagem Muito Louca

7 Tesouro numa árvore velha e um inimigo das sombras


Notas iniciais
Yume: Oe! Bels: Oie meus cogumelos gostosos! Yume: Tudo belê? Capítulo meu. ^-^ Bels: Ficou sinistro '-' Yume: Essa era a intensão. Bels: Quebrou meu clima romântico ¬¬ Yume: Tô nem ai u.u Bels: Me ama. Yume: Bom pessoas, eu demorei porque meu-irmão-anta-mais velho apagou tudo o que tinha no meu PC e os programas foram desinstalados. Ainda vou dar um jeito naquilo... Bels: Ela teve que escrever à mão e eu digitar pra ela. Yume: Tipo isso. Bels: Letra feia da porra rçrç *Uma faca acerta a parede bem próximo ao pescoço de Bels* Bels: Nossa, mira boa. Yume: Do que você está falando? Eu errei. * Bels sai correndo e Yume vai atrás com várias facas* Bels e Yume: Boa leitura galerinha!

Selena até achou estranha a atitude do amigo, mas a ignorou e seguiu andando. O “casal” foi andando à frente, Stive vinha logo atrás com o braço algemado ao de Betty, atrás vinham os gêmeos de mãos dadas e totalmente sorridentes.

Todos caminhavam calmamente e em silêncio até que a loirinha viu uma borboleta.

– Um unicórnio! – a moça saiu correndo e empurrou os amigos que estavam em sua frente.

Leo caiu com o bumbum no chão e Selena se chocou contra uma árvore que rachou.

– Ai! Toma cuidado animal! – a morena se zangou.

– Vocês se machucaram? – Isaak perguntou.

– Não... – o loiro disse.

– Para a sorte dela. – a roqueira disse num tom de voz ameaçador.

– Calma ae! – Stive tentava fazer aloira voltar.

– O que é isso...? – a garota de cabelos negros olhou dentro do tronco da árvore e viu o reflexo de algo.

– O que você viu?- Filipe se aproximou já curioso.

– Parece um espeto ou sei lá o que.

– Um espeto dentro de uma árvore velha?

– Deixe-me ver o que é isso... – a moça enfiou o braço dentro da rachadura e puxou o objeto que estava dentro da mesma.

– Isso é uma espada. – a espada de prata com uma safira de enfeite estava agora nas mãos da adolescente.

– O que isso estaria fazendo aí?

– Você não deveria estar aqui – Uma voz aparentemente feminina e ao mesmo tempo tenebrosa ecoou ali.

– Quem está aqui?

– Ninguém de importância...

– Mostre-se logo! – a morena se irritou.

– Eu só queria lhes avisar algo...

– Desembucha logo! – Stive disse furioso por Betty não ficar quieta.

– Aqui há somente uma coisa...

– Que seria...? – Filipe perguntou.

– Aqui há somente morte! –a criatura seguiu do galho de uma árvore, era metade humana e metade aranha e deu golpes com suas patas nos jovens.

Leo e Selena bateram numa árvore , os gêmeos caíram no chão e Stive e Betty se chocaram com uma pedra, a loira bateu a cabeça numa pedra e ficou desacordada.

– O que é você? – Leonardo olhou bem para aquilo,

– Eu sou uma Mithopeles Tarântura.

– Mito o que? – a roqueira perguntou.

– Sou uma criatura especial, metade humana, metade aranha.

– Ah! Que legal pra você, mas se não se importar temos que passar.

– Hum... vocês vão passar sim, vão passar direto pelo meu sistema digestivo!

O animal começou a atacar os gêmeos que desviaram, Stive pegou Betty no colo e conseguiu desviar com estranha agilidade, Leo passou por baixo da coisa e Selena golpeou- lhe, mas ao desviar a lâmina só feriu sua bochecha superficialmente.

– Meu rosto! Meu lindo rosto!

– Lindo?

A criatura soltou um urro alto e seu corpo começou a se contorcer.

– Credo... que cheiro ruim é esse? – Betty abriu lentamente seus olhos e corou ao notar que estava no colo de Stive, ao voltar-se para a criatura perguntou- O que é isso?

– Um cadáver. – Selena disse fria.

– Vem cá, você come o que?

– Quer mesmo saber?

– Se não quisesse não teria ne perguntado...

– Eu como carne humana.

– Parece comer estrume caramba! — a loira se abanou- Que fedor.

– Cale-se!

A tarântula tentou golpear a menina, porém sua melhor amiga ficou á sua frente e bloqueou o golpe com sua espada.

– Sai da frente!

– Estou doidinha pra você me tirar.

A coisa se contorceu novamente, seu corpo diminui e suas pernas se tornaram humanas, sua pele e cabelo eram brancos, seus olhos vermelhos, em suas mãos estavam duas adagas Sai.

– Garota impetulante.

– Olha, eu fiz esgrima quando era mais nova... sei como usar uma espada, te darei duas opções: Ou você corre, ou terei que te matar.

– Matar? Tente garotinha!

A coisa, agora mulher, atacou Selena, seus amigos tentaram ir ajuda-la, mas apareceram tarântulas menores em seus caminhos.

– Deixe meus amigos foras disso.

– E se eu não quiser? Não se preocupe, assim que te matar eu os devoro, um a um.

– Essa eu quero só ver...

A tarântula a atacou usando o Sai que estava na mão esquerda, a morena atravessou suas espada entre os espaços da direita e do meio, o que acabou lançando o “garfo” longe, ou melhor, perto do pé de Stive que começou a usa-lo como se fosse algo comum.

A criatura cuspiu uma poça de sangue no chão, ao olhar para o lado, viu uma de suas tarântulas com a cabeça atravessada numa árvore e os gêmeos logo ao lado.

– Malditos!

– Eu vou te dar essa última oportunidade, fuja!

– Agora isso é uma questão de sangue.

– Pois bem, que seja sangue e honra!

Selena avançou em direção á adversária e com uma rapidez que nem ela sabia de onde havia vindo, desviou de seus golpes e cortou lhe fora o braço. O urro de dor da criatura chamou a atenção de todos, Betty ao olhar para aquilo sentiu seu estômago embrulhar e levou a mão a boca.

A tarântula revidou, seu Sai acertou o braço direito da morena, a roqueira ficou com uma expressão muito furiosa e avançou em direção a albina, está tentou lhe acertar, mas era tarde de mais. A lâmina da espada de Selena havia lhe atravessado o peito. As tarântulas menores que estavam ali cairão no chão sem vida e se reduziram a pó.

– Lembre-me de nunca deixar ela brava. – Stive disse.

– Hey, você está ferida. – Leo andou até a garota.

– Sel, temos que arrumar isso, pode funcionar. – Betty disse.

– Tem muitas ervas aqui, podemos levar e fazer um remédio. – Isaak disse.

– Façam isso.

– Vamos sair logo daqui. – Leonardo chamou e os outros os seguiram.

***

Não muito longe dali, duas criaturas encapuzadas olhavam os jovens dentro do caldeirão, uma luz branca veio até um deles e pousou sobre sua mão.

– Amélia está morta, ela falhou em mata-los.

– Você não entendeu ainda?

– Entendi o que?

– Enquanto ainda houver união entre eles, haverá força.

– Hum... entendi. Teremos de separá-los então.

– Isso seria impossível.

– E o que faremos?

– Devemos eliminar aqueles quatro garotos intrometidos.

Continua...

Notas finais
Yume: Bom, foi isso. Espero que tenham gostado. Bels: O próximo é meu :) Yume: #partiu#esperar#pela#eternidade Bels: Eternidade não, longo período de tempo U_U Yume: Dá na mesma idiota. Bels: Cara, quanto mais tu me ofende, mais eu sei que me ama ¬¬ Yume: Depois de uma vida de enigmáticos enigmas surge uma pergunta que assola a humanidade: Fumaste mulher? Bels: Nossa... Nossa...NOSSA! Yume: Assim você me mata u.u Bels: * segurando uma tora de madeira* Ai se eu pego. Yume: * segurando um machado* Ai, ai se eu te pego. Bels e Yume: Até o próximo! ^-^ Yume: Se ficar pronto... Bels: Claro que vai, e ficará perfeito u.u P.S: Espada da Sel: http://mychinaconnection.com/wp-content/uploads/2010/07/sabre.gif As adagas Sai da Tarântula: http://i291.photobucket.com/albums/ll292/blogodorium/img.jpg