Notas iniciais
Pessoas, espero que gostem desse cpaitulo, porque era o que eu tinha pronto. Minha inspiraca foi passear e ainda nao voltou nao :(
Boa Leitura!

Eles acordaram no dia seguinte morrendo de fome. Tomaram café da manhã e foram até a SS levar as informações. E acabaram recebendo uma bronca dos agentes.

- O que vocês tem contra usar o microfone que a gente deu pra vocês, onde a gente mantêm contato com vocês??? – perguntou o agente mais velho.

- Bem, nós queremos privacidade – respondeu Sara.

- Eu entendo, mas se vocês morrerem não vamos nos responsabilizar, a final, estão desobedecendo as ordens!

- Okay – respondeu Grissom. – Está aqui o que vocês querem – respondeu entregando as informações ao Agente.

- Okay, vão para o hotel hajam como um casal. Vocês estão muito distantes para quem acabou de casar. Agora vão!

Os dois saíram de lá e foram passear. Eles foram numa praça.

- Sara onde você gostaria de ir? – perguntou Grissom.

- Vamos ao Coliseu? Gostaria muito de saber como é – respondeu Sara animada.

- Vamos lá!

Eles deram as mãos e foram até o Coliseu. Sara ficava surpresa a cada parte que eles andavam lá dentro.

- Grissom isso daqui é... – comentou Sara.

- É diferente... Nunca pensei que estaria aqui um dia. Só de pensar que tantas pessoas morreram aqui.

- Verdade... Mas é magnífico.

- É...

Eles se sentaram na arquibancada e ficaram observando o local, imaginando o que tinha acontecido lá. Depois de mais ou menos 40min eles foram embora.

Sara estava adorando Roma, ela não imaginou que uma viagem a trabalho pudesse se tornar tão divertida.

Eles tinham ido a um parque, estavam tomando sorvete quando um homem se aproximou de Sara e começou a falar:

- O que uma bela Dama faz aqui com este homem?

Sara viu que isso deixou Grissom com ciúme e disse:

- Oh, nada não...

- Gostaria de dar um passeio comigo? – perguntou o homem esticando o braço para pegar na mão de Sara.

- Ela não vai – respondeu Grissom, que no momento já estava vermelho de raiva.

- Se o senhor não se importa, não perguntei ao senhor se esta bela dama gostaria de passear comigo, perguntei a ela – retrucou o homem.

- Ela não vai! – disse quase voando no homem – Ela é minha esposa!

O homem ficou sem graça e saiu dali.

- Por que eu não pude dar um passeio com ele? – perguntou Sara se fazendo de sonsa.

- Porque você é minha mulher! – disse sem pensar. – Estamos fazendo um papel de casal, você não pode simplesmente sair com esse homem, ia ser estranho... Tipo estamos na lua-de-mel e você saindo com esse homem... – apressou-se em corrigir o que tinha dito anteriormente.

Sara sorriu e balançou a cabeça. Ela queria dizer pra ele que ele estava corado, mas achou melhor não, ele ia ficar envergonhado, e não ia saber o que fazer. Ela o abraçou e ficou ali por uns minutos.

XXX

Eles voltaram para o hotel, para almoçar, e depois iam fazer alguma coisa que dessem a impressão que estavam namorando.

- O que você quer almoçar? – perguntou Grissom a Sara.

- Macarrão e maionese, e você? – perguntou Sara.

- O mesmo então.

Eles foram para pista de comida e se serviram e foram para a mesa.

- O que a gente vai fazer depois? – perguntou Sara enquanto enrolava o macarrão no garfo.

- A gente precisa fingir que está fazendo amor – respondeu ele pegando o copo que continha coca.

- É – concordou. – Por que ontem a gente transou? – perguntou.

- É que quando eu fui até a janela, eu vi um homem olhando para o nosso quarto, sabe, do hotel do lado. Ele não parecia alguém curioso por nada, daí eu te chamei e a gente transou.

- Entendi... Você acha que era alguém espionando a gente?

- Tenho certeza.

- Precisamos tomar mais cuidado, amor – disse Sara observando um homem sentado na mesa de trás olhando eles conversarem.

- É verdade querida – acrescentou Grissom entendendo a jogada de Sara.

- Amor, vamos pegar um pudim de sobremesa?

- Por que não? Nessa lua-de-mel quero te deixar muito feliz.

XXX

- Sara como fingimos que estamos fazendo amor? – perguntou Grissom.

Sara pensou um pouco, foi até a janela do quarto e a fechou, também fechou as cortinas e voltou para a cama.

- E se a gente fizesse amor? – sugeriu a morena com um sorriso safado.

- Você quer? – perguntou ele surpreso.

- Por que não?

Ele sorriu e a beijou. Eles começaram a se despir e...

XXX

Acordaram somente no dia seguinte, faltavam 7 dias. Tinham que acabar com aquela palhaçada em 7 dias.

Sara se levantou e se esticou, olhou no relógio da cabeceira da cama e se assustou, tinham dormido mais de 12hrs.

- Mother of God – murmurou.

Grissom se espreguiçou na cama e se levantou também.

- Quanto tempo dormirmos? – perguntou ele.

- Mais de 12hrs.

Ele arregalou os olhos, mas disse:

- Okay, eu descansei bastante.

Ela riu e concordou.

- Griss vou tomar um banho... Acho que hoje teremos trabalho.

- Sim... 7 dias. Temos 7 dias.

Ela assentiu e foi para o banheiro. Aquele dia seria longo. Ela tomou um banho bem demorado e quando saiu se deparou com Grissom abrindo um bilhete. Ela foi até ele e pegou o bilhete.

- Nosso trabalho e hoje? – perguntou enquanto lia.

- Sim – respondeu – Vou tomar banho.

- Okay.

Sara leu o bilhete diversas vezes, não queria esquecer nenhum detalhe.

“Bom dia casal apaixonado... Ontem nós analisamos os dados do computador do homem e encontramos algumas coisas importantes. Hoje vocês vão para uma indústria de biscoitos, doces, etc. Entrem pelos fundos, tomem cuidado. Quero que vocês consigam a câmera de segurança do escritório do gerente, do hall de entrada e da garagem. Vocês não podem ser vistos! Não podem! Se alguém ver vocês lá, estarão mortos, não terão nem tempo de justificar o porque de estarem lá.

Boa sorte.”

- Vish... A coisa ta tensa para o nosso lado – pensou Sara.

Ela ouviu Grissom cantar “Fuck you” – Cee lo Green no banheiro e sorriu de leve.

Notas finais
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