Uma Rainha Da Beleza Diferente
6 Capítulo 6
Notas iniciais
Um relâmpago tomou conta do céu. O vento batia furioso. Folhas de exercício voavam para o Grand Canyon e a passarela sacudiu. Os outros alunos gritaram, tropeçando e agarrando-se ao guarda-corpo.
Ouvi Hedge gritar para todos irmos para dentro. Mas eu só pensava em uma coisa.
Graças a Ares e Atena a luta que eu estava esperando!
A tempestade mudou para um furacão em miniatura.
Um funil de nuvens rastejou em volta da passarela de vidro como a gavinha de uma água-viva monstro.
Adolescentes gritavam e corriam para o prédio. O vento arremessou para longe seus cadernos, jaquetas, chapéus e mochilas. Jason derrapou por todo o chão escorregadio.
Leo perdeu o equilíbrio e quase caiu para fora da grade, mas Jason agarrou a jaqueta dele e o puxou para trás.
- Obrigado, cara! — Leo gritou.
- Vai,vai,vai! — disse Treinador Hedge.
Eu observava isso acontecer enquanto segurava as portas abertas junto com o monstro, conduzindo os mortais para dentro. Acalmei os outros com a voz, mas não o suficiente para que o ser soubesse quem eu era.
Jason, Leo e Treinador Hedge correram em nossa direção, mas o que eles demoraram a perceber é que era como correr através de areia movediça. O vento parecia lutar com eles, puxando-os para trás.
Nós empurramos mais uma criança para dentro, então perdemos o aperto nas portas. Elas bateram, fechando a passarela de vidro.
Puxei as maçanetas, trancadas. Então ele ia querer um mano a mano. Os mortais dentro bateram no vidro, mas as portas não cederam.
- Dylan,ajude! — gritei. Mesmo sabendo que ele não iria ajudar.
Dylan apenas ficou parado lá com um sorriso idiota,sua camisa dos Cowboys ondulando ao vento,como se ele estivesse de repente curtindo a tempestade. Vendo a sua própria arte.
- Desculpa, Piper. — ele disse. — Eu já estou farto de ajudar.
Ele agitou o pulso e eu voei para trás, batendo nas portas e deslizando para o convés da passarela. Merda, eu ainda não criei asas.
- Piper! — O filho de Roma tentou avançar para frente,mas o vento estava contra ele,e o Treinador Hedge puxou ele de volta.
- Treinador, — Jason disse, — me deixa ir!
- Jason, Leo, fiquem atrás de mim. — o treinador ordenou. — Essa é minha luta. Eu deveria saber que este era o nosso monstro.
Me jura? Eu não sou um sátiro e já descobri isso a uns dias. Depois de eu parar de reparar nele e achar ele gato. Mas isso é um fato a parte.
- O quê? — Leo questionou. Uma planilha assassina bateu na cara dele, mas ele deu uma pancada nisso para longe. — Que monstro?
O boné do treinador voou pra fora, e espetado acima do cabelo cacheado estavam dois galos — como o personagens de desenho animado quando são atingidos na cabeça.Treinador Hedge levantou o taco de baseball- mas aquilo não era mais um taco normal.De alguma forma aquilo tinha mudado grosseiramente em uma forma de um porrete de árvore ramificada crua ,com ramos e folhas ainda apegados.
Acho que eu vou ter que ter uma conversa muito séria com Pã, ele não podia dar umas armas melhores para os sátiros?
Dylan deu para ele aquele feliz sorriso psicopata.
- Oh, qual é, Treinador. Deixe o garoto me atacar! Afinal, você está ficando muito velho para isso. Não foi por isso que eles te mandaram para essa escola estúpida? Eu estive no seu time a temporada inteira, e você nem sequer soube. Você está perdendo seu olfato,vovô.
Hedge baliu com raiva. Ok essa frase ficou estranha.
- É isso, cupcake. Você está indo para baixo.
- Você acha que pode proteger três meio-sangues de uma só vez, velho? — Dylan gargalhou. — Boa sorte.
Sério eu queria muito me levantar e socar a cara do imbecil. Mas a voz da minha linda tia sabe-tudo soou na minha cabeça.
Fique parada. Não chame atenção até pisar no acampamento.
Dylan apontou para Leo, e um funil de nuvens se materializou em volta dele. Leo voou para fora da passarela como se ele tivesse sido arremessado. De algum jeito ele conseguiu se torcer no ar e bateu lateralmente na parede do canyon. Ele derrapou, agarrando furiosamente qualquer coisa para se segurar. Finalmente ele agarrou uma borda fina há cinquenta pés abaixo da passarela e ficou pendurado lá pela ponta dos dedos.
- Socorro! — Ele gritou para eles lá em cima. — Corda,por favor ?Cabos elásticos ?Qualquer coisa?
Treinador Hedge amaldiçoou e jogou seu porrete para Jason.
- Eu não sei quem você é, garoto, mas eu espero que você seja bom. Mantenha essa coisa ocupada — ele apontou um polegar para Dylan — enquanto eu pego Leo.
- Pegar ele como? — Jason exigiu. — Você vai voando?
Não, isso só você consegue fazer.
- Não voando. Escalando. — Hedge chutou seus tênis para fora, e eu me segurei para não rir da cara que o Jason fez.
- Você é um fauno. — Jason disse.
Vou te ensinar uma coisa colega. Não chame alguém Grego pelo nome Romano. Nunca.
- Sátiro! — Hedge repreendeu. — Faunos são romanos.Mas nós iremos conversar sobre isso depois.
Hedge saltou para fora da grade. Ele navegou em direção a parede do canyon e aterrissou os cascos primeiro. Ele delimitou para baixo no penhasco com uma agilidade impossível, achando apoios para pés não maiores que selos postais, esquivando de turbilhões que tentavam atacá-lo quando ele pegou seu caminho em direção a Leo.
- Isso não é fofo? — Dylan virou na direção de Jason. — Agora é a sua vez, garoto.
Jason jogou o porrete. Isso parecia inútil com os ventos tão fortes, mas o porrete voou direto para Dylan,mesmo curvando quando ele tentou esquivar,e batendo-o na cabeça tão forte que ele caiu de joelhos. E ele veio em minha direção.
Posso?
Vai logo.
Meus dedos fecharam em volta do porrete, mas antes que eu conseguisse me por de pé e pudesse usar isso, Dylan levantou. Sangue dourado escorria de sua testa.
- Boa tentativa, garoto. — Ele olhou para Jason. — Mas você terá que fazer melhor.
A passarela de vidro estremeceu. Fraturas finas apareceram no vidro. Dentro do museu, as crianças mortais pararam de esmurrar as portas. Elas foram para trás,olhando em terror.
O corpo de Dylan dissolveu-se em fumaça, como se suas moléculas estivessem descolando. Ele tinha o mesmo rosto, o mesmo sorriso branco brilhante, mas toda sua forma estava de repente composta de um turbilhão de vapor preto, como faíscas elétricas numa nuvem de tempestade viva. Ele brotou ventos de fumaça preta e se levantou acima da passarela. Se anjos podiam ser malignos, eles pareceriam exatamente como isso.
— Você é um ventus. — Jason disse. — Um espírito da tempestade.
A risada de Dylan soou como um tornado rasgando um telhado.
- Estou contente que eu esperei, semideus. Eu sei de Leo e Piper há semanas. Poderia ter matado eles há qualquer hora. — Sonha — Mas minha senhora disse que um terceiro estava vindo, alguém especial. Ela irá me recompensar grandemente por sua morte!
Mais duas nuvens funil tocaram embaixo em ambos os lados de Dylan e se tornaram venti-homens jovens fantasmagóricos com ventos de fumaça e olhos que piscavam com raios.
Fiquei abaixada, fingindo estar atordoada, mas ainda agarrando o porrete. Jason se preparou para atacar chamando a atenção deles enquanto eu acertava por trás. Mas ele não teve a chance.
Dylan levantou a mão, arcos de eletricidade correndo entre seus dedos,e soprou isso no peito de Jason. Bang! Jason se achou deitado de costas.Ele levantou a cabeça e viu que suas roupas estavam esfumaçadas .O raio tinha passado direto através do seu corpo e arrancado fora seu sapato esquerdo.Seus pés eram pretos com fuligem.
Tomem otários, não se pode matar um filho de seus com raios, como também não se pode afogar um filho de Poseidon.
Os espíritos da tempestade estavam rindo. O vento se arreliou.
Os espíritos da tempestade vieram para cima de mim, e eu ainda tinha as malditas ordens de não chamar a atenção. Então só fiquei sacudindo o porrete como uma retardada e fingindo tentar afastar os espíritos da tempestade.
- Para, — Jason coaxou.Ele levantou-se instavelmente em seus pés,e ele não estava certo de quem era mais surpreso: ele, ou os espíritos da tempestade. Enquanto isso eu ria. Mentalmente.
- Como você está vivo? — Forma de Dylan piscou. — Esse foi raio o suficiente para matar vinte homens!
- Minha vez. — Jason disse.
Ele alcançou seu bolso e retirou uma moeda de ouro. Ele se deixou levar pelos instintos, lançando a moeda no ar como se ele tivesse feito isso antes milhares de vezes. Ele pegou na palma da sua mão, e de repente ele estava segurando uma espada. O cabo acidentado encaixava perfeitamente nos seus dedos, e a coisa toda era ouro-empunhadura, cabo e lâmina.
Dylan rosnou e recuou. Ele olhou para seus dois companheiros e gritou.
- Bem? Matem ele!
Os outros espíritos da tempestade não pareciam felizes com essa ordem, mas eles voaram para Jason, seus dedos estalando com eletricidade.
Jason virou para o primeiro espírito. Sua lâmina passou através daquilo, e a forma da criatura de fumaça se desintegrou.O segundo espírito soltou um relâmpago .mas a lâmina de Jason absorveu a carga.Jason agiu em um impulso rápido,e o segundo espírito da tempestade se dissolveu em pó de ouro.
Dylan chorou em ultraje. Ele olhou para baixo como se esperando que seus companheiros se reformassem, mas os restos da poeira de ouro se dispersou no vento.
- Impossível!Quem é você, meio-sangue?
Então Hedge pulou de volta para a passarela de vidro e despejou Leo como um saco de farinha.
- Espíritos, temam me! — Hedge berrou, flexionando seus curtos braços. Então ele olhou em volta e descobriu que só tinha Dylan.
- Maldição, garoto! — ele falou para Jason. — Você não deixou algum pra mim? Eu gosto de um desafio!
Leo foi para seus pé, respirando difícil. Ele parecia completamente humilhado, suas mãos sangrando de agarrar nas rochas.
- Ei, Treinador Superbode,ou seja lá o que você é. Eu acabei de cair da droga do Grand Canyon!Pare de pedir por desafios! — Se eu não quisesse mais desafios eu até que concordaria com ele.
Dylan sibilou para ele, mas o medo era visível em seus olhos.
- Você não tem ideia de quantos inimigos vocês despertaram, meio-sangues. Minha senhora irá destruir todos os semideuses. Essa guerra vocês não podem vencer.
Acima deles, a tempestade explodiu em um vendaval a pleno vigor. Fendas se expandiram na passarela de vidro.
Um buraco abriu nas nuvens uma redemoinho em vórtice preto e prata.
- A senhora me chama de volta! — Dylan gritou com alegria. — E você, semideus, virá comigo!
Ele foi para Jason, mas abordei o monstro por trás. Mesmo pensando que ele era feito de fumaça, de alguma forma consegui me conectar. E nós começamos a cair. Leo, Jason e o treinador se inclinaram para me ajudar, mas o espírito gritou com ódio. Ele jogou uma corrente de ar que derrubou todos eles. A espada de Jason derrapou entre o vidro. Leo bateu a parte de trás da cabeça e se encolheu num canto, atordoado e gemendo. Eu recebi o pior. Fui arrancada das costas de Dylan e bati na grade, caindo na borda até que estava pendurada por uma mão sobre o abismo.Jason se moveu em minha direção, mas Dylan gritou.
- Eu vou me vingar por essa!
Ele agarrou o braço de Leo e começou a subir, arrastando um Leo semi-consciente com ele. A tempestade rodopiou com mais força, puxando eles para cima como um aspirador de pó.
Gritei por ajuda.
Cara, eu posso ter sido treinada pelos deuses, mas ninguém nunca me disse.
Se você ficar pendurada por apena uma mão, com o resto do corpo pendendo para a morte certa, Piper, você deve fazer isso.
Eu, então, escorreguei, fazendo a única coisa que me veio a mente. Gritar, gritar e eu já falei em gritar?
E então veio o meu salvador, loiro, olhos azuis elétricos, camiseta do acampamento Júpiter. Ele me pegou pela cintura e fechou os olhos aguardando a morte.
De repente, o vento parou. O meu grito se transformou em um suspiro estrangulado.
Contagem, dois braços, duas pernas, uma cabeça e tudo ligado ao torso.
Okay, nós não morremos.
— J-Jason, — murmurei.
Ele abriu os olhos. Estávamos flutuando no meio do ar, cem pés acima do rio.
Semideuses 1, Morte 0.
Ele me abraçou com força, e eu me reposicionou de forma que também estava abraçando ele. Estávamos de frente, nariz a nariz. O meu maldito orgão chamado coração batia tão forte que tinha certeza que Jason podia sentir através da roupa dela.
- Claro... Como não pensei nisso antes. — murmurei em grego antigo, se fosse qualquer outro semideus eu ficaria com medo dele entender. Mas esse não era o caso. -Como você
- Eu nãos sei, acho que me lembraria se soubesse voar.
Eles começaram a subir. Gani conforme começávamos a ir para cima. Nós não estávamos exatamente flutuando.
- O ar está nos apoiando. — ele disse.
- Bem, diga a ele para apoiar mais! Tira a gente daqui! — Olha eu não me considero uma garota medrosa, mas fique flutuando no meio do ar e depois me fale como manteu a calma.
Vi que Jason estava confuso entre ajudar os outros ou nos colocar em um lugar a salvo.
- Nós temos que ajudá-los, — disse. — Você pode...
- Vamos ver. — Jason falou e quase imediatamente nós começamos a subir.
Assim que eles alcançaram a passarela, correram em direção a Leo.
Eu o virei, e ele grunhiu. O casaco dele de exército estava ensopado pela chuva. Seu cabelo cacheado brilhava a ouro por rolar em pó de monstro. Mas pelo menos ele não estava morto.
- Estúpido… bode… feio. — ele murmurou.
- Aonde ele foi? — perguntei.
Leo apontou para cima.
- Nunca voltou. Por favor, diga que ele não salvou mesmo a minha vida.
- Duas vezes, — Jason falou.
Leo grunhiu ainda mais alto.
- O que aconteceu? O cara tornado, a espada de ouro… Eu bati a minha cabeça. Foi isso, certo? Estou alucinando?
Eu já tinha me esquecido da espada, e ao que parece Jason também, pois só então ele se levantou e pegou ela, depois a jogou para cima e o que antes era uma grande espada de ouro, virou uma moeda também de ouro, mas de um tamanho comum.
- É, — Leo disse. — Definitivamente alucinando.
Me arrepiei por causa da roupa molhada pela chuva.
- Jason, aquelas coisas...
- Venti, — ele disse. — Espíritos de tempestade.
- Tá. — isso eu sei — Você agiu como… como se você já tivesse visto eles antes. — como você se lembra? — Quem é você?
Ele balançou a cabeça.
- É isso que eu estava tentando te dizer. Eu não sei.
A tempestade parou. As outras crianças da Escola Wilderness olhavam para as portas de vidro horrorizadas. Os guardas de segurança estavam mexendo nas fechaduras, mas não pareciam estar tendo sorte.
- O Treinador Hedge disse que tinha que proteger três pessoas, — Jason lembrou. — Eu acho que ele estava falando da gente.
Sério? Continua desse jeito e pode até ser confundido com um filho de Atena.
- E aquela coisa em que o Dylan se transformou… — tremi. Nunca achei que as aulas de atuação com Pólo iam ser tão necessárias. — Meu Deus, eu não acredito que ele estava me cantando. Ele chamou a gente de… como era, semideuses?
Leo se deitou de costas no chão, olhando para o céu. Ele não parecia ansioso para levantar.
- Não sei o que semi significa, — ele disse. — Mas eu não estou me sentindo muito divino não. Vocês estão se sentindo divinos?
E eu digo de novo esse garoto não pode ser filho de Festus.
Houve um som quebradiço como de galhos secos estalando, e as rachaduras na passarela começaram a aumentar.
- Nós precisamos sair daqui, — Jason falou. — Talvez se nós...
- Ahhh-tá , — Leo interrompeu. — Olhem para cima e me digam se aquilo são cavalos voadores.
Graças aos Deuses!
- Reforços, — Jason disse. — Hedge disse que um time de extração estava vindo atrás da gente.
- Time de extração? — Leo se levantou. — Isso soa doloroso.
Annabeth Chase, filha de Atena, arquiteta do Olimpo. Namorada de Perseu Jackson, filho de Poseidon, herói do Olimpo, desaparecido.
- Onde ele está? — Annabeth demandou. Seus olhos cinzentos eram ferozes e um pouco assustadores.
- Onde está quem? — Jason perguntou.
Eu me segurava para não rir da cara de confusão dos meus amigos.
A filha de Atena franziu o cenho como se a resposta dele fosse inaceitável. Então ela se virou para eu e Leo.
- E o sobre Gleeson? Onde está o seu protetor, Gleeson Hedge?
Leo pigarreou.
- Ele foi capturado por algumas… coisas-tornado.
- Venti, — Jason disse. — Espíritos de tempestade.
A menina loira arqueou uma sobrancelha.
- Você quer dizer anemoi thuellai? Esse é o termo grego. Quem é você e o que aconteceu?
Quando Jason terminou a história, Annabeth não parecia satisfeita.
- Não, não, não! Ela me disse que ele estaria aqui. Ela disse que se eu viesse aqui, encontraria a resposta.
- Annabeth, — o cara careca gruniu. — Olha só isso. — Ele apontou para o pé de Jason. — O cara com um sapato só, — disse o cara careca. — Ele é a resposta.
- Não, Butch, — a loira insistiu. — Ele não pode ser. Eu fui enganada. — Ela olhou para o céu como se ele tivesse feito algo errado. — O que vocês querem de mim? — ela gritou. — O que vocês fizeram com ele?
O céu tremeu, e os cavalos relincharam urgentemente.
- Annabeth, — disse o cara careca,Butch, — nós temos que ir. Vamos levar esses três pro acampamento e tentar descobrir lá. Aqueles espíritos de tempestade podem voltar.
Ela se irritou por um momento. — Ótimo. — Ela encarou Jason com um olhar rancoroso. — Nós vamos acertar isso depois. — Ela girou nos seus calcanhares e marchou em direção à biga.
Balancei a cabeça.
- Qual é o problema dela? O que está acontecendo? — Leo falou.
- Nós precisamos tirá-los daqui, — Butch disse. — Eu explicarei no caminho.
- Eu não estou indo a lugar nenhum com ela. — Jason apontou em direção à loira. -Ela me olha como se quisesse me matar.
Butch hesitou. — Annabeth é ok. Você tem que dar uma folga pra ela. Ela teve uma visão dizendo a ela para vir aqui, para achar um cara com um sapato só. Essa deveria ser a resposta para o problema dela.
- Qual problema? — Leo perguntou.
- Ela está procurando por um dos nossos campistas, que está desaparecido há três dias, — Butch disse. — Ela está perdendo a cabeça com preocupação. Ela esperava que ele estivesse aqui.
- Quem? — Jason perguntou.
- O namorado dela, — Falei, ignorando os olhares surpresos. — Um cara chamado Percy Jackson. O herói do Olimpo.
Notas finais
Feliz Ano Novo!!
Bjus Rafa
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