Uma Nova Mew Mew
2 Capítulo 2 - A really fluffy girl
Notas iniciais
(Capítulo inacabado.)
– Uma...de...vocês? — perguntou Choko, parecendo confusa.
– Sim, amanhã explicamos-te. — sorriu-lhe Ryo. — Aparece aqui, amanhã é Domingo... Como vieste pelos portais, esta é a rua da tua escola.
– Não tinha reparado neste café... — disse Choko.
– Mas nós reparamos em ti! — sorriu-lhe. — Dessa maneira enviamos Kisshu até tua casa, pois tínhamos quase a certeza que eras a nossa nova Mew. Até amanhã!
Ryo beijou-lhe a face levemente. Choko corou intensamente.
– Como é que isto desaparece? — Perguntou, apontando para a cauda e as orelhas.
– Concentra-te na tua forma normal e mudas. — disse, piscando o olho. — Queres que Kisshu te leve? — perguntou Ryo.
– Eu preferia ir a pé ou de carro, para ver melhor o caminho a seguir amanhã... — respondeu Choko.
– Claro. A esta hora está um lindo pôr-do-sol no céu! Vamos a pé? — sorriu-lhe Ryo de novo.
– Sim. Claro que sim. — respondeu Choko.
Via-se que estava meio sonolenta.
Sairão do café e foram pela rua. Estava um silêncio mortal.
Ryo interrompeu o silêncio:
– Bem... a que horas tens de estar em casa?
– Oito horas.
– Ainda falta uma hora... Podemos ir a conversar, que o tempo passa rápido. — sugeriu Ryo.
Choko pegou-lhe na mão.
– Podemos ir ao meu sítio preferido. — disse-lhe ela.
Puxou-o pela mão até a um jardim com um rio serpenteante. Sentaram-se ambos na berma. Choko arriscou e tirou os sapatos e as meias, metendo os pés na água.
– Bem, então... desculpa aquilo de ao bocado... — começou Ryo.
– Não foi nada. Fico demasiado nervosa com pessoas desconhecidas... Desculpa eu. — sorriu-lhe Choko.
Ficaram uns minutos apenas a olhar para o céu.
– Sabes... se o meu pai nos visse assim ficava maluco... Na verdade, nunca tive namorado por causa dele... mas eu amava-o... — disse Choko com um sorriso triste. Tinha decidido quebrar o gelo com assuntos mais privados com Ryo.
– E onde está ele? — perguntou Ryo.
– Ali. — disse Choko apontando para o céu. — E aqui também.
Apontou desta vez para o coração.
– Oh, desculpa... — reagiu Ryo.
– Não desculpes... Afinal, quem começou a falar nisto fui eu... Sinto falta dele, mas agora sinto-me mais... livre. — disse Choko deixando escapar uma lágrima.
– Os meus dois pais morreram num acidente... — disse Ryo tentando consolá-la.
Abraçou-a fazendo com que as orelhas e cauda de raposa aparecessem. Concentrou-se novamente na sua forma original e elas desapareceram.
- Hãã... já devem estar a ficar oito horas...- disse Choko. Era verdade que ela achava Ryo atraente e simpático, mas estava a ficar nervosa demais. Nunca tinha estado tão próxima de um rapaz.
Calçou os sapatos e foram os dois em silêncio até à casa de Choko. Quando chegaram à casa dela, despediram-se e Choko entrou. Comeu o jantar e foi para a cama, tentar encontrar alguma coisa boa naquilo em que acabara de se meter.
Fale com o autor