Uma Nova Face

2 Uma viagem, lembranças e a percepção de Kagome


Notas iniciais
Obrigada pelos reviews eles sempre são bem vindos e espero que continuem a deixa-los.
Boa Leitura.

Kagome pegou o trem e durante a viagem relembrou das aventuras, das brincadeiras e das confusões que havia tido ao lado de todos na era feudal, fazendo que um pequeno sorriso brotasse em seus lábios enquanto olhava pela janela e dando-se conta que aquele era o primeiro sorriso que dava depois de tudo que havia acontecido deixa uma solitária lágrima cair.

Kag – “Inu...Yasha, acho que nunca poderei te esquecer mas o que minha mãe disse é verdade. Não posso viver no passado eternamente, não mais. Tenho que continuar em frente. Quem sabe um dia eu não possa me lembrar de você sem chorar.” – pensa kagome enquanto admirava a bela paisagem que aos poucos se formava no exterior de onde o trem passava.

A viagem durou mais ou menos 4 horas e kagome acabou por dormi um pouco devido à noite anterior sem dormi só acordando quando o trem se aproximava de seu destino.

Ao descer ela logo avistou a prima de sua mãe que ela só conhecia por foto e também foi reconhecida por ela que se apressou em alcançá-la.

???- Olá! Você é kagome Higurashi, certo? – perguntou uma mulher com cabelos pretos, olhos extremamente azuis claros e um corpo escultural.

Kag – Hai. E você deve ser Tomoyo Kontou, certo? – diz com o rosto sem expressão, mas também que não mostrava desrespeito ou desprezo, ele apenas era tranqüilo e sem expressão ao mesmo tempo.

Tomo– Sim muito prazer em conhecê-la, você se parece muito com seu pai quando tinha sua idade sabia? Fiquei impressionada quando lhe vi. – diz com um sorriso.

Kag – Muito obrigada! O prazer é todo meu. – responde com o mesmo rosto, mas que transmitia um pouco mais de tranqüilidade para que a outra não se sentisse ofendida.

Tomo – Ah já ia me esquecendo esse é Koud, meu filho. – diz konam apontando para o garoto ao seu lado que só agora kagome percebia, já que quando ela viu Tomoyo ela sentiu como se algo a tivesse invadido.

Kag – Prazer em conhecê-lo koud, meu nome é kagome higurashi.

Kou – O prazer é meu. – diz ele sério.

Tomo – Certo, agora é melhor irmos. – Diz ela e logo depois pede a koud que ajude a ela e kagome com as malas.

Da estação até o templo levou 15 minutos, que foram mantidos em completo silêncio.

Ao chegarem tomoyo pediu a koud que mostrasse o templo para kagome, que ficou impressionada com a beleza e o movimente de pessoas entrando e saindo do templo a todo o momento.

Kag – O templo de sua família é muito bonito e pelo que vejo é bastante freqüentado também.

Kou – Sim, minha mãe sempre se esforçou para que ele fosse bem cuidado e isso acabou atraindo as pessoas da cidade e muitos turistas também.

Kag – Eu não me lembro da época que meu pai ajudava ao vovô a cuidar do templo, mas minha mãe disse que naquela época o templo era assim, sempre cheio de pessoas.

Kou- Era? Ele não é mais?

Kag – Não depois que meu pai morreu meu avô voltou a cuidar do templo sozinho e apesar dele ser uma boa pessoa e bastante sábio também ele não tinha os poderes espirituais necessários para proteger um templo e minha mãe também não.

Kou – Mas o templo pertence à família de seu avô não?

Kag- Sim. O templo está na nossa família a anos, mas foi meu pai quem foi seu verdadeiro guardião depois de um longo tempo, pois ele era quem tinha os poderes espirituais necessários para afastar os espíritos assim como você e sua mãe.

Kou – Ah?...M-Mas como você... – gagueja koud, pois não é normal alguém dizer assim com a cara de tranqüilidade que kagome falava para ele que ela havia percebido que eles realmente tinham poderes espirituais, principalmente se tratando de sua mãe.

Kagome percebendo a reação do rapaz se lembra que ela não estava mais na era feudal e que na era dela até mesmo quem já tinha contato com a realidade espiritual era estranho dizer assim sem mais nem menos resolve dizer.

Kag – desculpa. Às vezes eu me esqueço que as pessoas hoje em dia, mesmo os monges e sacerdotisas escondem suas habilidades verdadeiras.

Kou – Ttudo bem acho melhor voltarmos para o dentro e eu lhe mostrar seu quarto.

Kag – Hai. Arigato.

Koud guiou kagome devolta à parte do templo que era usada como habitação e lhe mostrou seu quarto.

Momentos depois kagome desceu para jantar e conversou um pouco com Tomoyo para depois voltar para o seu quarto e descansar um pouco.

Na cozinha depois de kagome ir se deitar

Kou – Mãe?

Tomo – Ah, sim a kagome parece ser bem simpática apesar da falta de expressão dela não?

Kou – Sim, mas eu quero falar sobre uma coisa com a senhora.

Tomo – Unh, o que houve? – diz vendo que o filho falava serio

Kou – É sobre essa garota a kagome.

Tomo – O que tem ela?

Kou – Ela percebeu que eu tenho poderes espirituais.

Tomo – Ah é isso?! Isso é normal ela também tem poderes espirituais apesar de ter descoberto isso no fim do ano passado, a mãe dela me disse quando me telefonou.

Kou – Ela também disse que a senhora tem.

Tomoyo deixou um prato cair no chão e arregalou os olhos.

Tomo – Como? Mas isso é impossível!

Kou – Eu também fiquei surpreso principalmente por causa da forma como ela falou isso.

Tomo – Como assim? – diz tomoyo se abaixando para pegar os cacos do prato quebrado.

Kou – Ela disse isso sem mostrar qualquer expressão, como se fosse algo sem importância ou normal. Nem eu que cresci assim tenho a mesma tranqüilidade para falar sobre isso com alguém nem mesmo com a senhora.

Tomo – eu sei, mas parece que ela é assim com relação a tudo, além disso, o que mais me preocupa agora é alguém com a idade dela e que descobriu seus poderes a tão pouco tempo conseguir detectar meus poderes, eu tenho certeza que não abaixei a guarda nem um momento.

Kou — ...O que vamos fazer?

Tomo- Nós... – tomoyo para derrepente de falar.

Kou – O que foi mamãe?

Notas finais
Antes que eu esqueça talvez amanha não tenha atualização mas prometo fazer o possivel para atualizar a fic!
fuiii, mas volto tá?!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.