Uma Noiva Sem Noção

13 Uma Bella não tão virgem.


Notas iniciais
Postei um pouco mais cedo, pois vou fazer uma pequena viajem amanhã.
Ai está o capitulo que vocês queria ler *0* KKKKKKK
Desculpem por qualquer errinho ok? Escrevi meio as pressas, por causa da noticia da viajem, mas espero que gostem e comentem.
Nos vemos lá em baixo, e leiam as notinhas!

POV EDWARD

Acordei as pressas com um barulho de um estouro e um grito agudo de Bella. Me levantei da cama num pulo e fui até a escada que levava para a cozinha, de onde veio o grito. Corri até ela, preocupado, porém tomei um enorme cuidado ao descer as escadas e fui para a cozinha.

– O que aconteceu? – Perguntei nervoso, abando a fumaça que vinha do micro-ondas – que estava preto. Fui até a primeira janela e abri o vidro para circular o ar.

– Eu não sei – Respondeu assustada.

Abri o micro-ondas e lá tinha um prato de vidro com umas gosmas por cima e um pedaço – provavelmente de alumínio – derretido.

– O que e isso? – Perguntei apontando para o sujeira.

– Eu tentei esquentar alguma coisa pra comer e... – Explicou.

– E esqueceu de tirar a colher do prato? – Perguntei enquanto pegava um pano na pia pra limpar aquilo.

– Acho que foi isso, eu... eu não sabia que não podia – Ri.

– Qualquer mulher sabe que não se deve por alumínio no micro-ondas! – Falei.

– Eu não sou qualquer mulher Edward! – Guinchou batendo o pé.

– Oh, claro. Eu sei que não é – Respondi rindo, e percebi que Bella ficou magoada.

– Deixa ai, eu limpo. – Bella falou cabisbaixa.

– Você já fez coisas de mais hoje, como sujar aqui por exemplo. Ah, e aproveite a nossa lua de mel bem longe da cozinha, antes que você bote fogo na casa, Isabella.

Ao ouvir isso, Bella saiu a passos largos da cozinha, com os olhos marejados.

POV BELLA

Fui direto para o nosso quarto e tomei um banho, me permitindo chorar por tamanha grosseria da parte de Edward. Ok, eu posso ter errado em não saber cozinhar e nem esquentar absolutamente nada, mas não preciso de alguém jogando as coisas em minha cara.

Sai do banho e coloquei um shorts jeans curto e uma regata básica, sentei na cama e peguei um dos inúmeros livros que eu havia trazido em minha bolsa. Escolhi o livro “A Luz Através da Janela”, de Lucinda Riley. O livro era sobre a vida de Emilie , uma garota que perde sua mãe, e recebe a ajuda de Sebastian Carruthers para arrumar toda a documentação sobre aherança. Com o tempo ela se apaixona por ele, e se casam, mas a vida que ela achou teria sofreu drásticas mudanças com grandes revelações do presente e passado de toda uma geração.

Deitei na cama e li o livro, sem pressa alguma. Horas e horas lendo era a única coisa que consegui me acalmar, Volta e meio Edward entrou no quarto poucas vezes, apenas para vestir uma camiseta e uma bermuda – pois estava só de boxer, do jeito que havia acordado – e outras vezes para pegar um DVD, ou até mesmo ver se eu estava bem, mas sem nunca dirigir uma palavra a mim. Aquilo estava ficando chato, ele me ignorou todas as vezes em que eu desci para tomar água. Até que eu decidi por um basta naquilo, parei na pagino 284 do livro e o marquei com o primeiro papel que eu vi pela frente, pois havia me esquecido de trazer marca-páginas. Calcei meus chinelos, fiz um rabo de cavalo auto com meus cabelos e desci rumo a sala, encontrando Edward deitado no sofá assistindo TV com duas latas de cerveja na mesinha em frente a ele, uma latinha provavelmente estava vazia.

– Edward, precisamos conversar – Falei cruzando os braços em frente ao peito. Edward meramente me encarou e voltou a atenção a TV, bufando de raiva fui até a tomada onde o aparelho estava conectado e puxei o cabo da TV, ouvindo um resmungo. E voltei para a frente dele. – Agora nós vamos conversar Edward!

Me sentei no sofá que ficava ao lado de Edward, enquanto ele também se sentava com uma carranca na cara, ainda sim ele não me encarava.

– E então... – Começou mas eu interrompi-o.

– Ridículo você e essa sua atitude de fingir que eu não existo. – Edward me encarou por um momento, com o rosto inexpressível.

– Então o que é você quer que eu faça? – Indagou.

– Pelo amor de Deus, Edward, não dá pra ficar desse jeito! – Joguei as mãos para o alto. – Qual é o seu problema? Eu será que eu é que sou o ponto x?

– Eu não estou entendo você Isabella.

– Ah, sério que você não está?

– Não, eu não estou. Sobre o que você está falando, seja mais especifica.

– Ok, eu vou ser mais especifica. – Respirei fundo, sentindo um nó em minha garganta. – Você me odeia é isso? Me acha feia, boba ou o que? Porque eu nunca pensei que fosse ser rejeitada tanto quanto sou hoje. Eu não o culpo pelo casamento, porque eu tive o livre arbítrio de não aceitar, mas eu aceitei. Eu me arrependo mas não é de arrependimento que vive o homem não é? – Fiz uma pequena pausa, vendo o que eu falaria a seguir. – Eu sei que você não me ama, e eu não estou te pedindo pra me amar, só gostaria de um pouco de respeito e consideração. Dá uma chance pra mim Edward. Esqueça que um dia nós fomos amigos, esquece, esqueça tudo isso, é a única coisa que eu te peço. E vamos fingir que nos vimos pela primeira vez no dia do nosso casamento. Porque não dá pra passar um mês aqui desse jeito, nem um mês, nem um dia. Vamos nos conhecer, vamos aproveitar esses dias aqui para sermos amigos, conversar. Por favor, não é legal viver do jeito que estamos Edward, por favor.

Edward me olhou absorvendo tudo aquilo que eu disse, deixei que fizesse isso, não o interrompi. A única coisa que eu queria era uma chance de aproximação, só isso. Edward fechou os olhos por alguns segundos, e quando os reabriu um pequeno sorriso estampava seu rosto.

– Sou Edward Cullen, prazer – Cumprimentou sorrindo, e foi impossível não sorrir de volta.

– Isabella Cullen, mas me chame apenas de Bella, o prazer é meu – Era engraçada a cena, mas de grande valor pra mim. Ele havia aceitado, nós recomeçaríamos com a nossa amizade, algo que nunca deveria ter acabado.

– Bom, ér. Acho que como nós vamos passar oito meses juntos, nada mais justo do que nós conhecermos, não é? – Assenti sorrindo. – Posso começar com perguntas? – Assenti novamente – Ok. – Edward pareceu pensativo por um tempo mas logo se pronunciou – Qual é a sua cor favorita?

– Azul, mas também gosto muito de verde – Respondi – E a sua?

– Gosto de vermelho. Tem alguma mania?

– Morder o lábio, sem duvidas! E você?

– Não sei se é bem uma mania, mas eu não consigo ficar sem mexer as mãos por muito tempo – Riu – Melhor amiga?

– Não tenho, bom, minha melhor amiga era a Alice, mas ela é minha prima, então não vale. E o seu?

– O Jake.

– Minha vez de perguntar algumas coisas agora. Tipo, o seu lugar preferido no mundo?

– Minha cama – Edward riu e eu o acompanhei – E o seu lugar?

– Amo minha cama também, mas prefiro uma biblioteca.

– Então você gosta mesmo de leitura.

– Sim, eu amo. Por isso fiz a minha faculdade.

– Qual faculdade você fez? – Perguntou curioso.

– Literatura inglesa, esse sempre fora o meu sonho, e você, fez faculdade de que?

– Direito – Respondeu pensativo. – Mas esse não era o meu sonho.

– Não? – Edward negou. – Então o que você realmente gostaria de fazer?

– Medicina, sempre quis isso pra mim. Mas quando o meu irmão disse que não gostaria de seguir com os negócios de família eu fui obrigado a ficar com a empresa.

– Isso é ridículo Edward! Era o seu futuro, você tinha que fazer algo que goste!

– Eu gosto da empresa, lá é o meu lugar, e sem contar que meu irmão é um completo tapado, levaria a empresa como se fosse brincadeira.

– Eu não sabia que você tinha um irmão. – Mudei de assunto, vi que Edward não gostava muito de falar sobre o sonho dele e sobre a empresa, então, pra evitar uma possível briga, eu mudei de assunto. – Ele não estava em nosso casamento, certo?

– Não, ele tinha viajado dois meses atrás. Tenho certeza que você vai adorar a esposa dele, Rose, Emmett também é legal, mas leva tudo numa boa. As vezes isso irrita.

– Quando vou poder conhecê-los?

– Provavelmente no mês que vem, eles vão trazer a Alex pra cá, minha sobrinha de sete anos, ela é uma criança linda e bem esperta, vai adora-la – Explicou, enquanto falava sobre a sobrinha eu via os olhos de Edward brilharem, ele definitivamente gosta de crianças. – Mas continuando com as perguntas, que tipo de livro você gosta? Digo, qual é o seu favorito?

– Gosto de livros de romance, principalmente. Pode parecer entranho, ou parecer que eu sigo ‘modinhas’ mas eu realmente gosta da trilogia dos “50 tons...” – Edward riu e eu senti minhas bochechas corarem.

– Ora, ora. Não me diga que a minha adorável esposa gosta de um livro erótico? – Se possível, corei mais ainda. – Bom, pelo visto sim – Riu. – Legal saber que você curte sadomasoquismo então.

– É melhor pararmos aqui – Falei constrangida.

– Desculpe Bella, mas eu nunca imaginei que você gostasse desse tipo de coisa.

– E porque não?

– Sei lá, você não tem muita cara de quem pensa ou lê sobre sexo.

– Você está falando que eu tenho cara de vigem? – Perguntei me embravecendo.

– É, bom, eu acho. – Respondeu calmamente.

– Está enganado, pelo visto sabe bem menos sobre mim do que imagino.

– Então você não é virgem? Bom saber também. – Corei.

– Vamos trocar de assunto por favor, ler sobre sexo é uma coisa. Falar sobre ele explicitamente é outra.

Edward concordou com a cabeça.

– Mas eu ainda acho que você tem cara de virgem. – Olhei-o de esgoela. – Tipo, aquelas que tem vergonha de tudo sabe?

– Eu não sou assim Cullen, pelo visto vou te surpreender muito durante esses meses.

– Bom, então vamos ver – Edward se levantou do sofá. – Que um mergulho no mar? Já está escurecendo, é uma ótima hora para nadar.

Ponderei sobre seu convite, e resolvi aceitar.

– Tudo bem então – Me levantei também. Edward começou a andar para fora da casa. – Não vai colocar, sei lá, uma roupa de banho? – Perguntei.

– Ué, porque? O mar é aqui na frente de casa, é só dar três passos que já chegamos. E é a mesma coisa para se trocar depois.

Assenti e saímos da casa indo em direção ao mar, realmente em frente de casa, menos de catorze metros de distancia. Não sei que horas eram, mas o sol estava se pondo. Deixando uma paisagem linda.

– Essa ilha é muito perfeita, Edward – Murmurei encantada.

– Sim, realmente é. – Respondeu ainda caminhando para a beirada do mar. – Vamos entrar? – Perguntou tirando a camisa.

– Vamos – Respondi enquanto via Edward abrindo o botão de sua bermuda. – Vai nadar só de boxer? – Perguntei apavorada.

– Não – Respondeu me deixando um pouco mais aliviada – Vou nadar pelado.

– A tá mas então... O QUE? – Indaguei de olhos arregalados. – Tá de brincadeira né Edward?

Ele fingiu não me ouvir e retirou juntamente com a bermuda a sua boxer, me recusei a olhar e me virei de costas para ele.

– Vai Bella, agora é a sua vez – Falou entrando no mar e eu pude finalmente me virar pra ele.

– Ficou maluco? Nem pensar Cullen! – Protestei.

– Ah, serio que você vai ficar com vergonha de ficar nua pro seu marido? – Corei. – Bom eu disse que você tinha jeito de...

– Eu não sou virgem Edward! – Fiz bico, pois era realmente vergonhoso ter vinte e dois anos e ainda ser virgem, ainda mais falar sobre sexo com o seu marido.

– Então me prova – Pediu.

– Porque quer que eu prove? Duvida de mim?

– Alguma vez na vida você já nadou nua? – Neguei. – Pense nisso como uma experiência, aproveita e me prova que você não é uma adolescente que tem vergonha de tudo.

Aquilo foi a gota d’agua pra mim, me chamar de adolescente? Semi serrei os olhos para Edward, que sorria de canto esperando a minha resposta. Ok Cullen, ai vai a Isabella que você quer ver.

Alcancei a barra de minha regata e a puxei pra cima, depois de tira-la joguei-a junto das roupas de Edward. Fechei os olhos e abri o botão do shorts, deslizando-o por minhas pernas e corando involuntariamente.

– Nossa, que lingerie em – Ouvi um arfar vindo de Edward.

– Cala a boca, antes de eu desista – Falei brava, porém, com um sorriso no rosto, eu estava quebrando a barreira da vergonha.

Tirei meu shorts ficando somente de lingerie, e levei minha mão até as minhas costas procurando o fecho de meu soutien e o abri, com os dedos trêmulos. Jogando a peça em qualquer lugar e corando de vergonha. Por fim, tirando uma coragem de onde eu nem sabia de onde via puxei minha calcinha para baixo, ficando completamente nua na frente de Edward.

– Satisfeito Sr. Cullen? – Tentei parecer sexy, mas saiu algo meio atrapalhado.

– Muito – Respondeu sem tirar os olhos de meu corpo um minuto se quer.

Entrei na água – ainda muito corada – e senti um arrepio quando minha pele totalmente nua entrou em contato com a água. Nadei até Edward, mantendo uma certa distancia entre nós. Onde eu estava a água só conseguia cobrir de minha cintura pra baixo, deixando meus seios desnudos. Edward se virou em minha direção, ficando de frente comigo. Seu respiração estava entrecortada, e sua boca meio a aberta. Um novo arrepio passou por meu corpo, eriçando meus pelos.

– Com frio? – perguntou Edward.

– Não, é só a experiência. – Ele sorriu.

– Mas você nem nadou ainda.

– Mas eu já senti a água em mim né? Ou você acha que eu fico nadando pelada por ai? – Tentei fazer uma brincadeira pra quebrar o gelo, mas o momento era muito desconfortável para uma brincadeira, por menor que seja.

Edward se aproximou de mim, me fazendo arfar com o calor de seu corpo tão próximo ao meu.

– Pois é. Você não é a virgem que eu pensei que fosse. – Corei. Edward percebeu isso e passou as mãos pela minha bochecha. – Eu quero tanto beijar você Bella, tanto.

– Me beije – Respondi fechando os olhos. Senti os braços de Edward envolverem minha cintura e colar nossos corpos, me fazendo sentir todo o seu membro excitado em minha perna.

Edward beijou meu pescoço e depois subiu para a minha boca. Trocamos um selinho rápido, depois do pequeno selinho levei minhas

Nós trocaram um selinho rápido primeiro, para logo depois partirmos para um demorado. Minhas mãos passaram pelos braços de Edward, deleitando-me com o momento, para logo em seguida mergulharem em seus cabelos, puxando-o mais para si. Naquele momento, eu senti que Edward não aguentava mais esperar, muito menos eu, era uma onde de tesão reprimido com muita excitação. Nossas línguas dançaram uma dança nova, cheia de sensações, conhecendo a textura e o sabor da boca um do outro. Respirar, dormir, comer... Nada daquilo parecia me importar. Por fim, quando nós realmente precisávamos de um pouco de ar, nos separáramos apenas o suficiente, ambos ofegantes demais, trocando mais alguns selinhos carinhosos.

– Será que hoje nós conseguimos nossa lua de mel? – Edward perguntou sorrindo e foi impossivel não sorrir de volta.

– Nós podemos tentar, quem sabe... nada de champanhe! Não quero ficar bebada, ou tropeçar e cair na escada de novo! – Ri.

Saimos do mar correndo, catei minhas roupas e tampei o que deu de meu corpo, Edward não pareceu se importar muito. Chegamos a porta de casa tremendo de frio e ofegantes, seguimos para o quarto sem trocar uma palavra. Antes de entrar em nosso quarto, Edward me pegou no colo me fazendo soltar um gritinho. Me deitou na cama e me beijou. O beijo era mais calmo, porém terminou urgente.

– Sem preliminares Edward! – Gemi e ele me encarou.

– Porque?

– É tipo uma maldição, e eu não quero passar por isso de novo, então, sem preliminares.

– Ok, você que decide.

Ele se posicionou entre minhas pernas e um pouco antes de me penetrar, parou e me encarou. Entendi o olhar e a pergunta muda.

– Eu tomo pílula. – Respondi.

Edward entrou lentamente arrancando um gemido meu, mas parou ao sentir minha barreira.

– Isabella, porque tem um himem aqui? – Corei.

– Er, hm, acho que... por que eu sou virgem? – Corei mais ainda.

– Você o que? – Disse começando a se retirar de mim e eu o prensei com minhas pernas. – Mais um movimento assim e eu perco a cabeça, e você sai furada Bella.

– Me fode logo Ed.. – Gemi e Edward grunhiu.

– Isso vai doer – Alertou antes de me invadir com força, me fazendo gritar. – Desculpe.

Edward esperou eu me acostumar com seu tamanho e com a dor. Quando a dor sumiu o abracei apertado e rebolei, Edward gemeu e saiu voltando em seguida, meu corpo todo arqueou de encontro ao dele. Ambos gememos de prazer, Edward começou a se mover cada vez mais rápido, e logo tínhamos estabelecido um delicioso vai em vem, a cada estocada eu gemia de puro prazer.

– Bella... – Pedi aos céus que ele não falasse algo como ‘Nossa, que apertada’ pois me excita tanto quanto um ‘nossa, vai chover hoje’ – Eu estou tão excitado. – Gemi com a sua declaração.

Céus, uma sensação maravilhosa me tomava. As mãos de Edward pareciam estar em todo lugar, nos meus seios, cintura, bunda, sempre apertando, massageando e me deixando mais louca, eu só conseguia arranhar suas costas e gemer de prazer. Edward me fodia forte e rápido, aumentando cada vez mais a velocidade. Ele começou a ofegar e tremer sobre mim, e imaginei que ele estava a ponto de gozar, sua mão veio entre nós e esfregou meu sexo eu gritei de prazer sentindo espasmos. Todo meu corpo formigou de prazer, minha entrada pulsava e meu corpo inteiro tomou uma descarga elétrica de prazer e gritei seu nome quando vim, Edward gemeu e grunhiu enterrando o rosto em meu pescoço e gemendo também. O senti vindo, e senti também seu liquido sendo derramado em mim. Ele se retirou de dentro de mim se jogando ao meu lado e me puxando para seu peito. Sem falar absolutamente nada.

Naquele momento o casamento começou a fazer sentido pra mim.


Notas finais
O que acharam? ksaskap adorei a parte do 'romace erotico'
NOVA META: 360 E 25 RECOMENDAÇÕES!
Vamos lá gente, finalmente rolou né kkkkkk eu mereço rocomends não é? *u*
Amei os cometários do cap passado gente *-* e se alcançarmos a meta, vai sair outro cap antes do ano novo, que tal?
COMENTEM E RECOMENDEM!
Boa noite a todas e até ;*