Uma Noiva Sem Noção

2 Em busca de um emprego.


Notas iniciais
Não demorei nada né gente? E olha só, já tenho 9 leitoras fantasmas :/
Vamos comentar gente, deixe a preguiça de lado ok?
Boa leituras, e leiam as notas finais.

POV BELLA

Contas, contas e mais contas. Passei as mãos pelo cabelo desesperadamente quanto eu olhava para os papeis em cima da mesa, não tinha como pagar tudo aquilo.

– Alice, olha só o quanto deu esse mês! – Praguejei enquanto jogava os papeis para o alto – Vamos baixar as regra aqui! Nada de chapinha todo dia, nem secador, gaste menos tempo para tomar banho, você é pequena em pouco tem você toma um banho sossegada. Não somos sócias da rede de energia elétrica, então deixe as luzes apagada quando não estiver no cômodo. Pelo amor de Deus, como nós podemos gastar tanto?

Já faziam 6 anos que meus pais morreram, e depois disso acabei morando com a minha prima Alice. Nós morávamos em Chicago, mas acabamos nos mudando para Los Angeles a quatro meses, porque ela tinha ficado noiva de Jasper, um publicitário que morava aqui. Um dia após a mudança eu procurei um apartamento para nós duas, e o que eu consegui foi este em que nós moramos. Depois procurei um emprego, e eu estava trabalhando até a semana passada, mas meu chefe era um velinho tarado que insistia em dar no coro ficava se insinuando pra mim, não aguentei e pedi demissão.

Alice era muito consumista e consequentemente gastava muita luz fazendo chapinha todo dia. Eu não queria reclamar com ela, mas rachar as contas estava ainda mais difícil, eu não achava um emprego bom e por sinal dali a três meses Alice se casaria e eu ficaria completamente sozinha. Ou acontecia um milagre, ou eu ia para debaixo da ponte!

– Desculpa, eu sinto muito. Prometo tentar gastar menos.

– Tentar nada. Você tem que gastar menos, se não eu não vou vencer pagar o aluguel e as contas.

– Já conseguiu alguma coisa? — Disse mudando de assunto, e entregou um jornal para mim com três anúncios circulados.

– Nada ainda – comentei olhando para o jornal.

– Eu vi essas propostas de emprego, e pensei que talvez você se encaixasse numa delas.

– Obrigada Alice, eu preciso muito de um emprego.

– Ou de um bom marido com uma boa conta bancária – Riu.

– Ficou louca? É, deixa o Jazz saber disso – arregalei os olhos e ri

– Ei, eu não troaria o meu noivinho por nada ok? Eu amo o meu Jazz, mas você não ama ninguém.

– Sorte minha – ri e ela bufou.

– Bella, você pretende ficar aqui sozinha para sempre? – neguei com a cabeça – Você precisa de alguém, um namorado, marido ou seilá.

– Alice...

– Porque você não namora?

– Olha pra minha cara – ela olhou e fez um ‘hã’ com a cara – Eu sou feia Alice, uma feia destrambelhada e ainda por cima desastrada! – óbvio que eu já tive namorados, muitos, mas nada muito sério. Eu sempre tive azar no amor, azar no jogo, azar na vida, azar no emprego, azar em tudo. Mas no amor eu era realmente uma droga, até acabei confiscando as asas do meu cupido, já que ele só fazia merda.

– Não, eu não vou ficar aqui ouvindo isso. Já estou indo para a faculdade e você, trate de arrumar um emprego!

– Ou é isso, ou é a rua para nós duas – gemi frustrada.

– Rua nem pensar! – bateu na madeira três vezes – To indo, se cuida – deu um beijo na minha testa e saiu correndo.

(...)

Me encarei no espelho, e gostei da minha roupa. Eu estava até apresentável para uma entrevista de emprego. Peguei minha bolsa e o endereço com os três anúncios de emprego, tranquei a casa e sai. Chamei um taxi, e pedi para que ele me levasse até o primeiro endereço, que era em uma lanchonete. Quando cheguei fui direto a um funcionário.

– Boa tarde, você poderia me dizer se alguém já foi contratado para trabalhar aqui? – perguntei a um cara moreno e forte.

– Boa tarde moça, infelizmente sim – Respondeu amigável e eu suspirei de desanimo.

– Tudo bem obrigada – Me virei e fui para fora da lanchonete, e esperei um outro taxi aparecer.

Primeira opção de emprego: Descartada.

(...)

– Senhorita Isabella Swan, é isso? – Assenti para a gerente da loja de ‘brinquedos eróticos’ acredite ou não eu realmente estava precisando de um emprego, e para isso eu topava tudo – Aqui tem algumas regras, você trabalharia na parte mais reservada, onde os clientes vem para se divertir – EPA, que história é essa de ‘se divertir’? – E também teria que usar lingerie durante o expediente, os clientes são bem exigent.. – Topo tudo, menos isso.

– Desculpe moça, acho que vim na loja errada – Acenei com a cabeça e sai correndo dali, credo.

Aquilo era uma loja, ou um centro de prostituição?

Segunda opção de emprego: Fora de cogitação!

(...)

Parei no meio do caminho para um brevelanchinho,já fazia um bom tempo que estava a procura de um emprego. Depois da minha pequena pausa, foi para o ultimo endereço, minha ultima chance.

– Deus, precisa ser esse!

Cruzei os dedos, e chamei mais um taxi.

(...)

Fui deixada na frente da “Cullens&Masen” um edifício extremamente chique. Entrei pelas postar de vidro e fui até uma secretária que estava vidrada num computador.

– Boa tarde, eu vi no jornal que estão atrás de uma secretária, com quem eu poderia falar a respeito? – Ela olhou pra mim, e voltou a olhar para a tela do computador.

– Vá até o vigésimo andar, e peça para falar com o Sr. Cullen – Deu de ombros, me ignorando.

Bufei pela falta de educação e rumei para os elevadores, passando por dois seguranças, ambos muito mais bem-vestidos que eu com seus ternos pretos bem-cortados. Esperei um chegar até o andar em que eu estava, e por sorte não precisei dividir-lô com ninguém.

O elevador me leva zunindo, em alta velocidade, para o vigésimo andar. Senti minhas pernas tremerem feito vara verde, não pelo medo de elevadores, mas sim pelo medo de receber um não. Andei de um lado para o outro até ouvir um bipe e a porta se abriu. Estiquei a perna para sair mais meu pequeno salto enroscou na porta do elevador e eu acabei tropeçando com a outra perna na pressa de sair. E adivinhe só o que aconteceu? Cai estatelado no chão, feito jaca podre!

Eu e meus dois pés esquerdos! Cai de quatro no chão, não era uma posição muito boa para se cair, mas infelizmente eu tenho uma sorte enorme para acidentes. Alguém se aproximou de mim, e eu só conseguia enxergar os seus sapatos do couro, fui subindo meu olhar aos poucos pela calça do sujeito, depois para o seu amiguinho, observei o terno em que ele estava, e parei quando vi seu rosto – perfeito, devo acrescentar – um cabelo cor de bronze, completamente desalinhado, o maxilar quadrado e uma pele completamente branca. Lindo, e claro com um sorrisinho fofo.

– A senhorita está bem? – estendeu a mão e minha direção.

– Ér... – Segurei em sua mão e me levantei – sim, estou. Obrigada.

– Que bom, deveria tomar mais cuidado ao sair de um elevador – riu.

Droga, isso não tem graça e o olhei com cara feia.

– Desculpe moça, posso lhe ajudar em algo?

– Bom, na verdade sim. Vim pelo anuncia de emprego – Ele franziu o cenho.

– Oh claro, é só seguir pelo saguão e que encontrara uma secretária, fale a ela sobre o emprego e ela indicará com quem você deve falar.

– Obrigada – sorri.

– De nada.

Ele entrou no elevador e eu segui as instruções dele, falei com a tal secretária, que me indicou uma sala mas pediu para que eu esperasse, fez uma ligação e minutos depois me liberou para a entrevista.

Bati de leve na porta ouvi um entre. Um homem muito parecido com o que havia me socorrido no elevador estava sentado em uma cadeira falando no celular. Sorriu para mim e pediu para que eu me sentasse na cadeira a sua frente.

– Eu já atendo a Senhorita – Assenti e ouvi um pouco da conversa dele no telefone – Amor, eu já decidi! E eu vou começar a procurar uma noiva para o nosso filho ainda hoje.. – ficou alguns segundos em silencio, provavelmente ouvindo a pessoa no outra linha – Não, ele não gostou da ideia. Mas é para o bem dele e fim da história – Ouvi um murmuro na outra linha e ele continuou – Nos vemos em casa, também te amo – Desligou o celular e se voltou para mim – Desculpe pela minha esposa.

– Sem problemas.

– Então, primeiro.. qual é o seu nome e quantos ano tem?

– Isabella Swan, 22 anos – Ele assentiu e continuou.

– Tem experiência na área? – Mordi o lábio com força.

– Mais ou menos, só trabalhei de secretária uma vez e por pouco tempo. Depois eu me mudei para cá.

– Porque quer o emprego? – Perguntou visivelmente interessado, e se sentou mais reto na cadeira.

– Bom.. – comecei a contar a minha breve história de vida — ... e agora eu preciso de um emprego. Vou ser bem real, meus outros patrões reclamavam porque eu sou extremamente desastrada, isso é um defeito meu. Mas eu realmente preciso desse emprego – fiz carinha de pidona e ele riu.

– Hm, vejamos... agora me diga, você tem namorado ou marido?

– Não, sou solteira – ele sorriu de orelha a orelha e eu estranhei, ah não! Mais um chefe que dá em cima dos funcionários?

– Não tem nenhum rolo ou algo parecido?

– Nada.

– Pretende se casar ou não? – Deus, quanta pergunta em?

– Pretendo, mas olha... eu não sei onde o senhor quer chegar mais eu não vo... – Nem tive opotunidade de terminar.

– Você está contratada – sorri – Mas com uma condição! – Murchei, lá vem bomba.

– Qual Senhor Cullen? – Ele sorriu.

– Case-se com o meu filho!

Céus, ele era maluco ou o que?


Notas finais
Gostaram? Comentem para mim saber ok? (:
E sim, a Bella sera completamente maluca e desastrada kkk
Próximo cap tem POV do Ed e do Carlisle, e não sei quando eu posto.
Acho que amanhã tem cap novo em "Você pertence a mim" e deem uma passadinha lá.
Eu tinha prometido postar aqui só amanhã, mas como é meu aniversário vai ficar mt corrido e tals, espero que gostem desse e que comentem U-U ESSE SERIA O MEU PRESENTE DE ANIVERSÁRIO OK? kk
Sem leitoras fantasmas por favor!
Beijos *-*