Uma Noiva Sem Noção
3 De Isabella pobre, a Sra. Cullen rica.
Notas iniciais
To adorando escrever a fic, e tenho ótimas ideias para essa Bella maluca, quanto mais vocês comentarem mais rapido eu posto, então depende de vocês!
Espero que gostem, boa leitura (Leiam as notinhas!)
– Você está contratada – sorri – Mas com uma condição! – Murchei, lá vem bomba.
– Qual Senhor Cullen? – Ele sorriu.
– Case-se com o meu filho!
Céus, ele era maluco ou o que?
(...)
Pisquei meus olhos freneticamente, sem acreditar no que acabara de ouvir.
– Repete por favor.
– Case-se com o meu filho – deu de ombros, como se fosse extremamente normal.
– Mas.. eu.. ele.. eu nem conheço ele.. – gaguejei.
– Senhorita, meu filho é extremamente desejado entre as mulheres e com certeza você gostaria dele, além de que ele possuirá toda essa empresa e te daria uma ótima vida. Dinheiro não te faltaria nunca.
– Está me chamando de interesseira? – Arregalei os olhos e me levantei da cadeira bufando – Pois bem, pegue o seu filho e case ele com qualquer vagabunda, eu não sou esse tipo de pessoa. Desculpe. E quanto a vaga de emprego, prefiro não trabalhar.
Virei a cara e sai em direção a porta.
– Isabella espere por favor! – Parei no lugar e me virei para encara-lo – Não quis te chamar de interesseira, mas entenda o meu lado por favor.
– Explique-se então, para mim poder entender.
– Meu filho... – ele parecia perdido nos argumentos – bom, já está na hora do Edward assumir a presidência dessa empresa e pra isso eu gostaria que ele estivesse casado, com mais juízo entende? – Assenti e ele prosseguiu – Então, tenho várias candidatas, inclusive algumas que já passaram por essa entrevista de emprego, mas eu nem cheguei a tocar no assunto ‘casamento’, porque eu achei elas interesseiras de mais e não é isso que eu quero para o meu filho – Fez uma pausa – Entenda, você é uma garota humilde e sincera aparentemente. É disso que o meu filho precisa. Eu sei que você nem o conhece e eu pretendo que seja assim até o casamento, tipo uma surpresa sabe? – Assenti novamente – Esse casamento seria só por contrato, depois de 8 meses vocês poderiam se separar, não precisam de quartos juntos e nem nada. Você não precisaria trabalhar aqui, somente se quisesse – finalizou.
– Bom... eu, eu não sei o que dizer – suspirei.
– Pelo jeito, você precisa muito desse emprego. E eu sinto muito, mas eu também preciso muito de uma esposa para o meu filho, e somente se casando com ele você poderia trabalhar – seu olhar realmente me mostrava que ele se sentia culpado por esse ‘suborno’.
Era tão importante pra ele isso? Bom, eu realmente precisava desse emprego. Não tinha outra opção, ou isso ou rua.
– Eu posso pelo menos pensar?
– Pode, mas não tem muito tempo para isso. Quero a resposta em 24 horas, venha até a empresa amanhã, neste mesmo horário. E eu espero que eu sua resposta não seja menos do que um sim – sorriu amigavelmente.
– Então até amanhã Sr. Cullen.
– Me chame de Carlisle por favor.
– Tudo bem então, até amanhã.
Sai da sala com a cabeça cheia, entrei no elevador com uma pressa enorme e por sorte não tropecei. Novamente o elevador me levou zunindo até o primeiro andar, me posicionei bem na frente das postas que ainda estavam fechadas e esperei até elas se abrirem.
POV EDWARD
Mas que merda o meu pai tinha na cabeça? Em que século ele pensa que nós estamos pra querer arranjar uma esposa pra mim? Diabos!
Sai da sala dele bufando e foi quando eu vi as portas do elevador se abrirem. De dentro dele saiu uma mulher linda, com os cabelos cor de chocolate e pele branca. Tudo foi rápido demais e quando eu vi, ela estava de quatro no chão, lógico que eu ri, mas fui ajuda-la. Depois desse pequeno episódio minha raiva e revolta voltaram com tudo, desci até a recepção e sai pra tomar um ar. Minutos depois eu acabei voltando, mas apenas me sentei em uma cadeira que ficava perto da porta e pensei na vida.
Merda. Não que eu não queira me casar, até porque eu não tive opção. Essa história de casamento foi quase como uma intimação. Foi quando eu ouvi um bip do elevador e as portas se abriram, revelando a garota que mais cedo havia caído. Ela – dessa vez – olhou para o chão cuidadosamente na hora de sair e eu não pude evitar de sorrir. Ela acabou percebendo a minha presença ali, e sorriu de volta.
Me levantei da cadeira e esperei ela chegar mais próximo da porta, para então puxar assunto.
– Veja bem, dessa vez eu não cai – sorriu orgulhosa.
– Pois é – ri – como foi na entrevista de emprego?
Ela fez uma careta.
– Digamos que fui aceita.
– Digamos? – Arqueei uma sobrancelha.
– É, depende de mim aceitar ou não – Ela sorriu amarelo.
– Como assim?
– É complicado.
– Eu acho que posso entender – Ela sorriu – Que tal se nós fossemos tomar um café, você poderia me explicar?
– Sim, eu poderia – Sorri.
– Então vamos.
Saímos da empresa e fomos para a cafeteria mais próxima. Pedimos dois frapês acompanhados de uma torta de limão, deixamos pago e fomos nos sentar.
– Bom, eu nem sei o seu nome – ela começou e eu me lembrei que nem nos apresentamos – O meu é Isabela Swan.
– O meu é Edward, Edward Cullen.
Ela me olhou de forma estranha.
– Cullen, como o dono da empresa?
– Sim.
Ela novamente me olhou meio absorta mas pigarreou.
– Bom, é que o chefe fez uma proposta. E eu só posso trabalhar se eu aceitar.
– E você está em duvida?
– Sim, mas eu vou ter que aceitar – suspirou.
– Precisa tanto do emprego? – Ela assentiu triste.
– Ou o emprego, ou a rua – riu sem humor.
Ficamos nos encarando um tempo, até que o pedi chegou.
POV BELLA
Estranho, muito estranho. Mais um Cullen? Tentei tirar esses pensamentos da minha cabeça.
– Me fale sobre você – propus.
– Não tenho muito o que falar.
Continuamos a comer.
– Ah, por favor. Claro que você deve ter.
– Bom, meu nome você já sabe. Tenho 24 anos, trabalho na empresa e estou noivo – Deu de ombros – Só isso.
– Está noivo?
– Sim, ideia do meu pai.
Estranho, simplesmente estranho.
– E quem é o seu pai? – tomei um gole do meu frapê.
– Carlisle Cullen, o dono da empresa.
AI MEU DEUS, então ele era o meu noivo?
Cuspi todo o café na mesa.
– Desculpe – Foi a única coisa que eu disse e sai correndo dali, feito uma débil mental.
Pude ouvir o meu noivo, digo Edward, chamar o meu nome algumas vezes mais ignorei e fiz sinal para o primeiro taxi que eu vi na rua. Dei o meu endereço ao motorista e fiquei o caminho inteiro com a cabeça encostada no vidro. Eu tinha que aceitar me casar com ele, era a única saída. Mas o que ele iria pensar de mim? Droga! Meu noivo tinha que ser aquele bonitão que me ajudou no elevador? Porque Deus? Porque?
Cheguei na recepção do meu apartamento e subi as escadas correndo, ignorando o elevador. Abri a porta com o coração na mão e quando a encostei deixei meu corpo escorregar por ela, bem dramática.
A Alice que estava na sala me olhou preocupada e veio até mim.
– Bella, você está bem?
– Noiva, noiva Alice – Repeti as palavras.
– Sim, eu sei que estou noiva dã! – Riu
– Não Alice, EU ESTOU NOIVA!
Ela arregalou os olhos e sorriu docemente, como se aquela fosse a melhor noticia do mundo.
– Meus parabéns Bella! – Me abraçou.
Admiro minha incrível capacidade de suportar pessoas que mereciam um soco na cara. Brincadeirinha, eu amo a Alice. As vezes.
– Não sei se você deveria me dar os parabéns.
– Ué. E porque não?
– Eu vou me casar com o filho do dono da Cullen’s – fiz uma cara de desespero.
– E porque essa cara? Isso é maravilho!
– Alice, ele vai me achar uma interesseira de marca maior.
– Ele nem te conhece! Dane-se se ele pensar isso.
– Sim, ele me conhece.
– E como?
– Hoje, na empresa quando eu sai do elevador, eu tive o prazer de cair de quatro e ele me ajudou a levantar – lembrei do acontecimento.
– Que fofo, isso devia ter sido engraçado – riu – ele deve ter tido uma ótima primeira impressão da noiva.
– Vai se fuder Alice – ri também da minha própria desgraça – Ele ainda não sabe que eu sou a noiva dele.
– Não?
– Não. Depois que eu fui embora da empresa ele me chamou para um café, e foi lá que eu descobri que ele é o filho do dono.
– E porque você não contou que era a noiva dele?
– Porque eu sai correndo.
– Isabella futura Cullen – riu mas voltou a me olhar feio – porque você fez isso?
Bufei e foi me joguei no sofá de cara numa almofada.
– Porque eu sou idiota – gemi de desgosto.
– Isso eu já sei – olhei feio para ela – Desculpe, mas me conte.. como ele é?
– Ele é lindo, perfeito – suspirei – Marido digno de uma modelo, ou atriz de Hollywood – fiz um biquinho.
– E porque essa carinha triste?
– Vão ser 8 messes de casamento, depois disso nós estaremos livres para nos separar.
– Meu Deus, você estará rica por 8 meses – Os olhos dela brilharam.
– Alice! – repreendi.
– Ah, então, qual é o problema?
– E se eu me apaixonar?
– Bella, relaxa. O amor só acontece se você quiser.
– Você sabe como eu sou. Lembra quando eu comecei a gostar do Riley? Eu quase fui presa por stalkear. Depois disso nunca mais!
– É sou um casamento.
– Assim espero – suspirei e voltei a enfiar a cara na almofada.
Notas finais
Gosto quando vocês deixam as opiniões próprias nos comentários, isso me deixa feliz sabe? Eu gosto de saber que você estão participando e tals.
LEITORAS FANTASMAS: Eu sei que não adianta pedir pra vocês comentarem porque vocês mesmo assim não comentam.
E isso é chato sabia? Cada pessoa que posta aqui não tem a obrigação de postar regularmente , nós postamos porque gostamos de escrever, então o minimo que vocês podem fazer é comentar né!
Eu sou extremamente chata com isso, porque é ruim postar pro vento. Então comentem, não custa nada e não cai o dedo ok?
Façam esse favor, e comentem!
Obrigada pelas pessoas que estão comentando viu? Muito obrigada mesmo.
Boa noite pra vocês, beijos *-*
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