Num um mundo chamado Pulchroslucenam(nenhum pouquinho complicado não é?)havia um rei e uma rainha não me diga Maya e Adam, ambos tinham um sonho de ter um filho (a), mas a rainha não podia ter uma criança pelo menos ela achava que não podia...

Maya : – Querido, tenho uma notícia a lhe dar.

Adam: – diga amor. – o rei fala, mexendo em alguns documentos.

Maya: – estou grávida. – ele para tudo que está fazendo, visivelmente em choque com o que sua esposa havia dito.

Adam: – mas como isso é...?? – diz ele, com suas lágrimas já escorrendo pelo rosto.

Maya: – “possível”? eu não faço a mínima idéia.

Adam: – como soube?

Maya: – eu estava enjoada, muito enjoada. Quando pedi ajuda para uma das fadas para saber se eu estava doente e ela me disse... Que havia uma vida crescendo em mim. Amor, teremos um filho! – a rainha abraça seu marido, muito contente e Adam continua perplexo com a situação.

Adam: – querida, mas e se ele ou ela nascer com alguma doença? e se perdemos a criança?

Maya: – aí que boca de praga. Bate na Madeira! – diz ela batendo numa cômoda (feita de madeira) – Querido para de ser pessimista...

Adam: – eu estou só preocupado. – o rei morde o beiço.

Maya: – faremos uma festa!

Adam: – querida não sabemos nem o sexo do bebê, como faremos uma festa?!

Maya: – perguntaremos as fadas.

Adam: – você não deve ter nem 6 semanas de gravidez ainda!

Maya: – amor, eu quero que até o canto menos iluminado do Reino, saiba que teremos um filho.

Adam: – por favor querida, deixe a criança ter pelo menos 4 meses.

Maya: – Quando começaremos a tirar as fotos de mim grávida? Eu quero tirar um monte... Sabe uma na natureza, outra com...

Adam: – tudo bem, não vamos nos preocupar com o futuro. Temos que aproveitar o presente! – ele pegou sua esposa no colo e começou a beijá-la. – nosso filhinho vai vir sendo aclamado por todo reino.

Como tudo tem seus altos e baixos, com o rei e a rainha não foi diferente. Eles fizeram um baile para anunciar a criança que estava vindo, porém no meio da festa a rainha desmaiou. Chamaram curandeiros, as fadas, bruxas, magos, padres quase chamaram o papa também.

Adam: – o que aconteceu com minha esposa?

Martina(fada): – senhor sinto muito, mas sua esposa terá que abortar a criança.

Adam: – por quê?!!

Augustine(fada): – fizemos uma mágica que sua esposa aguentará mais tempo e não precisará fazer um aborto espontâneo, se ela ter a criança é capaz dela morrer junto com o bebê.

Elen(bruxa): – Na verdade tem como a criança nascer, mas o feitiço além de perigoso salvará somente a criança.

Adam: – NÃO!!! EU QUERO TER OS DOIS, NÃO POSSO ABRIR MÃO DE UM PARA ESCOLHER OUTRO! ISSO NÃO PODE SER POSSÍVEL. VOCÊS NÃO SE ESFORÇARAM O SUFICIENTE SUAS FADAS/BRUXAS MALDITAS! DESAPAREÇAM DO MEU REINO!!! – O rei cai no chão em prantos. – como avisarei isso a minha esposa? Como?!!!

O rei sabia que uma hora ou outra teria que contar para sua esposa a triste notícia, por isso esperou ela melhorar para a avisar.

Maya: – O que? Eu vou perder o meu filho? – lágrimas escorrem pelo rosto da rainha – deve haver um jeito... LUKE!

Adam: – como é...?!

Maya: – Luke, ele é a resposta. Precisamos de uma mágica poderosa não é? Ele tem!

Adam: – querida, ele é um mago muito mau. Sabemos que tudo com ele, tem um preço.

Maya: – estou disposta a pagar o preço que for preciso.

Adam: – querida ele mora na Obescure floresta considerada a mais sombria de todas, dizem que quem vai lá para roubar ou qualquer outra coisa (sem ser para fazer um acordo com o mago) não volta nunca mais. Quem vai lá não volta.

Maya: – apenas se for com más intenções, vamos para fazer um acordo com Luke, ele não vai nos matar por isso. Li isso num livro. Está decidido partiremos amanhã!

Adam: – amor, isso pode ser perigoso.

Maya: – faço de tudo para ter o meu filho. Para vê-lo, para tocá-lo. Estou disposta até entregar minha alma para aquele cara, só para ver meu filho.

Adam: – ok...querida.

No dia seguinte...

Maya: – vamos?

Adam: – fazer o que né? Aposto que não conseguirei convencê-la agora.

Maya: – E não vai mesmo. – ela solta uma risadinha – acho que estamos bem de boa para quem vai fazer um pacto com o capeta!

Adam: – não seja exagerada, é só um mago das trevas que pode quebrar nosso pescoço só com um olhar e que devora almas, quase nada. – eles entram na carruagem.

Mais adiante...

Cocheiro: – senhores os cavalos só vão até essa parte da floresta, o resto vossas majestades terão que ir apé. Na verdade, esses são os únicos cavalos da região, que vão até aqui. Os outros não chegam nem perto da floresta.

Adam: – como é? Estamos te pagando para nos levar até o castelo...!

Maya: – deixe querido. Estamos quase no castelo, não vamos ficar brigando no meio do caminho.

Adam: – tudo bem querida. – ambos descem da carruagem.

Maya: – nos esperará aqui, certo?

Cocheiro: – sim, majestade.

Maya: – bastante escuro não é?

Cocheiro: – sim majestade, é.

Maya: – se de dia é assim, quero nem imaginar de noite.

Cocheiro: – um breu que só.

Maya: – já veio aqui?

Cocheiro – levei um casal que morava aqui perto.

Maya: – E o que aconteceu com eles? Não vi nenhuma cabana quando passamos.

Cocheiro: – entraram nessa floresta e nunca mais voltaram, há boatos que eles foram no castelo de Luke não sei do porquê, Luke arrancou suas almas e os transformou num de seus cachorros, dizem que quando passam aqui perto ouvem gritos e quem se atreve a segui-los, o demônio (chamam o Luke de demônio, rei do mal, mago Supremo e etc) também devora as almas deles.

Maya: – Jesus. Que macabro.

Adam: – já se arrependeu?

Maya: – mas de jeito nenhum. Vamos logo antes que entardeça.

O casal adentra na floresta. Alguns minutos depois...

Adam: – o castelo, está logo ali. – Maya chega perto e as portas se abrem, dando de cara com um trono, e nesse trono havia olhos amarelos os observando.

Detalhe: estava tudo escuro, e a única iluminação que tinha, era um janela aberta e mesmo assim não iluminava tudo e os olhos de Luke, pareciam que tinha uma luz amarela.

Luke: – olá, o que procuram?

Adam: – Fazer um...

Maya: –...acordo. – ele se levanta, mostrando sua face onde a luz podia alcançar e se aproxima da rainha e do rei, ambos dão um passo para trás.

Luke: – não precisam ficar com medo... Ou melhor precisam sim! Hahaha, Humm, qual nome vão dar a ela? – diz ele, olhando para a barriga da rainha.

Maya: – “nome”? “ela”?

Luke: – diferente do que pensavam, vai ser uma garotinha.

Adam: – como sabia do que pensávamos?

Luke: – eu sei de tudo, inclusive que vieram aqui para que eu ajudasse sua mulher.

Maya: – e-e você vai?

Luke: – Vou, a garotinha vai nascer saudável como a mãe. Você terá um parto normal, só que no mês seguinte virei para buscar a criança.

Maya: – vamos a perder de qualquer jeito...

Luke: – sim, mas dessa forma... Você poderá ver sua filha e tocá-la. Além disso o feitiço permitirá que você tenha outros.

Maya: – ela é a minha primogênita, eu queria acompanhar seu crescimento pelo menos até os 16 ou 18 anos. Tem alguma forma de ficarmos com ela? Faremos tudo que pedir.

Luke: – Não...Ou melhor tem sim, no mês seguinte invés de eu ir buscar sua filha, buscarei outra criança. Quero que peguem um bebê que nasça no mesmo dia que o seu, sendo assim voltarei só quando a garota completar 18 anos. Feito?

Adam: – não, não podemos...

Maya: – feito!

Luke: – ótimo – ele estala os dedos. – a garotinha vai nascer bem saudável e Maya quando tiver a criança se sentirá melhor do que nunca. Podem ir, não há mais nada que possa fazer aqui...

Adam: – foi só isso? Você só precisou estalar os dedos?

Luke: – sou mais poderoso do que imagina. – ele chega perto de Adam e sussurra em seu ouvido. Num piscar de olhos, ele está sentado em seu trono. – esperarei anciosamente para devorar a alma da menininha.

No dia do parto...

Todo mundo morreu. E acabou a história.

Sacanagem...

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.