Uma Grávida Em Hogwarts.
16 Final feliz!
Notas iniciais
Gente, eu queria a ajuda de vocês flksjdf essa: https://fbcdn-sphotos-a-a.akamaihd.net/hphotos-ak-ash4/479956_460101004060796_1993324870_n.jpg é ninguém mais, ninguém menos que eu ÇKFSDLÇ SIM EU SOU RUIVA, IRRRL tá bom.
Gente, eu queria saber se vocês acham que eu deveria mudar a cor do meu cabelo? çldskfl
Rose ▬ POV
– SCORPIUS, MEU AMOR. — Cher parecia alucinada, de qualquer forma ela queria a atenção de Scorpius.
– Cher, por favor, pare com isso. — Scorpius falou, cauteloso.
Eu estava preocupada apenas em proteger meus filhos, que choravam. Phoenix chorava abertamente, enquanto Perseus parecia chorar silenciosamente.
Olhei para os dois e meu peito se encheu de agonia, eu faria de tudo por eles, eles eram parte de mim agora, e eu os amava mais do que tudo no mundo.
É claro que quando eu descobri que estava gravida eu fiquei com medo e assustada, é claro que eu vou perder muitas coisas, e não vou ter toda aquela vida de uma adolescente normal. Mas eu vou ter muito mais que elas, ganhei duas pessoas que vão tornar meus dias melhores. Eu sei que as dificuldades não vão parar por aqui, mas eu estou disposta a lutar por eles.
Voltei ao 'mundo real' e Cher agora chorava enquanto dois curandeiros a seguravam. Ela gritava que iria se vingar, e que eu iria morrer. Eu a olhei assustada. A que ponto ela havia chegado.
Quando levaram ela dali todos da minha família vieram em volta de mim.
– Escolheram os nomes? — Lily perguntou, pegando Phoenix no colo.
– Sim. — sorri e olhei para Scorpius.
– Phoenix e Perseus. — ele falou.
– Phebe e Percy. — Hugo falou. — Vão ser seus apelidos uai. — ele falou rindo.
A medibruxa entrou e me ajudou para que eu conseguisse dar mamar a eles. Era uma coisa mágica, realmente, mágica. Eu estava apaixonada por tudo, desde os dedinhos, até o cabelinho ralo, aos olhos azuis esverdeados. Eles eram lindos.
Uma semana depois.
Eu finalmente estava em casa. Bom, realmente em casa. Meus pais e sogros surpreenderam a mim e a Scorpius ao comprar uma casa que era ao mesmo tempo perto da Mansão Malfoy e também da casa dos meus pais.
Registramos as crianças oficialmente como: Phoenix Violeta Malfoy e Perseus Vicente Malfoy.
Lily e Hugo que escolheram os nomes do meio. Por falar em Lily e Hugo eles se resolveram e agora estavam juntos. Claro, que após um ataque de ciumes de tio Harry.
Scorpius estava deitado no sofá, sem camisa, com Phoenix deitada sob seu peito, ambos dormiam e a pequena se movimentava de acordo com a respiração de Sco.
Eu estava amamentando Perseus que parecia ter herdado o apetite de um Weasley. Sorri passando a mão em seus poucos cabelos ruivos, ele era a cara de Scorpius, tirando os cabelos e os olhos. Era lindo.
Phoenix não ficava atrás! Ela se parecia muito comigo, retirando o cabelo platinado e os olhos que eram da mesma cor dos olhos do irmão. Ela parecia uma boneca.
Eu amava meus filhos como nunca amei nada na minha vida. Estavam nas férias de natal então alguns amigos aproveitaram para vim nos visitar. Entre eles James e Mariana.
Jay me contou sobre os planos de pedir a loira em casamento, e eu achei a ideia ótima. Os dois eram lindos juntos.
Ao final das férias Hugo, Lily, Jay, Fred, e todos outros voltaram para Hogwarts. Finalmente eu e Scorpius eramos 'nós' e, claro, nossos filhos. Eu não podia estar mais feliz.
– Ei, amor. — sussurrei para Scorpius.
– Hmm? — ele murmurou.
– Está na hora de Phoenix mamar, você pode olhar o Percy para mim? — pedi.
– É claro que sim. — ele falou, sorrindo e agora já acordado.
Peguei Phoenix com toda a delicadeza do mundo e lhe entreguei Percy, o garoto pareceu reconhecer o pai e começou a fazer gracinha para o mesmo.
– Olha amor, ele está sorrindo. Ele sabe que eu sou o pai dele. — Scorpius falou, sorrindo bobo.
– Ou talvez só te ache engraçado. — falei, dando ombros.
– Então você quer dizer que ele não sabe que eu sou o pai dele? — ele falou, alarmado.
– É claro que não Scorpius.
– Ei, garotão. Sou eu, Scorpius Malfoy seu pai. — ele falou, sorrindo novamente igual bobo. — Eu prometo, pra você e para a sua irmãzinha que vou ser sempre o melhor pai do mundo, me ouviu? E aquela ali — apontou para mim. — É a sua mamãe, ela é linda não é filhão? Aquela pequena ali, é sua irmãzinha, nós dois temos que proteger as duas.
Percebi algumas lágrimas escorrendo, era lindo ver a forma como Scorpius amava os filhos, igual a mim. Ele me ajudava em tudo, e sempre que eu senti alguma dor ele já se alarmava. Segundo ele a medibruxa tinha mandado ele ficar atento a qualquer sinal de recaída meu.
Eu achava isso uma bobagem, eu estava absolutamente bem! E é óbvio que eu não irei morrer por alguma dor boba.
– Amor? — Scorpius me chamou me trazendo de volta a realidade.
– Oi? — respondi.
– Acho que o garotão aqui precisa de um banho. — ele falou, tapando o nariz. Eu apenas ri.
– Você pode fazer isso não pode? — pedi, com olhos de 'gato de botas'.
– É claro que posso. — ele falou, convencido e sorrindo. Apenas sorri e agradeci mentalmente por ter alguém como ele na minha vida.
Terminei de amamentar Phebe e a fiz arrotar. Logo depois lhe dei um banho e coloquei ela e Percy para dormir. Ambos estavam cansados e dormiram rapidamente.
O quarto deles? Era simplesmente perfeito. Era uma parede verde, aonde ficava o berço de Percy, e a outra vermelha, aonde ficava o berço de Phebe. Os berços eram brancos e enfeitiçados para não deixarem eles caírem, ou se machucarem. Havia brinquedos espalhados para todo lado, tanto bonecas, quanto minis-vassouras, pomos de ouro, e tudo mais.
Era lindo.
E eu? Ah, eu era a mulher mais feliz do mundo. É claro que nem todos tinham essa felicidade. Cher havia sido internada no St. Mungus como um risco a sociedade bruxa pela sua falta de sanidade mental.
Eu no fundo sentia uma certa pena, sempre fui igual a minha mãe de não desejar o mal de ninguém. E eu não queria esse fim para ela.
Luke? Fiquei sabendo que ele se mudou para a França e parece que também vai ser pai, por ironia do destino, ou qualquer coisa do tipo. A mulher dele é uma francesa muito linda. Desejo felicidade aos dois apesar de tudo.
É, finalmente depois de tantas coisas, eu podia dizer que estava em paz.
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