Uma Grávida Em Hogwarts.

18 Siga em frente.


Notas iniciais
6 RECOMENDAÇÕES, MAIS DE 300 REVIEWS.
SABE QUANDO EU ESPERAVA ISSO? N-U-N-C-A! EXATAMENTE, N-U-N-C-A!
CARA... teve uma mina que mostrou a fanfic pra mãe dela vei, tipo flsd~sdç na boa fico tão feliz em saber que vocês gostam! Obrigado por fazer meus dias cada vez mais feliz! ♥

Rose ▬ POV.

Olhei para meu pai procurando algumas respostas. Phebe e Percy foram para o colo de Lily e Hugo, que parecia igualmente assustado, suspirei.

Aquilo não podia ser verdade. Apenas peguei na mão de Scorpius e entrei para a casa, a tempo de ouvir minha avó explicando o motivo do final da festa.

- Rose, ROSE! — meu pai me chamou. — Me desculpe, filha. — ele falou.

- Te desculpar pelo o que? — falei irônica. — Por fingir ser alguém que você não era? Por mentir a vida toda para mim e para Hugo? Por ter que fazer mamãe sofrer todos os dias da vida dela sabendo que você tem uma filha com Pansy Parkinson? Eu não tenho porque te desculpar, papai.

- Filha. — minha mãe falou, horrorizada, como se eu tivesse falado alguma mentira.

- Filha o quê? Mãe, você também. VOCÊS DOIS! Vocês dois mentiram a vida toda por minha causa. Sabia que muita coisa poderia ser evitada? Eu poderia não ter sido quase morta, meus filhos poderiam ter nascido normalmente. Vocês tem noção o quanto a vida de Cher foi difícil dela vendo você pai, dando todo o amor que você tinha pra mim e para Hugo e a deixando de lado? — suspirei, eu já chorava de raiva.

- Amor, fique calma. — Scorpius sussurrou.

- Calma?! Calma? Como eu vou ficar calma? Hoje era para ser um dia perfeito, e olha o que se tornou? Será que em um minuto da vida de vocês dois, vocês não tiveram tempo para falar que eu tinha uma irmã? — suspirei, cansada. — Eu vou me deitar, estou cansada. — falei. — Vem com a mamãe. — falei, pegando Percy e Phebe.

Coloquei os dois em um berço improvado que ficava no mesmo quarto que Lily dormia, a pedido da minha prima, e fui para o quarto que eu e Scorpius estavamos dormindo, me permiti extravasar toda a minha raiva em lágrimas.

- Ei, Sra. Malfoy. — Scorpius chegou, beijando meu pescoço. Suspirei. — Você não deveria ficar assim.

- Eles mentiram Scorpius. — eu falei, chorosa.

- Eu sei que sim. Mas hoje é o nosso dia, depois batemos cabeça tentando resolver isso. — ele sussurrou, me beijando.

Eu queria protestar, mas o beijo de Scorpius fez toda a minha vontade ir pelos ares. Ele passou a mão pelas minhas costas, que estavam, descobertas pelo modelo do vestido. Eu arfei com o toque.

- Você está linda com esse vestido. — ele sussurrou no meu ouvido. — Pena que eu vou ter que tira-ló. — bom, acima de tudo Scorpius ainda era um Malfoy.

Quando eu vi nossas roupas indo para o chão, tudo aconteceu da forma mais perfeita possível.

Scorpius tinha o poder de me deixar calma como ninguém, de me fazer ir aos céus, e ao inferno ao mesmo tempo. Ele era a minha metade, e eu não conseguia imaginar minha vida com outra pessoa.

Depois de nós nos amarmos, algumas vezes, eu me permiti cair no sono. Acordei com Scorpius sussurrando.

- Amor, já são meio-dia. Temos que ir para a casa. — ele falou.

Arrumei todas as roupas dentro da mala. Suspirei, nervosa. Iriamos morar na Mansão Malfoy, Astoria e Draco tinham se mudado para uma casa menor, segundo eles nós tínhamos que ter privacidade.

Eu achava isso uma pura besteira, já que estava super feliz com o pequeno apartamento que eu e Scorpius tínhamos.

Terminei de arrumar minhas coisas e fui arrumar as coisas dos gêmeos. Mas para a minha surpresa tudo estava arrumado.

- Filha, precisamos conversar. — minha mãe disse, apenas suspirei.

- Pode ser depois? Tenho que acordar os gêmeos, arrumar eles e ir para casa. — falei.

- Rose Jean Weasley Malfoy! Você não vai poder fugir da realidade para sempre. — ela falou, como a típica Hermione. — Nós evitamos contar justamente para isso não acontecer. Seu pai nunca abandou a Cher, ao contrário, ela que não deixava ele se aproximar. Ela sempre foi uma criança difícil, e quando cresceu não mudou muita coisa. Nós sempre vimos um fio de loucura nela, mas nem imaginávamos que isso tudo iria acontecer. Pedimos desculpas, seu pai está arrasado, mas nunca foi nossa intenção te esconder nada, muito menos esconder de Hugo. — ela falou, chorando.

Abracei minha mãe, apesar de tudo eu não conseguia ficar com raiva dela.

Antes de sair me despedi do meu pai. Quando cheguei a Mansão Malfoy não pude deixar de perceber o quão grande ela era.

Assim que cheguei Astoria e Draco trataram de começar a mimar os netos. Eu deixei que eles curtissem. Uma elfa domestica disse que iria me mostrar o quarto principal da Mansão, aonde eu e Scorpius ficaríamos.

Diferente da minha casa, e da casa da minha avó, a Mansão Malfoy tinha um ar frio que exalava de todos os cantos, mas tinha alguma coisa nela que me deixava calma.

O quarto, não muito diferente de todo o resto da casa, era todo detalhado com a cor verde e preta. Mas agora consegui perceber alguns detalhes em vermelho. Sorri.

- É lindo. — sussurrei. — Não sei se vou me acostumar.

- É claro que vai. — ele falou, me beijando.

4 anos depois.

- Mamãe? — senti uma mãozinha fazendo carinho no meu rosto em seguida minha visão foi tapada por cabelos loiros.

- Hmmmm. — falei, ainda com sono.

- Palábens. — ela, Percy e Scorpius falaram.

Hoje era meu aniversário? Eu tinha me esquecido completamente disso. Bom, mas não é todo dia que se faz 21 anos. Abracei a todos e sorri agradecendo.

Realmente eu tinha me acostumado a ser a nova Sra. Malfoy e a toda aquela grandeza. Claro que as vezes eu cansava, eu ainda era uma mãe como qualquer outra.

Que tinha que acordar todas as vezes quando Phebe ou Percy estavam com febre. Que tinha que me preocupar com os horários e tudo mais, mas eu era MUITO feliz com a vida que levava.

- Parabéns, meu amor. — Scorpius disse me beijando.

- Mamãe, a Tinky tá fazendo um bolão, glandão assim ó. — Percy falou, abrindo os bracinhos.

- É mesmo querido? — falei, arrumando os cabelos ruivos que lhe caiam sob os olhos. Ele concordou com a cabeça.

- Sabe quem vai vim hoje? — falei, sorrindo.

- Quem? — os gêmeos perguntaram.

- Sirius e Remo. — falei, sorrindo. Eles começaram a gritar.

- EEEEEEEBA! — falaram animados.

- Ei, crianças, vamos tomar banho. — Anna, a mulher que me ajudava com as crianças, a chamou.

Sorri quando eles saíram gritando e correndo pela casa. Eu sentia meu corpo doendo, mas resolvi ignorar aquilo, tomaria uma poção e tudo melhoraria, mas quando eu levantei senti a pior tonteira da minha vida, e a minha visão ficou escura.

Notas finais
E então, o que a Rose tem?