Uma Garota Diferente.
4 Provas, e más entendimentos.
Notas iniciais
Policial – Mônica Souza. – Andei mais para frente – você foi acusada de homicídio doloso, contra Denise Andrade...- Ao ouvir aquelas palavras, meu coração pulou pela boca, meu estômago revirou, e os olhos arregalados, o que eu iria fazer? Eu não fiz nada! Eu era apenas uma vítima! O que eu irei dizer aos meus pais?, nessa hora fiquei estátua, paralisada.
Mô- O quê? Eu-eu-eu não fiz nada – Eles correram para perto de mim, me viraram de costas, me revistaram e me algemaram, a mãe de Denise estavam com os olhos úmidos e falou com o guarda:
Mãe da Denise- o que vocês estão falando, o que aconteceu com minha filha? Mônica você....?
Mô- Eu não fiz nada você sabe, me ajude.- Já estava desabando á chorar, a mãe de Denise apertava forte a mão do marido.
Policial- Irá se explicar na delegacia garota, você esta encrencada, e peço-lhes para que nos acompanhem, preciso do depoimento de vocês – o policial falou olhando para os pais de Denise- , explicaremos tudo quando chegarmos.- As ruas estavam tumultuadas, nunca fora presa na vida, nunca cometera tal crime, e nunca cometerei, fui levada para o carro e me puseram lá com certa brutalidade, chegando lá desci, e tinham fotógrafos e jornalistas, estava chorando, e humilhada, não havia feito nada, entrei em uma sala fechada, uma mesa e duas cadeiras, um homem entrou na sala, tiraram as algemas, e me mandaram sentar, vi que tinham homens lá fora, inclusive o eletricista, finalmente me acalmei, quando o homem em minha frente se apresentou:
Delegado- Olá, eu sou o delegado Jaques, e a mocinha é – Ele olhou uns papeis em sua frente e disse – Mônica Sousa, — Afirmei com a cabeça e ele prosseguiu- Bom me diga porquê matou A Denise Andrade?
Mô- Do que o senhor está falando? Eu não matei ninguém foi uma pessoa que estava no carro, lá no estacionamento.
Jaques- Pois me explique como aquele eletricista – Ele apontou para a vidraça, eu olhei e o encarei.- me disse que você estava no estacionamento do seu prédio, ensanguentada. – Olhei para minha blusa, e estava mesmo horrível e comecei com a explicação.:
Mô- Ela tinha ido......
Jaques- Espere...- ele me interrompeu e pegou uma caixa, aposto que era um gravador.- Continue senhorita Sousa.
Respirei fundo e comecei a explicar.:
Mô- Denise era minha melhor amiga, era minha irmã de outra mãe – Nessa hora lágrimas transbordavam em meus olhos, e prossegui – eu nunca seria capaz de cometer tal crime com ela, e nem com mais ninguém, ela tinha vindo em minha casa para conversarmos, de repente ouvimos um barulho, curiosas, saímos para ver o que era, na mesma hora, as luzes se apagaram e ligamos a luz o celular dela, descemos as escadas e fomos parar no estacionamento, ouvimos barulho de vidraças sendo quebradas e segundos depois, um carro sendo ligado, e vindo em nossa direção, estávamos com medo e começamos a correr, mas o pé de Denise ficou preso em um buraco, eu-eu – Outra tempestade de lágrimas, soluçava – eu tentei tira-la de La ,mas, não conseguia, eu então a abracei bem forte, a pessoa que no carro estava, acelerou, e ela me empurrou para longe, bati a minha cabeça no muro, e mesmo assim vi a cena de minha amiga sendo assassinada, porquê vocês não veem nas câmeras do local? Porquê me acusam de uma coisa horrenda, que nem eu aceito ter acontecido? A amava muito, ser acusada de tal absurdo me comove ainda mais.-Chorava e nem ligava para meu estado, só queria minha amiga de volta, e minha dignidade também.!
Jaques- Só existiam sete câmeras no local, e as sete foram encontradas quebradas, mas teremos que voltar ao local, para averiguarmos o corpo da vítima, porém se houver alguma testemunha você poderá ir para a casa garota, não sei se o que você fala é verdade, não tenho provas, apenas o eletricista que a viu, vamos algemem ela.....
Mô- Esperem, esperem, tem câmeras nos corredores você verá o que lhe contei acredite em mim.
Jaques- Iremos verificar, rapazes algemem-na, e vamos de volta para o prédio.
Policial- Me desculpa senhor delegado, mas nós queremos saber qual prédio.
Jaques – Qual será? – falou o delegado irônico – o que tínhamos ido antes, seus imbecis vamos andem, não temos tempo para perder.
Me levaram para o carro, e fomos no caminho do meu prédio, agora estava mais calmo, não havia nenhum hóspede no saguão, o porteiro abriu os portões e fomos em direção ao estacionamento, onde havia uma ambulância tentando tirar a perna presa de Minha querida amiga sem desmanchar o resto que sobrara dela, mas sem vitória.
Jaques- Olá sou o delegado Jaques – falou mostrando algo preto na mão – e vim para saber o que acontecera com essa garota.
Um homem, veio em direção a nós, não estava de branco e sim com uma camisa branca, com um crachá, calça Jens e sapato social.
Detetive- Olá eu sou o detetive, temos uma ideia que, aquele carro, passou por cima dessa garota que ficou com o pé preso naquele buraquinho ali quando corria, e não conseguiu escapar, quem é essa garota?
Jaques- Ela é um suposta suspeita, que matará aquela garota.
Detetive- Me desculpe em ter de afirma isso, mas acho que na foi ela, me diga o que aconteceu garota.
Mô- Aconteceu exatamente o que você disse, eu tinha decido aqui comm ela, porquê ouvimos um barulho e um louco estava atrás de nós e começamos a correr, ai ele ficou presa, e eu disse que não ia deixa-la, mas ela me empurrou bati a cabeça ali – sim tem uma rachadura ali, prossiga; falou o detetive – e eu cai, mas vi o carro passando por cima dela – Novamente enfraqueci, e comecei a chorar –só isso senhor.
Detetive- Tenho provas de que ela está falando a verdade, a rachadura, o sangue na roupa, se ela estivesse no carro não teria melado ela não acha senhor delegado? E veja, a garota está perturbada, aterrorizada, não para de chorar.
Eletricista- é verdade quando a vi, ela estava apavorada, e se derramando em lágrimas.
Jaques – Não sei, temos que ver se é verdade, se ela bateu mesmo a cabeça ali ela..........- Fiquei tonta, não ouvi mais nada, senti que ia vomitar, minhas pernas estavam bambas, pus a mão na cabeça, senti uma dor terrível, e depois ficou tudo preto, ouvi mai umas vozes.
- Vamos andem, ela está desmaiada, chamem um ambulância....corram, co..........
Notas finais
Bjãooooooo
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