Uma Espiã em Minha Vida
34 Capítulo 34 EXAME CONFISSÕES E CONCLUSÕES
POV ÁGATHA
Estava preparando uma surpresa para Justin, eu queria poder esta com nosso filho. Mais ele ainda não podia sair do hospital. Quando Justin viajou as únicas horas de alegria era guando ia ao hospital ficar com meu filho, e sentia a presença do pai dele.
_Douglas temos que ir a floricultura, tem que ser bem florida a passagem. Eu estava muito animada, mais Douglas não estava me ajudando muito, sorte que Pattie, Mari e Yasmim estavam. Mais tinham coisas pesadas que só um homem do porte do Douglas podia fazer.
_O que eu não faço por você, vamos logo antes que eu me arrependa. Ele foi busca o casaco, pois não gostava de sair sem proteção, tinha um cuidado excessivo com a pele.
_Vem com a gente Yasmim? Queria reaproximar os dois, pois estavam muito distantes, desde que eu vim do hospital não os vi em um clima Love.
_Acho que vou ficar por aqui, temos muito o que fazer. Ela riu amarelo, aquilo era um dos sinais. Aqueles de desespero, ela sabia tanto quanto eu que o namoro dela era uma farsa.
_Eu não queria ver ele fazer você sofre, não é justo. Ela era a melhor pessoa que existia, por que não podia se apaixonar por ela? _Eu tenho que te ajudar, termina logo com isso, para de se machucar. Ele estava descendo as escadas e vindo ate nós duas, ele abraçou Yasmim, e logo em seguida lhe deu um beijo. Chocho e sem vida, eu fui pegar minha bolsa e saímos.
Eu não conseguia olhar na cara dele, estava estampado que aquilo era para me causar ciúme. Eu já estava cheia de ele ter esperança e ainda usar minha melhor amiga para isso. Puxei o freio de mão e para mos no meio da rua, que por incrível que pareça não estava movimentada.
_Por que você faz isso com ela, não percebe que a esta fazendo sofrer. Eu o encarei com toda a raiva que podia ter no momento. Ele não respondia nada, estava olhando para frente. Encarava o vazio, ou era só a verdade que estava doendo. _Por que não fala alguma coisa, não tem o que falar covarde. Ele então se virou para mim e se petrificou naquela posição. Estava cansada de tudo que ele fazia, de faze la se iludir. Sem sentir remorso algum, ou pelos menos era o que eu achava.
_Você se acha, não estou querendo te fazer ciúmes. Bom, mais pareci que você esta se corroendo, no inicio quando você estava no hospital eu estava com ela para tentar te esquecer, depois que você saiu e o Justin viajou, estava com ela para te causa ciúmes. Mais agora estou gostando dela, não como gosto de você. Ele falou e se aproximou de mim, aquilo me deixou mais aliviada por ela. Mais ele já estava querendo tirar proveito da situação.
_Isso é muito bom, por que não quero mais ver você fazendo minha amiga de boba. Ela gosta mesmo de você, e não quero vela chorando como já aconteceu. Eu falei e soltei o freio, era o sinal de que ele precisava para colocar o carro em movimento. Estava mos indo à floricultura, Ele olhou para mim quando chega mos em frente.
_Quero mesmo me entender com ela, mais não é fácil. Por que ainda penso muito em você, mais eu quero poder viver e quero te ver feliz. Não sou nenhum monstro, nem fico fazendo planos maquiavélicos, como Selena. Fiquei sem entender por que aquele desabafo, e ainda menos quando falou de Selena.
_Do que você esta falando? Ele desligou o motor do carro e respirou fundo, parecia que ia falar. Mais saiu e veio abrir a porta para mim, ficamos nos olhando. Ele estava sorrindo.
_Esquece! Vai logo comprar as flores. Ele me deu um beijo na testa e me guiou até a porta, Não sei como explicar, mais me senti como se fossemos mesmo irmãos. Como se tudo eu vivemos tivesse sido passado. Se eu pudesse pular em seu colo e faze lo de cavalinho o faria, Mais ainda estava muito recente a chegada de meu pequeno Jonny. E já estava o chamando assim, Justin vai ficar uma ferra quando souber mais tudo bem.
_Então! Vai pedir a Yasmim em namoro? Por que, tipo, vocês estavam ficando. Seria muito fofo se você fizesse um jantar lá em casa e pedisse aos pais dela. Eu estava falando as minhas idéias, queria muito ter todos reunidos. Como uma grande família. Talvez a família que eu nunca tive, mais que estava conseguindo.
_Acho que sim, mais deixa isso para a hora certa. Agora vamos escolher essas flores, Ele estava rindo enquanto eu fazia algumas gracinhas. Ele olhava algumas plantas e eu algumas flores corridas. Meu telefone tocou, mais era Douglas que o guardava no bolso da calça.
_Àgatha! Tem gente ligando para você, e adivinha quem é? Douglas falou com cautela, afinal tinha outras pessoas na floricultura.
_Depois ligo para ele, não a tempo agora. Ou melhor, não podemos perde tempo. Eu disse e me virei para umas orquídeas.
Senti quando uma pequena mão tocou minha cintura, me viu a menti meu pequeno bombom. Era uma menina, ela tinha mais ou menos uns nove anos. Ficou um tempo olhando me abaixei para poder olha lá nos olhos.
_Oi lindinha, o que faz aqui? Cadê sua mãe? Ela ainda não falava só me olhava. Não deixei de observa que ela tinha algo de diferente. Mais não sabia o que.
_Licença! Desculpe, ela escapou do meu lado ao lhe ver. Ela gosta muito de você, sempre lê comentários e entrevistas suas. A mãe dela falava, eu agradeci. _ Ela é muda. Você deve ter achado estranho ela não ter falado.
_Como faço para agradecer por ter lido? A mãe dela me explicou, eu agradeci a ela me deu um abraço. E foi embora, aquilo me fez pensar em como seria se fosse o meu filho. Será que teria essa força, fui interrompida por Douglas me cutucando. Ele parecia impaciente.
_Não agüento mais esse celular vibrando, atende logo. Ele estendeu o próprio para mim, era Justin, com certeza para saber onde eu estava. Sai da floricultura e atendi.
_Oi meu amor. Falei esperando ser correspondida, mais ele estava seco, e não parecia feliz.
_Estou em casa e você não, onde você está? Ele havia chegado e eu ainda estava pressa na floricultura.
_Queria fazer uma surpresa para você, mais percebo que não consigo. Chegou cedo, isso por um lado é bom. O que aconteceu? Estava chateada por não ter conseguido fazer uma surpresa.
_Ágatha! Minha maior surpresa era você está aqui, Vai demorar ainda? Ele não havia me respondido, e sim feito outra pergunta. E respirei fundo e me dei por vencida.
_Já estou indo, desculpa por não está ai. Desligamos e eu voltei para a floricultura onde Douglas estava.
_Então! Eu olhei um monte de flores, mais por mim qual quer uma esta boa. Ele se virou e viu estampada em minha cara, que eu estava ligeiramente chateada. _Esta tudo bem? Ele veio em minha direção e me apertou contra o peito.
_Ele chegou, eu nem posso fazer uma surpresa. Sabe como isso é frustrante. Será que sempre vai ser assim? Ele olhou para mim e abriu um enorme sorriso.
_Pensei que sabia o que lhe esperava, ele não será perfeito. Mais vai ter muitas vantagens vivendo com ele. Não consegui acreditar quando o ouvi dizer aquilo. Suspirei e sorri também, Foi então a saída da floricultura, estávamos indo em direção do carro quando ele me pegou de surpresa com uma pergunta. _Então o que acha de fazermos um casamento coletivo? Parei bruscamente, sem entender. Ou por que me soou estranho quando ele falou em ‘casamento coletivo’.
_Se você quiser. Eu não consegui olha lo nos olhos, ele abriu a porta do carro e eu entrei. Minha cor estava se normalizando quando entramos na garagem. Justin estava na sala, Eu o olhei pelo vidro da porta e não acreditava que era meu. Foi como se ouve se um imã entre a gente, Ele se virou exatamente na direção em que eu o olhava.
Abri a porta e ele veio em minha direção, nossas bocas se tocaram e não pude nem queria me segura. O beijei e não pensei em nada, naquele momento só o que importava era ele e eu. Ele não me apertava, mais fazia muito carinho em mim. Nós olhamos e senti sua respiração, todos na sala fizeram o mesmo que nós. Ficaram em conjunto e em silencio. Pattie foi a primeira a quebra o silencio, e eu sabia o que tínhamos que fazer.
_Justin! Você pode por favor ficar aqui? Vou no quarto pegar o envelope. Ele não quis larga me, nem eu queria que ele me deixasse ir _Preciso saber da verdade, isso vai responder se sou feliz ou não. Ele me fez sentar em seu colo, e olhando para meus olhos respondeu.
_Não importa o que lá esteja escrito, vamos juntos ficar. Temos um filho e ele vai viver com o pai e com a mãe, diz que concorda comigo? Eu olhei para todos que estavam na sala, principalmente para Douglas. Nunca quis me envolver com ele por ser criada na mesma casa, Imagina agora viver com um irmão? Seria estupidez.
_Eu preciso ir, vamos terminar com isso de uma vez por todas. Levantei-me e fui para o quarto, ouvi-los conversarem de lá, Justin estava logo atrás de mim. Segurou-me pela cintura fazendo-me parar já na entrada do quarto. _Para, deixa eu ir pegar o in... Ele não deixou prosseguir com as palavras, ele me beijava e eu o correspondia. Ele colocou uma das pernas entre as minhas e me colocou em cima da cama, não acreditei que ele estava pensando em sexo.
_Estou com saudade do seu corpo, do seu cheiro. Tenho sede da sua boca, quero antes de qualquer coisa, te fazer minha mais uma vez. Como se fosse à primeira de muitas vezes. Estava embriagada por seu cheiro, meu consciente deixou de lutar contra o que eu desejava. Suas mãos, sua voz, seu corpo tocando cada centímetro do meu. Sua língua percorria meu corpo, depois sua boca me beijava vorazmente. Meu corpo dava sinais de que eu estava sentindo mais falta dele do que se podia imaginar. Estava mos quase nus, a porta ainda se encontrava escancarada. Consegui ver rapidamente quando uma mão fechou a mesma.
Acordei horas depois, eu acho. Pois não sabia quanto tempo havia dormido, Justin me fazia esquecer tudo, ele se encontrava com alguns papeis na mão. O que me fez tremer, pois com certeza era os tais resultados. Será que aquela era nossa despedida? Estava enrolada em lençóis, engatinhei ate ele e beijei seu pescoço. Ele se virou e beijos meus lábios com intensidade, aquilo devia ser um bom sinal.
_Sabia que você acorda linda. Principalmente depois de momentos tão maravilhosos de prazer. Ele falou me deixando corada, não era fácil fazer amor com a pessoa mais linda do mundo.
_Você esta feliz? Falei com esperanças, pois nada naquele momento parecia tirar de Justin o sorriso.
_Sim, você será sempre minha. Nada agora pode nós separar. O universo está ha nosso favor. Ele sorriu e me abraço, eu estava com ele em cima da cama. Ele me fazia sentir como se ninguém mais existisse, foi então que lembrei completamente assustada de Jonny.
_Que horas são? Falai pulando da cama. _Justin o Jonny, tenho que levar leite para ele. Esqueci, sou uma péssima mãe. Ele me beijou e colocou meu corpo entre seus braços.
_Fica calma, eu ia te chamar na hora. Mamãe veio aqui lembra, e como você dormi tão bem fiquei com pena de te acorda. Ainda esta cedo, não se preocupe ainda daria para uma segunda rodada. Ele falou rindo, e me deixando sem graça.
_Deixa eu ir tomar um banho Preciso chegar bem apresentada ao hospital. Quer vir comigo? Ele se levantou da cama e me deu a mão.
_Si eu entrar com você vamos demorar. Ele falou malicioso e beijando meu queixo.
_Estava falando do hospital, ele vai gosta de te ver. Mais se você quiser banhar comigo eu não lutarei contra isso. Brinquei com sua boca e ai em direção da porta do banheiro, Ele me pegou no colo e logo entramos.
_Não me provoca garota, eu já não consigo lutar contra meu desejo. Eu o puxei para debaixo da água fria e com o olhar sapeca colei nossos corpos.
_Quem disse que eu quero que você lute. Nos beijávamos, e ele desceu suas mãos de minha cintura para minhas coxas, a água fria molhava nossos corpos em conjunto. Ele levantou minhas pernas e colocou em volta de sua cintura. Colocou me contra a parede para que suporta se meu peso junto ao seu.
_Ei vocês dois, temos que ir logo gente. Pensam somente em fazer, a vida não é assim, Nos rimos quando a mãe dele saiu do quarto.
_E melhor irmos, vamos pensar nisso depois. Eu falei descendo de seu colo. Ele ainda me segurava nos braços. _Ei mocinho, vamos levar leite para nosso baby. Ele soltou mais entes de me deixar sair pelo Box, me deu um último beijo.
_Justin! Tenho uma coisa para lhe falar. Disse do quarto, enquanto ele se enxugava dentro do banheiro.
_Fala amo. Ele estava um pouco assustado com o fato de ir comigo ver o filho. _Já estou indo pro quarto. Ele estava entrando, eu estava de vestido e o esperando para fechar o zíper.
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_É sobre o Douglas, você não vai acreditar. Eu disse e ele fechou o zíper, me virou e balançou a cabeça.
_Serio que você vai falar neste garoto? Ele me abraçou por trás.
_Serio. Poxa Justin é uma coisa legal, e ele gosta de você. Não, ele não gosta mais para de implicar com ele, vai ter um jantar aqui em casa. Para oficializar o namoro dele com a Yasmim. Eu falei enquanto ele vestia a cueca box dele.
_Serio que finalmente ele vai te deixar em paz? Aleluia, ele me abraçou e depois nós rodou. Foi vesti a calça e uma blusa, escolhi um tênis all star. Sempre adorei essa marca, e fiquei feliz ao saber que meu futuro marido gostava também.
_Para, ele só estava com problemas para admitir que estava gostando de outra garota. Sabe como é, meu charme, minha graça. Tenho muitas qualidades. Eu falei me gabando e caminhando para a porta, mais ele me segurou.
_E tudo isso é meu, como sou sortudo em ter você. Ele me beijou, mais ao foi um simples beijo pós sua mão apertou minha costa contra seu peito que se definia. Sua mãe apareceu na porta do quarto com Mary.
_Gente! Não podem deixar isso para depois? Que coisa, agora vai ser toda hora. Pattie falou e eu quase enterro a cabeça no travesseiro.
_Mãe! Por favor, a gente já desse. Só vou vesti uma blusa. Pode ser que eu vá assim e as enfermeiras me ataquem.
_Desculpa filho, estamos descendo. Esperamos vocês no carro. Ágatha sua amiga já foi. Pattie falou enquanto eu ainda estava pressa nos braços de Justin.
_Sim senhora, obrigado já estamos descendo. Eu estava morrendo de vergonha, e o Justin não facilitava meu lado. Ele se virou para mim e me deu um selinho, era desconfortante ser flagrada pela mãe dele. Eu o empurrei e fui em direção a porta. Ele tentou me pegar mais eu corri, Não iria deixar ele brincar comigo mais uma vez. Apesar de eu gosta do tipo de brincadeira dele.
Quando desci vi que todos estavam dentro de casa, e não fora como Pattie falou. Michel estava no telefone e Mary olhava pela janela. Douglas estava no sofá, enquanto que Pattie havia ido à cozinha. O que fazer? Eu não tinha a mínima idéia.
_O que esta acontecendo? Por que ainda estão aqui dentro e com essas caras. Douglas foi o primeiro a falar.
_Esta cheio de repórteres, fotógrafos e fofoqueiros de plantão ai em frente. Foi luta para Yasmim sair. Ele me olhou invocado, como se eu tivesse culpa. Eu não tinha, mais sabia muito bem por que ele me olhou daquele jeito.
_Temos que sair, não importa quem esteja ai. Tenho o livre arbitro de ir e vir, quando e para onde eu quiser. Falei é olhei para as escadas quando ouvi Justin chegar.
_Então! Vamos minha boneca. Ele pegou meu queixo e depositou em meus lábios um selinho. Isso devia ser normal, mais em frente a outras pessoas eu não conseguia disfarça meu nervosismo.
_Não podemos sair, seus colegas não deixam. Por que não vai lá falar com eles? Douglas deu o ponta pé inicial para uma discurção sem sentido. Parecia que ele gostava de ver Justin irritado, e de me fazer perde a cabeça.
_Será que nem casando você vai me deixar em paz, estou cansado de sua imaturidade. Ele foi para cima de Douglas, tivemos que aparta aquela cena grotesca. Justin dava socos em Douglas, enquanto que o mesmo retribuía.
_E quem falou que eu vou casar? Seu retardado, fresco de modinha. Douglas falava enquanto estava sendo segurado por Michel. Já Justin, tinha três mulheres tentando o controlar. Eu, Mary e Pattie, tive vontade de o solta quando Douglas falou aquelas baboseiras , Mais Justin teve coragem de responder com mais besteiras.
_Fresco eu? Fiz um filho na mulher que você gosta, enquanto você passou anos tentando namorar ela. Eu não acreditei no que estava ouvindo, como ele pode dizer aquilo com tanta naturalidade, como se eu fosse algum objeto a ser disputado.
_Como você tem coragem de dizer isso, deve ser natural se sentir vitorioso. Vou sair, e não quero ninguém atrás de mim. Justin não me liga vou desligar o celular. Você me decepciona. Eu peguei a bolsa e sai, havia alguns milhares de fotógrafos em frente de casa que atrapalharam minha saída.
Estava chorando muito, os fotógrafos aproveitaram. Não sabia dirigir, mais mesmo assim eu estava dentro do carro e com as chaves do mesmo em mãos. Respirei fundo e liguei o carinha, se os fotógrafos não saíssem com certeza seriam esmagados. Mais todos em sincronia abriram caminho, não entendi, mais sai em disparada.
Iria ao hospital de qual quer jeito, sabia que Justin não tinha como sair de casa. No caminho eu dava algumas inquinadas e outras braçadas. Muitas vezes o carro morria. Eu já estava aponto de abandona- lo ali mesmo, e seguir o resto do caminho andando.
Finalmente avistei a entrada do estacionamento do hospital, eu sabia que não conseguiria entrar com o carro, sem quebrar a cabine onde o guarda ficava para vigiar o mesmo. Então resolvi deixa lo do lado de fora e entrar no hospital.
_Senhorita, não pode deixar o carro ai, ele será rebocado. O guarda me avisou, mais eu não liguei.
_Reboque! Não ligo para isso, tenho coisas mais importantes. A e se quiser você pode ficar. Era o carro do Michel. Ele gostava muito daquele carro, e com certeza não vai gostar nada de saber que eu dei.
Mary vai ficar muito feliz por se livra, dizia que aquilo devia esta em uma exposição, de tão antigo que era.
_A senhora tem certeza? O cara parecia não acreditar, eu então estendi as chaves para ele. Esperei ele se movimentar para pegar as mesmas, então joguei para ele. Aquilo parecia que ia demorar e eu não tinha mais tempo.
Ao avista a porta da frente, fui bombardeada de fotógrafos, e repórteres. Tentei abrir caminho, tive a ajudar de algumas pessoas que nem conhecia. Mais já era grata pela ajuda. Quando finalmente estou dentro do Hospital e passando pela sala de espera, vejo Jeremy. Ele havia ido ver o neto, ou estava esperando a mim e Justin,
_Então! Tudo bem com você? Ele estava nervoso e sem um assunto concreto para prosear. Olhei para os lados e depois respondi.
_Sim. Menti descaradamente, Não que eu fosse uma grande mentirosa. Mais na hora era o que de mais rápido pensei em falar, e também pelo simples fato de ele se o pai de Justin, não me deixava confortável para falar tudo que tinha a dizer. E ele não era a pessoa para escutar minhas reclamações.
_Pensei que Justin viria com você. Ele parecia procurar o filho, ou tentando disfarça a falta de assunto eminente entre a gente.
_Não, seria impossível sair de lá com ele, então vim sozinha. Contei a verdade e menti ao mesmo tempo. A verdade é que eu queria morrer, não é bom para a auto estima de ninguém se sentir um troféu. Ou ate mesmo parti de uma disputa inútil.
Fui em direção a recepção, falar com a recepcionista. Ela me deu o número do andar do berçário. Iria me despedir de Jeremy, mais ele ate que me surpreendeu com a atitude madura.
_Você já sabe do resultado? Eu estou ansioso e não queria passar meu nervosismo para você e Justin. Se ele soubesse que o mesmo nem havia ligado para este fato, ficaria aliviado. Ou com muita raiva.
_Sim, e não temos parentesco. Eu falei dando um de meus melhores sorrisos. Queria que ele se sentisse mais aliviado e que não se martirizasse por algo que não era verdade.
_Escuta! Não que eu não quisesse ser seu pai. Mais é que...
_Não precisa dizer nada, se para mim seria complicado, imagina para você. E Justin não aceitaria este fato com maturidade. Ele então me encarou, não sei se em algum momento já disse que sou péssima em ficar cara a cara. Estava ficando vermelha e constrangida com aquela situação.
_Se você quiser te espero para leva lá em casa. A proposta era tentadora, mais não havia clima para eu aceitar, não seria um bom momento para me aproximar de quem poderia ser meu sogro. Se Justin me achava um troféu, então ele que me procura se.
_Não obrigado, vou demorar aqui. Mais muito obrigado por tudo, e não fique preocupado, você teria dado um ótimo pai. Sorri e fui rumo ao berçário, ele pegou seu rumo para a porta de saída.
Com certeza seria bombardeado por aqueles fofoqueiros de plantão. Eu estava olhando Jonny do vidro que separava a sala do corredor, Estava pensando em como batizaria ele, Jonny Percy Drew Bieber Goots. Estava faltando alguma coisa, podia ser um grande nome, mais para mim cada palavras tinha um sentido ou significado.
_Doutor Jordan, como é bom lhe ver por aqui. Queria saber como meu bebê esta reagindo. Faz tanto tempo que ele esta aqui, e isso já esta sendo horrível para mim. Eu estava perto dele mais não conseguia me afastar do vidro.
_Venha comigo para o meu escritório. Foi tudo que ela falou, aquilo foi totalmente assustador. Será que ele tinha uma péssima noticia para me dar? Será que Jonny tinha pouco tempo. Já li em algum lugar que crianças pré maturas não sobrevivem. Começei a chorar estava sem controle, O médico se virou e vendo meu estado tentou me consolar.
__Calma! A noticia que tenho para lhe dar e que seu filho tem alta hoje, ele esta respondendo muito bem aos tratamentos. Ele é um pequeno guerreiro. Fiquei muito feliz, todas as minhas dores e angústias sumiram. Tive ate a idéia de ligar para Justin e contar as boas novas.
Depois de passar um tempo no escritório conversando com o médico, eu liguei para Justin. Sei que disse que ele teria de me procurar. Mais estamos falando de uma vida, e Justin é tanto pai quanto eu mãe.
_Ágatha estava preocupado. Justin estava ofegante, parecia que havia corrido uma maratona.
_Liguei por que tenho uma ótima noticia para lhe dar, meu filho teve alta. Justin ele vai para casa. Ele vibrava do outro lado da linha.
_Vou buscar você, e não quero ouvir nenhuma objeção. Ele desligou, fiquei de queixo caído com o que Justin fez. Ele não tinha uma atitude dessas ha muito tempo. Desde ha viajem para STRATFORD, ONTÁRIO. Peguei- me rindo ao lembrar de muitos dos momentos em tive mos.
Demorou cerca de meia hora para que Justin e a tropa chegassem ao hospital. Corri em direção dele, que estava com os braços abertos.
Seria um abraço de reconciliação? Talvez sim. Mais aquele não era um bom momento para falar, e sim de festeja. Iria sair dali com nosso filho, e nada mais estaria entre a gente.
Justin me beijou apaixonadamente, e eu não lutei contra nossos instintos e desejos. Ele me deu um sorriso malicioso e eu entendi o que queria dizer.
_Quero te pedir desculpa, fui um idiota. Nunca devia ter falado daquela maneira. Eu te amo e te quero para sempre. Ficamos em silencio depois, só conseguia mos ouvir nossos corações. Era tudo o que importava naquele momento, lhe dei um sorriso e um selinho.
_Fomos para o vidro do berçário e lá estava o pequeno “Jonny Enzo Percy Drew Bieber Goost” Sim esse seria o nome dele. Justin deu uma complementada no nome, ele disse que gostava de Enzo. Achava um nome bonito e eu não fiz nenhuma objeção.
Foi um dia de muita emoção, havia ate esquecido de mais cedo. Aquilo era tão pequeno e insignificante perto de um ter meu filhos nos braços. Justin estava ao meu lado, enquanto Pattie, Michel e Mari. Paparicavam o pequeno no meu colo. Estava mos em casa, eu havia tido um dia desgastante e precisava descansar. Levei o pequeno Jonny para o novo quarto que Justin havia mandado fazer para a gente. Esperei ate aquele momento para conhecer.
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