Uma Espiã em Minha Vida

30 Capítulo 30 Inicio da ligação:


_Oi justin! Sei que você quer distancia de mim, mais só queria te falar que vou fazer um show em Bahamas. Estarei no mesmo lugar que você. Era Selena, ela parecia triste ou chateada. Achei muito estranho Scooter não ter me contado este detalhe.

_Selena eu não tenho raiva nem nada do tipo, mais as coisas estão muito complicada para mim. Eu gostaria que fosse mos amigos, mais eu só posso lhe oferecer isso. Eu estava ciente que ela queria muito mais, só que em meu coração não havia espaço para mais ninguém

_Justin se você me aceita como amiga, eu não farei nada. Só quero ficar perto de você, Ser sua amiga. Entendi? Fiquei muito mal com o que você falou a caminho do berçário. Ela estava com a voz tremula, Havia mos chegado ao hotel. Eu desembarquei e paguei a corrida.

Entrei no hotel rapidamente, pois tinha alguns fotógrafos na porta. Não queria ser a estampa de alguma revista. Ela falava mais eu não lhe dava mais a atenção que devia. Passei direto pela recepção e lembrei-me do dia que fiz Ágatha perde o vôo, nunca esquecerei, foi ai que ela viajou comigo.

_Selena estou no hotel, tenho que subir e arrumar minhas coisas. Não posso mais ficar conversando, desculpa mesmo. No avião agente se fala, pode ser? Eu estava apresado para aquela conversa constrangedora acabar.

_Tudo bem, eu estou indo pro aeroporto. Talvez agente pegue o mesmo avião. Mais provavelmente vou mais cedo do que você. Até lá. Ela desligou o celular, eu estava filez pelo fim, mais ainda falaríamos disso e não estava me agradando a idéia.

Fim da ligação

POV JEREMY:

Foi constrangedor para admitir que ela poderia ser minha filha, Justin não me perdoaria. Mais como eu podia deixar isso passar? Foram muitos anos sem eu ter conhecimento dela. Eu tinha que encarar o fato de tudo não passar de um enorme engano. Sai de casa muito cedo, tinha que pegar o primeiro avião para lá.
Tinha que espera o vôo das 03h00min horas da manhã, Era o mais perto que havia.

Em uma tarde de sol eu estava indo à praia sozinho. Estava planejando de ir ver meu filho no hospital. Queria ver meu neto que havia nascido, mais ao chegar ao carro me deparei com um envelope preto. Coloquei minha prancha em cima do carro e peguei o individuo. Ele estava no pára-brisa, O que mais me chamou a atenção foi à cor.

# Caríssimo senhor Bieber, é com grande alegria e satisfação que lhe dou a noticia que, senhorita Ágatha Drumom e sua filha.
Nascida no dia 22-04-1992, e deixada com a mãe por então o senhor Jeremy.
A mesma foi criada ate os 2 por sua mãe, mais ela faleceu. E foi então entregue para seus tios por parte de mãe. Sendo assim por eles entregue ao senhor Leigh e a senhora Mary.
Esperamos que a gora sabendo da história, assuma sua posição de pai e se responsabilize pela sua criação.

Agradecemos atenciosamente

Fiquei pálido, e não acreditei. Fiquei um tempo em baixo da laranjeira que havia em frente a minha casa, reli o documento umas dez vezes. E as datas coincidiam a um período turbulento de minha vida. Fui ao carro e peguei minha prancha, resolvi dar um tempo antes de entra em casa.

Peguei pouca roupa e fui ao encontro de minha suposta filha, tinha uma longa jornada até o aeroporto. Mais consegui um vôo, e foram longos os minutos ate o avião decolar. Na chegada ao hospital só conseguia pensar na expressão de susto de meu filho, queria ver meu neto. Quando pensei nisso, pensei em todos os sentidos. Tanto que era filho de Justin, quanto de Ágatha que podia ser minha filha. Mais Só iria falar sobre isso com ela, após o exame de DNA.

Justin estava vindo com sua mãe e outras pessoas, ele correu até mim e nos meus braços me perguntou se um dois irmãos estavam doentes. Respondi que não, e logo chamei Pattie para uma conversa. Pattie seria minha porta voz para transmitir a justin a tal suspeita.

Fomos caminhando até uma sala reservada, estava tenso e não encontraria as palavras. Ela me deu um tempo, mais isso não solucionaria o problema. Cada minuto seria mais difícil, não só para mim mais para eles.

_Será que você pode começar? Você deve saber que Justin é muito ativo, e imperativo. Não deve colocar a culpa toda em cima de mim. Pattie finalmente sentou- se e fechou a boca. Olhei para ela como que me desculpando por ser tão ausente, queria sim ter sido mais presente. Só que a vida de Justin estava muito longe de minha realidade.

_O problema é muito mais grave que penas acusações toscas e sem sentido, eu tive muito mais culpa em tudo isso. Mais não é por isso que estou aqui, estava pensando em vim ver meu filho e meu neto. Havia sentido duplo quando falava meu neto. _Mais ontem à tarde recebi uma carta da Corte do CANADA. E nela estava escrito uma coisa que não me deixou outra escolha a não ser vir pra cá o mais rápido possível, dizia que Ágatha era minha filha.

_Espera, O que você disse? Está louco! Como você fala assim, Justin nunca te perdoara. Tudo bem que não foi sua culpa, mais agora duvido que seja hora de saber de quem foi à culpa. Mais como se chegou a está conclusão? Ela estava parada, não havia muito a dizer e nem muito a explicar. Tinha que tomar providências.

_Pattie tenho um favor a lhe pedir, sei que será parte mais difícil, só você é a pessoa certa para isso. Pode falar com Justin? Não tenho condições físicas e psicológicas para isso. Já tenho que ver Ágatha, e falar com ela. Será um grande impacto para mim. Precisava que ela falasse com ele, que me promete se isso. Ou eu não ficaria sossegado.

_Claro! Eu falo com ele. Mais você terá que se explicar para ele depois, ela se levantou e abriu a porta de vidro. Estava mos indo para a sala de espera quando vi justin discutindo futilidades com um menino cheguei próximo dele e tive uma visão mais ampla, podendo assim ver o médico de Ágatha.

_Ela está respondendo aos medicamentos, e pode até receber uma visita de cada vez, se não demorarem. O médico estava otimista, eu fiquei feliz ao ouvir aquilo e por ver Justin sorrir de orelha a orelha. Como era de esperar Justin quis vê La, ficar com ela.

_Filho! Eu preciso vê La, não me pergunte nada. Sua mãe vai falar com você, espero que algum dia me perdoe. Eu estava realmente com o coração partido, não queria ter de fazer aquilo. Quer dizer, se for verdade.

_Tudo bem senhor, por aqui. Dei um beijo no alto da cabeça e segui com médico. As surpresas não paravam por ai. Ele me encaminhou por alguns corredores, e logo chegamos ao quarto de Ágatha. Ele me deixou lá e eu fiquei encarando a porta.

Eu adentrei e ela estava dormindo, Sentei em uma poltrona e fiquei a admirando. Como era linda, tinha em sua face marcas que podia ser minhas. Mais havia uma expressão em seu rosto que não conseguia decifrar, mais nem poderia. Perdi todos os momentos marcantes de sua vida. Ela se mexeu e abriu os olhos, pensei como explicar a ela minha presença.

_Oi, eu sou o pai do Justin. Ele teve de sair mais já vem, você é muito bonita. Eu estava admirado com sua beleza, Justin teve um bom gosto. Mais talvez esse gosto fosse só um sentimento de irmão, estava pensando quando pude ver que ela me fitava.

_Está tudo bem senhor? Está se sentindo bem. Ela estava tão fraca e cansada, mais ainda tinha forças para se preocupar com outra pessoa.

_Estou bem, obrigado por pergunta. Vou dar uma saída, chamarei justin, Não vamos lhe deixar sozinha. Aproximei-me e dei um beijo em sua testa. Ela foi doce, estava fria e pálida. Mais também depois de tudo que ela passou não era para menos.

Sai do quarto sem falar mais nada, eu estava profundamente machucado. Como a mãe dela pode fazer isso comigo? Agora estava tudo perdido, minha filha teve um filho com meu filho. Eu tinha de fazer algo. Fui então para o consultório do hospital. Pedi com urgência um exame de DNA, eu não queria permanecer na ignorância. Avisaram-me que o exame só seria realizado amanhã, fiquei um bom tempo pensando no que fazer. Tive a idéia de ir para um hotel, sem ir me despedir de Justin, e dos outros. Não seria uma conversa comum, todos já deviam saber. Queria evitar uma confusão.