Uma Espiã em Minha Vida

26 Capítulo 26 UMA DOENÇA


Notas iniciais
Oi ninas, eu estou muito feliz por está aqui falando com vocês. Eu sou meio complicada de se entender, mais está tudo dando certo.
Tem acontecido umas paradas sinistras, mais já passaram. O que é super bom.

_Justin tenho que ir ao banheiro, sabe como mulher grávida vai ao banheiro? Isso é horrível. Ele riu é depois se despediu, eu estava mesmo precisando ir ao banheiro.

_Então! Ele está mesmo a caminho? E pareci animado? Por que ele pode está vindo para outra coisa, você sabe nem? Ágatha estou falando com você, você ainda está ai? Ela adentrou no banheiro e me viu parada, estava sangrando, não consegui dizer nada. Dei dois passos em direção a ela e cai no chão.

Quando acordei, estava em uma cama, fria e em um quarto sem vida. Mais nele havia algumas centenas de rosas. Estava escuro, eu só conseguia ver a sombra de algumas pessoas andando de um lado a outro do quarto. Eu me sentia enjoada, mais tirando isso estava bem. Senti uma mão fria me tocar, no instinto recolhi a mesma, ligaram a luz do quarto, me tirando do escuro e do vácuo que sentia. Os rostos eram todos conhecidos, Justin estava do lado da cama, provavelmente o que tentou pegar minha mão. Pattie estava em uma cadeira que dava para a janela, mais ela se encontrava fechada. Mari estava no telefone, falava constantemente a palavra “não”. Yasmim estava do lado de Douglas, que estava abraçado com ela. O que eu teria perdido?

_Ela acordou! Oi meu amor, como você se senti? Justin falou pegando minha mão, eu não entendi por que estava em um hospital. Foi só um desmaio, claro! Tinha esquecido do sangramento. Entrei em pânico, se eu tiver perdido meu filho. Passei a mão em minha barriga, ela estava diferente. Estava enorme, eu não entendi. _Está tudo bem meu bombom, ele nascera lindo como você. Justin me deu um beijo na testa, e depois se afastou de mim.

_Oi filha! Estamos todos aqui. Michel foi à cantina. Ele vai ficar muito feliz ao te ver acordada. Ela voltou ao telefone quando ele tocava insistentemente. Pattie que estava sentada, levantou- se e veio ate mim.

_Então! Como se senti? Vai ficar tudo bem, Justin comprou uma casa aqui. Ela falava com um sorriso, eu ainda não estava compreendendo nada, por que minha barriga estava tão grande? E por que Douglas abraçava Yasmim? Não que eu estivesse com ciúmes, mais não fazia o gênero de Douglas.

_Amiga! Eu estava tão preocupada com você. Mais você pareci ótima hoje, não é verdade amor? Ela olhou para Douglas, que assentiu com a cabeça e deu um sorriso. Acho que estava constrangido, mais eu sorri para ele.

_Quando foi que isso aconteceu? Até ontem, ele nem te dava bola. Ela vacilo no olhar, fiquei tensa e o aparelho que estava preso em meu corpo apitou. Todos ficaram tensos, e a enfermeira adentrou no quarto. Ela cutucou em um aparelho, e depois saiu sem falar com ninguém.

_Faz três meses que você está aqui. Depois que você desmaiou não acordou mais. Nós pensávamos tantas coisas, Justin queria te transferir. Mais os médicos não autorizaram. Eles diziam que seria muito perigoso para você é o bebê. Ela estava com os olhos cheios de lágrimas, Mari, Pattie até Douglas, estavam se esforçando para não chorar.

_Por isso minha barriga está tão grande. Mais o que aconteceu? O que eu tenho? Yasmim saiu de cena e Mari ocupou seu lugar. Ela segurou minha mão, e com a outra mão mexia em meu cabelo.

_Você não precisa se preocupar agora, só pensa no seu filho. São quatro meses, como o tempo passa. Ela passou a mão na minha barriga, e depois ajeitou o lençol que me cobria. _Pattie se importa de ir comigo em casa? Não era do feitio de Mari, pedir favores. Algo muito errado estava acontecendo.

_Será que vocês, poderiam me deixar a sós com o Justin? Eu sentia que não poderia adiar a conversa, meu tempo era curto. Eu teria que ser forte, não só por mim. Mais também por ele e pelo bebê. Ele entro no quarto com a cabeça baixa, eu respirei bem fundo para falar.

_Meu anjo, você não precisa dizer nada. Eu quero que você descanse, daqui a pouco vou fazer uma entrevista. Quero que você assista, e me conte como me sai. Ele massageava meus pés, subiu para minhas pernas, foi para minha cintura e parou em meu rosto. Ele encostou seus lábios nos meus, mais muito rápido tirou.

_Justin! Se você tiver que escolher entre mim, e nosso filho. Prometa- me que escolhera a nosso filho, eu não te perdoaria se você me escolhe se. Ele é tão pequeno e ingênuo, você cuida dele? Eu estava querendo uma promessa, ele tinha que me jurar. Eu não podia deixar que ele destruísse com nossas vidas.

_Para de falar essas coisas, você vai cuidar de nosso filho. Eu vou levar vocês para passar umas férias no Caribe. Ele me deu outro beijo, passou a mão em minha barriga. Constrangedoramente grande.

_Me promete que se tiver de escolher, vai se ele com quem você vai ficar. Eu preciso muito ouvir você falar isso. Ele olhou em meus olhos, respirou fundo. E nada disse, se passou alguns minutos e ele me deu outro beijo.

_Eu prometo, vou escolher o bebê. Mais você vai ver, não será preciso. Ele estava tão seguro, queria ter a mesma segurança que ele. Eu respirei com mais dificuldade, ele então soltou minha mão com cuidado e foi até a porta. Chamou uma enfermeira, a mesma que olhou os aparelhos da última vez que necessário.

_Está tudo bem, ela só precisa descansar. Você terá que sair, ela deve está muito cansada. A enfermeira falava para ele, eu estendi minha mão para ele. Como se pudesse atravessar a cama, ele veio até onde eu estava e segurou minha mão.

_Desculpe- me, mais vou ficar com ela. Eu não vou deixa- lá sozinha, nunca mais. Ela assentiu e saiu, deixando eu e Justin a vontade. Ele puxou uma cadeira onde sua mãe estava sentada. Colocou- a perto da cama e sentou.

_Justin! Tem uma coisa que eu preciso muito saber, você teve alguma coisa com a Selena? Não vou lhe julgar se você tiver tido. Afinal, ela é muito bonita. Eu estava ciente de que ele podia mentir para mim, ele podia ficar constrangido por meu estado.

_Não é hora para isso, você tem que descansar. Depois temos essa conversa, tudo bem? Eu assenti com a cabeça e fechei os olhos. Não me importaria morrer agora, pois teria tido a última visão mais linda. Mais ainda tinha que por no mundo, o fruto de meu amor.

_Ela está bem? Alguém pergunto, como eu estava de olhos fechados. Achava que eu dormia. Mais eu tinha certeza que já tinha ouvido aquela voz em algum lugar. Abrir lentamente os olhos, ela iluminou a sala. Selena não me pareceu preocupada de verdade, mais eu também não dei muita importância.

_Sim, eu queria lhe pedir para não vir aqui. Ela está muito fraca e você não faz bem a ela, eu preciso só de um tempo. Ele a acompanhou até a porta, saindo um pouco com ela. Estava eu sozinha, tentando entender e aceitar os caminhos de minha vida. Havia uma televisão em me quarto, mais ela se encontrava desligada. Olhei para os lados de minha cama, tentando encontra o controle.

_Oi Ágatha, você quer o controle? Minha amiga apareceu, eu assenti e ela prontamente pegou o mesmo, que estava em cima da mesa. Onde também tinha algumas rosas. _Justin todo dia compra e troca elas. Da um cheiro muito bom quando ele meche nelas. Ela cheirava as flores.

_Me faz um favor Yasmim, eu me sinto bem. Podia me ajudar a ir ao banheiro? Eu queria que ela não protesta se. Mais estava falando com Yasmim, a rainha das teimosias.

_Você está maluca! Ai se te acontece alguma coisa, nunca mais o Justin lindo vai me perdoa. Nem ninguém da sua família. Ela sentou na cadeira que Justin havia colocado perto da cama.

_Tudo bem, vou sozinha. Será mais difícil, mais não impossível. Eu sentei na cama com dificuldade, ela ficou penalizada e veio me ajudar.

_Isso não vai dar certo, você deve está sendo afetada dos neurônios. Acho que são os remédios, claro é a única explicação. Ela fazia alguns protestos, era bem a cara dela. Fui então para o banheiro, fiz minha higiene necessária. E estava tomando um banho, o sabonete caiu no chão. Eu senti uma necessidade enorme de pega- lo.

_Yasmim, o sabonete caiu no chão. Ela deu um grito do quarto, eu então dei um riso. E algo dentro de mim se moveu. Meu bebê havia se mexido, eu o abracei fortemente. Uma dor percorreu minha espinha, Yasmim adentrou no banheiro e estava vindo pegar o sabonete. _Acho cedo, mais talvez ele queira nascer. Ela me olhou sobressaltada, me ajudou a sair do banheiro. Fomos para o quarto e lá vesti o camisão do hospital.

_Vou chamar a enfermeira, fica ai não fica preocupada, eu já venho. Ela andava até a porta e voltava, justin entro no quarto e me viu molhada. Outro que teve quase um ataque. Eu sentei na cama, e procurei respirar fundo. Meu coração estava acelerado, enfermeiros e um ma queiro logo entram, eles me colocaram na maca. Eu estava tão feliz por meu filho, que a dor ficou em segundo plano.

Notas finais
Gostaria muito de que você flasem o que acharam, quero ter uma ideia do que rola da imaginação de vocês aparti da fic.