Uma Decisão, Uma Consequencia
1 Capítulo 1 - Deixada para trás...
Notas iniciais
ideias brotam do nada na minha cabeça xD
- M-Mas.....
– Não, Amy, você não vai. É muito perigoso – afirmou o ruivo por mais uma vez.
– Você não pode fazer isso – afirmou a garota. – Eu posso ser útil eu sei disso!
– A questão não é essa... Você não vai e pronto.
– Você não manda em mim – berrou a rosada. – Eu vou e fim....
– Já chega – alterou-se a ruiva – Amy você vai ficar nem que eu mande que te amarrem...
– Mas eu.... – insistiu a pequena com os olhos já marejados.
– Você vai ficar. Se for o Jin terá mais trabalho, pois terá que te proteger. Você fica e fim de papo – disse a ruía por fim retirando-se do local juntamente do ruivo.
Ainda de cabeça baixa a rosada retirou-se da sala ignorando qualquer coisa que fosse dito pela comandante que nada fez, pois aquela escolhe havia sido feita por toda a caçada. E também havia o fato de que aquela missão era a definitiva. Eles enfrentariam Astharot... um inimigo que não pode ser subestimado.
– Eles acham que eu sou o elo fraco na equipe – murmurou a garota consigo mesma enquanto localizava-se em seu quarto. – Vou provar para eles que não sou fraca... – disse determinada.
No dia seguinte a caçada partiu para sua missão. E já que estes estavam no QG de Ellia não demorou mais do que alguns dias para que chegassem a Arkimidia.
A rosada seguiu para o mesmo lugar que seus companheiros, mas, diferente deles, que possuíam algumas instruções sobre o caminho, a rosada teve de seguir os rastros de seus amigos. Coisa que não era fácil de fazer e ainda ter de que se virar sozinha, com acampamento e alimentação.
Haviam se passado dez dias desde que a garota partira de QG, provavelmente Lothos já teria dado por sua falta a essa altura e consequentemente lhe daria um grande sermão quando a garota voltasse. Mas ela pouco se importava com aquilo.
A rosada ergueu a cabeça ao ver que sobre o grande portal de madeira entreaberto. Neste havia varias inscrições em uma linguagem desconhecida.
Respirou e inspirou enquanto apertava forte seus chakrans. Adentrou no local já percebendo a pouca iluminação.
Adentrou cada vez mais no local... muitas vezes tendo de forçar a visão para identificar algo na escuridão.
Ultrapassou varias portas e corredores. E sempre por esses lugares notava que, ou não haviam guardas, ou estes encontravam-se desmaiados.
Talvez eles estejam bem sem mim... pensou ela, mas logo afastou o pensamento e continuou a avançar.
Em alguns minutos a menina chagou ao fim do corredor deparando-se assim com uma grande porta de madeira que, aparentemente, parecia muito pesada, pensamento que foi confirmado assim que a garota tentou abri-la.
Com muito esforço a garota conseguiu abrir espaço o suficiente para passar e, no momento em que se encontrava dentro da grande sala, a porta atrás de si fechou-se fazendo um barulho alto.
Logo o olhar da pequena foi para uma figura parada em meio ao grande salão, de onde a única claridade provinha.
Este segurava um corpo aparentemente sem vida.
– Astharot... – murmurou ela fazendo com que o inimigo virasse para encará-la enquanto largava o corpo do moreno agora desacordado.
– Ora, ora.... vejo que sobrou o elo mais fraco – murmurou o dito Astharot encarando a rosada que apenas manteve-se em posição de ataque.
– Não me subestime – avisou-a avançando contra o inimigo.
A batalha manteve-se equilibrada por alguns minutos, mas logo mudanças começaram a ocorrer.
O coração da rosada, que sempre foi doce e gentil, estava pendendo para a obscuridade já que estava se mantinha forte com base do ódio que sentia por ter sido deixada para trás.
Astharot não deixou de perceber isso e ele sabia que, se continuasse daquela maneira.... ele perderia.
A luta cessara por uns instantes. Agora ambos apenas encaravam-se enquanto os poucos membros da caçada que não estavam desacordados assistiam a luta surpresos, tanto por ver a rosada ali, quanto por saber que ela estava tão poderosa que era uma ofensa chamá-la de elo mais frágil.
Nada fora dito e logo a luta recomeçara. O grande salão estava destruído, paredes rachadas.... aos poucos aquele lugar cairia.
A rosada erguera seus chakrans e avançou contra Astharot, mais uma vez. Aquele seria o ataque definitivo da parte de ambos.
Logo a única coisa que se pode ver foram dois riscos cortando o ar. E por fim o som de alguém caindo de joelhos.
– Vejo que há subestimei – murmurou Astharot apoiando-se em sua espada.
A rosada apenas virou-se para encará-lo.
– Você pode ter me vencido, mas para isso teve que entregar-se a escuridão – murmurou ele por fim dando uma sorriso de canto antes de ir de encontro ao chão.
– A-Amy.... – murmurou o imortal – o que v-você fez?
O olhar da rosada foi-se para o imortal que erguia-se com dificuldade. Alguns membros da caçada que estavam despertos podiam ver as sombras que rodeavam a garota.
Antes que a mais nova avançasse contra seus, agora, ex amigos uma mão pousou em seu ombro. Logo o olhar da menina foi-se para o homem parado atrás de si que sorria vitorioso.
Derrotara seu antigo aliado e agora ganhara uma serva poderosa.
O próximo movimento? Trazer Edna de volta.
Duel sorriu para a garota e logo ambos desapareceram frente a caçada.
Agora a Grand Chase não precisa se preocupar sobre o elo mais fraco, afinal a mais fraca agora tornara-se uma inimiga poderosa.... uma inimiga que os conhecia muito bem!
Notas finais
kero coments
bjos ;*
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