Notas iniciais
Nada a declarar!

A madrugada logo vinha com o um tempo escuro, mas não tão feio para impedir á de ir numa corrida de carro com seu “priminho” (sorriu) e ia ser muito emocionante esse desafio. Estava vestida com uma calça moletom de esportes, uma camisa preta regata, uma cacharréu também preta; coloquei um tênis estilo esporte também da mesma cor da calça e fiz um rabo de cabelo.

Desci a escada sem fazer barulho, abri a porta central, olhei para os lados e sai. Fechei-a, andei ate a garagem e o Joe já estava esperando encostado em um de seus carros. Com um sorriso lindo na face!

____Pensei que não vinha mais. – disse sorridente.

____Ate parece. – falei já próxima a ele.

Joe descruzou os braços e falou com uma voz rouca:

____Tenho certeza que essa aposta vai ser inesquecível.

____Claro por que vai perder! – dei um risinho.

Ele riu junto a mim.

___Essa quero ver só.

____Qual carro vai ficar?

____Qual você quiser...

____Hum... Que tal esse ai que esta em cima? – falei fitando-o

Ele olhou meio que torto pra mim e fez com que meu riso prolongasse mais um pouco.

____Vai Joe lindo! Vai?

Fazia manha.

Ele soltou um longo suspiro e passou a mão no cabelo. Fazendo o que me deparasse com aquele gesto quase monótono, fitava atentamente coisa que já fazia com frequência e como se ele advinha-se que estava a olhar ele fala:

____Você adora me provocar mesmo né? – perguntou como se queria dizer outra coisa com essas palavras.

____É meu passatempo predileto. (sorria)

Ele também sorriu.

____Sim pode ficar.

____Brigada!!

Com um sorriso indecifrável Joe saiu de cima do carro e foi ate outro de cor cinza, entrei, fechei a porta, coloquei o cinto e respirei fundo. Virei em sua direção ele estava fazendo o mesmo que eu desviei o rosto e dei a partida...

Já lá fora.

____Aonde vamos?

____Na rua de cima tem uma estrada antiga, depois só seguir reto ate uns13Km mais ou menos. – explicou

___Entendi.

____Me segue. – disse dando a partida

____Certo!

Manobrei o carro, dei a partida e segui-o.

***

Meia hora depois...

Estava dentro de uma estrada que dava para rua de passeio que ñ era tanto frequentada, estacionei o carro (lindo) perto de uma calçada, por que o Joe havia estacionado. Desliguei o carro e sai.

Andei ate ele e logo tava junto dele.

____Por que paramos? – perguntei sem entender nada.

____ Quero te dizer algo.

Só por isso, deve ser então algo importante. Pensei.

Arquei a sobrancelhas.

____Fala.

____No final desta estrada tem uma espécie de um campo parecido com um roseiral, e lá tem um premio se você achar pode ficar com um dos meus carros e ainda pode escolher qual quiser. – terminou ainda olhando para estrada.

____Mas se perder? – perguntei achando aquilo bom de mais.

____Como disse vai ter que fazer tudo que eu quiser. – disse um pouco serio.

____Hum, por mim tudo bem. O que é esse premio?

____É um porta que nem os de joias, quando ver vai saber!

Que mistério!

...

Entramos novamente no carro e dei a partida, fiquei no seu lado esquerdo, olhei pra ele e sorri. Ele também sorriu pra mim, aceleramos e partimos.

(Desculpem, mas não sei narrar campeonato de carros. Então vai ficar meio sem sentido e vou pular para a parte onde um deles ganha). Joe passa na frente uma duas e ate três vezes, enquanto Anika também passava.

***

Não estava mais escuro como antes, agora o céu já aparecia com as nuvens, não tava claro como o dia, porém nem escuro. Digamos que ficou um tempo perfeito para um casal em uma corrida (he he he he).

Quando avistei o campo, estacionei o carro mais perto possível, deliguei, sai e fechei a porta. Onde será que está o Joe? Me vi perguntando.

Olhei para os lados nada ainda dele, bem vamos adiante então. Comecei caminhar, observando tudo ao redor desde a paisagem magnifica a uma pedra; esse era um ótimo lugar para tudo, era tranquilo, lindo e possuía uma forma de trazer coisas boas de viver! _____Será que estava em que lugar? – perguntei para si mesma.

Caminhei mais um pouco e já cansada parei de baixo de uma árvore grande de flores de cor rosa claro, que mais pareciam folhas rosa (sorri), quando batia um vento despencavam umas seguia numa linha ao horizonte e outras caiam como pétalas de uma rosa no chão; sentei-me numa rocha e fechei os olhos num deleite profundo. Curvei as pernas, ia pegar um graveto do chão e encostei-me a um pequeno cofre de madeira com marfim. O.O

____Será que?...

Com a caixinha na mão abri devagar e tinha...

____Parece que você achou. – disse Joe

Levantei a cabeça e não respondi. Ele sentou ao meu lado, pegou a caixinha das minhas mãos e fechou antes que visse o que tinha dentro.

Droga! (droga dois!).

Fiquei ainda calada e dei um longo suspiro.

_____Então qual carro vai querer?

Contemplei mais uma vez aquele horizonte intenso.

____Não sei depois decido isso. – respondi encarando-o.

Ele apenas me fitou.

____Que foi? – perguntou já um pouco constrangida de tanto ele me olhar.

____Nada eu só. Você está diferente. – falou quase em um sussurro.

_____Diferente? – com um sorriso.

_____Sim... Tá mais radiante... Não sei, mas esta diferente. Diria uma mudança pra melhor. – explicou um pouco hesitante.

Corei de vagar.

____Quero o carro que corri hoje, ele é muito bom. – tentei mudar de assunto.

____Por que você sempre faz isso?

_____Isso o que? – falei sem saber.

_____Muda de assunto toda vez que falamos de nós dois ou quando falo algo de você.

Arquei uma sobrancelha sem entender nada com NADA!

(Só você? U.U)

____Desculpa, mais não entendi nada.

Ele soltou um longo suspiro.

____Talvez isso faça com que entenda.

E antes que ela falasse alguma coisa ele segura ela, com outra mão coloca no meu rosto, então ele me olha nos olhos e me beija de um jeito enlouquecedor.

***

O fim de semana passou voando tanto que nem vi direito, minhas amigas já iriam vim para cá, além também da Inês. Entretanto não estava sendo o mesmo desde aquele breve beijo com o Joe no campo. O disso tudo que tinha ganhado um carro lindo!

(Sorte sua U.U).

Fui para a gravadora com os meninos ver a nossa versão das músicas deles.

...

Enquanto isso no aeroporto de Los Angeles.

Três garotas andavam de lá e pra cá; com um carrinho de malas menos a uma morena alta que estava com quatro malas e era a única que estava quase morrendo para empurrar o carrinho de bagagens.

____Quer que ajude moça? – um americano moreno claro de pele bronzeada, olhos claros (castanhos), com uma calça jeans, um camisa polo xadrez, sapato de marca, alto bem desliado e que possuía uma voz marcante.

Sara se vira e o olha.

____Se não for incomodo (sorri).

____Claro que não. – respondeu sorrindo também.

____Brigada. – e dei uma risadinha.

As outras também soltavam risinhos e comentários.

____Para onde vão?

____Para um ponto de taxi que fica ali na frente o carro do hotel já vai estar lá nos esperando. – explicou.

____Hum. E como se chamam senhoritas?

____Eu me chamo Sarah e as outras são Camille e Inês.

____Prazer em conhecê-las me chamo Lucy Paolo. – respondeu com um sorriso lindo.

____O prazer é nosso Lucy Paolo. – fala Inês.

Então no trajeto inteiro ate o taxi vamos conversando sobre tudo e ate tinha descoberto que Lucy Paolo era de uma família com sobrenome Parker.

Um taxi estacionado do hotel “Plaza Turist”; colocamos na porta malas, Camille entrou primeiro e Inês segundo (depois de despedir do gostosão).

____Muito obrigada mesmo Paolo. – fala sorrindo Sara.

____De nada. – com um sorriso em clina e dar lhe um beijo em sua face.

Sara cora um pouco.

____Tchau. – e entra.

____Não ate mais... (Sarah arqueia a sobrancelhas) e ele continua. — ___Ninguém nunca sabe se vamos nos encontrar novamente. – explica.

___Ok ate logo então.

Fecha a porta e o carro parte.

Sim a gente ainda vamos nos encontrar Sarah, pensa com um sorriso indecifrável.

Enquanto isso na gravadora

Os garotos estavam gravando uma música linda!

Toquem o clarim
Tudo terminou
Já não luto mais
Em mim a chama se apagou
O que eu trago aqui
É um coração
Que só pulsa e mim
Dor e solidão

Um soldado
Tão ferido, para prosseguir
Nesse lugar, pra mim nada restou Só deixem-me aqui.

Onde os garotos tavam gravando era em uma sala muito confortável, com cores lindas, cheia de insrtumentos musicais, e na parte de fora onde ficavamos um estúdio com tudo que tinha direito e conforto.

Joe estava no primeiro vocal, Nick no segundo e no teclado; Kevin na guitarra e os outros integrantes da banda em outros instrumentos. Termina o intervalo e o JJ volta a cantar com a mesma explancidade que antes.


Toquem o clarim
Não me importo mais
Perdi a fé em mim
Eu já não sou capaz
Sem uma luz, eu, temo me perder na escuridão
Eu vou ficar aqui
Preso ao chão
Mas pelo ar vendo bem de longe
Há uma voz que diz
“Não esquece quem tu és”
Quem perdido está
Se encontra na coragem
Tenha fé em ti
Não esqueça quem tu és
Sou um soldado então
Pronto para lutar
Pra ser livre enfim
Sou um soldado, sim.

E termina com um eco lindo. Dou um sorriso com orgulho então eles saem e vêm na minha direção.

____ O que achou? – pergunta Joe.

___Eu...

***

Notas finais
Desculpem pela demora!!