Notas iniciais
OBS do texto;
(...) = falas a mais.
“...” = fala do leitor
*...* = fala da autora
OBS da autora:
- Vão ser apenas uns dois capitulos!
-Não deixem de ler, só por que a uma personagem a mais! Saibam que essa fic é mais para comedia!
Boa leitura! =D

- Uma bruxinha muito diferente –

---- apresentação-----

Oi, meu nome é Anitáh Mysaki, tenho 16 anos, estou no segundo colegial, adoro animes, inclusive os românticos e principalmente Inu-yasha. Moro em Santa Catarina-Br.

Tenho 1, 63 de altura, peso 51 kl, tenho cabelo castanhos claros, olhos castanhos escuro, sou magra, etc...

Amo meche no PC, ouvir musica, dançar, sair com os amigos, etc... Detesto, pessoas fingidas, metidas, e odeio funk...

Não sou assanha, mas também não sou santa.

Agora não estou fazendo nada de mais, só estou olhando os sites sobre inu-yasha.

----fim da apresentação----

Anitáh estava mexendo em seu computador, procurando sites sobre inu-yasha. Desde os sete anos, gosta muito de animes, mas sempre teve uma adoração por Inu-yasha. Enquanto pesquisava na pagina no google, viu um link com o nome: Lenda do Inu-yasha. Não resistiu e abriu, era uma lenda que constava no Brasil.

— Que idiotice, o Inu-yasha é Japonês, como podem pensar em fazer uma lenda Brasileira? – Se perguntava.

Como é muito fã de inu-yasha, resolveu ler até o fim. Estava escrito o seguinte:

Você deve ser o escolhido (a) para ir até a época de inu-yasha. Pensava que era apenas mais um desenho cheio de fantasias? Estava enganado (a).Um casal (não importa se sê conhecem), foi escolhido para presenciar que inu-yasha é real. Se você está lendo esta “história” é porque foi escolhido (a). Quer saber como chegar até a era feudal onde inu-yasha vive?

Abaixo da mensagem, havia um botão com a seta para prosseguir, Anitáh não achava que aquilo fosse real, mas achava que seria interessante essa brincadeira. Sem pensar duas vezes clicou na seta para avençar. Depois havia escrito:

Que bom que decidiu continuar, mas ainda não acredita não é verdade? Então vá até o fim e comprove você mesmo (a).

Siga as instruções do mapa abaixo e vá até o local onde se localiza o lago que é a passagem entre as duas eras.

Abaixo do texto havia mesmo um mapa, ela o reconhecera, o lago não ficava longe de sua casa.

-Vou só dar uma olhada, mas para prevenir, vou levar roupas! – pensava feliz, em continuar com aquilo, estava disposta a ir ate o fim, não sabia o por que, mas sentia um pressentimento bom e ruim ao mesmo tempo.

Colocou uma roupa de seu estilo, que era hip hop. Uma camiseta larga, vermelha que na gola ia de um ombro ao outro, e a manga até um pouco antes da metade do braço, uma camiseta preta de alça por baixo, um sinto preto, com enfeites prata, uma calça jeans que vinha até um pouco abaixo do joelho, tênis pretos da olímpicos, pulseiras pratas, três correntes pratas, uma pequena grudada ao pescoço, uma media e uma grande com um coração que ia até os seios, e um brinco grande de argola, prata.

Pegou uma mochila de escola da sexy machine, e colocou umas roupas dentro, uma saia jeans, uma calça leg preta, uma camiseta preta, um boné, e outras coisas como o celular, assessórios etc...

Imprimiu o mapa do site, colocou na mochila, e desceu as escadas, correu até a cozinha, colocou duas bolachas e um suco na bolsa, passou por sua mãe.

-Tchau mãe, eu devo voltar antes do jantar! – chegou à porta, nem ouviu sua mãe lhe dizer Tchau, e já estava a caminho do lago.

Logo se cansou de correr e começou a caminhar, andava e olhava a vista, muito lindo, uma floresta, se via muitos pássaros, arvores e animais. Caminhou pela floresta por uns 15 minutos, até que resolveu olhar o mapa. Pegou a mochila, abriu-a e pegou o mapa. Ao olhá-lo, viu que estava a poucos metros do lago. Continuou andando por 5 minutos, até que finalmente chegou ao lago.

— Finalmente cheguei... Achei que fosse mais perto! – Falou se sentando numa pedra. – Acho que foi uma perda de tempo, mas foi legal. – Falava rindo de si mesma.

Levantou-se e caminhou até o lago, o lugar estava muito calmo, ela sentia um pressentimento, provocante. Ia olhando fixamente para dentro do lago em quanto caminhava, quando estava próxima a beirada do lago, tropeçou em uma raiz da árvore, e caiu dentro do lago.

-AHHH – gritou ao tropeçar, sentiu seu corpo se chocar contra a água, mas, não se sentia molhada, e sua queda parecia não ter fim. – O que esta havendo? – pensava enquanto abria os olhos.

Quando abriu os olhos não estava na água, não sabia onde estava, era incomum. Quando aquilo acabou, se encontrava, em um simples vilarejo, sentada a beira de um lago. Olhou bem para o lugar, deva estar dormindo, era igual ao vilarejo da velha kaede do Inu-yasha. Levantou-se e saiu andando, todas a olhavam com cara de assustados.

— Agora sei como a Kagome se sentia. – pensava com uma gota na cabeça.

Ia caminhando e apreciando tudo o que via. Quando chegou próxima a cabana da Kaede, de longe avistou Inu-yasha e seus amigos. Se aquilo fosse um sonho, não queria acordar. Era muito divertido saber que conheceria o inu-yasha em carne e osso.

Animou-se e saiu correndo, todos achavam aquela garota estranha, mas não a fizeram nada. Quando ela alcançou inu-yasha e seus amigos, parou de correr e olhou para Inu-yasha.

Todos do grupo a olhavam com duvida, o que ela fazia aqui, e o por que de estar aqui, pelo que sabem, só kagome pode voltar ao passado.

-INU-YASHA!!! — Gritou Anitáh, pulando no pescoço de inu-yasha.

— Hei, me solta! Eu nem te conheço! – Brigava inu-yasha.

— O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO??? – Falava Kagome muito irritada.

— Ah, desculpe – soltando Inu-yasha. – Eu me chamo Anitáh Mysaki, tenho 16 anos e moro no Brasil. – Se apresentava. – Embora não me conheçam, eu conheço a todos! – Ainda não acreditava que estava ali, mas ”continuou” fingindo ser algo normal. – Seu nome é kagome. – apontou para kagome – O seu é sango. – apontou para sango. – O seu é Miroku. — apontou para Miroku. – O seu é Shippou, a raposinha fofa da turma. – apontou empolgada para shippou. – E claro você é o Inu-yasha, como já havia dito. – Sorriu.

-Como você nos conhece? – perguntou sango.

-Simples, na minha era, inu-yasha virou uma serie de TV.

— O que é TV? – perguntou shippou.

-Serie de TV?!? – falou kagome. – Mas como?

— Uma pessoa que presenciou grande parte da história, escreveu um livro em quadrinhos, ou melhor, um mangá que depois virou uma serie de TV. – Falava Anitáh sorrindo.

A pergunta que shippou havia feito ficou por aquilo, não conseguiu saber o que era uma TV. E Kagome, não acreditava que a aventura deles seria famosa, nem que a menina, era de um futuro mais distante que o dela mesma.

— Venham comer! – Gritou kaede, aparecendo na porta.

-Fique com agente enquanto não volta para sua era! – Convidou Miroku.

Anitáh fingiu não saber o que ele faria depois, porem, sango se antecipou e puxou Miroku primeiro para longe. Todos andaram em direção a cabana, sendo seguidos pela menina nova.

Quando entraram na cabana kaede logo ficou boquiaberta.

-Quem é ela? — Perguntou kaede.

— Sou Anitáh, e venho de um futuro, mais distante que o de Kagome. – Falava contente. – Prazer dona kaede.

— Ela conhece todo mundo mesmo! – Falou shippou.

— Conheço sim, inclusive, a odiada kikyou, sem ofensas Inu-yasha. – Inu-yasha não gostou muito do que a menina disse, mas evitou uma briga. – O apaixonado Kouga, o vilão Naraku, o meio irmão de Inu-yasha, sesshomaru e muitos outros. – Concluiu se sentando perto a fogueira.

Kaede apenas que entregou um pote com sopa, comeram sem falar nada, apenas não acreditavam no que acontecia, a turma de inu-yasha não acreditava que Anitáh estava mesmo ali, e Anitáh, não acreditava em estar ali.

— Obrigada pela comida! – falou se levantando e indo colocar a mochila em um canto da cabana.

Logo quando se virou para a turma, viu inu-yasha saindo, esperou um tempo e foi “atrás” dele.

— Vou dar uma volta. – Nem esperou resposta e saiu da cabana.

Caminhou até a arvore que inu-yasha passava a noite normalmente. Olhou para cima, e lá estava ele.

— Queria conseguir chegar lá... – Ao pensar isso, do nada estava sentada na arvore junto a inu-yasha. – Eu também ganhei poderes ao vir para cá! – Falou animada.

— Como você fez isso?! – perguntou inu-yasha pasmo.

— Acho que ao vir para cá, ganhei poderes de uma bruxa ou feiticeira, sei lá... – falou rindo. – Hei, inu-yasha, você ficou bravo por ter falado aquilo da kikyou não é?

Inu-yasha não respondeu no começo, mas depois percebeu que ela continuaria a insistir e falou logo.

— Não, reconheci que ela fez muito mal a todos, mas não gosto de lembrar de sua morte.

— Entendo, então ela morreu mesmo? – perguntou um pouco sem jeito.

-Sim. – falou olhando de lado.

Ele voltou a olhar para ela, e ela deu um sorriso.

— Vou até um lugar que sempre quis conhecer, e não vou perder a oportunidade. – pulou da arvore, e desejou estar no chão, então ela some no ar e aparece no chão. – TCHAU!

— Tchau...

Ela saiu andando em direção a floresta onde inu-yasha fora lacrado, queria ir até a arvore sagrada. Sempre quisera conhecê-la, era a ligação entre os dois mundos, e entre o amor de inu-yasha e kagome. Quando finalmente chegou, ficou cabisbaixa.

Era linda realmente, havia a marca de onde a flecha havia acertado.

— Tive uma idéia... Vou ajudar inu-yasha a se declarar para kagome... Vou fazer ciúme na kagome, daí ela vai querer ir embora, e o inu-yasha não vai deixar e vai se declarar! – pensava muito contente com a idéia. – Não vou embora daqui antes de comprir isso... Meu! Esqueci da minha casa, tenho que arranjar um jeito de voltar amanhã e havisar minha mãe que vou ficar longe um tempo... E claro... Pegar umas roupas.

Anitáh estava tão empolgada que nem viu um youkai se aproximar e atacar.

— AHHH! – Levou um susto, mas conseguiu desviar. – O meu filho, se ta loco tah? Que foi que eu te fiz?

O youkai a olhou de um jeito estranho, por causa do palavreado.

— O que eu faço, tenho que pensa em algo pra ataca... Já sei! – ela pensou e uma pena gigante apareceu em sua mão. Ela se aproximou e fez cócegas na barriga do youkai.

Inu-yasha havia isso ajudá-la, quando chegou, achou aquela cena ridícula...

— O que esta havendo aqui? – perguntou inu-yasha com uma gota na cabeça.

— Esse youkai me atacou, daí eu desejei uma pena gigante pra faze cócega nele... – falava rindo da situação.

— Deixa isso comigo... – Falou inu-yasha atacando o youkai.

— Acho que eu não sirvo pra luta... – pensava Anitáh triste.

(“coitada T.T” *Quem é você? O.O* “Não sou eu, somos nós! =D Nós somos os leitores!” *Saiam da minha história! Ò.Ó* “não!=P Volta logo a escreve!Ò.Ó” * Qui merda... Ok T.T *)

Depois de um minuto mais ou menos, inu-yasha já havia derrotado o youkai. Ele se vira para Anitáh.

— Você esta bem? – Ela apenas da sinal positivo com a cabeça. – Vamos voltar para a cabana da kaede, aqui é perigoso.

— Ok. – falou e o seguiu até a cabana da dona kaede. – Tenho que começar o meu plano hoje mesmo! – pensava.

(* Pêra ai que plano é mesmo? * “ De uni a kagome e o inu! Que escritora idiota...” *Vou parar de escrever então... Ò.ó* “ Era brincadeira escritora linda! *-*” *Bom mesmo! Vamos volta para a história...*)

Quando os dois chegaram na cabana, kagome logo notou um corte na perna de Anitáh, nem ela mesma havia notado...

— O que foi esse corte? – perguntou kagome.

— Não foi nada... – Falou Anitáh – Um youkai me atacou.

— E ela, descobriu que é uma feiticeira, daí desejou uma pena gigante para fazer cócegas no youkai. – zombava inu-yasha.

— Ora seu.. – falava Anitáh brava. – Você vai vê! – falava – QUERO QUE TROVÕES ACERTEM O INU-YASHA! – do nada, dentro da cabana, um monte de trovões caem sobre o inu-yasha.

— AHh- gritava inu-yasha. – ISSO DOI! MANDA PARA!

— Parem!- falou Anitáh, já mais calma.

— O que foi isso!? – pensavam todos...

Todos estavam boquiabertos com aqueles poderes. Como ela fizera aquilo, era uma garota normal, de uma era avançada.

— Vou dormir lá fora... – falava inu-yasha bravo por ter sido derrotado por uma humana.

— Pêra ai Inu-yasha. – Ela correu ate ele, ele parou de andar, e a olhou, ela olhou de canto para kagome e viu que estava olhando, deu um beijo na bochecha de inu-yasha. – Obrigada por me salvar!

— Atrevida! – berrou kagome.

Inu-yasha com cora com aquela atitude.

— Feh, isso não foi nada... – se vira e sai da cabana.

— Por que fez aquilo? – perguntava uma kagome muito ciumenta.

— Ora, como agradecimento! Vai dize que na sua era isso significa mais que amizade?! – zombava Anitáh. Depois continuando, num tom que apenas kagome ouvi-se muito mal. – Alem disso, ele precisa de alguém que tenha iniciativa. – deu um leve sorriso e se dirige a fogueira.

— Mas o que ela quer dizer com isso? – pensava kagome assustada.

(“Aff a Kagome não sabe nem defende o Inu-yasha, a menina se atira em cima e ela nem liga tanto... -.- “ * vc’s não param de interrompe não??? Ò.Ó* “TEMOS NOSSOS DIREITOS!” * A história é minha, eu que falo quais são seus direitos!!! Ò.ó * “Ok.... qui medoo! Ç.Ç”)

Kagome estava intrigada com a fala de Anitáh. Pensava se Anitáh estava interessada em Inu-yasha. Ou teria outro motivo? Seja o que fosse ela iria descobrir.

Já era madrugada, Kagome não conseguia dormir, então resolve ir ver como Inu-yasha estava. Quando chega ate a arvore em que Inu-yasha sempre dormia, vê algo intrigante. Anitáh junto a Inu-yasha em cima da árvore. E pelo que via, Inu-yasha estava não ocupado que nem sentira seu cheiro!

Ficou escondida atrás de uma árvore para ouvir sobre o que falavam.

-Inu-yasha, você esconde, mas sente muita falta de sua mãe, não é?

-Sinto sim, e gostaria de ter conhecido meu pai.

Kagome que ouvia de trás da árvore, não entendia. Inu-yasha nunca quisera falar sobre sua família com ninguém!

— Inu-yasha, eu sei que se sente culpado pela morte da kikyou, mas não adiante se culpar! O que ela sentia por você era apenas um ódio que o levaria para o inferno junto a ela! Esqueça o passado e viva o presente!

— Quer que eu esqueça meu 1° amor? – perguntou inu-yasha a olhando de canto.

— Na verdade, ninguém consegue esquecer o 1° amor, quero dizer que você deve encontrar outro, alguem que goste realmente de você como você é!

— Na verdade, acho que já amo outra pessoa, mais do que amava kikyou... Mas acho que ela não sente o mesmo por mim!

Nesse momento o coração de kagome acelera.

-Inu-yasha... Você se apaixonou pela Anitáh? – Pensava kagome.

Kagome já não queria mais ficar ali, precisava ir embora. Não pensou duas vezes, correu o mais rápido que pode para o posso. Quando chegou lá, percebera que não havia como voltar a sua terra. O posso estava sendo bloqueado por uma barreira.

-Quem será que bloqueou a passagem pelo poço? – se perguntava kagome.

Nem pensou em quebrar a barreira, volto abalada para a cabana, e se deitou.

Notas finais
Espero que gostem do 1º capitulo, o proximo já o ultimo! Por favor comentem, falem se esta boa ou se esta ruim! Arigatou!