Um uniforme para Mei rin
1 Um uniforme para Mei rin
Notas iniciais
Espero que gostem
Divirtam-se.
Ciel estava tomando seu café da manhã em um dia como todos os outros. Sebastian estava em pé ao seu lado aguardando qualquer ordem que seu amo pudesse dar, mas este só estava preocupado em saborear a fatia de bolo de chocolate belga e gianduia que tinha à sua frente.
Ouviram o toque da campainha e Sebastian foi atender a porta. Voltou alguns minutos mais tarde.
_Quem era Sebastian?
_Um mensageiro. Trouxe uma carta — o mordomo estendeu o envelope para o menor.
_Rainha? — perguntou puxando suavemente o papel dos dedos do mordomo.
_Creio que não. É da senhorita Hopkins.
_Ora…
O que a estilista Nina Hopkins queria com ele? Ciel havia encomendado a troca de uniforme de todos os empregados da casa há cerca de vinte dias. Não podia já estar pronto.
O conde abriu a carta e viu que se tratava na verdade de um bilhete.
“Bom dia senhor Phantomhive,
Sinto muito em incomodá-lo e peço que me desculpe mas, por um erro meu, solicito que a senhorita Mei rin possa vir ao meu ateliê esta tarde.
Preciso tirar novamente suas medidas e estou impossibilitada de ir até a sua mansão pois estou supervisionando a confecção dos outros uniformes.
Desde já agradeço a compreensão e novamente peço desculpas.”
Nina Hopkins.
_ Sebastian, após o almoço peça para Mei rin ir até o ateliê da senhorita Hopkins. Ela precisa tirar novamente as medidas — falou dobrando novamente o papel e o devolvendo para o mordomo.
_Sim, milorde — Sebastian fez uma pequena reverência e saiu para adiantar os serviços.
****
_Ateliê da Nina Hopkins? M-m-mas po-por quê?
Mei rin tremia um pouco.
_Parece que ela tirou suas medidas erradas — falou calmamente Sebastian.
_T-tu-tudo b-bem. E-eu posso f-ficar com e-esse uniforme. Ele está bom.
Sebastian ficou mais sério do que já estava.
_O Jovem amo encomendou uniformes novos para todos os empregados da mansão. Não compete a você decidir isso.
Mei rin ameaçava chorar.
_M-mas eu não quero ir.
Sebastian fechou a expressão para ela, que gaguejou ainda mais.
_T-t-tu-tudo b-b-bem. Eu vou.
_Ótimo. Depois do almoço, uma carruagem a estará esperando para levá-la e depois trazê-la de volta — deu as costas para a criada deixando-a totalmente apavorada.
****
Mei rin tentava se acalmar dentro da carruagem que sacolejava rumo à cidade. Não podia deixar de se lembrar de todas as vezes que a senhorita Hopkins a molestou, nunca perdendo a chance de a agarrar ou a apalpar.
A empregada sempre tivera o cuidado de não ficar sozinha com a estilista, o que era fácil na mansão — Bard e Finny sempre estavam por perto — mas agora Mei rin estava tensa.
"As ajudantes dela estarão lá" — pensou tentando se acalmar.
Finalmente a carruagem parou e foi uma Mei rin pálida e mais trêmula ainda que desceu em frente à bonita fachada do ateliê da famosa e talentosa Nina Hopkins.
Mei rin engoliu em seco, ajeitou os óculos e abriu a porta envidraçada. Não havia ninguém na recepção, o que deixou Mei rin desconfiada, esperou alguns minutos mas, como ninguém apareceu, resolveu entrar na sala onde os clientes tiram medidas e fazem as provas.
_ Com licença — falou num tom mais alto — Tem alguém aí?
Não havia ninguém na sala de provas mas ouviu o som de passos vindos do fundo do ateliê.
_ Senhorita Mei rin! Que bom que a senhorita veio! — exclamou a estilista surgindo de uma porta e ajeitando o cabelo que estava preso no habitual rabo de cavalo lateral.
_ A s-se-senhori-rita m-mandou m-me cha-chamar.
Nina caminhou até a porta e virou uma plaquinha, depois girou a chave na fechadura, trancando o ateliê. Mei rin começou a suar frio.
_ Sim sim, eu sei. Venha — chamou, conduzindo a ruiva para os fundos do salão .
_ Não precisa gaguejar tanto. Eu não mordo...muito — riu, fazendo Mei rin estremecer.
"O que ela vai fazer comigo? "- pensou desesperada.
_ Onde e-estão as suas ajudantes?
_ Ah, eu dei uma tarde de folga para elas — respondeu Nina enroscando o braço no braço da Mei rin como se fossem amigas passeando durante o intervalo da escola.
Chegaram à uma outra sala.
_Q-quer dizer que estamos so-sozinhas?
_Isso mesmo — o tom da Nina era alegre e descontraído — Esse é o meu escritório, aqui podemos ficar mais à vontade.
O escritório de Nina era uma sala grande com uma longa mesa para cortar tecidos, um manequim no canto com uma roupa de maid ainda em processo de costura, uma escrivaninha com muitos desenhos de roupas, uma máquina de costura e um sofá.
Mei rin ficou parada em pé no meio do escritório, parecia uma estátua, exceto pelas mãos que apertavam nervosamente uma na outra.
_Ora, não fique tão nervosa — falou perto do ouvido da ruiva, causando o efeito contrário e indo em direção à mesa — Vamos começar?
_ O QUÊ? — Mei rin não pôde evitar que sua voz saísse mais alta.
_ Tirar as medidas, ora — sorriu e esticou a fita métrica.
_ Ah sim, claro — respirou aliviada.
"Talvez eu tenha exagerado nas suspeitas".
_ Vamos. Tire a roupa agora — mandou a morena.
"Talvez não"
_Pode medir por cima da roupa, não tem problema.
_ Lógico que tem. As medidas ficarão erradas. Você quer vir aqui outra vez? — sorriu maliciosa.
_ Não, não, não.
Mei rin começou a desabotoar lentamente vestido, seus dedos tremiam e dificultavam a tarefa. Estava com medo do olhar guloso que a estilista lançava para ela. Nina, por sua vez, se deliciava com a visão da ruivinha se despindo na sua frente.
Havia planejado tudo para ficar sozinha com ela. Era óbvio que nunca havia errado nas medidas — isso era só uma desculpa para atrair Mei rin e trazê-la ao seu ateliê, já que nunca conseguiria fazer o que queria dentro daquela mansão.
Mei rin tinha acabado de tirar o vestido e o espartilho, ficando apenas com a roupa íntima e a combinação que não era nada mais do que uma bata curta de tecido muito fino e transparente. Cruzou os braços na frente dos seios, tentando escondê-los.
_ Não os esconda — Nina puxou os braços da outra — Eles são bonitos e firmes — falou os apalpando e deixando a Mei rin completamente vermelha.
Nina riu da vergonha da outra e começou a tirar as medidas, começando pelas costas.
_ Sabe Mei rin. .. Posso te chamar de Mei rin não é?
Mei rin acentiu com a cabeça e Nina continuou.
_ Você é muito bonita. Não tem namorado?
_ Não.
"Por que respondi tão rápido? Podia ter dito que tinha. Talvez ela parasse de fazer essas coisas vergonhosas".
As coisas vergonhosas eram as apalpadas que a morena dava nela, uma segurada mais firme na cintura, um deslizar de dedos na lateral do corpo, a curta distância entre os corpos a ponto da Mei rin sentir o calor que emanava da Nina.
_ Que pena não é? Os homens são uns tolos mesmo. Mas é melhor para mim… — Nina a abraçou por trás, afundou o nariz no pescoço da outra e inalou profundamente.
_Você cheira bem — comentou a apertando mais. Mei rin sentiu seu corpo arrepiar completamente.
_Pára, por favor, senhorita Hopkins.
_Me chame de Nina.
A estilista girou Mei rin para que ficassem de frente uma para a outra, passou a fita pelas costas, ficando com o rosto muito perto do busto, não resistiu e pressionou os lábios ali, sobre o tecido fino. Mei rin sentiu o calor dos lábios da Nina sobre os seios. Ela não gostava de mulheres, na verdade nunca havia pensado nessa possibilidade mas, aqueles toques sutis estavam mexendo com ela. Deixando a mole e ansiando por mais. Mas outro lado dela rejeitava esses toques.
_Nina…- deixou escapar um suspiro.
A morena não resistiu mais, segurou a ruiva pela cintura e encostou os lábios nos dela, um beijo casto.
Mei rin se assustou e a empurrou bruscamente, Nina cambaleou um pouco para trás, mas se aproximou novamente.
_Pára com isso. Por quê você me beijou? — perguntou corando terrivelmente.
_Você nunca pensou nessa possibilidade? Não quer experimentar algo diferente? — seu tom de voz era provocante.
Novamente Nina estava abraçando Mei rin, as duas eram praticamente da mesma altura. Nina conseguiu capturar o pescoço da outra e começou a beijar lentamente a pele branca. Mei rin começou a arrepiar.
_Por favor Nina. Eu...eu…
Não conseguiu dizer mais nada, Nina colou seus lábios nos dela, tão macios… tão cheios… tinham gosto de cereja, sentiu seu sexo se contrair, já estava molhada pela ruiva, a abraçou com força, sentindo seus seios serem comprimidos pelos dela, gemeu excitada.
Mei rin, num movimento rápido, conseguiu afastar o beijo.
_Não — sussurrou trêmula, se afastou da outra indo em direção à porta.
Nina a segurou pelo pulso e a jogou na parede, a prensando.
_Sabe a vantagem e a desvantagem de ser mulher, Mei rin? — perguntou, os lábios muito próximos dos da criada, que não respondeu mas a olhou nos olhos, Nina pôde ver a curiosidade nos olhos da ruiva.
_ A desvantagem é que ninguém consegue perceber o quanto você está excitada, a não ser que você diga — Nina levou uma mão ao seio da outra, segurou firmemente e o massageou, era firme, grande e encheu a mão da estilista que depositou um beijo no canto da boca da Mei rin — Eu estou tão molhada por você, Mei rin — declarou.
A ruiva fechou os olhos por um segundo. Não sabia como agir com aquela declaração, mas se sentia quente entre as pernas e ofegante.
_Me diz, Mei rin — continuou — Você não quer experimentar? — desceu a boca para o pescoço da ruiva, onde beijou e mordiscou a pele macia, apertou-a mais de encontro à parede, as mãos continuaram massageando os seios, ela sentiu os mamilos ficarem duros sob o tecido, apertou-os entre os dedos, levou um dos joelhos entre as pernas da outra, separando-as — Me deixe tocar você, te excitar. Me deixe te mostrar a vantagem.
_Q-qual é? — perguntou não conseguindo esconder a curiosidade.
Nina sorriu.
_Nós podemos gozar várias vezes seguidas. É o que eu pretendo fazer com você, Mei rin. Fazer você gozar várias vezes.
Nina desceu a mão até o local, apalpou o sexo da outra, pressionando os dedos.
_Aahhh — Mei rin gemeu baixinho, as mãos nos ombros da outra mulher.
A estilista então deslizou a mão por baixo da combinação, afastou a roupa de baixo para o lado e tocou a vagina, afastou os grandes lábios e adentrou com os dedos a mucosa quente e molhada, soltou um gemido ao perceber o estado da outra.
_Mei rin, você está excitada!- declarou a descoberta como se fosse uma coisa impossível de acontecer. E era, pelo menos era isso que Nina pensava, já que a Mei rin sempre fugia das suas investidas.
Nina não parou por aí, moveu os dedos acariciando o clitóris em movimentos circulares, enviando ondas de prazer ao centro nervoso da ruiva que não conseguia mais se conter.
_HAaahhhh ah ah — esses sons excitavam Nina mais do que qualquer coisa, ela queria degustar a outra mulher, sentir seu cheiro, ouvir ela gemer cada vez mais e estremecer apertando seus dedos no seu interior.
_Mei rin — gemeu. Ela encaixou uma das pernas da Mei-rin entre as suas próprias e começou a se mover ali, pressionando o seu sexo contra a coxa da companheira, tentando desesperadamente um pouco a alívio para o tesão que estava sentindo. Continuou beijando seu pescoço e colo.
Escorregou um dedo do clitóris para a entrada da vagina e ele entrou macio, ela estava muito lubrificada e quente. Nina inseriu mais um dedos e sentiu as paredes da Mei rin a apertarem em protesto contra a invasão, empurrou mais e os moveu flexionando.
Mei rin jogou a cabeça para trás, gemendo mais alto.
Então empurrou Nina para longe, puxando a mão invasora para fora da sua roupa, mesmo assim sentiu prazer quando os dedos escorregaram para fora.
_Pára! Eu vou embora! — começou a pegar o vestido que estava no chão, tentando manter distância daquela que estava mexendo tanto com seu corpo e mente.
_Não! Não vá! — exclamou, capturou-a pela cintura e a pôs de volta contra a parede.Usou todo o seu peso para prendê-la no local.
_Por favor, eu preciso de você. Você é tão linda! — beijou ternamente os lábios da ruiva, que estava nervosa demais para conseguir afastá-la novamente, e no fundo, estava começando a gostar das carícias — Seus cabelos…- Nina começou a acariciar as madeixas, puxando os grampos, os cabelos caíram numa cascata de fogo até o meio das costas- têm uma cor fantástica, seu rosto…- tocou com a ponta dos dedos as maçãs rosto da mulher que sentiu o próprio cheiro na outra e isso, estranhamente , a excitou — é tão puro e delicado e os seus lábios então… — contornou os lábios da ruiva, quase como se pudesse ler a outra e imprimir sua imagem na memória- cheios, rosados e tão suculentos… deixe-me beijá-la Mei rin.
Nina estendeu o rosto para frente e capturou o objeto do seu desejo, dessa vez Mei rin correspondeu ao beijo timidamente. Mas interrompeu o beijo, ofegante.
_Nina, nós não podemos… — falou fracamente.
_Podemos. Se você quiser, podemos sim. Eu te quero tanto — escondeu o rosto na curva do pescoço e trilhou com beijos até o lóbulo da orelha onde mordiscou,sentiu a ruiva prender a respiração.
_Quero ver os seus olhos Mei rin, devem ser tão lindos quanto o resto.
Mei rin acordou do torpor de prazer tarde demais, Nina arrancou os óculos dela e os jogou de lado. Mei rin abaixou a cabeça e Nina percebeu que havia algo de errado com a outra, algo diferente. Um riso baixo escapou da boca da ruiva que quando ergueu a cabeça, Nina pôde ver as pupilas se dilatando. Num movimento rápido, Mei rin segurou Nina pelo pulso, o torceu e girou a outra, jogando-a na parede e invertendo as posições. Nina ofegou, surpresa pela mudança de atitude da outra.
_Então você me quer? — perguntou levando as duas mãos aos seios da morena e os apertando.
Rapidamente desabotoou o colete marrom da estilista e ergueu a camisa branca descobrindo os dois montes, massageou-os e pressionou os mamilos rosados entre os indicadores e polegares. Nina gemeu de prazer.
Sem dizer mais nada Mei rin abaixou a cabeça e tomou um dos mamilos na boca, sugando o bico enquanto massageava ao redor. Empurrou uma coxa entre as pernas da moça e pressionou o sexo da outra, segurando na cintura fina e movimentando o quadril da estilista na própria coxa, com movimentos de vai e vem. Sugou e mordiscou o outro mamilo, deixando ambos vermelhos e inchados.
Nina gemeu mais alto, enlaçando o pescoço da ruiva que começou a beijar e sugar a pele do pescoço, fazendo ela pender a cabeça para o lado, dando mais liberdade de movimentos para a ruiva.
_Mei rin — gemeu, estava muito excitada, sua roupa de baixo estava completamente ensopada e precisava desesperadamente gozar.
Mei rin se mantinha calada, mas algo estava muito diferente, desde as suas atitudes até o modo como olhava para a outra. Parecia outra pessoa, não que Nina estivesse achando ruim essa mudança, apenas diferente.
Nina puxou o rosto da outra e ambas se beijaram. Mei rin, escorregou a língua para dentro da boca da Nina e explorou a cavidade com volúpia, seus lábios se moviam sedutoramente sobre os da morena que gemia e afundava os dedos na cabeleira ruiva, os segurando, não deixando ela se afastar, embora Mei rin não mostrasse qualquer intenção nesse sentido, continuou explorando a boca da morena, sugando sua língua, a deixando sem fôlego e quando esta se afastou ofegante em busca de oxigênio, voltou sua atenção aos seios dela, que eram menores e redondos, aproveitou para beijar a pele macia, lambendo, beijando e mordiscando até chegar ao bico, onde sugou mais forte.
Desceu as mãos, desabotoou o shorts e o deixou cair no chão, levou as mãos entre as pernas da Nina, afastando a roupa íntima e massageando o clitóris assim como Nina havia feito com ela há poucos instantes. Continuou massageando e apertando-o entre os dedos, Nina gemia muito alto, movendo o quadril inconscientemente para frente e para trás, estava corada, com os olhos fechados e respirando pela boca.
O limite estava próximo, muito próximo e Nina queria desesperadamente atingi-lo mas Mei rin retirou dedos negando o orgasmo à outra.
Nina abriu os olhos, Mei rin sorriu, levou os próprios dedos com a lubrificação da outra aos lábios e os lambeu, enfiando os dedos na boca e os chupando lascivamente.
_Delicioso — comentou fazendo a outra corar.
Nina abriu a boca uma, duas vezes, mas não conseguiu falar nada. “Onde está aquela Mei rin tímida e arredia?” — se perguntou.
Mei rin a beijou, deixando ela sentir o próprio gosto e então perguntou:
_Aonde você quer? No sofá ou aqui mesmo no chão?
A pergunta direta acabou por deixar a estilista, sempre tão avançanda, um pouco tímida.
Baixou um pouco os olhos ao responder:
_No sofá.
_Venha então.
Mei voltou a beijá-la, a conduzindo ao espaçoso sofá até que a morena estivesse sentada. Ajoelhou-se no chão e afastou as pernas dela, apoiando os calcanhares na borda do assento, deixando Nina completamente aberta e vulnerável, então levou a cabeça até ali e lambeu, primeiro por cima dos grandes lábios, aproveitando os poucos pelos ralos de cor castanho claro, depois abriu a fenda com o indicador e polegar de uma mão e deu uma grande lambida, atingindo os pequenos lábios e o clitóris.
_HHHHHHAAAAAAA — Nina gritou,o prazer atingindo-a no seu centro de prazer.
Mei rin, ainda não satisfeita, continuou estimulando o clitóris com movimentos rápidos e enlouquecedores da língua e então sugou a entrada, tomando todo os fluidos que a outra liberava.
Nina só conseguia gemer e sussurrar o nome da ruiva. Mei rin então a penetrou com dois dedos, movendo-os e continuou a estimulá-la com a língua. Nina acabou por gozar na boca da outra, gritando e contraindo a musculatura vaginal em torno dos dedos.
Mei rin voltou a lambê-los, sentou-se ao lado da Nina que se recuperava do orgasmo, beijou-a no rosto e depois na boca.
_Minha vez de te dar prazer — declarou Nina.
_Nossa vez então — respondeu Mei rin.
As duas se deitaram no sofá, abraçadas e com as pernas enroscadas, abertas uma para a outra. Nina inseriu os dedos na entrada da Mei rin e começou a movê-los, atingindo o ponto G e fazendo Mei rin gozar quase instantaneamente. Porém não deu trégua, continuou movendo-se, Mei rin também tinha penetrado a outra com os dedos e ambas masturbavam uma a outra, entregues ao prazer trocado. Beijavam-se na boca e nos seios, pescoço e ombros. E chegaram ao clímax muitas vezes juntas até que atingiram a exaustão e ficaram abraçadas esperando os corpos pararem de tremer por causa de tantos orgasmos próximos.
Depois disso, Nina se vestiu e Mei rin fez o mesmo, não sem antes se lavarem no banheiro. Mei rin então, antes de sair colocou os óculos e, como num passe de mágica, lá estava a criada atrapalhada e trêmula de volta. Nina estranhou muito, mas amava a criada atrapalhada e amou a mulher quente e decidida que conhecera esta tarde.
_E-então n-não há erro c-com meu uni-uniforme? — perguntou antes de sair.
_Não — Nina balançou a cabeça negativamente.
_Ah.
Nina levou Mei rin até a porta do ateliê e antes que abrisse a porta Mei rin segurou a sua mão. Baixou os óculos um pouco, sorriu sedutoramente e falou olhando-a por cima da armação das lentes:
_Que pena! Eu adoraria vir aqui mais vezes — piscou um olho e sapecou um selinho na boca da morena que ficou paralizada.
Mei rin ajeitou os óculos, abriu a porta, saiu e entrou na carruagem que a aguardava voltando então para a mansão Phantomhive.
Voltou o caminho todo sentindo e se deliciando com o cheiro da Nina que ficou impregnado nos seus dedos.
“E agora? Como esquecer essa tarde?” — pensou.
E chegou à conclusão que jamais queria esquecer esse momento único que viveu com a famosa e bem sucedida estilista Nina Hopkins.
Notas finais
Espero que tenham gostado.
Caso tenham interesse, escrevo outras fanfics de Kuroshitsuji.
(ÔÔÔ vício, kkkk)
Beijos
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