Um poema para o meu BabyBoy
1 Oneshot
Notas iniciais
Era muito a maneira como Wade conseguia irritar Peter as vezes. Ou sempre. O que fazia com que Peter estivesse sempre com uma imensa vontade de esgana-lo. Como é claro, havia acontecido. E como sempre, ele havia saltado pelos prédios um pouco depois de xingar Deadpool.
Peter tentou entrar em sua casa fazendo o mínimo de barulho o possível para não acordar sua tia. Quando entrou em seu quarto já ia tirando a roupa, quando viu grudado em seu armário um pequeno cartão vermelho cheio de corações e desenhos sugestivos. E ele bem sabia a quem pertencia. E quis mata-lo novamente. E se, sua tia entra e vê aquele cartão super suspeito grudado no seu armário? Iria Matar Deadpool.
— Deve ser uma grande idiotice – resmungou abrindo o cartão.
“Um poema para o meu BabyBoy
Oh, doce Petey, você é uma gracinha.
Além de ter uma bela bundinha.
A sua roupa de aranha apertadinha me enfeitiçou,
E seu anda pelos prédios com sua teia me apaixonou.
Já falei que sua bunda de certo ângulo parece dois montes?
O que eu sempre quis mesmo, foi olhar muito bem seu horizonte.
Você pode até fingir que não me quer fazendo draminha,
Mas, é louco para eu te enfiar minha kataninha!
Sabia que nossos nomes juntos ficam, SpideyPool?
Oque eu sempre quis, foi que você dissesse:
“Eu te amo, Deadpool”
Você sempre diz que não quer ser meu amigo,
Mesmo fingindo não se importar, quero mesmo é perguntar
Quer namorar comigo?
—Com amor, Wade
P.S: Quero muito apertar sua bunda”
É, ele tinha razão. Era uma grande idiotice. Uma idiotice que ele havia amado. Era o jeito estranho de Wade pedir desculpas e Peter sabia, o que era mais um motivo para ele gostar tanto de Wade.
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