Um outro Amor Verdadeiro

8 I will find you, I will always find you! - parte 2


Notas iniciais
Oiieeeeee! Primeiramente eu queria agradecer a todos qe estão acompanhando minha historia.. ♥___♥ Pra mim isso não ia dar em nada (kkk), mas que bom que estão acompanhando, isso mostra que a historia esta boa (ou não)... =P esse capitulo ficou meio grandinho, mas enfim, boa leitura! *------*

[David]

“Eu vou te encontrar! Eu sempre irei te encontrar!”.

Repito para mim mesmo essa frase inúmeras e inúmeras vezes tentando convencer a mim mesmo que eu irei fazer isso, tentando dar a mim mesmo esperança, algo que diminui a cada segundo que passa.

Horas se passaram desde meu pesadelo, e a cada minuto a mais eu me sinto mais inútil. Não sei o que fazer, mas decidi que ficar sentado e chorando também não adiantará nada.

Olho minha cara no espelho do meu banheiro. Me sinto exausto mas não consigo pregar os olhos por um segundo sequer. Robin quase me expulsou da Delegacia, disse que eu precisava de um banho e de descansar e que eu estava horrível.

Realmente estou horrível. Já consigo até mesmo notar pequenas olheiras surgindo em torno dos meu olhos.

Sigo de toalha para o quarto, tomo um remédio para tentar dormir e me deito.

Se passam alguns minutos até que eu consiga finalmente dormir.

[Robin]

Depois de David ter me contado como foi seu pesadelo eu cheguei a ficar preocupado com sua situação. Nunca o vi tão debilitado como agora. “Nem mesmo o termino com Snow o deixou tão mal”, penso.

Alguns minutos depois que ele acordou eu fui à farmácia e comprei pra ele alguns remédios que aliviam o estresse e fazem a pessoa dormir em pouquíssimo tempo.

Depois de muita insistência eu consegui fazer com que ele aceitasse o remédio e fosse para casa descansar.

Serio, ele esta muito mal!

Seus olhos azuis que costumavam ser vivos e alegres agora estavam tristes e debilitados. As partes brancas dos seus olhos estavam vermelhas e ele agora tinha olheiras, coisa que eu nunca sonhei ver nele.

Assim que eu voltei a delegacia, decidi ver a gravação que peguei no galpão novamente.

Repassei todas as fitas varias e varias vezes, mas não encontrei anda que ajudasse a indicar quem eram, de onde vieram ou para onde foram. Agora que Storybrooke esta sem magia (não me perguntem por que, nem eu sei direito), não temos como recorrer ao Sr. Gold para que ele use o feitiço de localização. E mesmo se tivesse como, David não aceitaria.

Fico encarando a gravação por horas e horas, vejo Killian ser agarrado por trás em uma tela e poucos segundos depois o vejo sendo jogado em um porta-malas em outra. Fico repetindo essa sequencia até que algo me vem a cabeça: Regina disse que possui o circuito de segurança da entrada do píer, mas não de dentro dele, então é possível que ela tenha imagens do mesmo carro que levou Killian entrando e saindo das docas!

Me levanto animado com essa nova possibilidade. Ligo para o celular de David, mas cai na caixa postal. “Ele deve estar dormindo”, penso e agradeço por ele ter feito o que pedi, fico frustrado por ter que encarar Regina sozinho, não sei por que, mas não me sinto muito bem perto dela, me sinto nervoso e aparentemente ela se sente igualmente desconfortável. Mas tenho que fazer isso pelo bem de David e do próprio Killian.

[Killian]

Sinto que reconheço essa voz de algum lugar, mas não consigo me lembrar de onde.

– Quem é você? – Grito na mesma direção de onde a voz tinha vindo.

– Achei que tivesse uma memória boa Capitão. – sua voz vem de outra direção. “Ele esta me rodeando”, penso.

“Desculpe, conheci muitos doidos em toda a minha vida”, penso em dizer, mas não digo. Estou em uma situação desfavorável e ofende-lo pode não ser uma coisa boa a se fazer.

– Enfim... – Ele diz se aproximando de mim.

Meu coração acelera mais e mais a cada passo que ele dá.

Vejo um vulto se aproximando a minha frente e em poucos segundo seu rosto é banhado pela luz que me rodeia.

Encaro-o e então me lembro de onde eu conhecia essa voz.

Ele é o mesmo panaca que esbarrou em mim minutos depois de eu ter visto David beijando Robin na delegacia.

– Eric?! – Digo não acreditando muito bem que seja ele.

Tudo bem que não o conheço, mas não achei que um rosto que possui um olhar tão sereno pudesse ser ao mesmo tempo tão psicopata.

– Ah! Que bom saber que você se lembra de mim Capitão Gancho.

A palavra Capitão sai de sua boca como uma ofensa.

– Seu imbecil! – Grito. – Quando eu sair daqui eu vou arrebentar a sua ... – e antes que eu possa terminar a frase ele me acerta com um soco no estomago. Todo o ar que eu tinha se foi quando ele me acertou e eu luto para conseguir respirar novamente.

– Eu realmente achei que você tivesse um pouco de educação Capitão – Ele grita a ultima palavra e me acerta novamente no estomago fazendo com que um grito rouco saia da minha boca.

Abaixo a cabeça e puxo o ar com força tentando me recuperar, mas ele me acerta uma, duas, três vezes mais e eu desisto.

Agora que ele parou sinto a dor tomar conta de mim. Respirar nunca foi tão difícil.

– Você deve estar se perguntando “por que?”, por que logo eu que nem te conheço estou fazendo isso com você... – Ele se aproxima de mim e levanta meu rosto para que eu o possa encarar.

– Sabe por que Capitão?

– Por que você é um panaca e imbecil que não tem nada melhor pra fazer? – Digo cinicamente enquanto encaro-o. Me preparo para a dor de outro soco, mas a única coisa que ele faz é olhar diretamente nos meus olhos.

– Vocês piratas são sempre a mesma coisa, não? Sempre uns ratos imprestáveis sem educação, que só se importam com si mesmos e que destroem tudo que encontram pela frente que os “impedem” de alcançar seus objetivos podres e sujos.

Não digo nada, e a única coisa que faço é cuspir na sua cara. Ele limpa com uma das mãos e acerta o meu lado direito com um soco.

Ele deve ter quebrado alguma costela por que a dor que sinto agora é enorme e tudo que posso fazer é gritar.

– Você vai se arrepender pelo que fez Gancho! Você vai se arrepender!

Ele sai pela mesma porta que entrou e me deixa ali sozinho.

“Você vai se arrepender do que fez”. – Essas palavras ecoam na minha mente. O que eu fiz? Não sei!

E no momento não quero saber. A única coisa que quero é sair daqui e arregaçar a cara nesse idiota e fazê-lo pagar por tudo que esta fazendo.

Me balanço tentando me soltar. É inútil. E isso faz com que minhas costelas começam a doer novamente.

Cada respiração que dou é pior, minha barriga arde e minhas costelas doem. Preciso sair daqui logo!

[Robin]

Volto da casa da Regina direto para a delegacia, e como eu esperava David não estava lá.

Não quero dar falsas esperanças a ele então começo a analisar as fitas do sistema de segurança que peguei com Regina.

Por via das duvidas eu pedi a ela todas as gravações de toda a cidade a partir do momento em que Killian foi levado, e ela as deu sem objeção.

– Qualquer noticia, me avisem! – Foi a única coisa que ela disse.

Começo a inserir os discos de gravação e a copiar tudo para meu computador. Não demora muito e tenho todas as gravações desde o sumiço de Killian e de cerca de 3 horas depois.

Cada câmera tem um numero e Regina me deu a combinação de números e locais onde elas se encontram.

Digito 083 que é o numero da câmera que filma a entrada das docas.

Poucos minutos se passam até que vejo o mesmo carro bege saindo das docas. Dou zoom na imagem e lá estão eles. Os dois homens que levaram Killian, infelizmente não dá para reconhecê-los, mas pelo menos a placa do carro esta visível. 058 EJ6.

Busco instantaneamente no sistema policial e como eu esperava não encontro nada. A placa é falsa.

Continuo assistindo as imagens e vou de câmera em câmera seguindo o percurso que o carro faz. E depois de um momento os perco de vista, nenhuma das câmeras restantes mostram para onde eles foram.

– Alo, Regina?

– Robin...

– Regina, me desculpe ligar tão tarde. Me diga, o que tem depois da área 127?

– Um conjunto de casas abandonadas, por que?

– E você não teria as imagens daquele local, teria?

– Bom, na verdade não! O local depois de abandonado começou a ser frequentado por pessoas, digamos que, indesejáveis. E essas mesmas pessoas destruíram todo o sistema de câmeras do local.

– Hnm.. Muito obrigado assim mesmo! – Desligo o telefone.

Tento ligar para David, e novamente a chamada cai na caixa postal.

Me levanto, pego minha jaqueta e as chaves da moto e saio da delegacia.

[Killian]

Acordo com o som da enorme e barulhenta porta de metal sendo aberta. Não demora muito até que Eric chegue a mim empurrando um carrinho igual os de cirurgiões com um monte de ferramentas em cima.

– Boa noite.

Não respondo. Apenas encaro o carinho que ele empurra. O que ele vai fazer comigo?

– Ah, isso?! – Ele aponta para o carinho assim que nota que eu o estava encarando. – São apenas alguns presentinhos que eu trouxe para você, espero que goste.

– Antes que tudo comece, – ele diz me rodeando – espero que entenda o por que estou fazendo isso com você.

– É, eu aposto que tem um ótimo motivo para me sequestrar, em prender e me torturar. – Digo cuspindo todas as palavras.

– Não queria fazer isso, mas não tenho escolha – ele diz enquanto amarra um pano em minha boca.

– Você já viu alguma sereia? Aposto que já!

Eu conheci uma, Ariel, uma bela sereia e mais bela ainda como mulher. E sabe o que aconteceu com ela?!

Ela foi morta por um pirata imbecil, assim como você...

– Sabe – ele continua – No mesmo dia em que ela foi morta nós íamos fugir e nos casar...

Eu a estava esperando no píer, íamos fugir de navio e a única pessoa que apareceu foi uma de suas amigas sereias me dizendo o que houve.

Ele volta ao carrinho e pegar uma barra de aço.

– Você sabe o quão doloroso foi receber a noticia que o amor da minha vida foi morta por pescadores idiotas e imundos?

Ele me acerta com a barra de aço em uma de minhas pernas, e a única coisa que posso fazer é gritar por debaixo da mordaça. Ele me acerta mais uma, duas, três vezes.

– Desde esse dia eu jurei que nunca mais poria os pés em um navio novamente.

Ele volta novamente ao carrinho.

– Infelizmente ela não soube me dizer quem foi o imbecil que tinha matado minha querida Ariel.

Vejo que ele esta com um tipo de faca nas mãos, e o desespero toma conta de mim.

– Então, desde ai eu jurei mais uma coisa...

Ele começa a cortas meu sobretudo e minha camisa. Ele começa a passar levemente a faca pelo meu peito e sinto pequenos cortes serem feitos onde ele passou.

– Eu jurei que mataria todos os piratas que eu conhecesse.

Grito quando sinto-o cortar minha pele. O sangue escorre por todo meu peito até minha barriga. Dor. É a única coisa que sinto nesse momento.

Sinto meu corpo ficar mole e começo a desmaiar.

– Ah, calminha ai, não queremos que desmaie logo agora, não é?

Ele bate no meu rosto com as mãos. Quando recupero a consciência ele me dá um soco, e sinto que minha mandíbula saiu do lugar.

A este momento minha mordaça esta suja tanto de baba quando de sangue.

Ele volta novamente a me cortar, desta vez meus braços. Grito mais alto quando sinto-o enfiar a ponta da faca dentro do meu braço. A dor é tanta que começo a chorar. Grito tão alto que fico rouco em pouco tempo.

Aparentemente cansado de me cortar ele volta a pegar a barra de aço. Grito sons que em minha mente eram para ser “não, não, por favor não”, mas ele me acerta novamente com a barra de aço.

Sinto minhas costelas queimarem onde ele começou a acertar, a dor é lacerante. Grito, já que é a única coisa que posso fazer.

Desmaio assim que ele acerta minha nuca.

[David]

Acordo com o estrondo de porta sendo esmurrada. Me levanto e caminhando para a porta do meu apartamento.

Abro-a e vejo Robin parado na minha frente.

– O que houve?

– Acho que sei para onde eles levaram o Killian.

Não espero nem um segundo e volto para dentro e acabo de me arrumar. Sigo Robin porta a fora e vou em silencio em direção a sua moto.

Ele me explica como possivelmente descobriu onde Killian pode estar.

– Então, você acha mesmo que eles podem estar lá?

– Bom, é nossa ultima e melhor suspeita. Segui o carro pelo circuito de segurança até essa área que Regina diz estar abandonada.

– Você sabe chegar lá?

– Descubro no caminho...

– Onde esta o carro? – Digo notando que o carro de xerife não esta em lugar algum.

– Carro?! – Diz ele rindo e caminhando em direção a sua moto.

Ah, que beleza.. Moto, mais uma vez.

Subo sem dizer nada e me agarro a ele assim que liga a moto e seguimos por diversas ruas. Robin deve estar perdido, penso.

Passam-se alguns minutos e chegamos onde deve ser o local. Realmente é uma área abandonada. Casas destruídas, galpões aos pedaços e lixo espalhado pelo chão é só o começo.

– Como vamos saber onde eles podem estar? – Pergunto notando a enorme quantidade de casas.

– Vamos ter que revistar local por local, até acharmos pistas que informam que um carro passou por aqui a pouco tempo.

E então começamos. Nos separamos para podermos cobrir melhor o local, ambos estamos armados, então não me preocupo muito em nos separarmos.

[Killian]

Abro os olhos e vejo que continuo na mesma sala escura. Esperei que tudo fosse um pesadelo, Eric, as torturas e tudo mais, mas na verdade tudo isso é real. Eu ainda estava ali preso e sendo torturado.

Tento me mexer e me surpreendo ao notar que estou amarrado em uma maca. Alguns fios estão presos em meus braços, cabeça e peitos.

Estou preso por correias de coro, tanto pelos pulsos quanto pelos tornozelos. Pelo menos desta vez não estou com uma mordaça na boca (como se isso realmente melhorasse alguma coisa).

Grito. Mas ninguém responde. Cerro os dentes quando sinto as diversas costelas que estão quebradas doerem. Respirar nunca foi tão difícil.

– Socorro! – Grito e logo em seguida a dor inunda meu corpo. Como de costume ninguém responde.

Forço os pulsos tentando me soltar, mas nada acontece. DROGA!

Fecho os olhos e penso na imagem de David. Como eu queria que ele estivesse aqui. Como eu queria poder ver seus lindos olhos azuis, acariciar seu cabelo e beijá-lo. Choro como o pensamento de que poderei morrer a qualquer momento assim como alguns dos outros pescadores que esse maníaco seqüestrou.

“Oh, David! Por que eu não confiei em você quando você me alertou sobre isso...”

Ouço o som da porta se abrindo, abro os olhos assustados. Minha respiração se acelera a medida que os sons de passos se aproximam de mim.

O som vem de trás, e me sinto mais angustiado por não conseguir ver quem é ou a que distancia esta.

– Quem esta ai? – Grito forçando minha cabeça para trás tentando ver quem é.

– Calma Capitão, sou só eu.

Finalmente consigo vê-lo. Como eu queria estar solto para quebrar a cara desse panaquinha metido.

– Me tira daqui! – Berro o mais alto que posso, e a dor enche meu corpo novamente.

– Ah, acho que você esta com algumas costelas quebradas... quer que eu chame o medico?

Grito quando ele aperta a lateral do meu corpo.

– Au, me desculpe. Não queria te machucar. – Sua voz é cheia de cinismo.

Ele puxa uma cadeira e pega um controle que estava perto de um monte de aparelhos eletrônicos que estão conectados aos fios que estão em mim. Vejo em uma das telas um marcador cardíaco, mas não sei o que é o restante.

– Hoje eu vou inovar um pouco. – Ele diz empurrando a cadeira e se aproximando de mim. – Sabe o que é isso?

Ele aponta para uma tela. Não sei o que significa as coisas que estão na tela.

– Eu te fiz uma pergunta! – Ele grita e aperta minhas costelas.

– NÃO!!! – Grito com uma voz cheia de dor.

– Bom, isso é um aparelhinho que peguei emprestado com um conhecido. Você já viu aqueles filmes antigos onde as pessoas que recebiam sentença de morte eram mortas por uma cadeira elétrica?!

Arregalo os olhos quando entendo o que ele quer dizer com isso.

– Quer ver como funciona?

Balanço a cabeça dizendo não. E então grito quando uma corrente elétrica passa por todo meu corpo.

– PARE! POR FAVOR, PARE! – Grito em meio aos meus berros de dor.

– Pare, por favor pare, ai pare, por favor! – Ele repete com uma voz fina e aumenta a intensidade da corrente elétrica.

Me contorço na maca. Dor, é tudo que sinto neste momento.

Quando ele finalmente desliga o aparelho eu já não tenho forças nem para respirar direito.

Meus olhos enchem de lagrimas, mas me recuso a chorar na frente dele. Não vou dar a ele esse prazer!

Quando abro os olhos ele esta em pé me encarando. Desvio os olhos quando encaro aqueles olhos secos e frios. Olhos mortos e sem compaixão alguma.

– Olha pra mim! – Ele grita e me recuso a encará-lo novamente. – OLHA PRA MIM!

A corrente elétrica enche meu corpo novamente e eu estremeço na maca.

– Olhe para mim Capitão. – Ele diz ao desligar o aparelho.

Me recuso, mas acabo olhando para ele temendo que ele ligue o aparelho novamente.

– Agora sim, bem melhor! Sabe, eu ouvi boatos de que você tinha um caso com o Xerife da cidade, é verdade isso?

Me surpreendo com a pergunta, mas não deixo que ele note isso.

– Eu te fiz uma pergunta!

– Não! – Grito quando ele ameaça ligar o aparelho novamente.

– Não o que?

– Eu não tenho nem tinha nada com David!

– Não esta mentindo pra mim, não é Capitão?!

Encaro seus olhos avaliadores enquanto balanço a cabeça em negativa.

– Tudo bem! Então não se importaria se eu o trouxesse aqui e o torturasse na sua frente, não é?

– Você não teria coragem seu filho da...

– Não era essa a resposta que eu queria Capitão! – Ele berra enquanto liga o aparelho com uma potencia maior do que a anterior.

– Bom, nos vemos mais tarde! – Diz finalmente desligando o aparelho.

Ainda sinto a corrente elétrica circulando pelo meu corpo. Não tenho energia para falar, nem água suficiente no corpo para chorar.

Tudo que faço é continuar ali deitado semiconsciente, sentindo a dor percorrer por todo meu corpo.

David... é a única palavra que consigo sussurrar antes de desmaiar.

Continua...

Notas finais
Não sei o que esta me deixando mais angustiado, escrever as torturas que Killian esta sofrendo ou se é a angustia e a tristeza que David está passando... :(( Enfim, oqe estão achando?! Espero que isso acabe logo! Odeio passar a imagem do Killian sendo torturado inúmeras e inúmeras vezes na minha mente :'( até a proxima pessoal!! ':)