Um dia de Sorte, Pedro Lanza
42 Ultimo Capitulo
Notas iniciais
Ficamos conversando ele levou uma bronca básica obvio, só pra não me deixar mais preocupada. Uma enfermeira entrou e deixou comida pra ele, quando vi aquela comida sai correndo pro banheiro do quarto e vomitei, peguei minha escova que agora eu já tinha acostumado a deixar na bolsa e escovei os dentes.
- Thali o que foi? – disse o Pedro.
- Nada amor só to me sentindo mal.
- Tem certeza que não é nada?
- Tenho sim.
E antes mesmo da gente ter tempo de conversar melhor acabou o horário de visita, o Pe ficou internado 3 dias e nos 3 eu vim visitar ele e em um desses dias eu trouxe até o notebook pra ele olhar o twitter um pouco e ver o tanto que todo mundo tava preocupado. Finalmente chegou o dia de ele ter alta, mais com a condição dos médicos de ficarem 2 semanas sem fazer show pra descansar e já sabem né? Conselho de médico é basicamente um remédio então ele e os meninos remarcaram a data dos shows mais próximos. O Pe foi embora de carro comigo co ma Michelle com o Tio mauro e a tia Leni e no carro a mi deu um empurrãozinho pra eu contar sobre a gravidez já que ela era a única da família do Pe que sabia.
- Thali você já falou pro Pe o que você ia fazer lá na casa de praia atrás dele?
- Ainda não –risos-
- Pode ir contando viu dona thalita – disse o Pedro. A mi deu uma piscada de olho pra mim como “agora é a hora conta”
- Então, Pedro você vai ser papai – eu falei super rápido tudo meio embolado
- Que thali?
- Você vai ser papai! – Eu disse mais claramente, a tia leni e o tio mauro fizeram a festa lá na frente a mi ficou gritando “eee” atrás com agente no carro a reação do Pe foi a mais engraçada de todas, ele deu um berro no carro e passou a mão no rosto com um sorrisão;
- Não acredito é sério? – ele disse muito empolgado.
- Sim, olha – e entreguei o exame pra ele.
Ele leu tudinho que nem eu, e no final eu vi uma lagrima cair de seus olhos, pensei que fossem lagrimas de arrependimento mais não, ele me abraçou forte e falou no meu ouvido “vamos ter nosso mini corithiano” na hora eu ri e falei “nem pensar, vai ser menina” ficamos ali no carro discutindo (no bom sentindo) se seria menino e menina por um tempão. Quando cheguei em casa finalmente pude contar a novidade pra minha mãe.
{...}
O tempo passou, eu já estava com barriga e todo mundo agora sabia que eu estava grávida, eu estava com 6 meses e fui ao médico fazer o exame de ultra-sonografia juntamente com o Pedro, chegamos lá e antes do médico chegar eu e o Pedro ainda estávamos discutindo se seria menino ou menina, coisa boba (rs) quando finalmente começou o exame tomamos o maior susto acho que poderíamos ter tomado em nossas vidas, era um menino, mais também uma menina! Gêmeos! Que coisa linda eu e o Pedro quase morremos de felicidade. Mais 3 meses se passaram até o grande dia, foi um dos dias mais nervosos da minha vida, o parto foi normal e dentre algumas horas estavam lá, os três amores da minha vida, Pedro Lanza, Pedro Henrique e Gabriela, foi o dia mais feliz da minha vida, voltamos para a nossa casa (que graças a Deus conseguimos montar antes dos meus amores nascerem) radiantes de alegria, foram muitas visitas, muitos presentes, foi a melhor experiência da minha vida. Eu via os anos se passarem e todas as noites antes de dormir eu e o Pedro beijávamos as crianças e falávamos juntos “quando o amor não cabe só em 2 pessoas, nasce em outra vida gerada por esse amor faiscante” e no nosso caso o amor era tanto que nasceu em 2 vidas. E Foi assim que os anos se passaram os melhores anos da minha vida, tivemos mais 1 filho dessa vez era menino ’João’, nasceu corithiano roxo igual o Pai coisas lindas, eu amava nossos passeios ao parque nos domingos fotografar meus filhos felizes brincando era uma das coisas que mais me emocionavam, contar histórias antes de dormir, ajudar na lição de casa, contar pras crianças o tanto que eu era e sou fã do pai delas, crescer novamente junto com nossos filhos foi e sempre vai ser a melhor coisa que aconteceu em minha vida, e saber que passaram tantos anos e nosso amor continua como o do dia em que demos o nosso primeiro beijo me faz acreditar que ‘nunca vai ter fim’ Pedro Gabriel Lanza Reis (L)
Fale com o autor